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Betinho Duarte
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Publicado em 19 de jun de 2017
De 14 a 18 de junho último, durante o 55º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), instância máxima de deliberação da entidade, foi feita a exibição um vídeo de aproximadamente 5 minutos e divulgado cerca de 80 cartazes, com imagens de mineiras e mineiros assassinados e desparecidos políticos, bem como, de estudantes vítimas dos tempos de chumbo da ditadura militar. Esse material foi produzido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT/MG) a pedido da organização do Congresso.


As imagens foram cedidas pelo Acervo do Projeto “Rua Viva”, de Betinho Duarte e o memorial exibido em vários momentos das atividades do Congresso da UNE, entre elas, durante a abertura do comício das Diretas Já, na Praça da Estação, no centro de Belo Horizonte, no último dia 16.


Vale destacar também a colaboração do Grupo Alvorada que produziu uma faixa que abriu a caminhada pelas ruas centrais de Belo Horizonte com dizeres sobre a proposta de transformar o antigo Departamento de Ordem Política e Social de Minas Gerais (Dops) no Centro da Memória, Verdade e Justiça Inês Etienne Romeu, que foi presa política e torturada durante a ditadura militar.


Agradecimentos ainda ao Grupo Linhas do Horizonte que, por meio de suas bordadeiras, fez a doação de duas toalhas bordadas, uma em homenagem à UNE pela sua luta e garra e outra em memória dos assassinados e desaparecidos políticos durante a ditadura militar, cujos nomes foram bordados nessa peça, que rememora o significado dessa história e de um tempo que o nosso país não pode deixar se calar.


O 55o. Congresso da UNE, palco de tudo isso, foi um dos maiores e mais representativos congressos da UNE, nestes 80 anos de história. O encontro reuniu estudantes dos quatro cantos do país - quase oito mil delegados de mais de 2.550 universidades, que debateram pautas sobre conjuntura e educação, elegerem a sua nova direção e decidiram coletivamente os rumos do movimento estudantil.

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Publicado em 4 de abr de 2017
Documentário sobre a militância política de Kessia Cristina Teixeira, presidenta da UCMG (União Colegial de Minas Gerais).
O projeto intitulado Memória e Verdade em Defesa da Humanidade tem como objetivo resgatar a história de militantes políticos que lutam em defesa da democracia, justiça e paz.
O resgate da memória e verdade é de fundamental importância para que o passado não seja esquecido, principalmente em relação a fatos tão graves como a ditadura militar (1964-1985).
É importante salientar que as gerações de 30, 40,50, 60 e 70 plantaram sementes que deram frutos, como os secundaristas que hoje ocupam as escolas contra a PEC 55 e a MP746 (reforma do ensino). Estão no dia a dia lutando também contra o golpe midiático, jurídico e parlamentar que está destruindo o Brasil.
São pessoas abnegadas que diuturnamente defendem os interesses dos trabalhadores, desempregados, idosos, pobres e negros.
Betinho Duarte é Membro da Rede Internacional de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em Defesa da Humanidade –Capítulo Brasil.
duarte.betinho@gmail.com

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Compartilho com vocês o trailler do filme “A Família Dionti” e o convite para vivenciar a transformadora experiência de assistir a um emocionante tributo à poesia. “A Família Dionti” é um filme que nos transporta ao “tempo da delicadeza” e nos reacende a crença na capacidade de transformação que mora em cada um e em cada uma de nós por conta da poesia.

O filme estreia nas salas mineiras nesta quinta-feira, dia 30 de março, e o convite vem com um pedido: não deixem pra depois. Procurem ver no primeiro final de semana, que é decisivo para dizer por quanto tempo permanece em cartaz. E o mercado cinematográfico não perdoa. A régua que mede a ocupação da sala é a mesma para as grandes produções e para as independentes... E vendo logo no início, teremos muito tempo para poder rever, na telona, as belas imagens do filme, todo rodado na Zona da Mata Mineira.

O diretor, Alan Minas, apesar do nome, é carioca. A produtora, Dani Vitorino, brasiliense, radicada no Rio. Mas a acolhida do Polo Audiovisual da Zona da Mata confirmou o olhar mineiro da produção. Atores mineiros, locações mineiras, mas vozes que falam para um mundo de sentimentos. Por isso ele chega primeiro em Minas. Só no dia 13 de abril que tem estreia nacional. Enquanto isso, vamos curtindo nosso privilégio.

Classificação indicativa: livre. Pode ir todo mundo: crianças, pré-adolescentes, adolescentes, adultos, velhinhos e velhinhas – poesia nunca teve idade.


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