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É possível se obter qualidade, agilidade e governança nos serviços de TI?

A resposta a esta questão é sim. É possível que, no mundo corporativo, os serviços de TI sejam realizados com qualidade, agilidade e boa governança. Porém, pelo fato de as inovações de produtos e sistemas, e também de ameaças, serem constantes, a manutenção desses predicados requer atenção. Sabe-se que hoje a tecnologia está integrada a todos os setores. Áreas de logística, estoque, mercado, administração e outras utilizam ferramentas e criam estratégias que exigem uma governança de TI que exerça um mecanismo de controle, direcionando processos, alinhando o setor aos negócios, monitorando o cumprimento de regras e diminuindo riscos. Ao adotar um modelo como guia para a governança, a empresa deve avaliar os fatores que impactam o sucesso de suas estratégias de TI, a partir de características de infraestrutura, demandas de usuários, cultura organizacional do negócio, o que torna cada escolha única. Nesse contexto, é essencial o comprometimento das equipes no alinhamento dos objetivos, além do conhecimento sobre o papel de cada um.
A consciência sobre a importância de um bom projeto de TI é fundamental. É importante lembrar que a TI não detém só informações, ela detém, a partir dessas informações, vantagem competitiva que, mediante processos adequados, permite que a empresa faça mais com a tecnologia que possui. Metas, expectativas e rotinas devem ser planejadas pensando em melhorias.
Completando 20 anos de mercado e atuando com empresas de todos os portes, a Sphere IT Solutions acompanha as tendências e a evolução tecnológica, para o desenvolvimento de soluções adequadas a cada um de seus clientes. Através de ferramentas e certificações de seu corpo técnico, oferece consultoria estratégica completa, auxiliando a TI em suas tomadas de decisões e proporcionando aos clientes vantagens competitivas.


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fontes:
https://www.euax.com.br/2018/08/governanca-de-ti/
https://agenciawck.com.br/governanca-de-ti-de-qualidade-como-trazer-isso-para-o-dia-dia/
http://www.accept.com.br/blog/gestao-de-ti/implementar-a-governanca-de-ti-na-sua-empresa/
https://gaea.com.br/gestao-de-servicos-de-ti-os-5-maiores-desafios-e-como-supera-los/
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O que representa e como se adequar à lei de proteção aos dados?

A lei 13.709, Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD, sancionada em 14 de agosto de 2018, é marco importante para a proteção de dados pessoais no Brasil e terá vigência a partir de fevereiro de 2020.

A lei é reflexo da GPDR, aprovada pela União Europeia em 2016. Ela prevê a confidencialidade de dados coletados no Brasil ainda que seu uso seja feito no exterior, garante transparência dos dados compartilhados, exige que eles tenham uso limitado e possam ser acessados pelos seus donos. A lei, ainda, dá meios para que os cidadãos se defendam de violações e estabelece suas sanções legais.
Diante do novo cenário, empresas mobilizam desenvolvedores, analistas de TI e especialistas em Governança Corporativa e Compliance para a adequação de processos, de modo a garantir a segurança nas transferências, controlar o acesso às informações, identificando possíveis riscos de vazamentos. A instituição que causar dano moral, patrimonial, coletivo ou individual será obrigada a repará-lo, sob pena de multa ou até mesmo interrupção dos serviços.

Segundo Marcio Cots, diretor da Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC), as empresas devem regularizar tratamentos, deixar os dados anônimos quando possível, mapear terceiros com quem compartilha informações, adequar contratos, modificar termos de uso e políticas de segurança e estar preparadas para eliminar dados sem prejudicar seus modelos de negócios.

A regulamentação brasileira representa uma evolução sem volta e dá credibilidade às transações baseadas na troca de informações.

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Fontes:
https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/lei-geral-de-protecao-de-dados-o-que-muda/
https://www.roberthalf.com.br/blog/gestao-de-talentos/lei-geral-de-protecao-de-dados-como-ela-funciona-e-como-me-preparar-rc
https://www.revistaapolice.com.br/2018/07/como-se-adequar-lei-de-protecao-de-dados/
https://gq.globo.com/Prazeres/Tecnologia/noticia/2018/08/lei-geral-de-protecao-de-dados-pessoais-em-3-perguntas.html
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Tendências da TI para o mercado de logística e distribuição.

