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Insitus Genética
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Além de entregarmos um laudo criterioso, fazemos contato com os médicos quando há anomalias ou alterações que merecem aprofundamento e discussão do caso.

Conheça o site: http://insitus.com.br/
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Em um futuro próximo, um simples exame de sangue poderá prever o risco de câncer de mama. Essa é a conclusão de pesquisadores da University College London.

Os cientistas estão desenvolvendo um método capaz de descobrir a doença precocemente através de um estudo de uma assinatura epigenética – a maneira como certos genes se expressam, ou como eles são “ligados” e “desligados” – presente em mulheres que tiveram câncer de mama, mas não apresentavam a mutação BRCA1.

Desde junho o teste está sendo avaliado em humanos. Para saber mais acesse: http://genomemedicine.com/content/6/6/47 (link em inglês)
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Brasileiras ajudam a descobrir molécula capaz de tratar câncer de pele

Uma molécula encontrada em uma bactéria marinha que pode ter papel significativo nos tratamentos de câncer, em especial no de pele tipo melanoma. A Pesquisa foi desenvolvida por um grupo de cientistas e contou com a participação de duas pesquisadoras brasileira, sendo publicada na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS).

A molécula chamada de seriniquinona foi isolada de uma bactéria rara do gênero Serinicoccus, coletada em sedimentos de praias da República de Palau, pequeno país insular da Oceania, e é capaz de reconhecer uma proteína presente principalmente nas células cancerígenas, a dermicidina, ativando série de processos de morte celular.

Saiba mais: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/09/brasileiras-ajudam-descobrir-molecula-capaz-de-tratar-cancer.html
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Segundo uma pesquisa das Faculdades de Odontologia e de Saúde Pública da USP, pacientes que consomem banana, laranja, maçã, tomate, alface e cenoura com frequência tem menos chances de desenvolverem câncer de boca ou orofaringe.
Participaram do estudo 296 pessoas com câncer de boca e outras 296 sem a doença. O carcinoma foi notado em maior número entre pacientes de baixas condições socioeconômicas e consumo reduzido de vegetais e frutas.

Leia mais: http://goo.gl/cVB7NJ
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A Sociedade Americana de Combate ao Câncer listou dez dicas para se prevenir da doença:

1 - Mantenha um peso adequado de acordo com o Índice de Massa Corpórea (IMC)*;
2 - Seja fisicamente ativo por pelo menos 30 minutos por dia;
3 - Evite bebidas com açúcar e diminua o consumo de alimentos muito calóricos;
4 - Coma cinco porções de frutas, verduras ou legumes todo dia;
5 - Limite o consumo de bebidas alcoólicas;
6 - Limite o consumo de carne vermelha e comidas processadas;
7 - Não use suplementos para diminuir o risco sem indicação médica;
8 - Limite o consumo de frituras e alimentos com muito sal;
9 - Não fume;
10 - Priorize alimentos naturais sem adição de agrotóxicos.
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Pergunta: Pessoas na minha família tiveram câncer, terei também porque o câncer é hereditário?

Mito - Em geral, o câncer não é hereditário. Há apenas alguns raros casos que são herdados, tal como o retinoblastoma, um tipo de câncer de olhos que ocorre em crianças. Entretanto, existem alguns fatores genéticos que tornam determinadas pessoas mais sensíveis à ação de carcinógenos, isto é, agentes que provocam o desenvolvimento de um câncer ou tumor maligno no organismo, o que explica por que algumas delas desenvolvem câncer e outras não, quando expostas a um mesmo carcinógeno ambiental. Mas, repetimos: o câncer não é comprovadamente hereditário.

FONTE: ONCOGUIA
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Tratamento reduz náuseas e vômitos durante a quimioterapia

Estudo apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) anunciou um novo tipo de tratamento para pacientes com câncer que necessitam de quimioterapia e sofrem com efeitos colaterais como náuseas e vômitos. O doutor e autor do estudo, Martin Chasen, explicou que o novo tratamento é baseado no fármaco cisplatino que reduz consideravelmente esses efeitos colaterais.

Ele afirma que o uso do fármaco representa uma diferença significativa na forma que as pessoas toleram a quimioterapia. O especialista ainda demonstrou que os resultados dos testes clínicos, em fase III, constataram que os pacientes não experimentam uma perda em sua qualidade de vida e, de fato, muitos mostram uma grande melhora.

