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Eduardo Moreira (BLU Spy)
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I'd like to know if anyone's willing to make a drawing - even if just a simple sketch - from a fictional character. To be more specific, Ferrakind, from the Broken Empire series.

If you're interested but don't know how he looks like, he is kinda easy to describe. A man of fire - not a man on fire. A man of fire - that lacks hair, having normal flames on their place. He is naked, but lacks any physical characteristics aside from the male human body-type and a face.

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[CAPÍTULO 2, PARTE 6]
Horrores Assassinos
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Dante viu o imenso vulto se aproximar dele, cortando o ar com um alto som de rasgar. A distância diminuía. Dez, cinco, três, um metro...

Ele já havia sumido dali quando a imensa cauda atingiu o calçamento onde Dante estivera um momento antes.

O combatente ruivo encarou a SCP-682 de cima de uma casa semi-destruída, com seus olhos semicerrados. Seus ataques haviam aberto buracos no imenso lagarto, que xingava em bom som todos nas proximidades. Os ferimentos fechavam mais rapidamente do que ele podia abri-los, e não importava que tipo de ataque ele usava, a criatura parecia se curar deles. Na realidade, ele notou, quanto mais usava de um tipo de ataque, mais resistente ela parecia se tornar a ele. Ataques de energia? Placas reflexivas eram criadas no lugar de pele normal. Socos? As mesmas placas reflexivas tinham suas estruturas modificadas, de modo que anulavam energia cinética com o impacto.

O jeito era matá-la por dentro.

Ele esquivou-se de outra chicoteada com a cauda, abaixando-se enquanto a imensa cauda da criatura zuniu sobre sua cabeça, amaldiçoando-a.

"Vai ficar fugindo, humano nojento?!" O lagarto urrou. "Não esperava nada além disso, primata covarde!"

"Não perde por esperar, lagartixa superdesenvolvida." Dante Vale murmurou, saltando num outro prédio.

A criatura era lerda, pelo menos isso. Era um bom consolo. Os golpes dela eram facilmente desviados, mesmo á queima-roupa.

Dante bateu os pés na parede do prédio, e acumulou energia em sua mão direita, pesando todo o seu corpo nela, e usou o impacto no prédio como impulso para saltar na direção da criatura, desviando de uma rajada de ácido disparada da boca do lagarto.

"PREPARE-SE PARA MORRER!" Dante gritou, enquanto caía sobre a criatura e atingia-a nas costas com seu punho.

Uma explosão de energia imensa foi criada, vaporizando todo o quarteirão da cidade onde estavam. Escombros foram lançados a velocidades supersônicas para longe dali, e muitos reportaram terem ouvido o som mesmo enquanto estavam longe da cidade.

Em meio da fumaça e pó, Dante arfava, com a vista turva pela fumaça. O cheio acre de carne queimada torturava suas narinas. Será que havia vencido?

Olhos brilhantes em meio da fumaça provaram que estava errado.

Uma imensa pata caiu sobre Dante, e ele cambaleou para fora de seu caminho, caindo no chão pela onda de choque provocada pela pata, que dispersou toda a fumaça ao redor. Ele ergueu o olhar, e o que viu lhe fez gritar de horror.

Um imenso lagarto com o corpo parcialmente desintegrado, com várias seções de seu corpo perdendo sua pele, carne e até mesmo o osso, deixando a SCP-682 com a aparência de um gigantesco dragão zumbi, cheio de buracos. Uma visão horrível, da qual nenhum homem olharia e teria sua sanidade intacta.

"Isso é tudo que pode fazer?!" A besta zombou, numa voz mais profunda do que a de todos os demônios do inferno. "Você é realmente um autêntico pedaço de merda... Vou estar fazendo um favor a humanidade acabando com você."

Dante se colocou numa precária posição de luta, mas ele estava acostumado com a lerdeza normal da besta. Ele não esperava que sua boca se assomasse sobre ele tão rápido.

Quando pensou em desviar, a criatura já havia fechados sua mandíbula sobre ele, e Dante se viu numa imensidão escura, úmida e dolorosa, sentindo sua espinha dorsal partir sobre a força da boca da criatura. Sentiu o sangue quente escorrer de seu corpo. Ele tentou gritar de dor quando a criatura separou seu corpo superior do inferior.

E realmente gritou quando ela começou a mastigar.

A SCP-682 olhou toda a devastação que causou ao terminar a sua refeição, e grunhiu em aprovação. Suas feridas já se fechavam novamente, e seus ossos se remendavam. Os sujos humanos já haviam fugido dali, e a cruzada genocida da SCP-682 começava agora.

Ela rugiu, correndo ao horizonte.

(...)

No mundo, existem várias cidades mistificadas. Existem cidades míticas, cheias de lendas. Uruk e El Dorado são exemplos destas. A cidade de Gilgamesh e a cidade do ouro. Existem outras cidades cuja existência não pode ser afirmada, como a Troia da famosa Ilíada.

