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Edna Paciência Vietta
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Edna Paciência Vietta

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as três faces de Eva
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UM NOVO PARADIGMA? PARA ONDE CAMINHAMOS?

Após as duas Guerras Mundiais, a humanidade passou por um profundo processo de mudança de paradigma e transformações na cultura.

As promessas de um mundo melhor calcado na razão foram frustradas pela industrialização descontrolada, pelas sucessivas agressões à natureza e a consciência dos perigos do seu aproveitamento desmedido, pelo consumismo desenfreado, dentre outros. O homem passou a abandonar a razão em prol do afeto. Ao mesmo tempo, o pensamento perdeu seu fundamento de certeza. A verdade passou a ser tida como alcançável somente em um contexto parcial e localizado.

Na realidade, a razão moderna não conseguiu eliminar a experiência religiosa da vida das pessoas. Ao contrário do que poderia se esperar, a pós-modernidade permitiu uma inusitada expansão e diversificação de expressões religiosas e formas de religiosidade.

A pós-modernidade representa uma frustração com o discurso iluminista e suas grandes idéias, que, apesar dos grandes avanços científicos que proporcionaram, mostraram-se incapazes de pôr fim às mazelas da sociedade e de produzir um estado de permanente bem-estar, edificado pela razão humana. “O pós-modernismo está associado à decadência das grandes idéias, valores e instituições ocidentais – Deus, Ser, Razão, Sentido, Verdade, Totalidade, Ciência, Sujeito, Consciência, Produção, Estado, Revolução, Família”.

Um estado de fluidez se apossou das certezas que nos foram legadas pelo período anterior da história, e toda a sua segurança cedeu lugar a um estado de coisas no qual não mais existem verdades definitivas. Já não ousamos imaginar a realidade construída sobre um único fundamento ou sobre verdades imutáveis. Vivemos no reino do fragmento.

O mundo mudou. Para muitos estudiosos a era moderna ou modernidade terminou ou deu lugar a outro paradigma a pós-modernidade. Em quase todos os círculos acadêmicos e em outras esferas, os novos fenômenos sociais, as rápidas transformações e a grande expectativa do século XXI à nossa volta, temos uma certeza, a de que uma nova Era teve início - A Era pós-moderna.

odemos perceber que aconteceram mudanças significativas em nosso mundo. Vivemos em um mundo pós-moderno e com ele o desafio de entender estas mudanças e suas influências no modo: como as pessoas pensam, sentem e agem. Essas mudanças foram tão abrangentes e com evidentes reflexos nos valores que permeiam a ética e a moral.

No campo da ética, vence o individualismo. Valorizam-se mais o que se pode ganhar do que o que se pode fazer para melhorar a vida de todos. A dimensão espiritual também sofre o impacto desse rearranjo contemporâneo. Igrejas transformam-se em verdadeiras máquinas do sistema capitalista. Surgem as mais diversas expressões religiosas, que oferecem conforto, consolo e promessas de melhores dias a seus devotos, em um festival de "filosofias" para todos os gostos, combinadas a valores da modernidade.

Tal contexto parece indicar uma total reorganização da humanidade, provavelmente tão ou mais importante que a sofrida na transição da Idade Média para a Idade Moderna.

Vivemos numa época complexa e com características inéditas na história da humanidade. Na tentativa de apreensão e compreensão dessa realidade, teóricos de diversas áreas do conhecimento humano, como filósofos, sociólogos, antropólogos, teólogos, psicólogos, historiadores e outros têm se dedicado ao estudo dessas transformações.

Os pós-modernistas são convictos de que vivemos uma fase onde surgirão novos paradigmas, e, portanto, o surgimento de uma nova cosmovisão.

Cosmovisão, basicamente, é a forma como enxergamos o mundo. O nosso sistema pessoal de crenças, valores e sentimentos. São os critérios aos quais nos baseamos para compreender tudo que está ao nosso redor. A nossa concepção de realidade. Estamos todos sendo moldados por essa estrutura para nos adaptarmos a esse novo paradigma configurado pela sociedade pós-moderna. Pasmos, com tantas mudanças estamos alheios, olhando a paisagem com um binóculo, enquanto, dominados achamos que estamos construindo uma nova cosmovisão. Não sejamos ingênuos.

