Profile cover photo
Profile photo
BL Informática LTDA
18 followers -
25 anos em TI.
25 anos em TI.

18 followers
About
BL Informática LTDA's posts

Post has attachment
Para melhorar loja, Microsoft oferece R$ 198 por aplicativo para Windows 8



A Microsoft está oferecendo US$ 100 (cerca de R$ 198) para os desenvolvedores para cada aplicativo que eles submeterem às lojas de aplicativos para smartphones com Windows Phone 8 e computadores e tablets com Windows 8. O pagamento, que será realizado para todos os desenvolvedores que enviarem seus programas até 30 de junho, tem o objetivo de aumentar rapidamente o número de aplicativos disponíveis nas lojas da Microsoft.
 
O número de aplicativos desenvolvidos para Windows 8, nova versão do sistema operacional da empresa que está presente em desktops, notebooks e tablets, ainda não foi divulgado pela Microsoft.
 
Para Windows Phone, a empresa afirma que existem mais de 120 mil aplicativos, número pequeno em comparação com outras plataformas como iOS e Android, que já oferecem mais de 700 mil aplicativos.
 
No total, de acordo com a política da Microsoft, os desenvolvedores que submeterem 10 aplicativos ou mais no período da promoção, poderão lucrar até US$ 2 mil (cerca de R$ 4 mil) em pagamentos. O valor, segundo a Microsoft, não é pago em dinheiro, mas em um cartão virtual pré-pago com a bandeira Visa, que pode ser usado em diversas lojas de comércio eletrônico em todo o mundo.
 
De acordo com a política da Microsoft, aplicativos "clones" de outros já disponibilizados nas lojas virtuais não são elegíveis para receber o prêmio. Além disso, a Microsoft oferecerá o prêmio apenas para os desenvolvedores dos 10 mil primeiros aplicativos submetidos para ambas as lojas no período da promoção. A empresa começou a credenciar desenvolvedores por meio de um site oficial a partir do início de março.
 
Desde o lançamento dos primeiros smartphones com Windows Phone, a Microsoft tenta se aproximar dos desenvolvedores para aumentar a quantidade de aplicativos existentes nas lojas. Ao contrário do Google Play, loja de aplicativos para dispositivos com Android, a empresa verifica todos os aplicativos enviados pelos desenvolvedores antes de disponibilizá-los para download dos usuários.
 
Disputa com a BlackBerry
 
Além da Microsoft, a BlackBerry é outra empresa que tenta atrair os desenvolvedores de aplicativos com dinheiro. No ano passado, a empresa anunciou que, se os desenvolvedores não receberem pelo menos US$ 10 mil pela venda de seus aplicativos no BlackBerry World no período de um ano, a empresa se compromete a pagar a diferença.
 
As duas empresas disputam o terceiro lugar no ranking de plataformas de smartphones mais populares, atrás do Android e do iPhone, mas o objetivo passa por popular suas lojas virtuais com mais opções de aplicativos, inclusive de serviços populares em outras plataformas, como o Instagram. No caso da BlackBerry, a empresa também criou uma camada de software que permite rodar aplicativos originalmente desenvolvidos para Android após alguns ajustes.
 
Site: IG
 Data: 20/03/2013
 Hora: 11h53
 Seção: Tecnologia
 Autor: Claudia Tozetto
 Link: http://tecnologia.ig.com.br/2013-03-20/para-melhorar-loja-microsoft-oferece-r-198-por-aplicativo-para-windows-8.html

Post has attachment
Óculos do Google poderão identificar pessoas pela roupa



Os óculos do Google são um dos dispositivos mais aguardados do ano, mesmo que ainda sejam desconhecidas as suas configurações.
 
Mas conforme seu lançamento se aproxima – o Google Glass está previsto para o final deste ano -, mais informações sobre o dispositivo começam a surgir e sugerem diversas características que poderão ser encontradas nos óculos.
 
E o relatório mais recente, publicado pela revista New Scientist, afirma que o Google desenvolveu uma nova aplicação, específica para o Glass, chamada de “InSight” e que permitiria identificar pessoas com base na roupa que estão vestindo.
 
O “InSight” foi desenvolvido para identificar uma pessoa com base na sua “impressão digital fashion”, que poderia ajudar a reconhecer alguém caso esta pessoa esteja muito longe do acesso de câmera de reconhecimento facial.
 