E existe Silent Hill.

Uma cidade onde a ficção e a realidade são indistinguíveis, onde em um momento você pode estar numa obscura e quieta cidade, e no outro num verdadeiro inferno na terra, de sangue e metal. A sua consciência tomava a forma de monstros, monstros que tentam lhe matar para lhe ensinar os erros de sua vida, para tentar te corrigir.

Mas quando um monstro caminha para numa cidade de monstros, o resultado sempre é incerto. Afinal, o que é a pessoa que aterroriza os monstros, assim como os monstros aterrorizam as pessoas normais? O que é a pessoa que intimida a encarnação de suas próprias emoções? O que é a pessoa cuja alma faz deuses da maldade fugirem?

Uma sombra esgueirava pelas casas e quarteirões de Silent Hill, uma sombra que não era nativa dali. Essa sombra era uma poderosa assassina. Uma assassina que era evitada pelos próprios monstros da cidade. Uma sombra que se mesclava ás trevas e cuja aura faziam os monstros fugirem.

Uma sombra dessas não era natural. E assim, o Guardião de Silent Hill decidiu interferir.

Assassin explorava um armazém obscuro, com vigas de madeira apodrecida e cadeiras de metal enferrujado. Não havia luz naquele local, mas isso não era um problema. Assassin era uma com a escuridão, e nada lhe agradava mais do que ficar em seu abraço gélido.

Uma presença lhe chamou a atenção. Ela olhou para cima, e viu uma... Coisa, em cima das vigas de suporte do teto. Essa coisa era humanoide, mas tinha asas e uma cabeça em formato de caveira de bode. Não possuía olhos, mas encarava Assassin, sem se mexer.

"... Quem é você?" Assassin perguntou, numa voz suave e afiada como uma faca.

O ser não respondeu, apenas continuou encarando Assassin.

"Nada a dizer?" a voz suave de Assassin ecoou novamente pelo local. "Nada a dizer na face da morte?"

O ambiente pareceu tremular, como se a realidade em si estivesse sendo distorcida. Uma sirene ecoou. O solo e paredes de concreto deram lugar a metal ensanguentado e antigo. A escuridão deu lugar á luzes fracas, que piscavam fracamente. O cheiro de ferrugem infestou o ar.

"Ações valem mais do que palavras." Assassin suspirou. "Vamos acabar logo com isto." E então, ambos desapareceram nas trevas.

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13° LUTA, VILA Á MONTANHA

Assassin No Name (Fate) - +Pädophiler Gott

V.S.

Samael (Silent Hill) - +Cybertron Primus The AllSpark

JUIZ: Eu/+Deus Do Mal/+Dante Fodão #ContenteTV

REGRAS:
1. As mesmas regras da comunidade.
2. Não usar feitos além da categoria.
3. Note que, não importa COMO eu escrevi a história, você não pode usar as circunstâncias da história a seu favor. O terreno, sim, mas não pode, por exemplo, aproveitar o momento em que seu personagem agarrou o pescoço do outro pra atacar ele.
4. Toda a luta assume-se que eles estão com moral, PORÉM, que eles estão dispostos (E vão) a matar. Ou seja, embora a personalidade e características estejam sendo mantidas, eles vão fazer de tudo para matar o outro o mais rápido possível, dentro dos seus limites.
5. 2 dias de luta, embora elas possam ser adiadas, prorrogadas, estendidas ou finalizadas conforme a necessidade.
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Assassin No Name
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Samael
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[Betou Roiale]
CONSTRUÇÃO ATÉ QUARTEIRÃO DE CIDADE

Batman (DC Comics) - Eu. (Nota: Estou usando um Batman que tem feitos até esse nível, contando todos os seus equipamentos até esse nível)

V.S.

Homem-Aranha (Marvel Comics) - +Josuke Higashikata #PimbaMaster2018

V.S.

Kaizer (Tower of God) - +Urek Mazino

JUIZ: Quem quiser.

REGRAS:
As mesmas de sempre.
Qualquer feito é válido, a não ser que seja provado como PIS/outlier ou exceda a categoria.
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34%
Batman
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Homem Aranha
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Kaizer

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Galactus VS Trigon the Terrible.
Well-fed Galactus against Trigon in his peak, but Galactus is restricted to his Universal+ feats. The same applies to Trigon.

By abilities, intelligence, skill and powers, who wins this?
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07/04/2017
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[CAPÍTULO 2, PARTE 5]
Duelo entre Feiticeiros
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Na manhã seguinte, a imprensa invadiu a área próxima ás Cataratas do Niágara. Pessoas diriam que viram luzes, ouviram explosões e, perturbadoramente, risadas malignas. Os Vingadores, a Liga da Justiça, dentre incontáveis outras organizações - com os poucos membros que podiam ser encontrados - esclareceram que não haviam relação alguma entre o incidente e eles.

