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Fausto Ramos - Soluções Interativas
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TOP 5 VANTAGENS EM SER PUBLICITÁRIO

5- Estar Sempre Conectado

Não são todas as profissões que utilizam o pc como ferramenta de trabalho. E das que usam, nem todas são bem-vindas a comunicação de redes pessoais no local de trabalho. Hoje temos muita coisa acontecendo ao redor do mundo que não pode simplesmente deixar de lado, ainda mais numa área de comunicação.

Estar conectado também agiliza muito na hora de receber uma informação. Qualquer blog ou portal, por exemplo, é muito mais fácil divulgar uma notícia do que na televisão ou outro tipo de midia. Quem deixa de lado esse invento, só tende a perder com isso. Ainda mais depois a invenção do feed.

4- Roupas

Roupas é uma espécie de bônus nessa profissão. Como qualquer outro curso da comunicação, um publicitário também precisa ter uma boa aparência, e sobre tudo, ter um bom visual. Se você não é sem noção, pode muito bem adotar qualquer estilo sem preconceito algum: mod, indie, brit pop, punk, rock, “dus mano”.

Aqui não interessa muito o que ou como vestir, mas sim utilizar a roupa que você se sinta bem. Claro que também não precisa ir com “uns panos da hora” visitar ou almoçar com um cliente. Bom senso minha gente, como pra tudo, né?

3- Ser Tranquilo

Normalmente, publicitários são pessoas calmas. Trabalham sim com prazos, metas, negociações, stress, mas no geral são calmos. Talvez seja por causa do espírito da agência, por estar envolvido com cultura, gostar de arte, não sei. A coisa vai por aí.

O que sei é que isso é muito bom. Trabalhar com pessoas que sabem respirar e não cobrar apenas coisas idiotas, creio ser muito bom. Quando estiver trabalhando em uma agência de verdade, comunico por aqui como isso funciona.

2- Criar

Todo publicitário cria. E quando cria só surge uma única palavra para isso tudo: brainstorm. Por causa desta tempestade cerebral, onde tudo é válido e pensado antes de ser levado a uma peneira, o cara cria e pensa bastante. Pelo menos, deveria. Esse é mais um diferencial das outras profissões: lidar com uma criação.

Na maioria das vezes não é nada sensacional e revolucionário, e sim, mais um outdoor, banner na web ou campanha. Aí está o diferencial de profissionais: ter preguiça de pensar algo novo e sempre repetir a mesma coisa. Estamos falando da área de criação, não? Então vamos colocar essa cabeça pra funcionar!

1- Planejar

Assim como na criação, é preciso fazer a velha e querida brainstorm. Aqui é onde a maioria das pessoas não atribui ao profissional de comunicação o planejamento, pois está mais do que manjado e datado que publicitário é sinônimo de criação.

Mas é aí onde tu sabes que a campanha de tal cliente está ou não funcionando. Os objetivos estão batendo? A monitoração está certa? Atingiu realmente o público alvo? Metas estão sendo batidas?

