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Sam samegui Shiraishi
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Jornalista, blogueira no www.avidaquer.com.br e no www.maecomfilhos.blog.br, consumidora de cultura
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No Japão, menos da metade das mulheres trabalham fora. E, diante de uma crise de falta de mão de obra, o governo decidiu impulsionar a taxa da natalidade e assim frear o descenso populacional.
Para tanto, implementou medidas de concessão de benefícios para casais com filhos, que inclui ajuda de custo na criação das crianças, preferência para vagas em creches, desconto em certos impostos, abonos salariais, entre outros. Esses benefícios crescem de acordo com a quantidade de filhos do casal, ou seja, quanto mais filhos, maiores os benefícios.
O primeiro ministro também tem incentivado o empoderamento feminino. Essa medida visa promover tanto as mulheres em cargos políticos e de chefia em empresas, como também angariar mão de obra feminina no mercado de trabalho japonês.
http://www.zanguio.com.br/falta-de-mao-de-obra-no-japao-cai-ao-pior-nivel-em-25-anos/

(de Zanguio - Viva e trabalhe no Japão)
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Furoshiki: ecobag, bolsa com estilo ou embalagem para marmita?

“O furoshiki é a arte tradicional de embrulho japonês, através da utilização de um tecido quadrado este possibilita embrulhar qualquer objeto. Surgiu durante o Período Edo quando os senhores feudais frequentavam os banhos públicos, cada um carregava seu vestuário embrulhado no furoshiki, por sua vez cada furoshiki era identificado com o brasão da família. Durante o Período Edo havia muitos incêndios com isto o furoshiki servia como uma mala de mudança,os objetos embrulhados eram carregados nas costas e cabeça.”

Vale qualquer tamanho?

O tamanho deste simples tecido quadrado pode variar de acordo com o objeto a ser embrulhado e o tecido usado pode ser desde um algodão, tecido sintético, orgânico ou até algo mais delicado e refinado como a seda.

Atualmente tem algumas propostas super bonitas e atuais, como esta que protege o notebook com um lenço lindo. Quem vai imaginar que dentro deste pacote tem um Mac?

Gostei de ver como o furoshiki voltou a ser usado. Minha avó nasceu em 1902 e veio para o Brasil com 15 anos, portanto nem passou pela fase do “desuso” do artefato, daí a gente usar sempre na família. Mas lendo um texto soube que após a Segunda Guerra Mundial o furoshiki começou a perder sua popularidade – por conta das sacolas plásticas, sempre elas – e a Ministra do Meio Ambiente Yuriko Koike lançou a campanha Mottainai Furoshiki. Mottainai é uma expressão contra o desperdício e esta campanha engloba o conceito dos 3 R´s reutilizar, reduzir e reciclar, com objetivo de resgatar e incentivar o uso do furoshiki como eco-bag, para substituir o uso de sacolas plásticas.

Minha vó e minhas tias japonesas sempre usaram uns assim, de algodão bonito, para levar os pratos que faziam para as festas da colônia japonesa. Levei lanches assim para escola quando era criança, achava lindo e chique. No Japão vi muitos lindos – e caros – à venda e no uso para levar a marmita para o trabalho. Sim, aquelas marmitas lindas que todo mundo compartilha em fotos nas redes sociais, elas são comuns e reais, lindas como nas fotos. E deliciosas. Merecem ou não uma “embalagem” chique?

