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José Alves
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O De Havilland DH 98 Mosquito foi um avião britânico projetado como bombardeiro pela De Havilland, em 1938 e usado pela RAF durante e após a II Guerra Mundial. Era uma máquina inovadora, refletindo um pensamento não convencional tanto no conceito operacional quanto na construção. Teve por isso que superar uma forte resistência oficial antes de ser finalmente aceite para o serviço. Originalmente concebido como bombardeiro rápido e desarmado, o Mosquito foi largamente produzido em dezenas de versões que o tornaram uma das mais versáteis aeronaves da Guerra, como bombardeiro tático de baixa e alta altitude, avião de reconhecimento fotográfico, caça pesado, caça noturno, caça-bombardeiro, e avião de ataque marítimo. Uma das suas características diferenciadoras era a sua construção, quase na totalidade, em contraplacado de madeira, que o tornava leve e resistente, capaz de conservar a integridades estrutural mesmo após ter sofrido danos na estrutura e na fuselagem.
http://asasdeferro.blogspot.com/2018/07/dehaviland-dh-98-mosquito.html
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Panqueca voadora, Bolacha voadora, Disco voador ou Zimmer skimmer, foram os nomes usados para descrever os pouco ortodoxos Vought V-173 e Vought XF5U-1 desenhados por Charles H. Zimmerman durante a segunda guerra mundial. A pesquisa de Zimmermann levara-o a conceptualizar uma aeronave em forma de disco com grandes hélices que deveria ser capaz de descolar e aterrar em pistas curtas, manter a sustentação de voo a velocidades muito baixas, e ser capaz de atingir velocidades tão elevadas como as melhores aeronaves convencionais da sua época, permitindo simultaneamente uma elevada manobrabilidade.
O sucesso do Vought V-173 construido como prova de viabilidade do conceito, chamou a atenção da US Navy, que contrataria a Vought para a construir o protótipo de um caça com as mesmas características, o Vought XF5U-1. Embora tenham sido construidos dois protótipos, os atrasos, resultado de inúmeras dificuldades técnicas, e a redução do orçamento da US Navy após o fim da guerra conduziriam ao cancelamento do programa de desenvolvimento antes que o XF5U tivesse oportunidade de demonstrar se era ou não viável.
http://asasdeferro.blogspot.com/2018/06/vought-xf5u-panqueca-voadora.html

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O Eagle Transporter é uma nave espacial ficcionada pela série televisiva britânica Espaço 1999. Os Águias eram os veiculos primários que serviam a base Lunar Alpha inicialmente como veiculos de ligação à Terra e após a catastrofre de 1999 passaram a ser usadas para explorar planetas alienígenas, defender a base Alpha de ataques, e transportar suprimentos e outros itens de e para a Lua. O modelo da série foi projetado por Brian Johnson , que havia trabalhado com Gerry Anderson no Thunderbirds em meados dos anos 1960 e havia produzido a nave espacial para o filme de 1968, 200 Odisséia no Espaço.
Este modelo foi integralmente projetado por mim, inicialmente em LDD e posteriormente construido fisicamente com partes adquirida através do BrickLink.

Sobre esta construção:
- Esta construção é composta por 1418 peças Lego.
- E estruturalmente sólida
- O grau de dificuldade de construção 4 (de 1 a 5)
- A construção é modular tal como o veiculo da serie, um modulo base central que acomoda o contentor de transporte amovivel, o modulo dos motores e o modulo de comando ambos amoviveis da estrutura cental do veiculo. O modulo de comando pode se acoplado ao modulo dos motores para formar um veiculo de emêrgencia (uma configuração vista num dos episódios da serie). O modulo de comando com lugar para duas minifig tem alguma dificuldade de construção uma vez que obdece a uma simetria em dois eixos (vertical e horizontal) sem studs visiveis
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O primeiro jato VTOL (Vertical Take-Off and Landing) operacional foi o Hawker-Siddeley Harrier Britânico que realizou o primeiro voo em dezembro de 1967. Porém ao contrário do que poderia parecer se houve um país que investiu seriamente na tecnologia VTOL durante a década de 1960, esse país foi a RFA (Republica Federal Alemã).