A realidade fora um duelo, entre um anjo e um herói. Ambos caídos. Ambos desprezados.

O anjo lutava pelo futuro. Desde a perda de sua Graça, Castiel dedicara-se a ajudar os anjos e reconstruir o Paraíso, ajudar Deus em torná-lo dourado e poderoso novamente.

O herói lutava pelo presente. Iihiko já desistira de procurar meios de se divertir. Já desistira da maior parte das ambições que corromperiam ou engradeceriam os heróis. Ele apenas queria lutar. Lutar e destruir.

Os socos de Iihiko abriam buracos no corpo de Castiel, buracos que recusavam-se a se fechar, não importando quanto energia divina Castiel canalizava aos ferimentos.

E ele ria.

"É isso tudo que você tem?!" Iihiko zombava de Castiel, rasgando sua bochecha com um soco bem-colocado.

Castiel rangiu os dentes, e com um poderoso soco ascendente, jogou Iihiko contra uma árvore, partindo-a ao meio.

"Nada mal, nada mal..." Iihiko sorriu.

Castiel ergueu a mão, e disse solenemente:

"Lamento que as coisas tenham chegado a esse ponto."

"Deve lamentar mesmo. Sua cara nunca mais vai ser a mesma." Iihiko riu.

Castiel estalou os dedos.

E nada ocorreu.

O choque iluminou a face do anjo, dando Iihiko tempo para se aproximar dele, com um sorriso sádico erguendo seus lábios.

"Nada a falar, hein?" Iihiko agarrou o pescoço de Castiel. "Não se preocupe. Isso não vai doer nem um pouco. Na realidade, vai doer um bocado."

Os socos de Iihiko choveram sobre Castiel a velocidades cegantes, quebrando seus ossos, rasgando órgãos e fazendo sangue espirrar com cada impacto, e por fim, agarrando um galho de árvore, ele ergueu acima do anjo, que estendia-se no chão, ensanguentado e quase cego com a dor.

"Sua estrada acaba por aqui, camarada." Ele baixou a estaca improvisada de madeira sobre a cabeça de Castiel, e o galho atravessou seu cérebro.

Castiel estava num mundo de dor. Por alguns segundos, não viu nada, além da dor. Até que, diante de seus olhos, ele viu... Uma grande floresta. Sim, uma floresta! Ele estava numa estradinha na floresta, que levava até um lugar distante. Aparentemente uma cabana. E na sua frente, uma pessoa familiar o aguardava, com um boné de caminhoneiro e uma expressão plácida.

"Bobby." Castiel cumprimentou o homem cordialmente, apesar de seu torpor.

"Castiel." Bobby se aproximou e lhe deu um rápido abraço. Castiel mal reagiu, desacostumado com esse tipo de gesto.

"Tenho que dizer que nunca esperei ver você aqui algum dia, Cas." Bobby disse, com um sorriso triste.

"Todos tem sua hora." Castiel respondeu.

"Verdade." Bobby concordou. "Venha, precisa fazer sua última caminhada."

E juntos, caminharam por aquele caminho da floresta, para um além melhor...

Iihiko olhou o sereno cadáver diante dele por alguns momentos, e passou a mão sobre sua boca, olhando o sangue em sua mão e sorrindo. Uma boa luta era sempre algo refrescante.

Mas estava na hora de ir. Tinha algo que lhe dizia que os seus dias estavam apenas começando a ficar interessantes.

Rindo-se, Iihiko se virou e saltou. Vários metros foram percorridos de uma só vez, e cada salto consecutivo o fazia percorrer distâncias ainda maiores, até ele desaparecer no horizonte...

(...)

A Escócia é um lugar de lendas. Lendas, castelos, clãs orgulhosos. Do Monstro do Lago Ness e do clã McDonald.

Em um desses antigos castelos, normalmente um ponto turístico, havia um homem barbado que olhava o horizonte, cerrando seus olhos diante de um distante espetáculo. Ele era como um dos antigos e estereotipados magos, de aparência sábia, mas feroz e experiente em batalhas, com uma elaborada túnica complementando-lhe o visual.

Á distância, havia uma pequena figura lutando contra uma gigantesca besta alada, um autêntico dragão. Um homem, musculoso e de rústica beleza nórdica, lutava contra o imenso e mítico dragão. E por mais incrível que seja, estava vencendo-o.

Com sua espada de aço, ele talhou a asa da besta, fazendo-a grunhir de dor e tentar mordê-lo. A resposta do guerreiro foi bater na cara do dragão com seu escudo, fazendo-a recuar com um grunhido. Ela tentou vomitar chamas sobre ele, mas para a curiosidade do feiticeiro, elas foram desviadas, enquanto uma energia verde emitida da mão do homem projetava uma barreira a frente dele.

