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Nathalia Leão Garcia
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Não se ofenda! Sou lava de vulcão. Não se renda! Sou fogo de palha e paixão.
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Freedom! I'm very nostalgic today.

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CONTRADIÇÕES E PAIXÕES
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Esquerdopatas dizem que Bolsonaro convidou Moro para Ministro porque prendeu seu rival. Lula não é rival de Bolsonaro, Lula é rival do Brasil! 🇧🇷

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Educação "bancária" e educação libertadora
Texto: “Educação ‘Bancária’ e Educação Libertadora” de Paulo Freire, do livro “Introdução à Psicologia Escolar” organizado por Maria Helena Patto. São Paulo: T. A. Queiroz, 1971.

Paulo Freire faz uma crítica à educação que ele metaforicamente denomina de “bancária” e, em contrapartida a esta, descreve a educação libertadora ou problematizadora. Texto bastante inspirador, com idéias esclarecedoras e escrito de forma bastante agradável.

Educação “bancária”

A educação “bancária” pressupõe uma relação vertical entre o educador e educando. O educador é o sujeito que detêm o conhecimento, pensa e prescreve, enquanto o educando é o objeto que recebe o conhecimento, é pensado e segue a prescrição. O educador “bancário” faz "depósitos" nos educandos e estes passivamente as recebe. Tal concepção de educação tem como propósito, intencional ou não, a formação de indivíduos acomodados, não questionadores e que se submetem à estrutura de poder vigente. É o rebanho que como uma massa homogênea, não projeta, não transforma, não almeja ser mais.

“Na verdade, o que pretendem os opressores é transformar a mentalidade dos oprimidos e não a situação que os oprime, e isto para que, melhor adaptando-os a esta situação, melhor os domine”.

“A questão está em que, pensar autenticamente, é perigoso”. Mas, perigoso para quem? Apenas para aqueles que vêem como ameaça a transformação, uma vez que são estes os únicos beneficiados pela situação vigente. Sentem-se ameaçados pelo pensar autêntico os dominadores, os que negam a comunicação e que impõem suas concepções aos outros com o propósito único de manter estático o estado de coisas sempre a seu favor.

Educação libertadora

Paulo Freire chama de educação libertadora ou problematizadora a educação em que não existe uma separação rígida entre educador e educando. Ambos são educadores e educando no processo de ensino e aprendizado. “Desta maneira, o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa”. A educação libertadora abre espaço para o diálogo, a comunicação, o levantamento de problemas, o questionamento e reflexão sobre o estado atual de coisas e, acima de tudo, busca a transformação.

“O que nos parece indiscutível é que, se pretendermos a libertação dos homens, não podemos começar por aliená-los ou mantê-los alienados. A libertação autêntica, que é a humanização em processo, não é uma coisa que se deposita nos homens. Não é uma palavra a mais, oca, mitificante. É práxis, que implica a ação e a reflexão dos homens sobre o mundo para transformá-lo”.

“Quanto mais se problematizam os educandos, como seres no mundo e com o mundo, tanto mais se sentirão desafiados. Tão mais desafiados, quanto mais obrigados a responder ao desafio. Desafiados, compreendem o desafio na própria ação de captá-los. Mas, precisamente por que captam o desafio como um problema em suas conexões com outros, num plano de totalidade e não como algo petrificado, a compreensão tende a tornar-se crescentemente crítica, por isto, cada vez mais desalienada”.

“Na verdade, diferentemente dos outros animais, que são apenas inacabados, mas não são históricos, os homens se sabem inacabados. Têm consciência de sua inconclusão. Aí se encontram as raízes da educação mesma, como manifestação exclusivamente humana. Isto é, na inconclusão dos homens e na consciência que dela têm. Daí que seja a educação um quefazer permanente. Permanente, na razão da inconclusão dos homens e do devenir da realidade”.

Reflexão: existe a pedagogia não escolar como, por exemplo, do cinema, televisão, rádio, livros, jornal e revistas. Em todos estes exemplos a pedagogia que elas carregam são “bancárias”, uma vez que aqueles que se submetem a elas atuam apenas como receptáculos sem a oportunidade de interação e diálogo? A educação “bancária” está nos ouvidos do educando ou na voz do educador?