Entenda mais sobre em: http://saude.terra.com.br/novo-tratamento-reduz-nauseas-e-vomitos-da-quimioterapia,6a6ab5d3187b8410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html
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Você sabe tudo sobre o câncer?
Faça este quiz elaborado pelos especialistas do A.C. Camargo Cancer Center e veja se você está por dentro do assunto!
http://www.accamargo.org.br/quiz-o-que-voce-sabe-sobre-cancer
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Conheça o nosso novo site!
O site da inSitus categoriza todos os exames que disponibilizamos para diagnótisco e monitoramento para doenças hematológicas e oncológicas.
www.insitus.com.br
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Em aproximadamente metade dos casos de melanoma há uma mutação no gene BRAF, um gene humano classificado como proto-oncogene (um gene normal que, em razão da mutação, se torna um oncogene, ou seja, capaz de, por exemplo, levar a maior proliferação celular). É sabido que a mutação mais comum do gene BRAF encontrada no melanoma é a V600E, uma alteração que é resultante da substituição do aminoácido valina (V) pelo ácido glutâmico (E) na posição 600 (códon) do gene BRAF. Esta mutação ativa a MAPKinase, uma importante via de sinalização intracelular que emite estímulos de proliferação para a célula. De acordo com os patologistas do Departamento de Anatomia Patológica do A.C.Camargo Clóvis Pinto e Mariana Macêdo, para saber se um determinado paciente tem esta mutação (uma informação fundamental para direcionar o tratamento), o patologista analisa a amostra do tumor, em geral do material proveniente da biópsia do diagnóstico, ou seja, do bloco de parafina. Do bloco de parafina é feita a extração do DNA do tumor e depois é realizado o sequenciamento da região de interesse do gene BRAF usando equipamentos de alta tecnologia. Um amplo caminho que é fundamental para identificar qual paciente com diagnóstico de melanoma poderá se beneficiar de uma terapia especialmente desenhada para inibir esta alteração.
O processo acima é um dos exemplos de oncologia personalizada, um conceito que consiste no direcionamento de modalidades terapêuticas para cada tipo de câncer, de acordo com o seu perfil histológico (origem, estrutura e funcionamento dos tecidos) e classificação molecular (genes responsáveis pelo desenvolvimento e comportamento da doença).
De acordo com a patologista do Departamento de Anatomia Patológica do A.C.Camargo, Mariana Petaccia de Macedo, no caso específico da mutação no gene BRAF, já foram desenvolvidas drogas como o vemurafenibe e dabrafenibe, que têm sido responsáveis por ganhos expressivos no controle da doença avançada. No entanto, sua atividade se restringe a tumores com a presença da mutação, sendo necessária a realização de testes moleculares para sua correta identificação. Além disso, esta classe de drogas pode ainda apresentar atividade em pacientes com metástases cerebrais, historicamente reconhecidos como locais de difícil penetração para os quimioterápicos convencionais.
Um dos maiores obstáculos está no fato de que muitos pacientes acabam desenvolvendo mecanismos de resistência aos inibidores do BRAF. Estima-se que 80% a 90% dos pacientes tratados vão desenvolver progressão da doença apesar do uso destes inibidores. Entre os mecanismos que levam resistência ao tratamento estão a reativação da via MAPkinase, que entre outros fatores pode se dar através da aquisição de novas mutações em outros genes envolvidos na via de sinalização. "O patologista pode atuar em conjunto com o oncologista clínico para auxiliar na redefinição do melhor tratamento para o paciente, com a possibilidade de pesquisar a presença de outras mutações no tumor que possam estar conferindo resistência ao tratamento ou alterações que sejam novos potenciais alvos terapêuticos", destaca o oncologista clínico do A.C.Camargo, José Augusto Rinck Jr.
Além do BRAF, outras mutações são conhecidas nos melanomas. Entre 15% e 30% dos melanomas há o gene NRAS mutado, alteração que ocorre na maior parte das vezes no códon 61 e, em menor proporção, nos códons 12 e 13. "Vale ressaltar que as mutações BRAF e NRAS não concomitantes, ou seja, a existência de uma, descarta a existência da outra", afirmam os patologistas. Além disso, assim como ocorre nos casos de GIST, a mutação no gene KIT também é encontrada em alguns melanomas, e neste principalmente no éxon 11 (58% dos casos), e também nos éxons 13 (26%) e 17 (16%).
"Estas alterações genéticas indicam vias distintas de desenvolvimento e progressão do Melanoma e com o avanço no desenho de drogas mais direcionadas a estas alterações, podemos fazer terapias mais específicas e com chances maiores de sucesso", afirma José Augusto Rinck Jr.
Os inibidores de BRAF foram um dos temas abordados no curso de Imersão em Oncologia Brasil/Itália - capítulo melanoma, realizado em 30 de agosto no A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo. O evento é promovido pela instituição paulista em parceria com o Istituto Nazionale Dei Tumori di Milano (IRCCS), da Itália. Durante o curso, que terá um total de seis capítulos em 2014, especialistas de diferentes áreas se reúnem em pequenos grupos para atividades in loco e discussão de condutas.
Entenda mais sobre a classificação dos melanomas, tratamento adjuvante e as indicações atuais.
http://www.accamargo.org.br/noticias/diferenciacao-dos-melanomas-possibilita-novas-terapias-para-os-tipos-mais-agressivos-da-doenca-/454/
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