Estas “impressões digitais” são construídas com a ajuda de um aplicativo para smartphone que captura diversas fotos da pessoa e cria um arquivo conhecido como “spatiogram”, responsável por identificar as cores, texturas e padrões das roupas que estiver vestindo.
 
As informações seriam então utilizadas pelo Google Glass para identificar o usuário. E a “impressão digital” mudaria toda vez que a pessoa mudasse de roupa.
 
Segundo as informações do relatório, em testes com 15 voluntários o software se mostrou bastante preciso, tendo identificado as pessoas em 93% das oportunidades, mesmo quando o usuário se encontrava de costas.
 
Recentemente o Google Glass teve seus pedidos de pré-venda ampliados e espera-se que o dispositivo seja lançado até o final deste ano pelo preço de 1.500 dólares.
 
Site: Exame
 Data: 10/03/2013
 Hora: 15h29
 Seção: Tecnologia
 Autor: Monica Campi
 Link: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/oculos-do-google-poderao-identificar-pessoas-pela-roupa

Post has attachment
Indústria de apps deve faturar US$ 25 bi em 2013



Quase cinco anos depois da Apple ter iniciado a mania dos apps, a indústria de aplicativos está crescendo como nunca. Os usuários gastam, em média, duas horas por dia com seus apps. E a previsão é de que as lojas cresçam 62% este ano, alcançado a marca de US$ 25 bilhões em vendas, segundo o Gartner.
 
A indústria de aplicativos amadureceu em alguns pontos e o resultado da maturidade está se refletindo em vendas, afirmaram os analistas da consultoria. Desenvolvedores estão criando apps de mais qualidade, além de apostarem mais no marketing de seus produtos.
 
Apesar do aprimoramento, para cada Instagram - app vendido por US$ 1 bilhão ao Facebook – existem centenas de apps que não se popularizam. Como o campo de aplicativos ainda é desconhecido, desenvolvedores estão tentando descobrir quais modelos são mais atrativos e rentáveis.
 
"A indústria de aplicativos é como a de carros na virada do século passado. Você vê o crescimento de estradas e sabe que eles serão importantes. Mas ainda é muito cedo para afirmar e saber como lidar com eles", comentou Simon Khalaf, CEO da empresa de análise em mobilidade Flurry.
 
No início da jornada, a indústria de apps era muito mais simples. Em 2010, a App Store era líder do setor com 140 mil aplicativos disponíveis (hoje ela possui mais de 700 mil) e os desenvolvedores se focavam apenas no mercado norte-americano.
 
Três anos depois, Apple e Google estão lado a lado em termos de acervo e usuários, e lutando para oferecer mais aplicativos atraentes para diversos públicos e países, como Japão, China e Coreia do Sul. Além disso, ambas estão dividindo espaço com outras lojas que chegam aos poucos, como a Windows Store, da Microsoft, e a BlackBerry World.
 
Atualmente, 63% dos aplicativos usados diariamente diferem dos utilizados em 2012. E os consumidores estão consumindo cerca de oito aplicativos ao mesmo tempo, algo que aumenta as chances de vendas, mas também a concorrência.
 
Os analistas veem o mercado de forma favorável, especialmente com a chegada de TVs e outros aparelhos que precisam de desenvolvedores. No entanto, eles alertam: É fácil criar um app, o grande desafio é torná-lo atrativo e rentável.
 
Site: Olhar Digital
 Data: 05/03/2013
 Hora: 12h
 Seção: Digital_News
 Autor: ------
 Link: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/industria-de-apps-deve-faturar-us-25-bi-em-2013

Post has attachment
Startups brasileiras podem liderar em aplicações móveis, diz diretor da IBM



LAS VEGAS - O Brasil tem um enorme potencial para startups, e pode ser um dos líderes em aplicativos móveis. Essa é a visão de Andrew Clark, diretor de estratégia do IBM Venture Capital Group. Apesar do nome, essa divisão da companhia não investe dinheiro em startups - age como um intermediário entre empresas maiores e as novatas.
 
Para o executivo, o ainda imaturo mercado brasileiro está ganhando a força necessária para atrair os grandes investidores que agem nos EUA e só perde em atratividade para o chinês. "Por enquanto, são poucos negócios. Mas o processo de consumerização irá fazer esse interesse aumentar", diz, sobre a tendência de funcionários usarem seus dispositivos pessoais para o trabalho.
 