via leitedevaca.com

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1º de fevereiro, FELIZ DIA DO PUBLICITÁRIO!!!!
A nós todos profissionais, que amamos o que fazemos!
Publicitário, profissional de tanta importância que se encaixaria em qualquer outra situação.
O bom publicitário tem que ser um ótimo jogador, driblar todos os desafios.
Pintor infálivel, sabe a cor certa a ser usada naquela peça, e não na parede.
Bombeiro, capaz de apagar muitos incêndios.
Cirurgião plástico, com um software na mão faz tanto milagre que invejaria ate Pitangui.
Modelo, tem que saber seduzir como ninguém.
Delegado, não pode prender pessoas, mas tem a obrigação de prender a "atenção" das pessoas.
Ótimo vendedor, vende suas idéias como ninguém.
Maestro, para criar simetria de sua equipe.
Pisicólogo, se não entender a cabeça e as influências humanas está perdido.
Chato, se for fazer alguma pesquisa com você, você só não manda a merda porque você é educado e entende que é o trabalho dele.
Economista, tem que saber investir direitnho a verba que o cliente deixou na sua mão.
Palhaço, muitas vezes faz você rir muito.
Um bom advogado, defendendo suas idéias para não causar confronto com o cliente ou algum colega.
Jornalista, porque se não souber escrever vai ser artista plástico.
Político "às vezes", tem que dar aquela enroladinha de vez enquando,senão não dá.
Criativo? Óbvio!
Vaidoso, podem não parecer, mas todos são.
Muitas vezes um mordomo. Quando todos forem almoçar e você tem que ficar terminando algum trabalho que era pra ontem, será você que irá atender a porta e o telefone.
Poeta, tem que sonhar sim.
Executivo, ser racional é importantissimo.
Não é santo, mas faz milagres.
Arriscar como apostador de bolsa de valores.
Cautelar como um motorista de carro funerário.
E taxista porque não?! senão tiver bom relacionamento com o cliente ele nunca mais volta.
O Publicitário é acima de tudo isso, apaixonado pelo que faz.
Texto por Gabriel Maluf Jacob

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www.peachtreecommodities.com
Mais um projeto finalizado. Reformulação do site da empresa Peachtree Commodities, localizada em Marietta, Georgia, EUA.

Peachtree Commodities is a leading provider of organic products sourced from Brazil.
The company is comprised of traders and producers with over 100 years of experience in sourcing, trading and supplying products to the wholesale and mass retail markets.
Our objective is to source and import only the best natural and organic products form established producers that have a passion for the most modern natural and organic agricultural processes.

Started in 1980 agriculture, sugar cane production, ethanol production and green energy generation.
35000 hectares sustainable agriculture, 7000 hectares organically certified.
Certified ISO 9000, ISO 140001, ISO 2200, GMA-SAFE, BASC, IBD, KOSHER.
Mill employes 2800 during the Sugar Cane harvest.
Family run company established in 1970.

# Mission
Self-sustainable operations focused on the environment and social infrastructure.

# Certifications
• Kosher Certification
• GMA-SAFE Supplier Audits for Food Excellence
• HACCP Organic Flow Chart
• ISO 9001, 2000
• ISO 14001, 2004
• Certificado JAS Industria – 2009
• Ecosocial 2010

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Mais 1 seguidor(a)@pensareducacao Seja bem vindo(a).
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Calendário de imunização infantil terá mais duas vacinas
A partir do segundo semestre, mais duas vacinas farão parte do calendário de imunização das crianças. As novidades são a inclusão da vacina injetável contra a paralisia infantil e a pentavalente, que imunizará contra cinco doenças e substituirá a tetravalente.

A entrada no calendário de imunização da vacina injetável contra paralisia infantil não vai implicar a retirada da dose em gotinhas da lista. A diferença entre as duas é que a vacina injetável usa o vírus morto e, a segunda, o vírus vivo atenuado (mais fraco).

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a vacina injetável diminui os riscos da criança sofrer eventos adversos após a vacinação, como uma paralisia infantil pós-vacinal. O efeito é raro, mas passível de acontecer. Em 2011, foram detectados dois casos suspeitos de paralisia infantil pós-vacinal no país. A vacina injetável tem maior eficácia nas primeiras doses em comparação à oral.

Segundo o ministro, a vantagem da vacina oral é proteger um grande número de crianças, mesmo quem não foi imunizado. “A vacina oral causa um efeito rebanho. Mesmo as crianças não vacinadas, são protegidas quando vacinamos várias crianças. A oral é eliminada nas fezes da criança e, nos locais onde há pouco saneamento básico, causa um efeito de proteção no ambiente”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. A injetável será aplicada nos bebês com 2 e 4 meses de idade e, a oral, no reforço aos 6 e 15 meses.

