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Tendências da TI para o mercado da Educação

Tecnologias vêm transformando o mundo de forma rápida e profunda, sobretudo no mundo corporativo. E embora pelo seu papel na formação de cidadãos nem sempre a escola seja vista como empresa, ela atua como tal, sofre o impacto dessas mudanças e é a instituição que mais deve atender às demandas das novas gerações.
Vivemos a “... ‘quarta revolução industrial’, onde se diluem os limites entre o mundo físico, o digital, e o biológico. Essa convergência digital exige mudanças profundas que afetam a escola em todas as suas dimensões...”, diz o Prof. José Manuel M. Costa, da USP.
A escola precisou se modernizar para se adequar às novas tecnologias. O digital superou a organização do conhecimento em pacotes iguais para todos e a educação passou a se basear em valores, desenvolvimento de competências e aprendizagem por projetos, tirando as escolas da posição de detentoras do conhecimento. Não se expõe mais um conteúdo de forma completa. É o aluno que, tendo interesse, complementa a informação.
Desde o início da vida escolar, os alunos revelam total habilidade com atividades que envolvem realidade ampliada e gamificação, e isso persiste até o ensino superior, quando os investimentos em tecnologia se tornam mais altos. Em 2016, a consultoria Gartner apontou algumas tendências da TI para o setor, tais como: aprendizagem adaptativa; análise preditiva; avaliação digital; máquinas inteligentes, tecnologia de colaboração etc. Todas essas mudanças pedem uma reformulação de paradigmas dos educadores e exigem que as instituições viabilizem o acesso ao conhecimento e interajam com dispositivos que compartilham esse conhecimento, em todos os campos do ensino, atendendo necessidades de uma geração conectada e com ampla autonomia para o aprendizado.


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fontes:
https://computerworld.com.br/2015/08/17/opiniao-transformar-o-futuro-por-meio-da-educacao-e-tarefa-da-tecnologia/
https://www.itforum365.com.br/mercado/10-tendencias-tecnologicas-para-educacao-superior-em-2016/
http://www2.eca.usp.br/moran/?page_id=20

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Agregar valor aos serviços de TI e melhorar a experiência do cliente exige atenção e comprometimento.

O papel da TI consiste em ser o principal instrumento para desenvolver, sustentar e aperfeiçoar processos tecnológicos que dão suporte às soluções de TI oferecidas aos clientes. Seu objetivo é garantir a excelência na construção, implantação e manutenção dos mecanismos que suportam as soluções de TI que criam valor e aprimoram os modelos de Governança Corporativa. Tudo isso requer a superação de desafios estratégicos e inovação para que as empresas ganhem visibilidade, alavancando negócios e agregando valor aos serviços. Porém, além de valor, é preciso que exista comprometimento.
Inovar em TI não se restringe à adoção de novas tecnologias. São diversas as tarefas e os recursos utilizados para a melhoria do acesso a informações, análise e manipulação de dados. Desde a seleção de softwares, a escolha dos meios de comunicação com os clientes, a definição de orçamentos; a opção por recursos sustentáveis, o monitoramento da infraestrutura, dentre outros. Vale lembrar, ainda, que a forte concorrência da atualidade alterou os benefícios tradicionais de produtos e serviços, tornando a experiência do cliente uma vantagem competitiva. Com isso, agregar valor à TI passa a envolver questões como a transparência e a consistência das empresas, visando relações de confiança com os clientes.
A área de TI evolui continuamente e exige o acompanhamento de necessidades e tendências numa atualização ininterrupta. Atenta a essas transformações, a Sphere IT Solutions oferece suporte tecnológico e soluções adequadas aos negócios das empresas e assume o comprometimento como um diferencial na prestação de serviços junto a seus clientes, para que as aplicações das inovações em TI produzam ganhos de qualidade e produtividade.
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Gestão dos investimentos em TI


Para compreender a importância dos investimentos em TI, é preciso situar a gestão da própria TI como o conjunto de procedimentos tomados para instalar e manter funcionando os recursos tecnológicos nos negócios, algo imprescindível para o sucesso empresarial em nossos dias. A gestão de TI faz a seleção e a instalação de produtos tecnológicos (softwares, hardwares, aplicativos, redes e outros); serviços e dispositivos; dados e transações. Além disso, deve garantir a evolução do negócio, o que exige de seus gestores habilidades técnicas, visão operacional, expertise em planejamento estratégico e alocação de recursos, liderança, dentre outras competências.