Neste período os alemães desenvolveram três aeronaves VTOL, o caça supersónico EWR VJ 101C, o transporte tático Dornier Do 31, e o caça tático VFW VAK 191B. Os vários protótipos construídos provaram a viabilidade da tecnologia e concretamente o Dornier Do 31 demonstrou capacidade para ser operacionalizado porém o interesse pelo conceito VTOL, arrefeceria, e consequentemente desenvolvimento das aeronaves cessaria.

Tal como muitos outros dos primeiros projetos de VTOL, eles eram tecnicamente viáveis, mas considerados bastante difíceis de manter em uso operacional, por isso nunca entraram em produção embora apontassem um caminho possível para o futuro.
http://asasdeferro.blogspot.pt/2018/04/prototipos-de-aeronaves-vtol-vertical.html
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Talvez nenhum outro avião militar tenha feito mais história que o Lockheed U-2, um avião de reconhecimento norte americano operado desde finais da década de 1950, inicialmente, parte de um programa secreto da CIA (Central Intelligence Agency) e depois pela USAF( United States Air Force) . Projetado como um avião espião, com um teto de operação de cerca de 21000 metros, foi largamente usado na Guerra fria em missões clandestinas sobrevoando territórios da União Soviética, China, Vietname e Cuba, tendo protagonizado alguns dos episódios mais perigosos daquele período, como o abate de Gary Powers em 1960 sobre a União Soviética por um míssil terra-ar (SAM) ou do Major Rudolf Anderson, Jr durante a crise dos mísseis de Cuba em 1962.
Mais recentemente os U-2 operaram em quase todos os conflitos regionais, incluindo Iraque e Afeganistão como suporte às diversas operações multinacionais da NATO fornecendo informação operacional sobre as áreas em conflito. É também usado pela NASA para inúmeros fins científicos, incluindo a calibração de sensores de satélites.
http://asasdeferro.blogspot.pt/2018/04/lockheed-u-2-dragon-lady.html
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O Vought F6U Pirate foi o primeiro caça a jato da empresa Vought, concebido para a US Navy (Marinha Norte Americana) durante a segunda metade da década de 1940. Embora pioneiro na utilização de um motor turbojato com um pós-combustor num caça naval e na utilização de materiais compósitos na sua construção, a aeronave demonstrou uma fraca potência e foi considerada inadequada para combate. Das 33 unidades construídas nenhuma foi integrada em esquadrões operacionais, sendo relegadas para funções de desenvolvimento, teste e instrução e retirados de serviços em 1950, três anos apenas após o voo do primeiro protótipo.
O F6U Pirate teria sido o primeiro caça puramente a jato da US Navy e, apesar de não ter sido bem sucedido, abriu o caminho para os futuros caças navais a jato, dando à Vought a experiência que lhe permitiria, no futuro, desenvolver alguns dos melhores aviões baseados em porta-aviões das décadas seguintes (com a exceção do F7U Cutlass, também ele fracassado, mas que contribuiu de forma indelével para a introdução de novas soluções de design e novas tecnologias na aviação naval).
http://asasdeferro.blogspot.pt/2018/01/vought-f6u-pirate.html
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O Vought F7U Cutlass foi um caça naval a jato, que pretendia ser de elevado desempenho, desenvolvido e construído pela Chance Vought para a US Navy a partir do final da Segunda Guerra Mundial. Projetado por Rex Beisel, também responsável pelo F4U Corsair, o F7U apresentou-se com um design único, asas enflechadas numa fuselagem "sem cauda", munido de, novos, inovadores e não testados recursos, que o tornavam bastante avançado para o seu tempo. Foi o primeiro caça que incorporou no seu projeto sistemas de controlo totalmente hidráulicos com um sistema de "sensação artificial" e um sistema de estabilização automática. Porém a inexistência, à época, motores suficientemente potentes, as deficiências estruturais e as inovações ainda pouco confiáveis, atormentariam toda a sua curta vida operacional, marcada por inúmeros acidentes. Entre 1948 e 1955 foram produzidas 320 aeronaves F7U, um quarto das quais seriam destruídas em acidentes operacionais, uma taxa tão elevada de acidentes que a US Navy as começaria a retirar de operação em 1956.