Com a vacina antipólio injetável, o campanha contra a paralisia infantil em 2012 muda. Em vez de duas mobilizações nacionais contra a doença, na primeira etapa da campanha, prevista para 16 de junho, as crianças com menos de 5 anos de idade vão tomar a vacina oral, independentemente de terem sido vacinadas antes. Já na segunda fase, em agosto, os pais devem levar os filhos para tomar outras vacinas que estiverem atrasadas. Quem tiver perdido o cartão, pode procurar o posto, mesmo sem o documento, para atualizar as vacinas.

A injetável tem sido adotada em países sem registro de casos de pólio. O Brasil não tem caso da doença há mais de 20 anos. No entanto, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) recomenda que as nações mantenham a vacinação oral até que a pólio seja eliminada em todo o mundo. Em pelo menos 25 países, o vírus continua a circular e a doença é considerada endêmica.

Já com a inclusão da vacina pentavalente, o objetivo é imunizar a criança contra cinco doenças em uma única dose: difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo B e hepatite B. Os pequenos serão vacinados aos 2, 4 e 6 meses de idade. Atualmente, as crianças tomam a tetravalente, contra quatro doenças, e também a vacina contra a hepatite B.

Será mantido o reforço de difteria, tétano e coqueluche, sendo o primeiro a partir do primeiro ano de vida e o segundo, entre 4 e 6 anos de idade. O récem-nascidos devem continuar recebendo a primeiro dose da vacina contra hepatite B nas primeiras 12 horas de vida para evitar a transmissão vertical da doença, de mãe para filho.

via Agência Brasil

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Essa é a para o pessoal da área de saúde... Quer ganhar uma bolsa de pós-graduação? Ainda não está participando da promoção? Está esperando o que? Veja o regulamento em http://goo.gl/eEwnf

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Conheça os 10 erros fatais em uma entrevista de emprego.
Consultores dizem o que pega mal na conversa com o entrevistador.
Conheça os 10 erros fatais em uma entrevista de emprego.
Consultores dizem o que pega mal na conversa com o entrevistador.

O sucesso de uma entrevista de emprego pode depender de alguns detalhes. Uns pequenos, outros nem tanto assim. Uma roupa mal escolhida, uma frase dita fora de hora... Para ajudar você a ser melhor sucedido nas próximas seleções, o Universia consultou diversos especialistas em recrutamento e seleção que falaram, afinal, o que põe tudo a perder quando você está frente a frente com o entrevistador. Confira os dez erros fatais na entrevista de emprego!

Chegar atrasado
"Chegar atrasado numa entrevista, além de desorganização, demonstra que o candidato não está dando o devido valor à entrevista. A displicência com o horário mostra que você não priorizou tal compromisso em sua agenda. Além disso, fazer uma pessoa esperar é falta de respeito. Tempo é um recurso escasso, logo, deve ser bem aproveitado. Caso você, por algum motivo, atrase na entrevista, informe imediatamente o entrevistador. Verifique se é possível passar um candidato na sua frente, ou, se necessário, remarque a entrevista. Se você chegou no horário, mas tem compromisso para mais tarde o ideal é avisar o entrevistador de antemão. Não faça a entrevista na correria para não se sentir pressionado. Isso pode prejudicar seu desempenho."
Wander Mendes, professor e consultor na área de Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico da FGV-PR (Fundação Getúlio Vargas do Paraná).

Usar roupas informais demais
"Hoje em dia, os jovens são muito despojados. Na faculdade, não há nada de mal nisso. Agora, para a entrevista de emprego, não custa melhorar um pouco o visual. Isso não quer dizer que todo candidato a estágio ou jovem recém-formado deva vestir terno e gravata ou, no caso das meninas, tailer e scarpin. ? preciso saber escolher a roupa e adequar o vestuário a cada tipo de empresa. Uma agência de publicidade, por exemplo, permite um visual mais informal. Agora, se a entrevista é para uma instituição financeira, é óbvio que o candidato terá de seguir a regra básica: esporte fino. Lembre-se: o que deve prender a atenção do entrevistador é o seu conteúdo e não a 'embalagem', portanto, jamais vá para a entrevista de chinelo, regata, roupa decotada, barriga aparecendo, saia curta ou short."
Marisa Silva, consultora de Recursos Humanos da Career Center