Outubro de 2004

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O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ


Nathalia Leão Garcia

Desde os tempos após a II Guerra Mundial, muitas mudanças ocorreram e a percepção do ser sobre a sua essência se diluiu e fragmentou perante as novas demandas. O que mais nos aflige nos tempos pós-modernos são as tendências marcadas pelo individualismo, impermanência, relações fluidas, um mundo “desfronteirizado”, globalizado, dominado pela flexibilidade, incertezas e primazia da criatividade. As transformações da sociedade atual estão mudando nossas identidades pessoais, desconstruindo a ideia que fazíamos de um sujeito integrado que vivia apenas o conflito interno da paixão contra a razão. O que sucede é uma perda de sentido, uma “descentração” do sujeito. Podemos dizer que o homem pós- moderno é um ser instável, incoerente e avassalado pela fragilidade nas suas relações. Este novo sujeito assume identidades diferentes em situações diversas, transmutando-se numa multiplicidade desconcertante e cambiante de identificações que podem ser flutuantes, ou ao menos temporárias.
Esta visão está baseada nos estudos do teórico cultural e sociólogo Stuart Hall que assinala que se instalou na pós-modernidade uma crise de identidade, uma vez que o que antes estava centrado e estável, não está mais. Para este autor o sujeito pós-moderno: não possui uma identidade essencial ou permanente. (HALL, 2005)
No mundo dito pós-moderno, as identidades podem ser adotadas e descartadas como se troca de roupa. Portanto, deste ponto de vista, um dos problemas atuais do homem pós-moderno é o da formação e/ou adaptação da identidade.
Desta maneira, o sujeito pós-moderno só pode ser entendido se colocado na perspectiva histórica, ainda assim é possível que sejamos surpreendidos com um “sujeito” fragmentado, amedrontado, triste, ignorado enquanto ser perdido na sua busca por uma identidade.
A chamada "crise de identidade" é vista hoje, como parte de um processo mais amplo de mudança, abalando os padrões de referência que garantiam, até então, aos sujeitos, certa estabilidade e segurança para sua sobrevivência no mundo. A ideia de individualidade se sobrepõe aos interesses da coletividade.
O ser humano não se reconhece e se nega a buscar o autoconhecimento estando, por isso, vulnerável às diversas influências e dominações, por diversas razões ainda pouco claras. Por isso, a questão da identidade está sendo extensamente discutida na teoria social e também na psicologia.
Podemos formular o argumento de que as velhas identidades, que por tanto tempo foram o alicerce do mundo social, estão em declínio, fazendo surgir novas identidades e fragmentando o indivíduo moderno, até aqui visto como um sujeito unificado A noção de identidade no âmbito psicológico implica, portanto, em construção de um senso de direção, de uma estrutura psicológica e emocional que possa prover certa noção de equilíbrio.
Acontece, que o sujeito pós-moderno pode se perder numa desordem ou em uma nova ordem, na qual os interesses individuais tendem a suplantar os interesses voltados ao bem-estar coletivo. Cada um estaria voltado para a busca de experiências pessoais exclusivas, de sensações prazerosas e imediatistas a despeito da organização coletiva.
A humanidade é bombardeada por informações, influenciada pelos meios de comunicação e pela utilização de novas tecnologias. A mídia cria demandas de consumo, que muitas vezes nada tem a ver com a necessidade do sujeito, oferecendo ao indivíduo várias possibilidades de identificações e exercendo papel de formadora do “eu. Tudo isso coloca o sujeito na posição de mero espectador do espetáculo que cria expectativas de prazer.
Nunca, na história da humanidade, o local e o global estiveram tão intimamente ligados à formação de sua identidade. Cabe ao sujeito pós-moderno construir uma identidade estável e que se sustente na trama histórica que se desenrola no tempo e no espaço.
Para isso, o homem pós-moderno além do autoconhecimento precisa aprender a conviver com as mudanças de forma realística. É preciso buscar equilíbrio. É difícil imaginarmos hoje o mundo desinformatizado, desconectado e desglobalizado, estamos no meio de transformações profundas, sem saber para onde caminhamos, à deriva, tragados pela conjuntura de valores denominada “Modernidade Líquida” expressão usada pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman que analisa a fundo os problemas sociais que norteiam a experiência cotidiana do homem contemporâneo.
A identidade, como sentido de pertencimento e de localização no tempo e no espaço, pode parecer que é algo muito palpável, fixo e objetivo. Porém, Bauman nos alerta que no contexto atual do capitalismo tardio, vivemos o que ele denomina de modernidade líquida, na qual qualquer busca por uma identidade estável dentro de uma comunidade segura é impossível. Isso ocorre por conta da velocidade das transformações, dos excessos de deslocamentos, das fragilidades dos laços humanos, da filosofia das relações sociais descartáveis e dos estilos de vida que são vorazmente vendidos e consumidos.
É nesse sentido que Bauman faz uma crítica da visão ingênua de que a construção de identidades é algo sempre bom, quando enfatiza que a busca por um sentido de pertencimento num grupo pode favorecer mais a demarcação de diferenças que sejam transformadas em desigualdades, gerando conflitos e intolerâncias nacionalistas, religiosas, políticas, sexuais, culturais, étnicas e de toda a sorte de opiniões.