Para acompanhar o mercado e manter a competitividade, as áreas empresariais de Logística e Distribuição devem adaptar-se às tendências e investir em tecnologia e seus sistemas integrados. Nesse processo, a chamada Supply Chain tem destaque por abranger toda a logística de um produto - da fabricação à entrega ao consumidor final. A gestão da cadeia de suprimentos deve garantir que as operações sejam integradas e que as decisões sobre custo, estoque e atendimento sejam tomadas a partir de uma visão global de fluxos cada vez mais rápidos e interligados.
Para Matthias Heutger, vice-presidente da DHL, o futuro da logística está pautado no cliente, na sustentabilidade, na tecnologia e nas pessoas. O foco no cliente atende demandas de remessas de bens sensíveis ao tempo e à temperatura, que exigem inovações em embalagem, armazenamento e entrega. A sustentabilidade se torna obrigatória para a redução de emissões de CO2 e resíduos. A tecnologia se volta para a logística quanto mais se usa a Internet das Coisas e a Inteligência Artificial. As pessoas realizam tarefas de gerenciamento, análise e inovação, apoiadas na tecnologia.
Neste cenário, entre as principais tendências para os próximos anos, estão: • •

Automatização – Integração de sistemas e substituição de pessoas por máquinas;

Transporte autônomo - Uso de veículos autônomos para redução de custos e agilidade nas entregas;

Entrega por drones – Com seus desafios de tempo de autonomia, acondicionamento e legislação;

Uso de sensores – Para visualização de rotas de produtos em mapas;

Logística Verde - Para redução do impacto da indústria no meio ambiente;

Blockchain e contratos inteligentes - Registros criptografados e compartilhados para maior segurança das operações.


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Fontes: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/area-de-logistica-e-as-tendencias-para-o-mercado-2/
https://www.imam.com.br/logistica/noticias/3112-tendencias-2018-para-a-supply-chain
https://www1.roadcard.com.br/contratante/noticias/10-tendencias-da-logistica-para-2018
https://www.itforum365.com.br/mercado/4-tendencias-que-pautam-o-futuro-da-logistica/
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Tendências da TI para o mercado de Saúde

As inovações tecnológicas na área de Saúde afetam profundamente a administração hospitalar. Elas interferem em todas as rotinas, desde o agendamento, atendimento, coleta de dados, exames, diagnósticos e tratamentos, fazendo com que a atualização desse mercado, a partir da tecnologia, seja um dos compromissos da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society), maior conferência de profissionais do setor.
A tecnologia que mais vem sendo adotada, por sua praticidade e segurança, é o Cloud Computing. O Big Data, igualmente, vem gerenciando custos operacionais, informações clínicas, laudos e medicamentos, dentre outros serviços, devido à variedade de dados digitalizados de diferentes origens que circulam, impulsionando a medicina personalizada. Nesse contexto de interação com várias fontes, a segurança em TI é fundamental para a confidencialidade.
Também graças à tecnologia, o Sistema Único de Saúde (SUS) possui um código que organizará o SUS de modo sistematizado e integrará dados através de prontuários eletrônicos que darão acesso aos históricos pessoais dos pacientes em um único local, trazendo enormes benefícios.
A Inteligência Artificial promove uma revolução silenciosa. Para a construção de um novo modelo de negócio de Saúde, o Gartner sugere aos CIOs:

1- Melhorar insights financeiros para alinhar as competências de TI.
2. Usar arquitetura empresarial para planejar uma era de sistemas digitais em tempo real.
3. Estabelecer indicadores chave de performance para medir o progresso digital.
4. Racionalizar a aplicação de portfólios para criar novo valor digital.
5. Criar novos meios para analisar o valor do EHR.
6. Estar habilitado para conduzir mudanças.