http://www.avidaquer.com.br/mottanai-furoshiki/
Furoshiki: ecoblag, bolsa com estilo ou embalagem para marmita?
Conheça a história deste lindo "embrulho" japonês e aprenda dar nós para criar bolsas e pacotes estilosos e sustentáveis.
http://bit.ly/OZMKVt
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Uma capa de revista semanal que vi ontem me lembrou outra, emblemática de uma era, na qual um jovem político era chamado de "Caçador de Marajás". Poucos anos depois ele foi o primeiro presidente a sofrer impeachment no Brasil.
Nesta semana teve #postnoblog com meu review do filme "Real - o plano por trás da história" e a capa da @revistaistoe o faz importante para relembrar o que está em jogo na praça dos três poderes e para pensarmos com mais seriedade sobre quem queremos que tome decisões importantes por nós.
🎞
Real – O Plano Por Trás da História está disponível para compra e locação online no Now (Net), Vivo Play, Google Play e iTunes (AppleTV).
Vai lá http://www.avidaquer.com.br/filme-plano-real/
#ficaadica #filme #planoreal #emilioorciollonetto #cinemanacional #politica #historia #guilhermefiuza #agentenaoquersocomida #avidaquer +Blog A vida como a vida quer
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Hoje, voltando de um compromisso de trabalho, pensando se emendava no outro, me vi pensando no quanto aprendi a dizer "não" para oportunidades.
Logo que comecei a ter blog, em 2005, toda chance de ser considerada "imprensa" ou, como mais tarde virou moda falar, "influenciadora digital", era tão bonita que a gente (eu e os dinossauros das mídias sociais) acabávamos participando de tudo um pouco, formando um "seleto e repetitivo" grupo que me lembrava as "autoridades" das cidades pequenas do interior, sabem?
De certa forma eu repeti, por ter começado uma nova "carreira" fora do jornalismo (embora dentro da comunicação), o erro comum dos iniciantes: não saber dizer não!
Depois dos 40, me dei o direito de escolher, pensar muito, dizer não sem medo de estar errada (e às vezes estou, mas aprendi a conviver com minha finitude humana) e descobri duas coisas:
1) além de me deixar bem mais feliz, essas recusas me fazem estar na moda. O não é o novo sim. Segundo colunista do Financial Times, Lucy Kellaway, essa é a "a resposta mais descolada para as pessoas bem-sucedidas";
2) digo sim a coisas que preciso fazer, quero fazer ou devo fazer. Esse critério eu li num texto da Kellaway e acrescento um item para me ajudar na decisão: "estou fazendo porque sinto que os outros querem que eu faça?"... se, por acaso, percebo que estou decidindo o que fazer com meu bem mais precioso (o tempo de vida) baseada no que a sociedade - "os outros" - espera de mim, freio e faço um escrutínio nos motivos!
Na dúvida, diga não.
E se tudo der errado, Sam?
Se não me convidarem mais para nada? E se me esquecerem? E se eu ficar em depressão por não fazer mais parte da panelinha?
Bom, neste caso, procure um terapeuta ou um coach, reveja o que quer e o que importa, reavalie os critérios pelos quais mede sua felicidade.
E quando estiver melhor, perceba que essa experiência mostra que você experimentou e resolveu testar um caminho novo. Você saiu do modo de segurança que travava suas ideias para mergulhar no mundo da inovação. Resumindo: você aprendeu.
E como já disse um empresário, "Como não te dar os parabéns?" por isso?
;)
Lembrei de uma música ruinzinha da minha adolescência, mas que fala o necessário:
Dizer não é dizer sim
Saber o que é bom pra mim
(Texto originalmente publicado no A Vida Quer: A resposta mais descolada das pessoas bem-sucedidas é não http://www.avidaquer.com.br/aprenda-a-dizer-nao)
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Hoje, voltando de um compromisso de trabalho, pensando se emendava no outro, me vi pensando no quanto aprendi a dizer "não" para oportunidades.
Logo que comecei a ter blog, em 2005, toda chance de ser considerada "imprensa" ou, como mais tarde virou moda falar, "influenciadora digital", era tão bonita que a gente (eu e os dinossauros das mídias sociais) acabávamos participando de tudo um pouco, formando um "seleto e repetitivo" grupo que me lembrava as "autoridades" das cidades pequenas do interior, sabem?
De certa forma eu repeti, por ter começado uma nova "carreira" fora do jornalismo (embora dentro da comunicação), o erro comum dos iniciantes: não saber dizer não!
Depois dos 40, me dei o direito de escolher, pensar muito, dizer não sem medo de estar errada (e às vezes estou, mas aprendi a conviver com minha finitude humana) e descobri duas coisas:
1) além de me deixar bem mais feliz, essas recusas me fazem estar na moda. O não é o novo sim. Segundo colunista do Financial Times, Lucy Kellaway, essa é a "a resposta mais descolada para as pessoas bem-sucedidas";
2) digo sim a coisas que preciso fazer, quero fazer ou devo fazer. Esse critério eu li num texto da Kellaway e acrescento um item para me ajudar na decisão: "estou fazendo porque sinto que os outros querem que eu faça?"... se, por acaso, percebo que estou decidindo o que fazer com meu bem mais precioso (o tempo de vida) baseada no que a sociedade - "os outros" - espera de mim, freio e faço um escrutínio nos motivos!
Na dúvida, diga não.
E se tudo der errado, Sam?
Se não me convidarem mais para nada? E se me esquecerem? E se eu ficar em depressão por não fazer mais parte da panelinha?
Bom, neste caso, procure um terapeuta ou um coach, reveja o que quer e o que importa, reavalie os critérios pelos quais mede sua felicidade.
E quando estiver melhor, perceba que essa experiência mostra que você experimentou e resolveu testar um caminho novo. Você saiu do modo de segurança que travava suas ideias para mergulhar no mundo da inovação. Resumindo: você aprendeu.
E como já disse um empresário, "Como não te dar os parabéns?" por isso?
;)
Lembrei de uma música ruinzinha da minha adolescência, mas que fala o necessário:
Dizer não é dizer sim
Saber o que é bom pra mim
(Texto originalmente publicado no A Vida Quer: A resposta mais descolada das pessoas bem-sucedidas é não http://www.avidaquer.com.br/aprenda-a-dizer-nao)
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O blog foi convidado para conferir o espetáculo Amigos, Amigos… Mulheres à parte!, em cartaz no Teatro Maria Della Costa.