http://asasdeferro.blogspot.pt/2018/01/vought-f7u-cutlass.html
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O Heinkel He 280 foi o primeiro caça do mundo impulsionado por motores a jato. Desenvolvido no decorrer da Segunda Guerra Mundial, foi o resultado natural do sucesso do demonstrador de tecnologia Heinkel He 178, o primeiro avião com motor a jato a voar. Foram construídos nove protótipos mas apesar de ter design muito avançado relativamente ao caças seus contemporâneos, em 27 de Março de 1943, o Reichsluftfahrtministerium (RLM), tomou a decisão de abandonar o seu desenvolvimento por consideração à superioridade técnica demonstrada pelo Messerschmitt Me 262. Esta decisão foi mais uma de um conjunto de más decisões do RLM que entre 1941 e 1943 fora incapaz de ver o potêncial do He 280. Tivesse o RLM apoiado de forma mais sólida o desenvolvimento do He 280 e do motor HeS 8A para o qual fora projetado, a aeronave da Heinkel teria eventualmente entrado em produção e chegado às linhas da frente, um ano antes do Messerschmitt Me 262, eventualmente permitindo à Luftwaffe manter a superioridade aérea sobre a Europa, uma vez que os aliados não dispunham nesse momento de nenhuma aeronave comparável.
http://asasdeferro.blogspot.pt/2018/02/heinkel-he-280-o-primeiro-caca-jato.html
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North American T-6 Texan (também designado Harvard, Yale, T-Bird, Mosquito, ou simplesmente T-6 ou SNJ) foi um avião de instrução criado durante o final da década de 1930, posteriormente construído em grande número e utilizado por mais de 55 forças aéreas de países de todo o mundo até meados da década de 1970. Foram construídas 15495 unidades de T-6 em diversas versões pela North American Aviation e por empresas não Americanas sob licença nomeadamente a canadiana Canadian Car & Foundry (outras fontes indicam números de produção de 17096 unidades, 20110, ou 21342 considerando neste caso todas as variantes derivadas do NA-16). Embora construído para instrução básica o T-6 acabaria por desempenhar funções de combate, nomeadamente missões contrainsurgência (COIN) em alguns conflitos regionais na segunda metade do Seculo XX, depois de participar ativamente nos três últimos grandes conflitos do Século, Segunda Guerra Mundial, Guerra da Coreia e Guerra do Vietename. Apesar disto o T-6 Texan é conhecido fundamentalmente per ter sido um excelente avião de instrução responsável pela formação de centenas de milhares de pilotos ao longo de cinco décadas.
http://asasdeferro.blogspot.pt/2018/01/north-american-t-6-texan.html
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O HAL Tejas é o segundo caça supersónico desenvolvido na Índia, depois do HAL Marut. É um caça a jato leve polivalente desenvolvido pela Aeronautical Development Agency (ADA) e Hindustan Aeronautics Limited (HAL). A aeronave, que apresenta uma configuração de asa delta sem cauda que lhe confere uma elevada capacidade de manobra, resultou do programa LCA-Light Combat Aircraft (aeronave de combate leve), que começou na década de 1980 tendo por objetivo a substituição dos MiG-21 indianos, e foi oficialmente denominada por Tejas (que significa esplendor em sânscrito), em 2003 pelo então primeiro-ministro Atal Bihari Vajpayee.A Força Aérea Indiana (IAF) prevê adquirir 294 Tejas incluindo 20 aeronaves de instrução, enquanto que a marinha indiana prevê adquirir até 40 Tejas numa versão navalizada da aeronave para substituir os seus Sea Harrier FRS1 e Hawker-Siddeley Harrier. Prevê-se que a entrega de aeronaves à IAF ocorra a partir de 2016 numa cadência de 8 a 16 aeronaves por ano.
http://asasdeferro.blogspot.pt/2016/06/hal-lca-tejas.html
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