A gestão de TI demanda investimentos que, ao final, geram redução de custos. Essa aparente contradição se justifica pelo fato de, a partir de estratégias que economizam tempo, minimizam erros e otimizam rotinas, a gestão melhorar resultados e diminuir o custo total das operações.

O uso de recursos que ajudam a planejar, padronizar e executar projetos a partir de comunicação rápida e eficaz, o alinhamento da tecnologia com os objetivos da empresa, a inclusão do pessoal de TI nos negócios configuram a gestão de TI e permitem maior segurança, colocando a empresa um passo à frente da concorrência.

Gestores de investimentos devem, por um lado, ter uma visão clara dos recursos financeiros disponíveis e, por outro, analisar a utilidade das soluções e ferramentas selecionadas, seu nível de desempenho, sua compatibilidade com novos sistemas, sua adequação aos negócios e a necessidade de treinamento especial das equipes que garanta maior grau de contribuição sem afetar a produtividade.


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fonte: https://realprotect.net/blog/segundo-gartner-investimentos-em-ti-estao-mal-distribuidos/
https://gaea.com.br/5-motivos-para-investir-na-gestao-de-ti-da-sua-empresa/
http://www.itmanagement.com.br/2018/investimentos-em-ti-2018/
http://www.initnet.com.br/importancia-planejamento-adequacao-e-gestao-dos-investimentos-em-ti/


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Desafios dos gestores de TI em segurança da informação


Em tempos de dados armazenados em ambientes digitais, a questão da segurança é primordial. Enquanto a segurança de TI envolve detalhada infraestrutura tecnológica que viabiliza todo um processo, a segurança de informação diz respeito a dados sigilosos contidos em documentos físicos ou em ambiente digital e se baseia na confiabilidade, integridade e disponibilidade. Graças ao cada vez mais intenso uso do armazenamento virtual de dados, a expressão ganha destaque e gera novos desafios para os gestores de TI em segurança de informação. Alguns deles são:
Preservar a segurança de dados – Informações e dados armazenados, quando violados, podem gerar prejuízos para as empresas e vantagens para a concorrência.
Preservar a propriedade intelectual - Tudo o que é criado internamente pertence à empresa, mas fica acessível a muitos. Regras de acesso e sigilo devem ser rígidas.
Preservar a empresa do ataque de harckers – Ninguém está totalmente seguro. Gestores de segurança devem analisar riscos e fazer relatórios preventivos.
Implantar sistemas de monitoramento de aplicações. - Monitoramento em tempo real identifica falhas e avalia desempenho, determinando eventuais ajustes de performance.
Utilizar serviços de cloud computing - Projetos cloud computing têm menores ciclos, porém sua menor visibilidade exige o gerenciamento de toda a rede de serviços.
Manter-se atualizado - Conhecer as opções do mercado facilita as decisões. Diante de ameaças, o gestor de segurança deve agir rápido, o que exige conhecimento.
Além de bom desempenho, o setor requer planejamento e investimento, uma vez que, a despeito de suas vantagens, o ambiente digital é propício a ações invasivas que danificam sistemas, comprometendo negócios e reputações.

