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Gleison Carlos
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Escala Maior

Uma escala corresponde a uma série de notas organizadas de acordo com uma seqüência de intervalos.

A escala maior é o padrão utilizado para o fornecimento das notas que serão usadas nos acordes e na melodia de nossas músicas. Ela serve como parâmetro para criação de outras escalas e acordes.

A escala de Dó Maior é considerada como padrão, uma vez que não existe alteração em suas notas. Analisando seus intervalos teremos o seguinte padrão:

DO tom RÉ tom MI semitom FÁ tom SOL tom LÁ tom SI semi∩tom DÓ

A escala maior estabelece uma ordem e propõe uma hierarquia para as notas. Esta ordem é codificada com algarismos romanos e é chamada de graus.

I ∩ II ∩ III ∧ IV ∩ V ∩ VI ∩ VII ∧ VIII

Cada grau recebe um nome específico. Trataremos apenas dos mais importantes.

Tônica – Ocupa o primeiro grau (I) de uma escala.

Subdominante – Ocupa o quarto (IV) grau de uma escala

Dominante – Ocupa o quinto (V) grau de uma escala.

Sensível – Ocupa o sétimo grau de uma escala.

Observações importantes

Para construir escalas maiores em outros tons, basta utilizar os intervalos vistos em na escala de Dó e fazer as devidas alterações com sustenidos (#) ou bemóis (b).

Uma escala maior não tem acidentes misturados, ou seja, sustenidos misturados com bemóis.

As escalas maiores que partem de notas naturais, evoluem em um ciclo de quintas ascendentes e são acidentadas com sustenido no sétimo grau, com exceção do Fá maior.

Fá maior dá origem às escalas que acidentam com bemóis. As notas evoluem em um ciclo de quartas ascendentes e ganham bemóis no quarto grau.

Veja mais em www.gleison.com

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07/07/15
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Com minha Ibanez LGB30.
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Improvisando ...
Uma vez que você tenha alguma idéia da associação entre as cifras dos acordes e as escalas, e como desenvolver uma linha melódica, você pode começar a improvisar sobre progressões harmônicas.

Em situações de palco, a seção rítmica estará delineando as progressões harmônicas no tempo, enquanto você toca linhas melódicas improvisadas baseadas nas escalas que lhes são associadas. Geralmente haverá mudança de acorde a cada compasso, e você precisa ficar trocando de escala para acompanhar. Entretanto, você não deve pensar em um acorde de cada vez. Você deve tentar construir linhas que liguem um acorde ao outro.


A terça e a sétima de cada acorde são as notas que mais definem o som do acorde. Se você enfatizar essas notas em sua improvisação, vai ajudar a garantir que suas linhas melódicas vão implicar a progressão harmônica com precisão. Por outro lado, se você enfatizar os outros tons da escala, pode adicionar uma riqueza harmônica aos sons. Você também é livre para usar notas que nem sequer estejam na escala. Músicos de bebop geralmente usam uma técnica chamada "enclosure", em que uma nota alvo é precedida por notas meio tom abaixo e acima, algo como uma apojatura sucessiva. Isso é relacionado à idéia de uma nota sensível, exceto que, no “enclosure”, o cromatismo é usado para enfatizar ou retardar uma nota específica, em vez de para conectar duas outras notas. Outros tons de fora da escala podem ser utilizados quando você achar interessante. Embora haja muitas progressões harmônicas, há umas poucas peças fundamentais que representam muitas das progressões que você verá.

Se você familiarizar-se com essas mudanças básicas, estará bem encaminhado para conseguir tocar sobre qualquer conjunto de progressões que possa aparecer no seu caminho. Os músicos devem praticar as progressões harmônicas descritas abaixo em todos os doze tons para ganhar a maior fluência possível. Você pode tentar alguns fraseados específicos nessas progressões, mas o mais importante é que você deve simplesmente explorar muitas idéias diferentes sobre cada progressão de modo que torne-se confortável improvisar verdadeiramente sobre elas, em vez de simplesmente tocar fraseados prontos com os quais se sinta confortável naquele tom. Você deve experimentar diferentes abordagens e aprender como encaixar sua escolha de notas para um dado tipo de acorde numa determinada situação para a sonoridade que você está tentando alcançar. Além de ler sobre esses conceitos, você deve buscar ouvir especificamente essas técnicas sendo aplicadas por outros músicos. Os músicos de jazz mais populares dos anos 50, Miles Davis, Clifford Brown, Sonny Rollins, John Coltrane, Cannonball Adderly, Art Pepper, Red Garland, Hank Jones, Herb Ellis, Joe Pass, Paul Chambers e Ray Brown, são um bom ponto de partida. Qualquer álbum dessa época com um ou mais desses músicos é recomendado para se aprender a respeito de improvisação sobre progressões de acordes.
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