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José Raphael Daher (Zé)
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Tento sempre olhar o mundo na perspectiva de um Ponto de Interrogação.
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Quando o GoogleNow vai parar de me sugerir matérias de Futebol para ler? Eu excluo todas que aparecem, peço para não mostrar mais a história, peço para não seguir mais tal jornal ... Parei de seguir o UOL inteiro por causa disso e o big brother. Google, coloque uma configuração de conteúdos a evitar! Eu não tolero futebol!!!

#euerasocialistaenãosabia - Episódio 3

"Empresas do Mal"

Estou eu aqui, ouvindo, através do YouTube, no tablet, as músicas do Tetris, não.. na verdade, os Hinos Soviéticos… Sim, caso não saiba, as músicas do Tetris são baseados em canções da “Grande Mãe Rússia”, que, provavelmente eu NUNCA conheceria, se não fosse o “Capitalismo Malvadão”, que, através da Nintendo (empresa Japonesa) trouxe um jogo antológico para o ocidente, com um pouco de cultura da Rússia por trás; o Kremlim e a Troyka, que eu posso ouvir a partir de um serviço gratuito (mesmo que com anúncios), usando um dispositivo inteligente (ambos estadunidenses).

Isso é apenas um pequeno exemplo de como o Capitalismo - não obstante todos os problemas que pode causar por causa do mal julgamento de alguns seres humanos...

Conseguiu aproximar culturas, em vez de dizimá-las. Conseguiu enriquecer o mundo em geral, em vez de fazer as pessoas mergulharem na pobreza. Trouxe abundância, em vez de diminuir as possibilidades de escolhas das pessoas.
(não acredita em mim? procure #dontapanic bbc no Google ou Youtube)

Mas vamos ao que interessa… Em mais um debate muito prolífico no Whats, eu conversava sobre as atrocidades cometidas por corporações como o Wallmart, a Nestlé e até a Zara, envolvendo trabalho em regime de semi-escravidão, ocultação de imigrantes ilegais, destruição de negócios em cidades pequenas (via lobby com prefeituras), apropriação imoral e dilapidação de recursos da natureza em comunidades pequenas e por aí vai.

Então, um grande amigo me disse: “Agora, Rapha, você vai me dizer que NÃO gosta de fazer compra no Submarino, Saraiva, Fnac etc? Você pode até escolher não consumir produtos de certas empresas por motivos morais, esta é uma escolha sua, mas a verdade é que: essa vantagem de comprar mais por menor preço, só veio através do Capitalismo, e mais: as pessoas (e até crianças) que hoje trabalham em regimes terríveis têm qual alternativa? Ficar nas ruas? Prostituição? Tráfico e uso de Drogas? Bela alternativa…”

Aos poucos, compelido pelo argumento difícil de refutar, eu fui pesquisando mais e notando que, apesar da situação hoje não ser ideal, ela estaria MUITO pior se a ideia socialista de que as empresas e fábricas devem ser todas estatais tivesse pegado. E hoje eu vejo o quão absurda é essa ideia!

Então a alternativa a:

você ter uma ideia, estudar por conta, se esforçar, fazer contatos, se associar voluntariamente, pegar empréstimos, abrir sua empresa, contratar pessoas, produzir, vender, lucrar, prosperar, crescer, falir, desistir, recomeçar, inspirar, gerar riquezas, é:

nascer e morrer em um estado onde suas ideias são propriedade do estado e do qual sair é crime, seu estudo é obrigatório e fornecido pelo estado, seu trabalho é escolhido pelo estado, você não poderá enriquecer e estará fadado ao pouco que o estado lhe fornecer e sua ideia terá sido espoliada e distorcida nas mãos de um estado que, se não corrupto, certamente incapaz de gerar riquezas.