Clark diz que ainda faltam parceiros locais que conheçam o mercado em nível suficiente e possam trabalhar com os grandes fundos internacionais de investimento.
 
Mercado incipiente
 
Ele afirma que muitos dos chamados Venture Capitalists (investidores em startups) no Brasil na verdade são fundos que aplicam em companhias mais maduras e, portanto, com menos risco. "Isso não é crítica, mas uma característica de mercados incipientes como o brasileiro".
 
O executivo da IBM acredita que empresas de software, que não precisam de grandes investimentos e usam a web como meio de distribuição, são a porta de entrada para os negócios aqui. "Vemos muita atividade deste tipo no País", conta.
 
Para Clark, o Brasil ganha pontos pela relativa estabilidade econômica e política dos últimos anos. "Isso é uma das coisas mais importantes para os investidores, e o Brasil está na frente se comparado com Índia e Rússia, por exemplo". Ele também cita a presença de universidades fortes, como a USP, e o espírito empreendedor do brasileiro como itens positivos. "O dinheiro (dos VCs) é atraído pelo sucesso. Quando as grandes companhias começarem a vir, será um efeito de manada", argumenta.
 
Aplicações móveis
 
Segundo ele, o fato de o Brasil ter muitos usuários de Internet wireless, e não uma rede cabeada massiva como os EUA ou Europa, é fator-chave para que o País lidere no campo das aplicações móveis. "Muitas vezes a inovação vem da necessidade", diz.
 
Outra oportunidade que ele enxerga é no campo de sensoreamento - a chamada "Internet das Coisas", em que dispositivos se comunicam entre si sem interferência humana. Exemplo: sensores em grandes plantações para controle de irrigação e da terra. O Instituto Cesar, no Recife, tem projetos nesse sentido.
 
Clark também enxerga um grande campo a ser explorado: as "cidades inteligentes", um tema campeão de audiência na IBM. "Podemos usar nossa credibilidade para por em contato com os governos startups com soluções para o trânsito, por exemplo", afirma. "Medidas como o pedágio urbano ou o alerta de inundações requerem soluções inteligentes que empreguem sensores e comunicação wireless pela nuvem", afirma.
 
Site: IDG Now!
 Data: 05/03/2013
 Hora: 15h15
 Seção: TI Corporativa
 Autor: Renato Rodrigues
 Link: http://idgnow.uol.com.br/ti-corporativa/2013/03/05/startups-brasileiras-podem-liderar-em-aplicacoes-moveis-diz-diretor-da-ibm

Post has attachment
Pernambuco, Ceará e Bahia lideraram investimentos em TI



A região Nordeste, definitivamente, desponta como uma grande oportunidade de negócios para o mercado de TIC brasileiro. Dados da IDC Brasil mostram que Pernambuco, Ceará e Bahia alcançaram um crescimento de 15% nos investimentos de hardware, software e serviços em 2012, ocupando assim, as três primeiras posições no ranking nacional.
 
Santa Catarina e Rio de Janeiro despontam, respectivamente, na quarta e quinta posição, com crescimento de 14,7%, revela o estudo Brazil IT Opportunity Map, publicado em setembro de 2012. De acordo com Anderson Figueiredo, analista da IDC, o 'boom' na região Nordeste está muito ligado aos grandes investimentos de infraestrutura, especialmente, os realizados pelo Governo Federal.
 
"Pernambuco foi o primeiro colocado e há projetos importantes, como o porto do Suape, em andamento. Isso exige informatização. Compra de equipamentos e serviços de TI. Quem também aparece com essa questão de novos modelos é o Rio de Janeiro, que atrai uma série de novos investimentos na área de turismo, petróleo e serviços", explica Figueiredo.
 
Pesquisa da IDC, divulgada em agosto de 2012, em parceria com a ABES, revela que, em 2011, o mercado brasileiro de software e serviços movimentou 21,4 bilhões de dólares em 2011, somando as exportações, que chegaram a 1,9 bilhão de dólares. Já os negócios com hardware alcançaram 23 bilhões de dólares. A receita total do faturamento de TI no Brasil, em 2011, incluindo a comercialização de computadores chegou a 42,5 bilhões de dólares.
 