Profa. Dra Edna Paciência Vietta

Psicóloga Cognitivo-comportamental Ribeirão Preto
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MECANISMOS DA MENTE HUMANA E A TERAPIA COGNITIVO


A Cognição é um termo amplo que se refere ao conteúdo dos pensamentos e aos processos envolvidos no nosso ato de pensar. Assim, são aspectos da cognição as maneiras como percebemos e processamos informações, os mecanismos e conteúdos de memórias e lembranças, estratégicas e atitudes que utilizamos na resolução de problemas.

Cognição é o ato ou processo da aquisição do conhecimento que se dá através da percepção, da atenção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem. Mas, a cognição é muito mais do que simples aquisição de conhecimento e, conseqüentemente, a nossa melhor adaptação ao meio - é também um mecanismo de conversão do que é captado para o nosso modo de ser interno. Ela é um processo pelo qual nós seres humano interagimos com os nossos semelhantes e com o meio em que vivemos, sem perder nossa identidade existencial. Ela começa com a captação dos sentidos e logo em seguida ocorre a percepção. É, portanto, um processo de conhecimento, que tem como material a informação do meio em que vivemos e o que já está registrado na nossa memória. Daí a cognição ter importante função adaptativa e o seu desenvolvimento permitir uma progressiva complexidade, flexibilidade e sofisticação na capacidade de resolução de problemas.

A Ciência da Informação definida como ciência interdisciplinar propõe diversos pontos de intersecção com outras áreas do conhecimento que lhe são correlatas. Neste sentido, aspectos informacionais tangenciam com processos da psicologia cognitiva a fim de desvendar os “mecanismos” da mente humana sob o ponto de vista social ao qual se apresentam. Assim, a terapia Cognitiva baseia-se no pressuposto teórico de que os afetos e os comportamentos de um indivíduo são determinados em grande medida pelo seu modo de estruturar o mundo. Isto quer dizer que a visão que temos do mundo, influencia a forma como pensamos, sentimos e nos comportamos diante da vida.

A Terapia Cognitiva tem suas origens em correntes filosóficas e religiões antigas como o estoicismo grego, taoísmo,budismo que postulavam a influência das idéias sobrenossas emoções.

Historicamente a Terapia Cognitiva teve como precursora a terapia Racional-emotiva de Ellis, mas foi Aaron T. Beck que lhe deu os contornos atuais. ( RANGÉ 2001 a ).

De acordo com BECK et al. (1997a), nossos pensamentos agem diretamente na forma como nos sentimos e agimos, sendo assim, uma das formas de melhorarmos nosso estado de humor é controlarmos nossos pensamentos, no sentido de que exerçam um efeito realista sobre a forma como nos sentimentos perante a nós mesmos, ao mundo e ao nosso futuro (tríade cognitiva).

A forma como percebemos e avaliamos os acontecimentos externos e internos a nós, irá determinar a forma como iremos nos sentir e conseqüentemente agir perante esses acontecimentos.

A forma de enxergarmos o mundo irá determinar a forma que nos sentimos e agimos.

Pensamentos distorcidos devem ser corrigidos e controlados, e pensamentos realistas que acarretam em sentimentos desagradáveis devem ser submetidos a uma busca por solução de problemas Observando e descrevendo as emoções que sentimos, e fazendo uma conexão entre o que sentimos, e o que previamente a esses sentimentos, pensamos, podemos buscar fazer uma avaliação realística de nossos pensamentos, para que assim confrontemos nossos pensamentos distorcidos e sentimentos desagradáveis gratuitos, e os substituímos por pensamentos mais condizentes com a realidade.

Crenças são "certezas" que construímos ao longo da vida, através da nossas experiências sendo que algumas podem nos condicionar, como por exemplo: Tenho que ser perfeito; Sou um incapaz; O mundo é perigoso. "A forma como compreendemos nossos problemas tem um efeito em como lidamos com eles" (GREENBERGER & PADESKY, 1999, P.13).

Nossas crenças, principais sistemas de avaliação da tríade cognitiva, e mais profundamente arraigadas e previamente estabelecidas mediante aprendizado, determinam nossos pensamentos automáticos, pensamentos estes a quais não fazemos nenhum tipo de avaliação realista, simplesmente os sentindo quando nos remetemos a algum estímulo que de algum modo faça parte do modelo em que aprendemos previamente e estabelecemos a crença. "Não nos apercebemos dos pensamentos que direcionam nosso comportamento, porque nossas ações tornaram-se rotina. Entretanto, quando decidimos mudar ou aprender um novo comportamento, nossos pensamentos podem determinar se e como essa mudança ocorrerá" (GREENBERGER & PADESKY, 1999,P.25).