A criatura tentou recuar, mas o homem gritou. Não, não foi somente um grito. Não foi um mero urro. Foi um comando. Um comando para a realidade em si, uma autêntica agressão verbal, forçando a realidade a ficar de joelhos e obedecer os desejos daquele homem. E como um conquistado faz ao dominador, ele forçou a realidade a fazer o que bem quisesse.

O dragão parou no meio do ar, ante a sua tentativa de voo, e em sua mente, súbito e intenso, um sentimento, um conceito eclodiu em sua mente. Um conceito tão incompreensível a um dragão quanto a não-existência é a um ser humano. A mortalidade.

Seus olhos reviraram-se momentaneamente, e ele desabou sobre o chão, grunhindo e arfando, colocando-se de pé tropegamente e tentando re-organizar suas ideias. Mas fora tarde demais.

O homem correu até a besta e saltou sobre seu pescoço, e escalou até sua cabeça, onde um só golpe de espada atravessou-lhe o cérebro e saiu pela mandíbula inferior, fazendo a besta revirar os olhos uma última vez antes de cair ao chão, morta.

Os olhos do feiticeiro arregalaram-se, porém, no momento em que sentiu a energia vindo do dragão e sendo absorvida pelo homem. A carne e as escamas do dragão incendiaram-se, e se desfizeram em pleno ar, deixando apenas uma aterrorizante ossada para trás. Do dragão, ventos etéreos multicoloridos voaram até o guerreiro, e pareceram penetrá-lo, abastecendo-o com seu poder. Ele aspirou profundamente, e olhou na direção do mago, como se somente agora tivesse o percebido.

O feiticeiro já se encontrava próximo dele, o olhando com interesse e curiosidade, mas também sério.

"Quem é você?" O homem perguntou.

"Sou August, Escudo do Império Álvarez, e um dos 12 Spriggans a serviço do Imperador, Zeref Dragneel." O mago disse, num tom estoico e sério. "Vi sua batalha com este dragão, e devo dizer que estou impressionado. Você possui um poder considerável, para conseguir matar um dragão sozinho."

"Obrigado." O homem franziu a testa. "Mas e daí?"

"Queria te fazer uma proposta. O Império Álvarez sempre recebe novas pessoas. Pessoas de poder e talento, e você mostrou ambos. Experiência, até. Um poder considerável como o seu pode ser usado de várias maneiras. Caso aceite, entrará a serviço do Imperador Zeref. Terá a ajuda dos mais poderosos magos do mundo, terá todo o poder do mundo a sua disposição."

"E se eu recusar?"

"Simples. Te derrubarei neste instante e te levarei para o Imperador em pessoa a força."

O homem ergueu a cabeça e riu. Riu alto, embora brevemente.

"Você sabe qual é o meu nome, August, dos Spriggan?"

"Absolutamente." August semicerrou os olhos.

"Sou Dovahkiin, ou 'Nascido dos Dragões', na antiga língua dracônica. Sou aquele que pode matar dragões permanentemente." O homem vangloriou-se. "Sou o Mestre dos Companheiros. Sou o Arquimago do Colégio de Winterhold. Sou o Ouvinte da Irmandade Negra. Sou aquele que matou Alduin, o Devorador de Mundos, e sou aquele que foi treinado pelos Barbas-Cinzentas. Acabei com a Guerra Civil de Skyrim, e cuspi na cara dos Thalmor. Assassinei o Imperador, matei mais dragões que consigo contar, e fui escolhido pelo Príncipe Daédrico da Sabedoria, Hermaeus Mora. Você realmente acha que as maldições de um mago velho como você me assustam? Fui abraçado pela Mãe da Noite, viajei pelo mundo escuro de Hermaeus Mora e fui forçado a torturar inocentes. Não será você que irá me matar, velhote." O homem apontou a espada para August, que simplesmente suspirou.

"Belas palavras. Vou ter certeza de escrevê-las em sua lápide no final de tudo isso e apresentar o resumo ao Imperador." Uma aura de puro poder mágico foi emanada de August, e então o Dovahkiin avançou.
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11° LUTA, CIDADE A MONTANHA

Dovahkiin (The Elder Scrolls V: Skyrim) - +Darth Dolly O Solador De Demonbane

V.S.

August (Fairy Tail) - +Juha Bach

JUIZ: Eu/+Deus Do Mal/+Urek Mazino
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[CAPÍTULO 2, PARTE 4]
Caça á Abominação
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Karaka esperou, enquanto Illyana corria até ele. Sorrindo, ele zombou da arrogância dela, achando que podia simplesmente derrotá-lo, correndo cegamente em sua direção...

... Quando, subitamente, ele sentiu uma inspiração súbita em suas costas, e o brilho de uma lâmina de energia sob seu pescoço.