Complexo e contraditório como é, o pós-modernismo não só expressa a realidade social fragmentada do presente, legitimando-a, mas também corporifica, em inúmeros aspectos, uma atitude de insatisfação, de rebeldia implícita em face dela, trazendo algumas observações agudas que nos ajudam a compreendê-la.

O reconhecimento dos méritos de alguns autores pós-modernos, contudo, não atenua a crítica de fundo que Terry Eagleton, como marxista, faz ao pós-modernismo, caracterizando-o como uma maneira de enxergar a realidade que resulta numa aceitação da fragmentação, resultando num esvaziamento da história e numa repulsa a qualquer totalização. Como não há mais nenhuma totalidade social, não pode haver nenhum sujeito coletivo totalizante, capaz de encaminhar um projeto de transformação da sociedade como um todo: o que se pode esperar de melhor é a realização de pequenas reformas, modestos reajustes institucionais.
Concluindo, as ilusões do pós modernismo se mostram na realidade de como lidar com as dicotomias. No cotidiano o que se impõe como mais urgente é conciliar as ânsias por individuação e a geração de códigos de ética capazes de mediar os conflitos de uma sociedade definida pela multiplicidade e pela insustentável leveza da fluidez.

Referências Bibliográficas:

BAUMAN, Zygmunt – Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001
EAGLETON, Terry - As ilusões do pós-modernismo. Rio de Janeiro:Zahar, 1998.
HALL, Stuart- A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro:DP&A,1997.


Nathalia Leão Garcia
Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2017

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Homenagem ao dia dos professores! Parabéns a todos queridos professores heróis que me inspiram ! 🎉🎈🎊🎁
Por que Paulo Freire é tão odiado pela ignorância obscurantista e pelos fundamentalistas?

Porque sua obra é uma defesa da liberdade do pensamento, da alegria de conhecer e de viver, da experiência concreta do sujeito em sua mediação com a realidade e seu inerente empoderamento. Sua obra desmistifica o processo pedagógico pautado no mero caráter tecnicista, que apenas responde questões, mas não aprende a pensar e que assim cria corpos dóceis para a exploração do trabalho. Paulo Freire ratifica o espírito de esclarecimento de fomento da autonomia humana, ter não apenas coragem de pensar, ousar saber, mas também ter coragem de viver e coragem de saber. O obscurantismo teme o pensamento crítico, pois desnuda o arbítrio do autoritarismo ignorante. Só uma sociedade que sofre de indigência moral é capaz de estigmatizar a obra de Paulo Freire.

A sociedade alienada não tem consciência de seu próprio existir. Um profissional alienado é um ser inautêntico. Seu pensar não está comprometido consigo mesmo, não é responsável. O ser alienado não olha para a realidade com critério pessoal, mas com olhos alheios (FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, p. 35).

Viva Paulo Freire, viva a educação para a democracia

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A MEMORÁVEL FESTA DE ANIVERSÁRIO


Esta semana lendo a coluna da Martha Medeiros de domingo, deparei-me com as reminiscências da festa de aniversário inesquecível dela dos seus 10 anos em que relatou a realidade das festas de antigamente sem shows de Anitta, coreografias de funk e outras pirotecnias da era tecnobrega mas eram regadas a emoção de compartilhar com os pais e familiares queridos.

Esta leitura me fez entrar no túnel do tempo e relembrar a minha inesquecível comemoração de aniversário de 10 anos. Minha madrinha que era minha tia avó, solteira, independente e uma espécie de ídolo para mim resolveu me presentear com a minha primeira e única festa de aniversário na infância. As lembranças dessa minha história dão conta de mais um pretexto para fazer a minha terapia de passar a limpo as minhas impressões tatuadas na memória afetiva. Da série, lembranças da infância pré-histórica!

Faço aniversário em meio às férias de janeiro, com a debandada geral da cidade do Rio de Janeiro e no mês em que estoura o orçamento das famílias por conta dos gastos com Natal e ano novo e as fatídicas facadas do IPTU, IPVA e renovação de matrícula nas escolas.