As técnicas psicoterápicas da Terapia Cognitiva auxiliam a identificar, avaliar, controlar e a modificar as crenças que comandam a visão de mundo e que podem ser disfuncionais. Assim, o terapeuta cognitivo deve fazer perguntas a respeito de cinco aspectos da vida do paciente: pensamentos (crenças, imagens, lembranças), estados de humor, comportamentos, reações físicas e ambiente (passado e presente), visto que essas áreas estão interligadas, de tal forma que cada aspecto diferente de sua vida influenciará todos os outros e que pequenas mudanças em qualquer área de sua vida, certamente acarretará mudanças nas demais.

Profa Dra Edna Paciência Vietta Psicóloga

Cognitivo-comportamental Ribeirão Preto
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Festa de Santos Reis
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O USO INTELIGENTE DAS EMOÇÕES

Por Profa. Dra. Edna Paciência Vietta

Nossas emoções operam em diversos níveis e se manifestam através de uma mescla de reações físicas e psicológicas. É, também, o motor das nossas condutas, ao produzirem uma série de respostas resultantes da percepção que fazemos das situações que vivenciamos. Cada emoção corresponde a determinadas reações fisiológicas.

O termo “emoções negativas” se refere às emoções que embora façam parte da natureza do homem, quando em excesso tornam-se desagradáveis, por exemplo, ansiedade, raiva, tristeza. Emoções positivas são aquelas que em condições normais geram uma experiência agradável, como alegria, felicidade, prazer, amor, etc. Com a tristeza temos a diminuição do ritmo respiratório; a sensação de vazio. A raiva, o medo, a ansiedade têm em comum a secreção do hormônio adrenalina, que dispara o coração, preparando a pessoa para luta ou fuga. Com alegria temos um aumento na produção de endorfinas, hormônios analgésicos e calmantes naturais, que nos dão a sensação de bem-estar e felicidade. Estes são exemplos do quanto às emoções podem interferir e/ou influenciar nosso estado de bem estar físico e mental, afetando nossos comportamentos e atitudes no cotidiano, na forma como reagimos aos fatos e circunstâncias do nosso dia-a-dia.

A Inteligência Emocional nada mais é que o uso apropriado de nossas emoções. Refere-se, ainda, às habilidades que temos de relacionarmos com outras pessoas, tendo como características básicas a empatia e a habilidade social. Pessoas que não se relacionam bem socialmente, com familiares, cônjuges, colegas e amigos, necessitam desenvolver a Inteligência Emocional, o autoconhecimento e melhorar a auto-estima.

Acredita-se, hoje, que os transtornos psicossomáticos ou psicofisiológicos como dores crônicas, algumas tipos de dor de cabeça, disritmias cardíacas, enfermidades digestivas, algumas dermatites, dentre tantos outros sintomas, podem ser produzidos por uma excessiva ativação das respostas fisiológicas de órgãos e sistemas (cardiovascular, respiratório, etc). Todo sentimento tem seu valor, porém, precisamos da emoção controlada, ou seja, o sentimento proporcional e adequado às circunstâncias.

Quando emoções são abafadas demais surgem, o embotamento, a tristeza, a angústia, o medo, a insegurança. Quando intensas e persistentes, tornam-se patológicas, como na Depressão Maior, na Agitação Maníaca, nas Fobias, Obsessões, Compulsões e no Pânico.

Inteligência Emocional é a capacidade de perceber e avaliar os verdadeiros sentimentos e emoções, de lidar com ambos, dominando-os ou adequando-os, quando negativos, desenvolvendo-os e dando-lhes direcionamentos corretos, quando positivos, de modo a se alcançar tanto quanto possível, o equilíbrio físico e emocional. É necessário, ainda, saber interagir com facilidade, lidar adequadamente com situações de estresse, enfrentar novos desafios, solucionar conflitos, estabelecer vínculos de cooperação e trabalho em equipe, ser mais assertivo (saber lutar pelos seus direitos, sem prejudicar terceiros).

A boa noticia é que, podemos desenvolver todos esses recursos. Para estarmos produtivos intelectualmente, é importante, exercitarmos a memória, ler, pesquisar, decorar textos, viajar, aprender com novas culturas, estudar línguas, falar em público, escrever, produzir intelectualmente, etc.