"Desiste?" Magia perguntou suavemente, enquanto sua Soulsword encostava no pescoço de Karaka.

Karaka fez um muxoxo de desgosto. "Criança arrogante." Mais rápido do que seria considerado possível, Karaka chutou para trás, atingindo o ventre de Illyana e fazendo-a hesitar, o que deu a Karaka tempo o suficiente para se virar e socá-la, jogando-a para longe de si.

Ela girou no meio do ar e graciosamente caiu sob seus pés, a lâmina etérea cintilando em suas mãos.

"Morra." Karaka apontou os dedos para a feiticeira, e disparou a partir deles inúmeras esferas negras, que pareciam sugar tudo que tocavam. A grama era drenada, a poeira desaparecia, e as próprias moléculas de oxigênio pareciam se assimilar nelas, criando vácuos que se preenchiam em instantes, num assovio de ar ocupando um espaço vazio.

Para a surpresa de Karaka, Magia dançou através das esferas com facilidade, desviando de cada uma delas, antes de uma delas ficar em sua cara, prestes a tocá-la.

"Você está acabada, garota!" Karaka exclamou, triunfante, enquanto ela sumia, com o orbe passando por onde ela estava.

"Infelizmente, não consegui capturá-la, mas-" Ele foi interrompido por uma feroz e súbita dor lancinante em seu estômago, e tonto, ele olhou para baixo, e viu uma grande lâmina alaranjada atravessando seu estômago.

"Não esperava por isso, não é?" Illyana disse, seus olhos azuis faiscando.

"Você..." Ele tentou falar mais alguma coisa, mas seus olhos viraram e ele desfaleceu. Normalmente, ele não desmaiaria por um golpe simples daquele, mas cortes na alma costumam deixar marcas mais profundas do que físicas.

"Não tente conversar. Pode se engasgar no próprio sangue." Ela se virou, e começou a caminhar para longe dali.

Umas horas depois, quando o sol já estava a pino, o cadáver de Karaka começou a remexer. Ele lentamente abriu os olhos, e com dificuldade, focou no céu azul.

"Argh... Mas que..." Ele amaldiçoou a mulher que o atacara, em voz baixa. Aquela espada dela... Não era normal. Geralmente, uma "morte" era coisa simples para ele. Apenas questão de tempo - não, momentos! - para voltar e pegar o inimigo de surpresa. Mas aquela espada dela... Ele sentira uma dor que jamais sentira antes. Não intensa, mas profunda. Ele precisou de toda a sua força de vontade para se manter vivo, para voltar.

Inspirando profundamente, ele desajeitadamente colocou-se de pé, e depois de um gemido de dor, caminhou até uma árvore, trôpego. Precisava descansar, se quisesse poder planejar depois. Ele tinha o pressentimento que só o tempo curaria aquela ferida dele.

Assim que se ajeitou, ele fechou os olhos, convicto que as dores que assaltavam seu corpo o impediriam de dormir. Em questões de segundos, ele estava no mais profundo sono.

(...)

"Alerta! Estado de calamidade em Londres! Cidadãos, por favor, retirem-se de suas casas, e vão para as estações de emergência o mais rápido possível! Repito, alerta..."

Os megafones da cidade ecoavam essa mensagem, enquanto os aterrorizados civis fugiam em todas as direções, correndo o máximo que podiam, gritando e gemendo, em terror, confusão e desespero.

No centro da cidade, um gigantesco lagarto rugia e grunhia para a multidão de pessoas, mordendo e golpeando todos que se aproximavam. Um policial que se aproximara demais da criatura foi engolido numa só mordida, e um chicotear da cauda da besta dilacerou um prédio, fazendo seus escombros caírem sobre uma unidade de policiais e civis armados, unidos para enfrentar a besta.

O massacre e o cheiro de sangue reinavam naquele ambiente, e a criatura resplandecia em ira infinita e alegria sádica. O sofrimento das pessoas era como música aos seus ouvidos, e a visão de tolos, pequenos humanos a desafiando preenchiam a criatura de raiva. Suas balas crivavam-lhe a pele, e suas bombas abriam pequenos rombos em sua carne, rombos que eram rapidamente re-preenchidos de carne e tecidos, mais resistentes do que antes.

"Essa coisa não morre!" Um operativo da SWAT disse num helicóptero de combate, enquanto disparava um míssil na criatura. A bomba explodiu na cabeça da criatura, com o único efeito de fazê-la prestar atenção no helicóptero.

"Ah, merda..." o homem murmurou, quando o lagarto rugiu. Acumulando saliva em sua boca, ele cuspiu um jato de veneno corrosivo sobre o helicóptero, abrindo vários buracos em sua blindagem de metal e derretendo tudo e todos em seu interior. O helicóptero caiu lentamente, e explodiu em cima de outra casa, jogando escombros sobre alguns civis que ainda fugiam.