Site: Convergência Digital
 Data: 30/01/2013
 Hora: 17h
 Seção: Negócios
 Autor: Ana Paula Lobo
 Link: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=32949&sid=5

Post has attachment
Como decolar na carreira de TI

 Foi-se o tempo em que o profissional de TI ficava imerso em códigos e algoritmos, com os olhos fixos na tela, sem que a interação com colegas de trabalho fosse o seu forte durante o expediente.
 
Dominar as linguagens de programação não é mais o bastante para a carreira deslanchar. As empresas querem e contratam quem vai além deste perfil técnico. Por isso novas habilidades entram para o currículo de quem é destaque nos processos seletivos.
 
Exame.com consultou dois especialistas que atuam no mercado de TI para saber quais são as competências mais valorizadas por eles na hora de bater o martelo sobre uma contratação. Confira quais as dicas que eles deram para aumentar as chances da carreira em TI decolar:
 
1. Entenda o negócio
 
“Parece básico, mas tem sido um diferencial para profissionais de TI”, diz Odair Marcondes, diretor de serviços da CAS Tecnologia, empresa especializada em soluções de automação, armazenamento e leitura de dados.
 
Conhecer o mercado em que está inserida a empresa, como ela atua, qual é o seu produto é condição fundamental para que o profissional de TI tenha uma visão mais ampla dos negócios, de acordo com Marcondes. “Essa habilidade agrega valor interessante e diminui o tempo de desenvolvimento das soluções de TI”, diz.
 
“Na parte de negócios são poucos que se destacam, falta aos profissionais essa capacidade de abrir a visão dos negócios”, diz Paulo Kulikovsky, vice-presidente da Certisign, que atua com certificação digital no país. “É importante saber em que mercado está inserido o produto, não apenas codificar dados”, concorda Marcondes.
 
2. Tenha a visão voltada pra o cliente
 
De nada adianta desenvolver a mais eficiente e sofisticada das ferramentas se o cliente não vai conseguir trabalhar de forma fácil.
 
Por isso, na opinião de Kulikovsky, o olhar do profissional de TI deve ir muito além muito dos códigos que aparecem na sua tela.
 
“É preciso entender o outro lado da história, pensar no cliente, olhar pelo lado dele”, diz o vice-presidente da Certisign. A proximidade é importante para que o profissional de TI consiga sugerir soluções que atendam às especificidades de cada cliente.
 
3. Trabalhe em equipe
 
Ficar restrito à mesa - sem olhar muito para o lado - é um estereótipo antigo comumente usado na definição dos profissionais de TI. Hoje em dia, postura nessa linha passou a ser um limitador de carreira. “Não há mais espaço para um profissional que, em tese, acha que está tudo certo se ele está fazendo a parte dele”, diz Marcondes.
 
Apostar na interação com os colegas do mesmo e de outros é uma qualidade muito valorizada. “O trabalho em equipe é importante para que o profissional saiba o que deve fazer para que a engrenagem gere o menor ruído possível”, diz Marcondes.
 
4. Aposte na sua capacidade de comunicação e negociação
 
Vender uma ideia, sugerir, propor e negociar soluções exige do profissional de TI um investimento na sua capacidade de comunicação.
 
Afinal traduzir a linguagem técnica para quem é leigo não é tarefa das mais simples. “Para isso é essencial conseguir se expressar bem”, diz Kulikovsky.
 
Do contrário, explica o vice-presidente da Certisign, fica difícil mostrar as pessoas o que foi gerado de valor. “É preciso fazer apresentações ao vivo, redigir relatórios, emails”, lembra Kulikovsky.
 
5. Complete os ciclos nas empresas
 
“Aqui analisamos currículo de uma pessoa que, em dois anos, passou por cinco empresas. Nesses casos a gente já descarta esse profissional”, diz Marcondes. De acordo com ele, a movimentação intensa de carreira (sem muito critério de escolha das empresas) é prejudicial para a qualidade do trabalho.
 
“O pior é o profissional que pula de um trabalho para outro, porque se ele não fica muito tempo na empresa não consegue agregar valor com a experiência do negócio”, diz Marcondes. Ele lembra que é mais fácil aprender uma linguagem nova de programação do que se inserir em um negócio.
 