A história gira em torno de Breno e Felipe, dois amigos de infância que transformam a sua sala de estar em uma pequena empresa. Tudo vai bem até a chegada de Marilu, uma prima distante do interior, Marilu. Com a presença dela, tudo vira de cabeça para baixo e os dois embarcam em uma disputa pela atenção da bela moça.

"Uma das coisas que mais amo fazer é ir ao teatro. E enfim quebrei o jejum de uns dois anos sem assistir nenhuma peça.
Não posso falar muito do enredo, para não estragar a surpresa, mas se vocês quiserem dar boas risadas, me arrisco a dizer que a peça, escrita e encenada por Tuca Miranda, vai surpreender você.
Os atores são ótimos e a Carô Carvalho uma fofa. Vale a pena conferir!"

Saiba mais no #postnoblog da nossa colunista Monise Reis http://www.avidaquer.com.br/amigos-amigos-mulheres-a-parte/
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Menos é mais – Um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida
Sua casa drena toda sua energia? Às vezes você queria morar num lar menor?
O que consome os dias geralmente pode ser resumido em:
(1) desorganização nas tarefas que leva a acumular coisas e
(2) excesso de coisas, geralmente sem uso, em casa
Na semana passada, destinei os últimos 3 metros cúbicos de objetos sem uso que tirei da reorganização do lar.
Estou me sentindo muito mais leve, feliz, em harmonia – e até mais “magra” (risos).
Tenho passado por um processo interior para me desapegar de coisas que achei que estava “segurando” na minha vida não porque eu gostava, mas porque parceria que era o certo ter.
Neste caminho, desde o controverso (e raso) documentário “Minimalism: A Documentary About the Important Things, até os livros de Marie Kondo tiveram seu papel. No filme, disponível na Netflix, Joshua Millburn e Ryan Nicodemus são Os Minimalistas, jovens típicos da Geração Y que cresceram perseguindo um Sonho Americano meio Yuppie, que envolve o que vemos nos filmes: dinheiro, uma posição social e muitos objetos. Se você tem interesse nesta filosofia de vida e gosta de documentários, indico que veja o filme.
De lá, tirei uma síntese que aprecio:
“Imagine uma vida com menos: menos coisas, menos desordem, menos estresse e descontentamento… Agora imagine uma vida com mais: mais tempo, mais relações significativas, mais crescimento, contribuição e contentamento”.
Além de TEdsX e filmes, alguns livros foram inspirações que me ajudaram muito.
Um deles eu indico aqui hoje: o livro Menos é mais – Um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida, um livro leve e até divertido que fala de uma vida com menos consumo e mais plenitude.
Na primeira parte do livro, Francine Jay discute os benefícios de viver com menos. E aqui mora o segredo deste livro, que no título em inglês (Joy of less, algo como “a alegria de ter menos”) me lembrou Marie Kondo e o seu livro Isso me traz alegria.
Uma das coisas que mais temo ter herdado geneticamente é a mania de acumular. E fui aprendendo a abrir mão das coisas, em parte por ter me casado e ido morar no exterior no ano seguinte, em parte porque a vida foi gentilmente me mostrando que as pessoas e o tempo junto vale mais do que os objetivos comprados e os espetáculos que consumimos.
Daí que me identifiquei mesmo com o livro, em especial com o começo, que trata da Filosofia, e o final, sobre o Estilo de vida minimalista.
Como o livro é dividido em 4 partes, Os Dez Passos e Cômodo por Cômodo completam a obra, sendo o recheio deste convite para uma vida com mais significado, mais leve e menos dentro do padrão social que raramente é uma escolha nossa, no geral é mais uma condição da sociedade (doente?) que vamos aceitando por falta de tempo para parar e questionar.