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Fontes:

http://www.vert.com.br/blog-vert/5-desafios-dos-gestores-de-seguranca-da-informacao/
https://blog.algartech.com/tecnologia/gartner-10-principais-tecnologias-em-seguranca-da-informacao-para-se-atentar/
https://canaltech.com.br/seguranca/gartner-revela-que-despesas-em-seguranca-devem-chegar-a-us-96-bilhoes-em-2018-105324/
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Características de uma empresa verdadeiramente digital


Muito se fala sobre transformação digital, hoje, como se essa transformação fosse algo inevitável, natural e simples. Como meros usuários e consumidores, talvez, já que, dia após dia, encontramos novos mecanismos de busca, acessamos trajetos, transportes, hospedagens, passagens e tantos outros bens de consumo, a partir de aplicativos e alguns cliques. Porém, do ponto de vista das empresas, a tarefa é bem mais complexa. Não basta mudar estratégias de marketing, mas reinventar comportamentos, conceitos, metas e expectativas. Uma empresa verdadeiramente digital passa por uma reformulação integral, veloz, e assume algumas características.

Ser digital é pensar digital. Trata-se de um modelo mental aplicado ao uso de ferramentas tecnológicas, por pessoas que atuam dentro de um novo contexto. Sim, pessoas. Apesar de muitos softwares substituírem funções tradicionais, as empresas devem contar com equipes capacitadas.

Ser digital significa que modelos de negócios tradicionais e quase estáticos passem por evoluções contínuas.

Ser digital exige conhecimento técnico e planejamento. Exige uma infraestrutura eficiente e vai bem além da área de TI. É preciso mapear as transformações que suprirão as novas necessidades, a partir de uma visão global e de uma mudança de cultura.

Ser digital é promover o envolvimento de todos os setores de uma empresa para obter resultados positivos. A implantação de estratégias requer comunicação e integração. É preciso analisar o mercado, traçar planos, entender potenciais ameaças e adequar a organização a rupturas que certamente surgirão. E só a empresa que focar em questões essenciais a essa transformação poderá definir-se como digital.


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A GDPR na Comunidade Europeia, suas regulamentações e impactos no Brasil


A GDPR - General Data Protection Regulation ou, em português, o Regulamento Geral sobre Proteção de Dados, entrará em vigor em 25 de maio de 2018, padronizando as normas de proteção de dados nos países da União Europeia. Seu âmbito de aplicação envolve toda operação de tratamento de dados pessoais: coleta, registro, organização, conservação, utilização, divulgação e destruição de informações relativas a uma pessoa física. Suas normas se aplicam a empresas dos países membros da União Europeia, mas também a pessoas físicas e jurídicas estabelecidas fora daquele território que armazenam dados ou mantêm relação comercial com esses países.

A GDPR estabelece direitos para os titulares de dados pessoais e impõe deveres aos agentes de tratamento. Seu objetivo é melhorar o direito à privacidade dos cidadãos e definir regras de segurança de organizações que armazenam e processam dados pessoais, obrigando-as a implantar medidas de proteção; definir as circunstâncias nas quais os dados podem ser utilizados; exigir a comprovação do consentimento para sua utilização. A adaptação é complexa, mas a própria GDPR oferece subsídios para os ajustes e dá às organizações o prazo de dois anos para se adequarem.

Uma rápida resposta será decisiva para que o mercado se mantenha estável. A contratação de serviços de consultoria é uma das medidas estratégicas para não colocar empregos e reputações de marcas em risco. As empresas terão ainda de reportar as violações sofridas às autoridades de supervisão e aos clientes, o que garantirá um elevado padrão de segurança. Numa economia globalizada e digital, com vendas através de plataformas de e-commerce, serviços de cloud computing e tantas outras atividades realizadas via Internet, mudanças como as da GDPR são inevitáveis.




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Fontes: http://cio.com.br/opiniao/2017/10/11/como-a-nova-regulamentacao-de-dados-europeia-impacta-o-seu-negocio/
https://www.conjur.com.br/2017-ago-30/opiniao-protecao-dados-europeia-afetar-empresas-brasileiras
https://iabbrasil.com.br/artigo-gdpr-regulacao-geral-de-protecao-de-dados/
https://www.gartner.com/smarterwithgartner/how-gdpr-is-an-opportunity-to-create-business-value/
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O conflito de gerações e a era digital - (Baby Boomers x Millennials)

Mais do que nunca, o mundo corporativo convive com os conflitos entre gerações. Uma geração é formada por pessoas nascidas num mesmo período, que recebem as mesmas influências e desenvolvem comportamentos similares. Antes se atribuía a cada geração o prazo de 25 anos. Hoje, com a velocidade das mudanças, esse prazo é de 10 anos. As gerações ficaram mais curtas e três ou quatro delas passaram a coexistir num mesmo ambiente de trabalho. Como administrar essas novas relações?