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fontes:
https://www.cmtecnologia.com.br/tendencias-ti-saude
https://www.cmtecnologia.com.br/impacto-de-tecnologias-na-melhoria-da-saude
http://cio.com.br/gestao/2018/07/19/6-acoes-para-ajudar-cios-a-construirem-a-saude-do-futuro
http://www.brasil.gov.br/noticias/saude/2017/09/codigo-do-sus-vai-reunir-todas-as-regras-da-rede-publica-de-saude


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Tendências da TI para o mercado Omnichannel

A plataforma omnichannel pode ser traduzida como um “canal universal” ou uma “multiplicidade de canais” que tem seu foco na experiência do cliente. Ela implica em convergir todos os canais de uma empresa para um mesmo ponto, a partir de uma mesma identidade e mesma linguagem, como se site, loja física, aplicativos e redes sociais fossem uma coisa só. O serviço de atendimento deve resolver qualquer solicitação do cliente. O marketing deve permitir que o cliente transite entre lojas virtuais ou físicas. O sistema de gestão deve disponibilizar dados atualizados sobre estoques, preços etc.
No varejo, o omnichannel se consolida. O levantamento Worldwide Retail 2018 Predictions, feito pela Internacional Data Corporation (IDC), mostra que a construção de novas plataformas adaptáveis e o uso do omnichannel estão entre as prioridades dos gestores de TI deste segmento. Este ano, a National Retail Federation (NRF) revelou que 75% das empresas americanas implantaram o serviço de Buy Online & Pick up in Store e 15% têm planos para isso.
A incerteza na experiência de serviço gera frustração nos usuários. Os clientes querem que a empresa os “conheça” e “saiba onde eles estiveram”, conta Pete Slease, consultor executivo do Gartner. Após análise de mais de 60 benefícios da tecnologia omnichannel, o Gartner concluiu que, para o cliente, o fundamental é a transparência e a proatividade do serviço. Dentre suas expectativas, destacam-se: a consistência do canal, a continuidade dos serviços; o reconhecimento com segurança e o histórico de relacionamento.
Melhorar a comunicação organizacional e os sistemas de suporte auxilia essas interações e, pelas tendências do mercado, especialistas em TI recomendam que empresários priorizem seus investimentos em omnichannel para se relacionar com este novo consumidor que quer experiências cada vez mais satisfatórias e exclusivas.

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Fontes: https://blog.xtechcommerce.com.br/tendencias-e-commerce-2018-omnichannel/
https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/omnicanal-se-consolida-como-tendencia-do-varejo/
https://www.gartner.com/smarterwithgartner/prioritize-omnichannel-investments-ensure-seamless-customer-experience/

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Tendências da TI para o mercado da Educação

Tecnologias vêm transformando o mundo de forma rápida e profunda, sobretudo no mundo corporativo. E embora pelo seu papel na formação de cidadãos nem sempre a escola seja vista como empresa, ela atua como tal, sofre o impacto dessas mudanças e é a instituição que mais deve atender às demandas das novas gerações.
Vivemos a “... ‘quarta revolução industrial’, onde se diluem os limites entre o mundo físico, o digital, e o biológico. Essa convergência digital exige mudanças profundas que afetam a escola em todas as suas dimensões...”, diz o Prof. José Manuel M. Costa, da USP.
A escola precisou se modernizar para se adequar às novas tecnologias. O digital superou a organização do conhecimento em pacotes iguais para todos e a educação passou a se basear em valores, desenvolvimento de competências e aprendizagem por projetos, tirando as escolas da posição de detentoras do conhecimento. Não se expõe mais um conteúdo de forma completa. É o aluno que, tendo interesse, complementa a informação.
Desde o início da vida escolar, os alunos revelam total habilidade com atividades que envolvem realidade ampliada e gamificação, e isso persiste até o ensino superior, quando os investimentos em tecnologia se tornam mais altos. Em 2016, a consultoria Gartner apontou algumas tendências da TI para o setor, tais como: aprendizagem adaptativa; análise preditiva; avaliação digital; máquinas inteligentes, tecnologia de colaboração etc. Todas essas mudanças pedem uma reformulação de paradigmas dos educadores e exigem que as instituições viabilizem o acesso ao conhecimento e interajam com dispositivos que compartilham esse conhecimento, em todos os campos do ensino, atendendo necessidades de uma geração conectada e com ampla autonomia para o aprendizado.


