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Renato Saldanha Lima
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" O sociólogo Wolfgang Streeck, professor do Instituto Max Planck, acredita que o sistema capitalista democrático do pós-guerra caminha para o seu fim. Para ele o casamento do capitalismo com a democracia está praticamente encerrado e há uma tendência de baixo crescimento, sufocamento da esfera pública, avanço da oligarquia financeira, da corrupção e da anarquia internacional."
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MARCO CIVIL DA INTERNET DEVERIA SER CIVIL MESMO, NÃO GOVERNAMENTAL

Fiquei sabendo que o Palácio do Planalto, tentando alimentar uma vibe nacionalista com olho nas eleições do ano que vem, quer capitalizar em cima dessa bobagem de espionagem (como se todos os Estados-nações, como estruturas desenhadas para a guerra que são, não fizessem isso). Para tanto, quer incluir no (chamado) Marco Civil a obrigação - inócua - de empresas de internet, como Google e Facebook, manterem um serviço de datacenter no país, uma espécie de banco de dados.

Um deputado do partido oficial (o partido do governo), chamado Molon, quer incluir na lei uma cláusula que autorize o governo a editar um decreto específico sobre o tema. Como assim? Um decreto? Não vai passar pelo legislativo?

O que é fundamental no marco civil - dentro das limitações impostas por um sistema regulatório que favorece as empresas e não a sociedade - é a neutralidade da rede. O que seria desejável, entretanto, é a liberdade de oferecer conexão. As empresas provedoras desse serviço não podem interferir - com a ajuda do Estado - para impedir que comunidades montem seus próprios serviços. Esta seria a perspectiva civil mesmo, não estatal (e, muito menos, governamental): não, não são a mesma coisa. Tem um vídeo rolando na internet que aborda, de passagem, esse problema. Recomendo: http://youtu.be/kE8cpSwqwzQ

A questão não é a espionagem estrangeira (como sugere esse tipo de nacionalismo que o governo quer estimular por razões eleitorais e outras): a questão é a espionagem do Estado (seja ele qual for, estrangeiro ou nacional), a vigilância e o controle do governo sobre os cidadãos. Ou por acaso o "nosso" Estado é menos Estado do que os outros Estados?

Ou democratizamos as ISP (Internet Service Providers), ou não há marco verdadeiramente civil. Este serviço deveria ser público (o que não significa estatal e sim social), ainda que serviços privados possam também coexistir (sem monopólio ou oligopólio). Democratizar, entretanto, é o único modo de publicizar.

É claro que a solução mais definitiva para tal problema serão as redes configuradas pelas próprias pessoas, as novas government-less internets que surgirão quando conseguirmos aperfeiçoar novos protocolos de reprodução em cascata apoiados em redes Mesh, com equipamentos pessoais capazes de emitir sua própria onda eletromagnética. Aí perderá relevância todo esse besteirol sobre direitos autorais (que raramente são autorais e sim "direitos" empresariais de uso patrimonial exclusivo), sobre soberania nacional (na verdade estatal, como se o Estado fosse um ente público, por mero efeito declaratório).
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Sensacional: Freud está vivo. Entrevista de Adam Philip.s
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vamos como sempre fomos

gosto de pensar no seu sorriso
com a alma e o espírito
abertos para a lembrança
do nosso amor
de infinitas mil multiplicidades

ele nem sempre foi
o mesmo
(que bom!)
nem ele nem ele aliás
nem o seu sorriso nem o nosso amor
ele e ele foram vários
como várias foram as dores
que cada um aplacou
com sua alegria
que têm causa
em você em você
em você em mim
em você em nós

todas as causas do nosso
amor estão no nosso
amor e isso é uma força

temos dores externas ao nosso amor
e também a ele internas
mas vamos como sempre
fomos amando e sorrindo
enquanto choramos e nos consolamos
até...
a dor parar
de doer porque nos modificou
o nosso amor
que se modificou todo com tudo
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nada e tudo, dois lados de um mesmo sólido que desmancha no ar.
Poesia das Ágoras: Olho do furacão
Poesia das Ágoras: Olho do furacão
poesiadoagora.blogspot.com
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O que há em maior número: as coisas que existem ou as coisas que não existem?
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Avisa aí: estamos saindo de uma ditadura cognitiva! E com a intoxicação que temos hoje temos baixa taxa de inovação, estratégia e colaboração.
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