Ao contrário do livro A Mágica da Arrumação – A Arte Japonesa de Colocar Ordem na Sua Casa e na Sua Vida, o best seller japonês, obra que li e que me ajudou no meu processo, Francine Jay trata de uma mudança de vida, não de uma forma diferente para guardar o que já tem. É um desapego mesmo e isso me agradou.
Um resumo é esse:
Arrumar a casa e ter uma vida menos desordenada pode ser um desafio para a maioria das pessoas.
A solução? Não se engane achando que precisa de mais coisas, como dezenas de caixas organizadoras.
Pelo contrário: o caminho é perceber que precisamos de muito menos objetos do que somos levados a acreditar.
O livro traz também dez passos que reunem o método principal de organização da autora, ajudando a por a mão na massa e organizar a vida. Listo-os aqui para deixar o leitor curioso, mas não vou comentar porque, honestamente, cada um daria um livro para pensarmos sobre o que temos, porque guardamos certas coisas, porque nos empenhamos em comprar coisas caras, porque não nos desfazemos de bobagens e mil outras conjecturas.
Para pensar no que você tem para organizar:
1. Recomece
2. Tralha, Tesouro, Transferência
3. Um motivo para cada objeto
4. Cada coisa em seu lugar
5. Todas as superfícies vazias
6. Módulos
7. Limites
8. Entra um, sai outro
9. Restrinja
10. Manutenção Diária
E se você gosta de ver além, vale a pulga atrás da orelha que o artigo “Minimalism Is Just Another Boring Product Wealthy People Can Buy” deixa. Viviane Pontes, do Dcoração, traduziu parte deste desconforto (de Chelsea Fagan no The Guardian) que me levou a muitas pesquisas e continua em ebulição dentro de mim.
Além da questão do “minimalismo enquanto estética de consumo misógina e aporofóbica” (Exagero? Verdade? Loucura?), o “minimalismo-como-luxo-bom” é um ponto para pensarmos mesmo! Por isso volto ao que falei sobre o livro Menos é mais: a filosofia de vida de desapego deve ser um alívio, não uma nova ditadura social.
Pra pensar!
Leia e indique o #postnoblog http://www.avidaquer.com.br/menos-e-mais/
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Menos é mais – Um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida
Sua casa drena toda sua energia? Às vezes você queria morar num lar menor?
O que consome os dias geralmente pode ser resumido em:
(1) desorganização nas tarefas que leva a acumular coisas e
(2) excesso de coisas, geralmente sem uso, em casa
Na semana passada, destinei os últimos 3 metros cúbicos de objetos sem uso que tirei da reorganização do lar.
Estou me sentindo muito mais leve, feliz, em harmonia – e até mais “magra” (risos).
Tenho passado por um processo interior para me desapegar de coisas que achei que estava “segurando” na minha vida não porque eu gostava, mas porque parceria que era o certo ter.
Neste caminho, desde o controverso (e raso) documentário “Minimalism: A Documentary About the Important Things, até os livros de Marie Kondo tiveram seu papel. No filme, disponível na Netflix, Joshua Millburn e Ryan Nicodemus são Os Minimalistas, jovens típicos da Geração Y que cresceram perseguindo um Sonho Americano meio Yuppie, que envolve o que vemos nos filmes: dinheiro, uma posição social e muitos objetos. Se você tem interesse nesta filosofia de vida e gosta de documentários, indico que veja o filme.
De lá, tirei uma síntese que aprecio:
“Imagine uma vida com menos: menos coisas, menos desordem, menos estresse e descontentamento… Agora imagine uma vida com mais: mais tempo, mais relações significativas, mais crescimento, contribuição e contentamento”.
Além de TEdsX e filmes, alguns livros foram inspirações que me ajudaram muito.
Um deles eu indico aqui hoje: o livro Menos é mais – Um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida, um livro leve e até divertido que fala de uma vida com menos consumo e mais plenitude.
Na primeira parte do livro, Francine Jay discute os benefícios de viver com menos. E aqui mora o segredo deste livro, que no título em inglês (Joy of less, algo como “a alegria de ter menos”) me lembrou Marie Kondo e o seu livro Isso me traz alegria.
Uma das coisas que mais temo ter herdado geneticamente é a mania de acumular. E fui aprendendo a abrir mão das coisas, em parte por ter me casado e ido morar no exterior no ano seguinte, em parte porque a vida foi gentilmente me mostrando que as pessoas e o tempo junto vale mais do que os objetivos comprados e os espetáculos que consumimos.
Daí que me identifiquei mesmo com o livro, em especial com o começo, que trata da Filosofia, e o final, sobre o Estilo de vida minimalista.
Como o livro é dividido em 4 partes, Os Dez Passos e Cômodo por Cômodo completam a obra, sendo o recheio deste convite para uma vida com mais significado, mais leve e menos dentro do padrão social que raramente é uma escolha nossa, no geral é mais uma condição da sociedade (doente?) que vamos aceitando por falta de tempo para parar e questionar.
Ao contrário do livro A Mágica da Arrumação – A Arte Japonesa de Colocar Ordem na Sua Casa e na Sua Vida, o best seller japonês, obra que li e que me ajudou no meu processo, Francine Jay trata de uma mudança de vida, não de uma forma diferente para guardar o que já tem. É um desapego mesmo e isso me agradou.
Um resumo é esse:
Arrumar a casa e ter uma vida menos desordenada pode ser um desafio para a maioria das pessoas.
A solução? Não se engane achando que precisa de mais coisas, como dezenas de caixas organizadoras.
Pelo contrário: o caminho é perceber que precisamos de muito menos objetos do que somos levados a acreditar.
O livro traz também dez passos que reunem o método principal de organização da autora, ajudando a por a mão na massa e organizar a vida. Listo-os aqui para deixar o leitor curioso, mas não vou comentar porque, honestamente, cada um daria um livro para pensarmos sobre o que temos, porque guardamos certas coisas, porque nos empenhamos em comprar coisas caras, porque não nos desfazemos de bobagens e mil outras conjecturas.
Para pensar no que você tem para organizar:
1. Recomece
2. Tralha, Tesouro, Transferência
3. Um motivo para cada objeto
4. Cada coisa em seu lugar
5. Todas as superfícies vazias
6. Módulos
7. Limites
8. Entra um, sai outro
9. Restrinja
10. Manutenção Diária
E se você gosta de ver além, vale a pulga atrás da orelha que o artigo “Minimalism Is Just Another Boring Product Wealthy People Can Buy” deixa. Viviane Pontes, do Dcoração, traduziu parte deste desconforto (de Chelsea Fagan no The Guardian) que me levou a muitas pesquisas e continua em ebulição dentro de mim.
Além da questão do “minimalismo enquanto estética de consumo misógina e aporofóbica” (Exagero? Verdade? Loucura?), o “minimalismo-como-luxo-bom” é um ponto para pensarmos mesmo! Por isso volto ao que falei sobre o livro Menos é mais: a filosofia de vida de desapego deve ser um alívio, não uma nova ditadura social.
Pra pensar!
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