Para melhorar a Inteligência Emocional ou o (QE), são fatores imprescindíveis, o autoconhecimento, ou seja, a capacidade das pessoas conhecerem a si próprias; ter autocontrole – ou capacidade de gerir as próprias emoções, manter um estado de espírito positivo e humor estável; mobilizar recursos para a automotivação, realizar tarefas e ações necessárias para alcançar seus objetivos. Exercitar a empatia ou a habilidade de comunicação inter e intrapessoal com estabelecimento de vínculos afetivos gratificantes, bom nível de auto-estima e vida espiritual ativa.

Profa. Dra. Edna Paciência Vietta

Psicóloga Cognitivo-comportamental Ribeirão Preto
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O HOMEM MODERNO E O RITMO DE VIDA

"O homem irritável provoca a dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão (Provérbios 15.18)

O mundo moderno, obcecado pela tecnologia, pela produtividade e pelo consumismo e bens materiais, privilegia os valores da matéria e do corpo em detrimento dos valores da alma. Por isso é um mundo onde existe pouca ou nenhuma paz. Daí tanta inquietação, tanta pressa, tanto estresse, tantos conflitos.

Há quem afirma a era moderna como a idade da Ansiedade e conflitos, associando a estes acontecimentos psíquicos a agitada dinâmica existencial da modernidade; sociedade industrial, competitividade, consumismo desenfreado e assim por diante. Sentiríamos muito menos sofrimento e inquietações se conseguíssemos o equilíbrio para racionalizar o grau de importância que esses bens de consumo representam em nossas vidas... Vejamos: Você usa tudo que você possui? Dê uma olhada em sua casa, no seu guarda-roupa... você realmente utiliza tudo que compra? Necessita do que compra ou compra apenas para satisfação do seu Ego? Experimente quando se encontrar numa situação de "compra eminente", se questionar: Preciso realmente disto ou posso viver sem? Talvez você descubra que boa parte do que adquire é desnecessário.

E na luta do "ter" em detrimento do "ser" acabamos por não valorizar o que temos de melhor, a vida, a saúde, a família, nosso caráter, as amizades, nossas crenças, nossos talentos e potencialidades, etc.

O mundo moderno parece caracterizar-se pelo avanço veloz do conhecimento e da tecnologia, o qual pode acelerar continuamente o nosso ritmo de vida. A escassez de paz, que a linguagem moderna traduz muitas vezes por estresse, é um perigo que compromete a saúde física, psicológica e mental, e acarreta uma boa parte das doenças contemporâneas.

A vida mecanizada de hoje, particularmente nos grandes centros urbanos, tende a levar todas as coisas num ritmo frenético.

Vivemos num momento de rápidas transformações fortes mudanças, de caráter ambiental, social, econômico, científico, cultural e tecnológico, entre outras. Estas mudanças podem nos provocar transformações internas (ex. orgânicas, emocionais, racionais). Neste contexto, o autoconhecimento e a intuição podem ser de grande valia, auxiliando-nos na adaptação a este mundo mutante e no direcionamento de nossos potenciais, para que possamos realizá-los da forma mais completa. Buscando um contato maior conosco mesmo, é possível que consigamos conhecer e distinguir melhor nossas emoções (que afetam muito nossas decisões e resoluções de problemas) de nossas intuições, o que pode nos auxiliar a fazer melhores escolhas em nossa vida.

Precisamos aprender a dominar e acalmar nossos pensamentos. É preciso harmonizar nossa mente e conquistar uma vida calma e tranqüila. Uma mente sempre agitada irá desequilibrar todas as nossas ações, tornando-nos ansiosos, inquietos, irritadiços, expostos a todo tipo de conflito. Como sabemos, diariamente, problemas variados acontecem no nosso cotidiano profissional e muitos desses problemas acabam tirando a nossa paz, deixando-nos, muitas vezes, irritados e sem o menor poder de reação, bloqueando a nossa força interior. E quando isso acontece o nosso equilíbrio emocional acaba sendo prejudicado.

“Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade” (Provérbios 16.32).

Profa.Dra. Edna Paciência Vietta

Psicóloga Cognitivo-comportamental Ribeirão Preto
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obra do Artista Plástico Edivaldo Paciência Vietta
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