(se pelo menos os governantes desses países também fossem obrigados a abraçar essa miséria, mas tudo bem… continuando)

Hoje o que eu acredito é:

liberdade é você poder ESCOLHER se vai comprar no Wallmart ou não, independente das práticas da franquia. Liberdade é uma cidade pequena poder protestar e escolher NÃO ter um Wallmart e privilegiar o mercado tradicional, ou fazer o oposto! Liberdade é você não concordar com as políticas de água da Nestlé e mesmo assim, se sentir completamente à vontade para ir na padaria e comprar um picolé desta marca, ou fazer um protesto nunca mais consumindo NADA dela. Liberdade é você poder saber que a Zara, mesmo importando roupas de países que usam trabalho semi-escravo ou infantil, está fazendo mais por esse povo, do que o estado onde elas nasceram, do que a sociedade local e do que seus pais.

(diferente dos países socialistas, onde TODO o trabalho é escravo e você não tem como escolher não tomar o leite feito por escravos, por “você”, na verdade. Onde todas as empresas podem fazer o que quiserem com os trabalhadores ou com os recursos da natureza, pois estão amparadas pelo estado, e você não vai poder escolher não apoiar, ou impedir que uma delas se instale na sua cidade. Duvida de mim? Procure sobre os Gulags, sobre as profissões em Cuba e Coréia do Norte)

Liberdade é eu poder escrever este post, você goste ou não, no MEU espaço virtual, publicamente, e você poder concordar, compartilhar, criticar ou repudiar, xingar e contra-argumentar.

Pois, convenhamos, criticar o Capitalismo usando Redes Sociais parece piada pronta.


#euerasocialistaenãosabia - Episódio 2


A Ditadura do Bem


Há uns dois anos, foi o ápice da minha esquerdice, baseada em uma tecnocracia, com o auxílio máximo da automação, da tecnologia da informação e internet.


Eu achava que era possível, através de um ou mais conselhos de autoridades científicas, determinar uma cartilha de hábitos saudáveis, seja no campo da alimentação, do ensino, da prática esportiva, dos cuidados com a saúde e prevenção de doenças, do trânsito e até no trabalho. E que assim se estabeleceria uma “Ditadura do Bem” onde uma gigante norma de conduta estaria à disposição do cidadão; seguí-la, significaria ser agraciado pelos cuidados do estado, por outro lado, não seguí-la lhe impediria de receber as benesses.


Só para dar um exemplo: ninguém impediria outrem de se drogar, de beber, de não seguir a dieta que os especialistas lhes sugerissem, porém, ao desenvolver algum tipo de doença por isso, você perderia seu direito à atendimento a mazelas decorrentes desses hábitos viciosos.


Se você por acaso se sente estranhamente tentado a pensar que isso seria uma coisa boa… Cuidado!

Você pode ter sido picado pelo Aedes Socialistus.


O que hoje eu sei ser impossível é existir uma, quiçá uma centena de mentes capazes de decidir o que é melhor para milhões de pessoas; tomando para si o monopólio da moralidade, da ética, dos bons hábitos e comportamento.


Como se alguma ditadura (do mal) tivesse começado diferente!


E não é isso que se tentou fazer, em todos os anos que a esquerda se infiltrou em nossa cultura? Tentar definir hábitos e costumes aceitáveis ou não, através do “Politicamente Correto”?


Algumas vitórias em prol da igualdade vem das lutas que a esquerda abraçou. Sim, eu reconheço isso. Mas não precisa se observar muito a situação atual para perceber que a esquerda passou do ponto.


Há algum tempo eu entendo que em uma sociedade, uma comunidade ou um agrupamento verdadeiramente livre, se busca igualdade de oportunidades, se abrem inúmeras escolhas de aprender, empreender, vencer e também se permite, por mais doloroso que isso possa ser, errar… E punir. E recomeçar.

#euerasocialistaenãosabia - Episódio 1

Há uns dois anos, discutindo com amigos no Whatsapp, um grupo de amigos da época da faculdade, eu apareci com uma ideia incrível! Uma ideia que salvaria completamente todos os trabalhadores do mundo! O único problema é que, até então, eu não entendia absolutamente NADA de economia.