"CORRAM, CORRAM!" Os policiais, civis e membros da SWAT da área já haviam quebrado a formação, e agora só queriam fugir. Jogavam bombas e atiravam nela apenas para distrair a criatura, mas apenas aumentando sua ira.

"Por quê fogem, seus nojentos?" Uma voz profunda e demoníaca ecoou de dentro do lagarto, desafiando os humanos. "Tem medo de me enfrentar?"

"Enfrentar aqueles mais fracos que você já é algo desprezível. Matar inocentes então? Você já merecia estar no inferno, criatura covarde."

O gigantesco lagarto se virou a fim de encarar seu opositor. Um humano de cabelos e barbas ruivas, de olhos calmos, mas cheios de poder e determinação.

"Um tolo que quer me enfrentar, e sem nenhuma arma? Incrível, a imbecilidade dos humanos não deixa de me surpreender." O tom sarcástico da criatura era audível, ecoando através das ruas.

"Não preciso de armas para acabar com lagartixas, mesmo uma grandinha como você." Seus olhos embranqueceram, carregados com poder sobrenatural. O lagarto cerrou levemente os olhos. "Eu sou Dante Vale, e em nome da Fundação, eu irei te derrubar."

A Fundação.

Inúmeros flashbacks e imagens vieram à cabeça da SCP-682. Doutores. Experimentos. Raros momentos prazerosos em meio a um inferno de humanos. A sua infinita, inexplicável raiva borbulhou dentro de si, e o lagarto rugiu.

"Então a Fundação mandou um dos seus cachorros para me pegar? Muito bem, vou mostrar para eles o lugar certo de seus cachorros; no fundo do inferno, fazendo companhia com o resto de toda a humanidade!" O lagarto correu até Dante, num confronto para as eras...
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12° LUTA, VILA A MONTANHA

Dante Vale (Huntik) - +Gilgamesh Rei dos Heróis (N to conseguindo marcar helps)

V.S.

SCP-682 "Réptil-difícil-de-se-destruir" (Fundação SCP) - +Mercurius

JUIZ: Eu/+Deus Do Mal/+Urek Mazino

REGRAS:
1. As mesmas regras da comunidade.
2. Não usar feitos além da categoria.
3. Note que, não importa COMO eu escrevi a história, você não pode usar as circunstâncias da história a seu favor. O terreno, sim, mas não pode, por exemplo, aproveitar o momento em que seu personagem agarrou o pescoço do outro pra atacar ele.
4. Toda a luta assume-se que eles estão com moral, PORÉM, que eles estão dispostos (E vão) a matar. Ou seja, embora a personalidade e características estejam sendo mantidas, eles vão fazer de tudo para matar o outro o mais rápido possível, dentro dos seus limites.
5. 2 dias de luta, embora elas possam ser adiadas, prorrogadas, estendidas ou finalizadas conforme a necessidade.

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[CAPÍTULO 2, PARTE 3]
Herói e Anjo Caídos
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De um lado, havia um feroz garoto, de olhos azuis brilhantes, com uma gigantesca lâmina negra e vermelha surgindo de seu antebraço. O poder emanava dele em ondas, e quando avançara, deixara para trás uma onda de energia azul.

Do outro, havia uma menina de longos cabelos azuis, e seu olhar frio revelava um profundo e intimidador poder. Sua energia parecia contida, mas gigantesca e pulsante, como uma bomba nuclear, que poderia explodir a qualquer momento.

E sem aviso, as energias entraram em confronto.

Ren avançou, e ao ver que Neko desaparecera de seu ponto de vista, ele franziu a testa.

"O qu- ARGH!" ele grunhiu, quando recebeu uma cotovelada na nuca. Ele caiu de joelhos, e viu que ela estava atrás dele, e ela logo seguiu com um chute em suas costelas, o jogando no ar.

Ele caiu graciosamente, e olhou para Neko, que começava a exibir um pequeno sorriso confiante. Ela era rápida demais para ele. Rápida e poderosa demais, precisava mudar essa diferença em velocidade.

Usando o poder de sua Briah, o tempo foi distorcido. Sua velocidade se multiplicou, e quando Neko avançou novamente, Ren agarrou seu pulso, e o sorriso dela desapareceu.

Com a surpresa, Ren foi capaz de contra-atacar, com um poderoso soco que a lançou contra a borda do prédio. Um soco extremamente forte, que tirou o ar dos pulmões da guerreira. Ren rugiu, quando avançou novamente.

A luta durou vários minutos, com pesadas trocas de golpes, mas no fim, um cansado vitorioso estava de pé sobre a ofegante derrotada, seus cabelos negros úmidos de suor.

"É, você é forte." Ren raciocinou, enquanto desfazia o efeito de sua Briah. As lâminas negras em seu corpo pareceram se digitalizar e desintegrar, e ele estendeu a mão para Neko, ajudando-a ficar de pé.