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fontes:
https://computerworld.com.br/2015/08/17/opiniao-transformar-o-futuro-por-meio-da-educacao-e-tarefa-da-tecnologia/
https://www.itforum365.com.br/mercado/10-tendencias-tecnologicas-para-educacao-superior-em-2016/
http://www2.eca.usp.br/moran/?page_id=20

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Agregar valor aos serviços de TI e melhorar a experiência do cliente exige atenção e comprometimento.

O papel da TI consiste em ser o principal instrumento para desenvolver, sustentar e aperfeiçoar processos tecnológicos que dão suporte às soluções de TI oferecidas aos clientes. Seu objetivo é garantir a excelência na construção, implantação e manutenção dos mecanismos que suportam as soluções de TI que criam valor e aprimoram os modelos de Governança Corporativa. Tudo isso requer a superação de desafios estratégicos e inovação para que as empresas ganhem visibilidade, alavancando negócios e agregando valor aos serviços. Porém, além de valor, é preciso que exista comprometimento.
Inovar em TI não se restringe à adoção de novas tecnologias. São diversas as tarefas e os recursos utilizados para a melhoria do acesso a informações, análise e manipulação de dados. Desde a seleção de softwares, a escolha dos meios de comunicação com os clientes, a definição de orçamentos; a opção por recursos sustentáveis, o monitoramento da infraestrutura, dentre outros. Vale lembrar, ainda, que a forte concorrência da atualidade alterou os benefícios tradicionais de produtos e serviços, tornando a experiência do cliente uma vantagem competitiva. Com isso, agregar valor à TI passa a envolver questões como a transparência e a consistência das empresas, visando relações de confiança com os clientes.
A área de TI evolui continuamente e exige o acompanhamento de necessidades e tendências numa atualização ininterrupta. Atenta a essas transformações, a Sphere IT Solutions oferece suporte tecnológico e soluções adequadas aos negócios das empresas e assume o comprometimento como um diferencial na prestação de serviços junto a seus clientes, para que as aplicações das inovações em TI produzam ganhos de qualidade e produtividade.
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Gestão dos investimentos em TI


Para compreender a importância dos investimentos em TI, é preciso situar a gestão da própria TI como o conjunto de procedimentos tomados para instalar e manter funcionando os recursos tecnológicos nos negócios, algo imprescindível para o sucesso empresarial em nossos dias. A gestão de TI faz a seleção e a instalação de produtos tecnológicos (softwares, hardwares, aplicativos, redes e outros); serviços e dispositivos; dados e transações. Além disso, deve garantir a evolução do negócio, o que exige de seus gestores habilidades técnicas, visão operacional, expertise em planejamento estratégico e alocação de recursos, liderança, dentre outras competências.

A gestão de TI demanda investimentos que, ao final, geram redução de custos. Essa aparente contradição se justifica pelo fato de, a partir de estratégias que economizam tempo, minimizam erros e otimizam rotinas, a gestão melhorar resultados e diminuir o custo total das operações.

O uso de recursos que ajudam a planejar, padronizar e executar projetos a partir de comunicação rápida e eficaz, o alinhamento da tecnologia com os objetivos da empresa, a inclusão do pessoal de TI nos negócios configuram a gestão de TI e permitem maior segurança, colocando a empresa um passo à frente da concorrência.

Gestores de investimentos devem, por um lado, ter uma visão clara dos recursos financeiros disponíveis e, por outro, analisar a utilidade das soluções e ferramentas selecionadas, seu nível de desempenho, sua compatibilidade com novos sistemas, sua adequação aos negócios e a necessidade de treinamento especial das equipes que garanta maior grau de contribuição sem afetar a produtividade.