Não era das mais populares na infância e aquele ano coincidiu com a mudança de escola particular para a pública. Eu era louca para “aparecer”, era falante, fazia teatro, dançava mas sempre na hora de apresentar-me a minha mãe arrumava uma quizumba e lá estava eu fora das festas, além do mais para o meu desespero, ela adorava dar show na porta da escola na entrada insultando os possíveis amigos com a declaração anti-social de que “ ninguém era bom o bastante para freqüentar a nossa casa”. Eu era por assim dizer, odiada por todos como uma unanimidade de antipatia! Arrumava assim muitas inimizades e encorajada por mamãe era uma aprendiz de lutadora de MMA! Vivia aos tapas com todos os colegas e vizinhos do bairro!

Os meus 10 anos foram ainda mais memoráveis porque minha avó Nadyr que me criou e é a responsável pelos meus melhores traços de humanidade e doçura na vida havia morrido às vésperas do Natal, um mês antes do meu aniversário.

Eis que a minha dinda Arlette que era irmã da minha avó falecida, para me compensar da tristeza organizou uma bela festa de aniversário na Confeitaria Colombo na Av. Copacabana extinta há décadas, hoje abriga uma luxuosa agência do Banco do Brasil.

Era um endereço mágico pra mim! Eu adorava a arquitetura e a decoração Art Decô! Sim , eu era um ET por me encantar com aquela “ velharia “ aos 10 anos!

Muito que bem, chegou o grande dia e a minha mãe me reservou o mimo de levar-me ao salão de beleza para fazer as unhas o que eu sonhava e ela sempre falava que era “coisa para mocinhas” e eu era uma pirralha mesmo lendo Machado de Assis e Jorge Amado feito gente grande! Ganhei também um lindo vestido de laise rosa feito sob medida para mim e sapatinhos de verniz de pulseirinha, parecia a Dorothy do Mágico de Oz!

A platéia que não chegava a 10 pessoas incluía minha mãe, minha irmã mais nova de 7 anos, a Dinda e algumas crianças, netos das amigas da minha madrinha. A minha vida social era um desastre!

No grande dia tão idealizado estava eu lá vestida como uma princesa naquele luxuoso “ palácio” com que sempre sonhei, mas estava muito triste porque sentia a falta da minha avó , do meu pai sempre ocupado que nunca estava presente, meu único tio e primos moravam em Petrópolis e eu me sentia só!

Dramática desde pequena eu sonhava em ser cantora lírica e a minha ópera predileta era Carmem que eu imitava debaixo da torrente de comentários desencorajadores de mamãe! Na hora do parabéns ao som do piano de cauda tocado pelo músico de casaca triunfal, refugiei-me no banheiro para chorar sem que ninguém me visse!

Tudo que eu queria eram os abraços dos ausentes que eu amava!

Até eu ingressar na Faculdade de Psicologia não costumava comemorar aniversário. Mas na UFRJ encontrei “a minha família aquariana” e passei a celebrar coletivamente e até hoje é a minha forma predileta de passar a data.

Este ano como de costume, estava trabalhando e descobri mais duas colegas que faziam aniversário na mesma data!

Já comemorei o meu níver de forma mais intimista “morando “ uma tarde toda numa grande livraria e foi um êxtase estar naquele lugar que povoa os meus sonhos!
Acredito que a data de aniversário é uma oportunidade para celebrar a vida e agradecer tudo que conquistamos!

Não há nada que substitua a presença das pessoas que amamos ao nosso lado, mas aprendi a não me render às lamúrias e enxergar o lado bom da vida em cada situação.
Trabalho com organização de eventos e adoro uma festa para compensar!

Apesar dos dramas, aquele aniversário de 10 anos na Confeitaria Colombo veio à tona como inesquecível, pois tive que aprender a lidar com as faltas, a frustração e a saudade e isto me tornou uma pessoa que super valoriza as amizades e as demonstrações de afeto.

Como dizia Ghandi, não existe um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho!


Nathalia Leão Garcia
A MEMORÁVEL FESTA DE ANIVERSÁRIO
A MEMORÁVEL FESTA DE ANIVERSÁRIO
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O INEXPLICÁVEL
Amar é precipício
Uma queda, uma vertigem.
Não há preparo prévio.
Somos iniciados sempre virgens.

O amor é rebelião desde a origem
É ele quem nos escolhe de início
sem pressa pra sua morada.
Se apossa da nossa alma como vício.

O amor não é escolhido
Seu preço é o desajuste
O desconserto é consentido.
E a perda das certezas embute
Não possui nem é possuído.

Quem retorna do amor desprevenido?
Visita as suas terras desavisado
se perde nos seus desertos e é punido?
Ainda retorna desse território desconhecido.

O amor tece o tom da vida
Desvela a epifania do destino
Subverte os códigos da partida
Mergulha fundo no desatino.


Nathalia Leão Garcia
O INEXPLICÁVEL
O INEXPLICÁVEL
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