Site: Exame
 Data: 29/01/2013
 Hora: 6h
 Seção: Carreira
 Autor: Camila Pati
 Link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-toques-para-profissionais-de-ti-decolarem-na-carreira?page=2  

Conexão 4G demonstrada na Campus Party 2013 tem velocidade seis vezes maior que 3G



A Vivo disponibilizou para os visitantes da Campus Party 2013 uma “degustação” do que será, supostamente, a internet 4G. No estande da empresa é possível utilizar smartphones e notebooks com a tecnologia, que foi montada provisoriamente em São Paulo. A previsão oficial de chegada do serviço na capital paulista é em 2014.
 
Embora a maioria das pessoas estivesse usando os produtos somente para tuitar e concorrer a uns lanchinhos, a reportagem do UOL Tecnologia testou a velocidade de transmissão de dados da rede oferecida.
 
O smartphone disponibilizado no estande é um Motorola Razr HD, escolha coerente, já que esse foi o primeiro smartphone 4G no Brasil. Para testar o desempenho da internet, instalei o aplicativo “Internet Speed Test”, gratuito para Android.
 
O aparelho equipado com 4G teve desempenho seis vezes melhor do que o dispositivo que utilizou a internet 3G. Enquanto o primeiro alcançou 4,6 Mbps (megabits por segundo) de velocidade, o segundo, também com conexão Vivo, estacionou em 750 Kbps (kilobites por segundo).
 
Já o notebook Pavilion da HP foi turbinado com um modem 4G da Huawei e atingiu a média de 21 Mbps (megabits por segundo) no teste para medir a velocidade de download.
 
Site: UOL
 Data: 29/01/2013
 Hora: 15h36
 Seção: Tecnologia
 Autor: Flávio Carneiro
 Link: http://uoltecnologia.blogosfera.uol.com.br/2013/01/29/4g-demonstrada-na-campus-party-2013-tem-velocidade-seis-vezes-maior-que-3g/

Post has attachment
Gerencie a reputação da empresa no universo online e evite pesadelos

 Uma companhia tem muitos clientes felizes e não identifica qualquer necessidade de rever produtos ou serviços online. Enquanto isso, alguns clientes insatisfeitos não perdem tempo e preferem relatar a insatisfação em sites como Yelp, Citysearch, TripAdvisor, Twitter e Facebook.
 
Esses sites têm grande peso no mercado e um feedback negativo será, provavelmente, o primeiro a aparecer na página de resultados de buscas em nome da empresa. O efeito? Mesmo que uma organização tenha grande parte dos clientes contentes, de repente surge o desafio de gerenciar a reputação online.
 
Diversas companhias têm passado por casos como esses. Abaixo, veja três exemplos de organizações, que não quiseram se identificar, que passaram por situações do tipo e o que especialistas em reputação online recomendaram para que elas pudessem se recuperar.
 
Pesadelo 1: CEO recebe aumento de slário quando empresa passa por crise
 
Situação: o CEO de uma organização de capital aberto recebeu um aumento salarial de 11 milhões dólares na mesma época que a companhia registrou perdas financeiras e seu estoque de produtos estava com problemas. Não surpreendentemente, um importante jornal noticiou o caso. A reportagem apareceu com destaque em sites de buscas por meses, lembra Brad Beiter, vice-presidente e SEO de estratégia e crescimento de marketing de buscas da Performics.
 
Sistemas de busca, como o Google, dão credibilidade para os principais jornais e outros sites importantes. Por isso, uma matéria desse tipo representa um desafio e mancha a reputação online da empresa, uma vez que o conteúdo é altamente classificado pelos motores de busca por meses ou até anos.
 
Solução: no site da empresa liderada pelo CEO em questão, a Performics aperfeiçoou o conteúdo que classificava o nome do CEO, como um biografia detalhada. Além disso, a Performics otimizou perfis do executivo em sites como LinkedIn, Facebook e YouTube e fez uma ligação com a biografia empresarial do CEO. Finalmente, a Performics criou e promoveu novos conteúdos do executivo incluindo trabalhos sem fins lucrativos para equilibrar a impressão negativa do jornal.
 
Resultado: em seis meses a reportagem do jornal caiu do terceiro lugar para o 18º lugar nas pesquisas do Google.
 
Lição: “Certifique-se de que os bens online que a empresa controla são bons para seu nome, especialmente em redes sociais”, aconselha Beiter. “Procure vincular as contas a um biografia online e outros conteúdos para o seu nome”, completa. “Distribua o conteúdo favorável sobre você na internet para equilibrar pontos negativos que possam aparecer”.
 
