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Nilson Barcellos Nunes
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Eu li um comentário que eu pensei que era relevante (Fonte: https: //www.facebook.com/antonio.gastao.5? Fref = nf & pnref = story). Eu devo citá-lo na íntegra da seguinte maneira:
"Vamos encarar isso, agora. O que você leu sobre a" mudança climática "induzida pelo homem além do alarmismo apocalíptico na TV?

Alguém se lembra da década de 1970, quando o grande fantasma foi o advento de uma Nova era do gelo?

Alguém lembrou isso, há alguns anos atrás, o grande fantasma foi o aquecimento global?

Alguém percebeu que eles pararam de falar sobre o aquecimento global e começaram a falar sobre mudanças climáticas (uma vez que eles não tem idéia, realmente, o que acontecerá? ...)

Até então, basta usar a memória e o bom senso para suspeitar que tem pedra naquele angu. Mas há mais ...

Todos viram imagens de ursos polares magros equilibrando precariamente sobre pequenos blocos de gelo no mar, mas eles viram os dados da NASA de que a camada de gelo polar está realmente aumentando?

Alguém já leu sobre o período de 300 anos do aquecimento global que aconteceu no ano 950 a cerca de 1250 na Idade Média quando não houve atividade industrial e queima de combustível, mesmo remotamente semelhante ao que temos hoje? É sobre a época em que os Vikings ocuparam essa enorme ilha coberta de gelo que conhecemos como Groenlândia (que eles chamaram de Groenlândia, como ainda está em inglês, na Gronelândia, que a ilha fria tinha um clima ameno como o da Europa).

Você já leu sobre a "repressão financeira" Aplicado a cientistas que querem publicar pesquisas contrárias à propaganda alarmista?

Você já leu alguma coisa sobre o papel da atividade solar sobre a temperatura da Terra?

Bem ... Tudo bem. Suficiente.

Se você respondeu NÃO a tudo isso, talvez você não esteja fazendo um julgamento justo sobre a saída americana do Acordo de Paris. "
Minha Resposta:
Nilson B. Nunes 4 de junho de 2017
Existe uma "série histórica", científica e confiável, sobre o aquecimento global? (Se sim, insira o link aqui).
Comente Nilson B. Nunes 4 de junho de 2017
Dados recentes em https://www.nasa.gov/feature/goddard/nasa-study-mass-gains-of-antarctic-ice-sheet-llater-than-losses

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Existe uma "série histórica", científica e confiável, sobre o aquecimento do planeta ? [Is there a "historical series", scientific and reliable, about global warming? (If yes, please enter the link here).]