"Digo o mesmo a você." Neko assentiu. "Agora, o que vamos fazer?"

Ren ficou em silêncio, e olhou para o horizonte, enquanto Neko pareceu se recostar num gerador antigo e fora de uso, também pensativa.

"Acho que devemos ser práticos, não?" Ren disse. "Vamos investigar cada acontecimento sobrenatural, vamos ajudar as pessoas, e acima de tudo, vamos achar os culpados." Após um breve momento de silêncio, Ren adicionou: "Também tenho uma ideia sobre os possíveis culpados disso tudo..."

"Quem?" Neko arreganhou uma sobrancelha.

"Uma organização maligna. Querem causar o apocalipse, e para fazer isso, eles matam pessoas. Muitas pessoas. Explico no caminho." Ren disse, antes de saltar do prédio, para as ruas abaixo deles. Por uns momentos Neko pareceu indecisa, antes de dar de ombros e segui-lo.

(...)

As Cataratas do Niágara eram um dos mais famosos pontos turísticos de Nova York. Não só eram antigas e poderosas, um verdadeiro testemunho do imenso poder da natureza, mas também eram belas, magníficas. Régias, até. Imensas, com 385 metros de altura, e uma queda de 163.000 metros cúbicos de água por minuto. Pequenas "ilhotas", por falta de uma palava melhor, surgiam dentre alguns pontos das Cataratas, e numa delas, havia um musculoso homem, de aparência demoníaca e altos cabelos alaranjados que encarava a cidade de Nova York a partir dali, tanto admirando a cidade quanto desprezando as pessoas que viviam lá, sentimentos conflitantes que não tinham lugar para o coração de um só homem.

Esse homem já fora um herói. Já fora lendário e amado, e seu poder fora respeitado na época. Hoje, era um monstro. Um vilão. Deixara de ser respeitado, e agora era temido. Temido pelas formigas que chamavam a si mesmas de "humanos". Formigas que se recusavam a evoluir, que tinham a audácia de desafiar o homem. Era como uma formiga que desafiasse um meteoro a cair sobre ela, e quando caía, a reação era um pânico generalizado. Ele poderia respeitar a humanidade, não fosse sua covardia.

Iihiko abriu um sorriso cruel.

Desde uns tempos atrás, porém, o mundo ficara estranho. Estranho e interessante. Novas pessoas, jamais vistas antes, começaram a surgir. O planeta em si se distorcia, e estrelas começavam a desaparecer e re-aparecer nos céus. Constelações inteiras foram substituídas. O mundo já não era mais o mesmo. E com mudanças, vinham novos oponen-

Ele sentiu uma presença atrás dele, uma presença... Quente. Poderosa. Até mesmo brilhante.

Iihiko se virou, e ele viu diante de si um homem de olhar cansado, mas ainda assim, saudável, vestido com um elegante terno. O homem encarava Iihiko com uma expressão estoica, embora de certo modo, ameaçadora.

"Quem é você?" Iihiko perguntou, encarando o homem.

"Eu sou Castiel." O homem respondeu, se aproximando de Iihiko. "Reparei em sua aura enquanto estava na cidade. Muito poder. Muita sede de sangue. Muita maldade. Imagino o que está planejando neste exato momento, especialmente se considerar esse seu sorriso."

"Ah, você imagina o que eu estou planejando?" O sorriso sádico de Iihiko cresceu ainda mais. "Eu quero queimar essa cidade. Vou matar cada uma das pessoas lá. Vou destruir seja lá quem estiver em meu caminho, incluindo você, se tentar me parar."

Na realidade, Iihiko não planejara fazer nada disso, mas estava disposto a fazê-lo, especialmente se desafiado por aquele tal de Castiel. Ele não pareceu reagir muito, além de franzir a testa e dizer:

"Você não pode fazer isso."

"Não?" Iihiko se aproximou, encarando Castiel nos olhos, preto e amarelo selvagem contra branco e azul relaxado. "E quem irá me impedir de fazer isso?"

"Eu." Castiel constatou simplesmente, antes de avançar para o combate.

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9° LUTA, CIDADE A MONTANHA

Iihiko Shishime (Medaka Box) - +Deus Do Mal

V.S.

Castiel (Supernatural) - +Eu Chupo Halls

JUIZ: Eu/+Cecil Harvey/+Urek Mazino

REGRAS:
1. As mesmas regras da comunidade.
2. Não usar feitos além da categoria.
3. Note que, não importa COMO eu escrevi a história, você não pode usar as circunstâncias da história a seu favor. O terreno, sim, mas não pode, por exemplo, aproveitar o momento em que seu personagem agarrou o pescoço do outro pra atacar ele.
4. Toda a luta assume-se que eles estão com moral, PORÉM, que eles estão dispostos (E vão) a matar. Ou seja, embora a personalidade e características estejam sendo mantidas, eles vão fazer de tudo para matar o outro o mais rápido possível, dentro dos seus limites.
5. 2 dias de luta, embora elas possam ser adiadas, prorrogadas, estendidas ou finalizadas conforme a necessidade.