Pesadelo 2: comentários negativos por toda parte
 
Situação: uma empresa do setor automotivo tem muitos clientes satisfeitos. Mesmo assim, alguns clientes insatisfeitos em diferentes locais deixaram comentários negativos sobre a empresa no Yelp e outros sites de avaliação. Como resultado, a companhia identificou um desalinhamento entre sua reputação online e offline, que era bastante positiva.
 
Solução: a organização recorreu à Reputation.com, conta Brent Franson, vice-presidente de vendas da Reputation.com. De outubro a novembro de 2012, a empresa contribuiu para reverter o quadro.
 
Para começar, gerentes selecionados passar a ter acesso à plataforma de monitoramento Reputation.com. Eles recebiam informação de alertas e atualizações de status semanais para monitorar proativamente o feedback de clientes em locais específicos.
 
O próximo passo foi pedir aos clientes recentes dos locais selecionados darem um feedback. "Explicamos sobre as questões de reputação online e como agradeceríamos se os consumidores pudessem dar um retorno sobre sua experiência com a empresa", relata Franson. A companhia também sugeriu locais que eles poderiam postar os comentários, como Yelp, Google e Citysearch.
 
Em terceiro lugar, a companhia decidiu responder a todos os comentários negativos. “Perguntamos ao cliente como poderíamos resolver seu problema. Em caso de comentários positivos, agradecemos”, conta Franson. "De qualquer forma, queríamos mostrar aos clientes a importância do feedback”, completa.
 
Resultado: a quantidade de comentários negativos caiu drasticamente, segundo Franson. Antes das medidas colocadas em prática, 40% de todos os comentários publicados nos locais avaliados eram negativos. Depois, apenas 19% das opiniões foram negativos.
 
Lição: "Comunicar proativamente os clientes sobre a importância da reputação online e que o seu feedback honesto e genuíno é importante faz toda a diferença", ensina Franson. "Incentive-os a deixar comentários para online. Isso vai ajudar a alinhar a reputação online e offline”, destaca.
 
Pesadelo 3: reclamações em vídeo
 
Situação: há alguns anos quando você realizava uma pesquisa no Google inserindo o nome de empresas especializadas em sistemas de segurança residencial, sete dos dez primeiros resultados eram negativos. O site para reclamações norte-americano Ripoff Report, por exemplo, mostrava vídeos, artigos entre outros.
 
“Uma companhia podia fazer centenas de instalações de segurança bem-sucedidas e ter clientes satisfeitos. Mas, como em qualquer negócio, há sempre alguém insatisfeito e pronto para postar um comentário em sites”, observa Don Sorenson, especialista em gestão de reputação online e presidente da Big Blue Robot LLC.
 
Solução: Sorenson trabalhou com seu cliente para minimizar os resultados negativos de busca com conteúdo positivos, que incluíram vídeos no YouTube sobre a empresa.
 
Além disso, Sorenson buscou direcionar links de outros sites para os clipes do YouTube. Isso ajudou os vídeos a subirem nos rankings de resultados de pesquisa. "Um canal do YouTube para uma empresa pode ser extremamente útil para a gestão da reputação, especialmente quando todos os vídeos são marcados corretamente", recomenda.
 
Resultado: “cerca de um ano foi consumido para limpar todo o conteúdo negativo sobre a empresa da primeira página de resultados de pesquisa”, relata Sorenson.
 
Lição: além do YouTube, companhias também devem desenvolver uma forte presença no LinkedIn, Google+, Pinterest, Twitter e Facebook. Outra dica é pedir aos parceiros de negócios para postarem menções positivas sobre você em seu site.
 
Equilíbrio é o melhor dos mundos
 
“Qualquer companhia que iniciar um projeto de gestão de reputação online deve estabelecer expectativas realistas”, adverte Andy Beal, diretor-executivo da empresa de monitoramento de mídia social Trackur. "Com tempo e esforço, é possível equilibrar impressões negativas em uma pesquisa no Google com conteúdo positivo”, finaliza.
 
