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Leticia Borges
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Nada nem ninguém é mais importante do que nós próprios. E não devemos negar-nos nenhum prazer, nenhuma experiência, nenhuma satisfação, desculpando-nos com a moral, a religião ou os costumes.
Nada nem ninguém é mais importante do que nós próprios. E não devemos negar-nos nenhum prazer, nenhuma experiência, nenhuma satisfação, desculpando-nos com a moral, a religião ou os costumes.

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resíduos
Ainda que seja tarde, te escrevo para dizer que ando bem, é claro que ainda sinto saudade e amor, mas estou melhorando, ando tendo problemas maiores do que isso que chamo de vida sentimental. O que consigo dizer sobre o agora é que por dentro nada mudou de ...

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Um tanto do menos Parte I
          Quero falar sobre o indivíduo, o mínimo, ralo, o nada raro. Quero falar de mim, sem pedir perdão, a palavra  hoje me pertence... Estou tratando de mim, afinal: Cada um tem o divã que merece! Faço do meu desabafo escrito, algo que um dia há de me ...

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Cru!
Com a certeza do instante agora consigo dizer sem arrependimento que te amo. muito, pouco... não importa. A intensidade é relativa. A durabilidade, pouco importa. Quero-te o suficiente. Assumo minha teimosia, mas não confunda com capricho. Meu sentimento é ...

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Tempo de flor
Por delicadeza do tempo, te espero sem as lágrimas da partida. Engolindo o choro da espera. Pendurada nos ponteiros. Malabarismo dos segundos. A ideia atoa tem nome e sorriso. Teu sorriso... Atordoamento de flor...

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Além de um nome...
 Venha deslizando, desbocado, acabando-se entre serpentinas, sem pensar nos tais pecados. Quero teus lábios moles, tua pele morna sobre os meus poros em flor. Manso como sempre foi, brincando com os meus traços inventados, sendo um pouco meu, um pouco mund...

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Talvez o ultimo
  Como não morrer de amor? Se me digo única, preciso sentir o absoluto.   A inutilidade do extremo. O pecado enraizado. A flor que nem nasceu.   A dorzinha atrás do olho. Sentimento vivo, que quer mais e não assume. Negando o que Deus sabe. Negando o que ...

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A quebra do parafuso I
   Como dar nome ao desconhecido? Arrumar titulo para uma história com um só paragrafo. Ser alguém, antes mesmo nascer. Se corromper entre os tatos e ainda sim ser um.   Hoje estou matando o meu nome, Sim, a ideia do quê estou sendo prevalece viva, porém m...

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Lute!
 Patético falar sobre lutas  Quando tudo é falso  Inclusive a indignação.  Poupe-me dos gritos supostamente revolucionários. A mudança externa, depende da mudança psicológica de cada indivíduo.  Não somos de papel. A história foi escrita com tinta pastosa. ...

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Sem giros ou grilos
Flutuando nas finas anáguas, além mar. Engolindo palavras, sendo um, morrendo à toa. Sou todas as sensações. No fundo sou raso, ponto de uma ideia em flor: Confuso por existência. Profundo por ser um mundo. Planeta vago, sem giros ou grilos...

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Passando...
Agora amarrada ao tempo. Sem a desculpa de ser menina. Me intitulo vespa demente. Voando para lábios manchados. Deixando no espaço resíduos de antigos versos. Com o perdão da língua: Sou criança cadente. Com brilho de estrela roída. Beijando cantos minguant...
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