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No artigo de Pessoa, "Aprendizado", ele busca fazer uma "crítica" ao artigo de Bresser, "Projeto Brasil Nação". Ao meu ver, se aprendizado há, em ambos é limitado. Samuel Pessôa escreve: "(...)Para os signatários do manifesto, a desastrosa situação a que chegou a Petrobras há poucos anos não foi causada pelas escolhas de gestão. Talvez eles coloquem tudo na conta da corrupção. (...)" ERRADO. Omite-se na análise a brutal variação e queda dos preços das commodities, no período. Continua Pessoa: "(...)Se supusermos uma taxa de investimento na casa de 20% do PIB (Produto Interno Bruto), e dado que a poupança doméstica tem rodado a 15% do PIB, o manifesto defende uma elevação de uns seis pontos percentuais do PIB na poupança doméstica.(...)". ERRADO. A taxa de investimento no Brasil (investimento público + investimento privado) não passa de 17% a três décadas. Prossegue o eminente economista: "(...) a elevação da poupança doméstica resultará da redução do gasto de consumo das famílias.(...)" ERRADO. O autor pensa a economia com um crisol de experimentações químicas e a observa, restritamente, no curtíssimo prazo, além de ignorar a governança eficiente e a confiança que dela se propaga.(...)" Prossegue: "(...)Qual é a política tributária que promoverá alteração tão profunda no comportamento? Aparentemente os signatários não se preocupam com esse detalhe.(...)" ERRADO. Comportamento depende da confiança das relações e, há reformas tributárias em pauta capazes de tornar mais eficiente e efetiva a o recolhimento e a alocação tributária. Pessôa, continua sua crítica aos signatário da proposta de Bresser, no tocante aos juros, a inflação e o câmbio, sustenta o rábula: "(...) Para eles, os juros no Brasil são elevados porque há uma conspiração dos rentistas para mantê-los dessa forma. Não se perguntam sobre os motivos que mantiveram a inflação na casa de 6% ao ano entre 2010 e 2014. Não se perguntam sobre quais seriam os impactos na inflação se houvesse esforço para desvalorizar o câmbio. (...)"Nesta pérola são dois os ERROS: primeiro, ignora-se até mesmo as modernas políticas do "Quantitative Easing", segundo, se conspiração há, é conspiração do "maienstrean" que não desce do pedestal para pensar o Brasil real, de pessoas reais...
SEGUE ABAIXO A ÍNTEGRA DO ARTIGO DE SAMUEL PESSÔA:
"O professor Luiz Carlos Bresser-Pereira escreveu o manifesto Projeto Brasil Nação, que teve a adesão de diversos artistas, intelectuais, economistas e profissionais em geral. A marca do manifesto é a incapacidade dos signatários em aprender com os resultados das escolhas de política econômica feitas entre 2006 e 2014.
No início, o manifesto denuncia a decadência da indústria naval e a redução dos critérios de conteúdo nacional. Certamente os signatários são contrários à medida aprovada no Congresso Nacional de eximir a Petrobras de ser operadora única do pré-sal, por ser contrária à construção de "projetos com autonomia no campo do petróleo".
Para os signatários do manifesto, a desastrosa situação a que chegou a Petrobras há poucos anos não foi causada pelas escolhas de gestão. Talvez eles coloquem tudo na conta da corrupção. A incapacidade de associar a alteração no plano de negócios da Petrobras já em 2003 e os resultados da empresa no fim do ciclo petista mantém a sociedade andando de lado. Em algum momento, repetiremos os mesmos erros. Não houve aprendizado.
Na parte macroeconômica, os signatários apoiam a realização de superavit em conta-corrente, isto é, que nós passemos a exportar poupança simultaneamente a uma elevação dos investimentos.
Se supusermos uma taxa de investimento na casa de 20% do PIB (Produto Interno Bruto), e dado que a poupança doméstica tem rodado a 15% do PIB, o manifesto defen-
de uma elevação de uns seis pontos percentuais do PIB na poupança doméstica.
Dado que os signatários são contrários à reforma da Previdência e à emenda constitucional que estabeleceu teto para o crescimento do gasto primário da União, penso que a elevação da poupança doméstica resultará da redução do gasto de consumo das famílias. De onde virá a redução de seis pontos percentuais do PIB do consumo das famílias? Qual é a política tributária que promoverá alteração tão profunda no comportamento? Aparentemente os signatários não se preocupam com esse detalhe.
Para eles, os juros no Brasil são elevados porque há uma conspiração dos rentistas para mantê-los dessa forma. Não se perguntam sobre os motivos que mantiveram a inflação na casa de 6% ao ano entre 2010 e 2014. Não se perguntam sobre quais seriam os impactos na inflação se houvesse esforço para desvalorizar o câmbio.
O pior é que, ao longo do primeiro mandato de Dilma, tentou-se
desvalorizar o câmbio e reduzir os juros e colhemos somente inflação. Os signatários são incapazes de relacionar os fatos. Não houve aprendizado.
O manifesto politiza temas que têm natureza positiva. Estão na direção contrária, por exemplo, do excelente texto "A esquerda e a economia", de Celso de Barros, publicado no caderno "Ilustríssima" em 3 de julho de 2016.
A sociedade argentina regride há 70 anos. Não consegue aprender com os seguidos ciclos populistas, que sempre terminam com inflação elevada e, portanto, com algum plano de ajuste cujo custo maior é sempre pago pelos mais desfavorecidos. Também se caracteriza por ser uma sociedade que tudo politiza.

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Projeto Político de Responsabilidade com Solidariedade; Mutualização das Dívidas Futuras da Europa; Combate intransigente contra o terrorismo, os terroristas e seus adeptos em França; Erradicar os grupos fundamentalistas que querem substituir a república por regras religiosas que estão acima da república; Cooperação com EUA, mas contra o intervencionismo americano: "Não podemos ficar reféns do intervencionismo dos EUA"; Criação de um Exército Europeu; Alterações no Tratado de Lisboa, para uma perspectiva de 10 anos: avançar à velocidades específicas, assim os retardatários ou os que quedam mirarão nos que lideram... É uma síntese do pensamento de centro esquerda disputando as eleições em França. Assistam...

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