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a coisa mais foda que vocês vão ver na ficção, para todo o sempre
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[CAPÍTULO 2, PARTE 2]
Mágica da Torre
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O crescente fértil é um lugar de várias histórias. Aquele solo escuro, rico de nutrientes e vida, já viu a ascensão e a queda de grandiosas civilizações. Viu o nascimento e a conquista da Mesopotâmia. As verdes gramas daquele lugar já foram banhadas no rubro sangue de conquistadores e invasores, de vencedores e perdedores de ambos os lados. As rochas daquele lugar já observaram a Epopeia de Gilgamesh sendo escrita, quebrada, procurada e unida novamente. E como tal, aquele local era cheio de poder e mistério, como digno do local do qual surgiu a primeira civilização.

Uma mulher caminhava sobre aquele solo rico de magia e vida, e ela aspirou profundamente o gélido ar da madrugada, suspirando em seguida em prazer. Seus olhos abriram-se, contemplando a manhã que começava a surgir, fazendo o escuro céu noturno gentilmente se clarear, com o raiar de um novo dia.

Magia contemplou as antigas ruínas diante de si, pensativa. Seus rituais haviam revelado detalhes... Interessantes, mas perturbadores. Vozes lhe contaram coisas estranhas, sobre perturbações no multiverso e sobre como o mundo precisava ser salvo. Ela escutou e entendeu, mas não processara o que ouvira. Não podia realmente compreender o difuso significado daquelas palavras.

Seu olhar ergueu-se ante uma sombria figura que caminhava contra o sol que surgia. Na planície, não havia nada que pudesse bloquear a vinda do sol além daquela figura, um vulto de olhos brilhantes, que se aproximava dela a passos deliberados.

Um ser de aparência estranha, com um capacete único completando seu visual único. Seus olhos amarelos encararam Magia, antes de uma voz metálica, mas profunda ecoar pela vastidão silenciosa da planície:

"Então, meus sentidos não me enganaram..."

Illyana sacou uma lâmina prateada, refulgindo em energia mística arroxeada, e encarou a figura de volta.

"Quem é você?" Ela havia sentido uma presença... Maligna, não muito distante. Ela supunha que esse era o ser, e seu coração lhe dizia que estava certo.

"Pode me chamar de Karaka." O homem - Karaka - se aproximou ainda mais, agora claramente definido. "E, claro, espero que você possa me ajudar, garotinha. Afinal, estou pedindo com educação, o que é raro. Aproveite a oportunidade."

"Ajudar com o quê?" Ela perguntou, sem mover um centímetro de seu lugar.

"Ora, informações? O que mais eu poderia querer?" Ele deu um risinho. "Por exemplo... Que lugar é esse, e quem é o causador disto tudo?"

Ela poderia responder a ele. Na verdade, estava prestes a fazer isso, quando imagens surgiram em sua cabeça.

Tudo foi num átimo de segundo, mas nesse pequeno momento do tempo, ela viu centenas de imagens. Viu Karaka caminhando por casas queimadas. Viu os gritos de ira e tristeza dos deuses, enquanto a sua criação ia sendo destruída sem nada que pudessem fazer a respeito disso, e por fim, ouviu uma voz ecoando em sua cabeça. 'NÃO'!"

"E se eu lhe disser que não sei?" Ela perguntou, um sorriso aflorando em seus lábios, e Karaka abriu as mãos em um gesto displicente.

"Então vou ter que resolver as coisas do jeito difícil!" Logo depois, ele avançou.

"Vão ser difíceis para você, queridinho." Ilyana respondeu, avançando também...
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9° LUTA, CIDADE A MONTANHA

Magia (Marvel) - +Lucca Bucks

V.S.

Karaka (Tower of God) - +Urek Mazino

JUIZ: Eu/+Deus Do Mal

REGRAS:
1. As mesmas regras da comunidade.
2. Não usar feitos além da categoria.
3. Note que, não importa COMO eu escrevi a história, você não pode usar as circunstâncias da história a seu favor. O terreno, sim, mas não pode, por exemplo, aproveitar o momento em que seu personagem agarrou o pescoço do outro pra atacar ele.
4. Toda a luta assume-se que eles estão com moral, PORÉM, que eles estão dispostos (E vão) a matar. Ou seja, embora a personalidade e características estejam sendo mantidas, eles vão fazer de tudo para matar o outro o mais rápido possível, dentro dos seus limites.
5. 2 dias de luta, embora elas possam ser adiadas, prorrogadas, estendidas ou finalizadas conforme a necessidade.

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Magia
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Karaka
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