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fonte: https://realprotect.net/blog/segundo-gartner-investimentos-em-ti-estao-mal-distribuidos/
https://gaea.com.br/5-motivos-para-investir-na-gestao-de-ti-da-sua-empresa/
http://www.itmanagement.com.br/2018/investimentos-em-ti-2018/
http://www.initnet.com.br/importancia-planejamento-adequacao-e-gestao-dos-investimentos-em-ti/


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Desafios dos gestores de TI em segurança da informação


Em tempos de dados armazenados em ambientes digitais, a questão da segurança é primordial. Enquanto a segurança de TI envolve detalhada infraestrutura tecnológica que viabiliza todo um processo, a segurança de informação diz respeito a dados sigilosos contidos em documentos físicos ou em ambiente digital e se baseia na confiabilidade, integridade e disponibilidade. Graças ao cada vez mais intenso uso do armazenamento virtual de dados, a expressão ganha destaque e gera novos desafios para os gestores de TI em segurança de informação. Alguns deles são:
Preservar a segurança de dados – Informações e dados armazenados, quando violados, podem gerar prejuízos para as empresas e vantagens para a concorrência.
Preservar a propriedade intelectual - Tudo o que é criado internamente pertence à empresa, mas fica acessível a muitos. Regras de acesso e sigilo devem ser rígidas.
Preservar a empresa do ataque de harckers – Ninguém está totalmente seguro. Gestores de segurança devem analisar riscos e fazer relatórios preventivos.
Implantar sistemas de monitoramento de aplicações. - Monitoramento em tempo real identifica falhas e avalia desempenho, determinando eventuais ajustes de performance.
Utilizar serviços de cloud computing - Projetos cloud computing têm menores ciclos, porém sua menor visibilidade exige o gerenciamento de toda a rede de serviços.
Manter-se atualizado - Conhecer as opções do mercado facilita as decisões. Diante de ameaças, o gestor de segurança deve agir rápido, o que exige conhecimento.
Além de bom desempenho, o setor requer planejamento e investimento, uma vez que, a despeito de suas vantagens, o ambiente digital é propício a ações invasivas que danificam sistemas, comprometendo negócios e reputações.

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Fontes:

http://www.vert.com.br/blog-vert/5-desafios-dos-gestores-de-seguranca-da-informacao/
https://blog.algartech.com/tecnologia/gartner-10-principais-tecnologias-em-seguranca-da-informacao-para-se-atentar/
https://canaltech.com.br/seguranca/gartner-revela-que-despesas-em-seguranca-devem-chegar-a-us-96-bilhoes-em-2018-105324/
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Características de uma empresa verdadeiramente digital


Muito se fala sobre transformação digital, hoje, como se essa transformação fosse algo inevitável, natural e simples. Como meros usuários e consumidores, talvez, já que, dia após dia, encontramos novos mecanismos de busca, acessamos trajetos, transportes, hospedagens, passagens e tantos outros bens de consumo, a partir de aplicativos e alguns cliques. Porém, do ponto de vista das empresas, a tarefa é bem mais complexa. Não basta mudar estratégias de marketing, mas reinventar comportamentos, conceitos, metas e expectativas. Uma empresa verdadeiramente digital passa por uma reformulação integral, veloz, e assume algumas características.

Ser digital é pensar digital. Trata-se de um modelo mental aplicado ao uso de ferramentas tecnológicas, por pessoas que atuam dentro de um novo contexto. Sim, pessoas. Apesar de muitos softwares substituírem funções tradicionais, as empresas devem contar com equipes capacitadas.

Ser digital significa que modelos de negócios tradicionais e quase estáticos passem por evoluções contínuas.

Ser digital exige conhecimento técnico e planejamento. Exige uma infraestrutura eficiente e vai bem além da área de TI. É preciso mapear as transformações que suprirão as novas necessidades, a partir de uma visão global e de uma mudança de cultura.

Ser digital é promover o envolvimento de todos os setores de uma empresa para obter resultados positivos. A implantação de estratégias requer comunicação e integração. É preciso analisar o mercado, traçar planos, entender potenciais ameaças e adequar a organização a rupturas que certamente surgirão. E só a empresa que focar em questões essenciais a essa transformação poderá definir-se como digital.


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