A Geração Baby Boomer, surgida após o fim da Segunda Guerra Mundial, pode ser descrita como uma geração atuante e avessa à violência. Workaholic, chegou ao mercado de trabalho buscando qualidade de vida e autonomia. Já, a Geração Y – os Millennials – encontrou um mundo mais democrático que lapidou um profissional participativo, pouco afeito a ambientes fechados e a hierarquias impositivas. Se os primeiros demonstram pouca habilidade com tecnologia, os Millennials revelam uma extrema familiaridade. Enquanto os Baby Boomers são analíticos e têm uma visão vertical da hierarquia, os Millennials são criativos e veem a hierarquia como algo horizontal. São também ágeis, questionadores e ousados, qualidades valiosas na era digital que influenciam a dinâmica do mercado e alteram práticas antes consagradas. Numa reação reflexa, muda também o olhar das empresas que passam a desenvolver habilidades para harmonizar a convivência entre as gerações, buscando o melhor de cada uma delas. O foco da boa gestão passa a ser a inclusão.

Todos temos o que aprender uns com os outros. A evolução dos indivíduos – em qualquer tempo – se dá pelo aprendizado e pela troca de experiências. Experiências que as gerações têm de sobra para compartilhar, especialmente na era digital, onde compartilhar é preciso.


Fonte:
http://www.consumidormoderno.com.br/2017/02/20/geracao-baby-boomer-x-y-z-entenda/
www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/as-geracoes-x-y-e-z-no-mercado-de-trabalho
https://www.insper.edu.br/conhecimento/estrategia-e-gestao/diversidade_geracoes/
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O CDO e a importância dos dados na transformação digital

O CDO (Chief Data Office) vem se revelando um novo líder para as empresas, como responsável pelas inovações técnicas aplicadas à utilização de dados. Apesar de ser da área tecnológica, suas entregas têm aplicações em outros departamentos, o que explica a crescente visibilidade do cargo. Enquanto um CIO volta seu olhar para redes, infraestrutura e softwares corporativos, o CDO se dedica mais aos dados e à geração de informações. Ele cuida da coleta e da gestão estratégica de dados, da sua análise, da definição de modelos para que áreas de negócios usem analytics, até a transformação desses dados em informações relevantes que aumentam o grau de competitividade das empresas.

Diz Mário Faria, VP do Gartner: “Não existe transformação digital se não tiver dados e analytics”. De acordo com Faria, 84% dos CDOs se reportam à área de negócios e não à de tecnologia. Desses, 30% respondem ao CEO, 16% ao CIO e apenas 9% vêm da área de TI. Ao liderar a área, o CDO fica responsável pela transformação da organização, por isso ele deve ter conhecimento para usar a tecnologia para prover transformação e não, necessariamente, ser um especialista. “O CDO tem de ser parceiro para resolver problemas que a empresa tenha e é cliente interno para a área de tecnologia”.

Pesquisa do Gartner, de 2017, mostrou que dados e líderes de análise de dados são um eixo importante na transformação de negócios digitais. Apesar disso, os CDOs afirmam haver obstáculos internos ao seu sucesso, como a “resistência cultural à mudança”, apontado por 40% dos entrevistados. O Gartner vê os dados como a chave para a transformação digital e estima que, até o final de 2019, 90% das grandes empresas tenham CDOs em seus quadros.

Empresas de todos os segmentos dependem da tecnologia e da segurança de seus dados, daí a necessidade de se contar com colaboradores e parceiros que possuam expertise para armazenar, proteger e recuperar dados.
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