Site: Computerworld
 Data: 29/01/2013
 Hora: 7h30
 Seção: Gestão
 Autor: James A. Martins
 Link: http://computerworld.uol.com.br/gestao/2013/01/23/gerencie-a-reputacao-da-empresa-no-universo-online-e-evite-pesadelos/  

Post has attachment
Com novas tecnologias, vagas em TI são ocupadas por profissionais com outras formações



Um dos movimentos que despontam a respeito do CIO e sua equipe é a descentralização de orçamento do departamento de TI para outras áreas da empresa.  Esse movimento, aliado à introdução de novas tecnologias, cada vez mais sociais, faz com que cargos da área passem a ocupados não somente por profissionais com formação técnica, mas também em cursos de outras profissões.
 
O estudo Antes da TI, a Estratégia 2012 – realizado pela IT Mídia com empresas que compõem a lista das mil maiores do Brasil – indica que 20% dos respondentes classificam seus orçamentos da seguinte maneira: “A TI tem liberdade para adquirir itens de infraestrutura, mas as áreas usuárias é que decidem pelas soluções que terão impacto em seus processos”. Além disso, 28% indicam que o departamento “atua como influenciador técnico, mas a aprovação depende de outra instância na empresa”. Outros 52% ponderam que “dentro do orçado, a TI tem liberdade para adquirir produtos e serviços que julgar mais adequado”.
 
A descentralização também do perfil profissional foi pontuada durante a produção da reportagem “Empregos em TI: as áreas que vão bombar em 2013”, que entrevistou especialistas de duas instituições de ensino – Faculdade de Tecnologia Fiap, sob o nome do coordenador de cursos tecnológicos, Leandro Rubim Freitas, e da  BandTec, com o porta voz Maurício Pimentel – e da empresa de recursos humanos especializada em TI Desix, com o sócio André Assef.
 
De acordo com os especialistas, o movimento é de a área de TI não somente servir os demais departamentos, mas ser um “agente infiltrado” em cada departamento. Se a previsão é de que a internet tenha, em um breve futuro, a importância conquistada em nosso dia a dia como hoje tem a eletricidade, a separação das áreas será cada vez mais sutil.
 
Veja, abaixo, as profissões que tendem a compor as equipes envolvidas em tecnologia:
 
Comunicação: comunicar-se com o público interno e externo via intranet, redes sociais corporativas ou redes sociais para atender aos clientes já se consolidou como um papel desempenhado por profissionais de comunicação, como marketing e jornalismo
 
Ciências sociais: pensar redes sociais fica complexo demais sem a ajuda de profissionais com extenso conhecimento nas relações humanas
 
Saúde: desenvolvedores de software com alguma formação em saúde são essenciais para a produção de programas que atendam bem a essa área que tem iniciado processos de altos investimentos em TI
 
Site: IT Web
 Data: 11/01/2013
 Hora: ------
 Seção: Movimentos
 Autor: ------
 Link: http://itweb.com.br/101672/com-novas-tecnologias-vagas-em-ti-sao-ocupadas-por-profissionais-com-outras-formacoes/

Post has attachment
CES 2013: Com TransferJet, Toshiba declara “guerra aos cabos”

Me encontrei com engenheiros da divisão de componentes da Toshiba durante a CES 2013 para conhecer a TransferJet, uma nova tecnologia que promete facilitar e acelerar a troca de informações entre aparelhos, sem o uso de fios.
 
Assim como na combinação das tecnologias Wi-Fi Direct e NFC, a TransferJet permite que você troque dados entre aparelhos simplesmente tocando um no outro. O que o destaca da concorrente, entretanto, é que é possível enviar arquivos a 375 Mb/s (46 MB/s), o que é mil vezes mais rápido que a tecnologia NFC. Tão rápido que é possivel transferir 20 fotos em alta-resolução em questão de segundos, e um vídeo de 5 GB em menos de um minuto.
 
TransferJet é um padrão aberto, o que significa que qualquer empresa pode implementá-lo, e há adaptadores que permitem o uso da tecnologia sem que você tenha que comprar novos aparelhos. A Toshiba acredita que todo o tipo de aparelhos, incluindo tablets, notebooks, câmeras e até TVs, poderão se beneficiar com a TransferJet. Esperamos que os outros fabricantes concordem.
 
Site: IDG Now!
 Data: 11/01/2013
 Hora: 13h32
 Seção: TI Pessoal
 Autor: Armando Rodriguez
 Link: http://idgnow.uol.com.br/ti-pessoal/2013/01/11/ces-2013-com-transferjet-toshiba-declara-201cguerra-aos-cabos201d/ 
Wait while more posts are being loaded