Eu propus, com toda minha capacidade solidária e humanista que, todos os trabalhadores recebessem as "condições mínimas de vida" qualquer que fosse seu emprego, sua profissão, independente de quanto seu trabalho vale nos parâmetros de outrem.

Eu achava que assim, se todos ganhassem um sustendo igual, as pessoas finalmente trabalhariam apenas naquilo que verdadeiramente amavam, e não o fariam apenas por dinheiro.

Meu amigos logo refutaram que isso não se diferenciava em nada do salário mínimo, e eu insisti que sim! Que não seria um salário mínimo... Você não receberia dinheiro, você receberia os recursos, ou seja:

"Casa, comida, transporte... e até um mínimo de entretenimento".

Todos teriam o mínimo e, para se ter mais, um excedente, você deveria trabalhar mais horas ou produzir mais.

Digamos, você teria direito a uma TV de 24", para ter uma LED de 4K 60", você teria que compensar essa diferença, agregando valor ao seu trabalho.

E meus amigos refutaram que não! Que era impossível você, por exemplo, pagar ou oferecer o equivalente a, digamos, R$ 3mil para o chapeiro da padaria, mesmo que o trabalho dele fosse incrível, pois seria impossível não repassar este aumento para o produto, e por fim, para o consumidor. E que isso teria um efeito em cascata. Eu me recusei a compreender qualquer uma dessas coisas.

Na minha visão... Eles eram DESUMANOS! Eles estavam pensando apenas em lucrar e explorar! Carros, mulheres, Iates e 100mil dólares! Eles eram os desalmados, que queriam ver as pessoas sofrendo sem poder ter o que outros têm. Eu era o bonzinho, que queria que todos tivessem as mesmas condições finais da vida em sociedade.

E a discussão se estendeu por muitos dias... Até que eu finalmente consegui me livrar desse socialismo, desse esquerdismo, desse estatismo, desse varguismo, que estava entranhado... Falando por mim, sem que eu soubesse.

Revisitar estes pensamentos me fazem imaginar que é bem provável que Marx tivesse ideias semelhantes, se estivesse vivo hoje. E isso me assusta.

Continua...

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Livre Concorrência no ... dos Outros é Refresco

Estava eu em São Carlos, cidade que ainda não tem o Uber e precisamos pedir um taxi para ir até a Rodoviária.

O rapaz foi muito gentil, como muitos taxistas que conheço, pois utilizei por muito tempo, antes de conhecer o Uber. Começamos a conversar sobre o problema dos ônibus circulares de lá.

Sem me aprofundar muito, o prefeito usou-se das licitações para colocar uma empresa horrível, no lugar da outra que não era tão ruim assim, mas muitos criticavam. Quando ele terminou de expor suas opinões e soluções para o problema eu disse, e ele concordou veementemente:

"A solução é: Livre concorrência, acabar com toda regulamentação excessiva, acabar com as licitações (que nada mais são do que originadoras de cartel e monopólio legalizado) e deixar que várias empresas ofereçam seus serviços, e deixar o cidadão escolher voluntariamente qual ele acha melhor.

Essa conversa cheirava a Uber, mas eu mantive o bico calado sobre o assunto.

Quando estávamos chegando na rodoviária, o próprio taxista citou que em Campinas, para onde iríamos, havia Uber, e eu disse que sim, e que eu havia passado a Usar, depois de muito protelar, mas que era um serviço bom, interessante...

Então ele disse: "É, é bom para o usuário..." (claramente se referendo que ficou ruim para os taxistas)

E completou: "O problema é que você nunca sabe quem vai vir te pegar..." (como se o usuário de taxi conhecesse todos os taxistas da paróquia)

Aí a corrida se encerrou, e ficam duas lições...

Livre concorrência pode, mas não no meu setor!

E rodar com um desconhecido no volante pode, desde que seja um taxista, não um Uber.

Que lógica fantástica!

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When we reported that Nintendo was hosting an official concert in Tokyo after the Switch presentation, many of the comments seemed to be disappointed that they wouldn’t be able to attend the show. However, Nintendo has now announced they will be streaming…
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