Não saber nada sobre a empresa ou o setor
"É muito comum que os candidatos partam para a entrevista de emprego sem saber sobre a empresa em questão ou sobre o setor em que ela está inserida, quando na verdade, ele deveria estar munido do maior número de informações possível. Se a empresa de recrutamento não divulgar qual é a companhia que está em busca de candidatos, ela deverá, ao menos, informar sobre o setor. Tem mais chance de sucesso o candidato que sabe se posicionar na entrevista porque domina o assunto trabalho, em detrimento daquele que não se deu ao trabalho de pesquisar mais sobre a empresa em questão. Sempre repito isso para meus alunos: informação nunca é demais."
Jaqueline Mascarenhas, consultora de carreira do Ibmec Minas Gerais

Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
"O discurso mais adequado para uma entrevista é aquele em que o candidato consegue ser objetivo, responder as perguntas do entrevistador, expor seu ponto de vista quando é convidado a fazer isso e perguntar, com tato, detalhes sobre a vaga. No meio do caminho, porém, é muito comum que os candidatos façam uso de gírias e regionalismos na hora de tirar suas dúvidas. O linguajar é um detalhe importante, dependendo das expressões utilizadas, o discurso demonstra certa imaturidade do candidato. O ideal é responder as perguntas com calma, ter tempo para pensar e expor suas idéias com tranqüilidade. Este, aliás, é outro problema grave de muitos discursos. Tem candidato que fica tão nervoso na hora da entrevista que dispara a falar e quando percebe já mudou de assunto e não respondeu a pergunta do entrevistador. Isso é muito ruim, já que o ritmo da entrevista é um fator importante."
Marco Túlio Rodrigues Costa, professor de Aspectos Comportamentais Éticos de Gestão de Pessoas da FGV-BH (Fundação Getúlio Vargas de Belo Horizonte)

Mentir sobre suas qualificações
"Mentir na entrevista é o mesmo que dar corda para se enforcar. Inventar cursos, referências e pequenos sucessos colocam o candidato numa situação vulnerável porque, caso seja contratado, terá de sustentar essa inverdade por muito tempo. E como diz o ditado: mentira tem perna curta, hora ou outra seu deslize será descoberto. Aí o prejuízo será bem maior. Uma vez que seu superior descobrir que você não tem as habilidades destacadas na entrevista, perceberá que seu perfil não atende às necessidades da empresa, e mais, que errou ao apostar em sua seleção. Ao ser contratado, o indivíduo precisa ter claro que convenceu o recrutador de possuir determinadas competências. Ao mentir, não só estará provando que não as tem como atestará sua falta de caráter ao faltar com a verdade. Isso deixará o recrutador descontente duas vezes e poderá resultar em demissão comprometendo, inclusive, futuras recomendações."
Gustavo G. Boog, diretor da Boog Consultoria

Falar mal do emprego ou do chefe anterior
"Mesmo que esteja com raiva da empresa ou do chefe antigo, jamais fale mal deles na entrevista de emprego. Essa atitude é vista com maus olhos por 99,9% dos recrutadores. Na entrevista de emprego, o recrutador não está interessado em ficar por dentro de 'pendengas' cujas pessoas e razões ele simplesmente desconhece. Seu objetivo é investigar de que maneira seu perfil profissional e suas qualificações poderão ser úteis para a empresa. Caso você vá logo partindo para o discurso de que estava infeliz no emprego anterior porque seu chefe o perseguia, além de desviar o foco da entrevista, estará levantando questões que podem levar o recrutador a repensar sua contratação. Afinal, numa situação de conflito, é preciso avaliar a parcela de culpa de ambas as partes. Além disso, falar mal da empresa ou do antigo chefe revela uma postura antiética de sua parte, pois se tratam de segredos e detalhes de um negócio do qual você não faz mais parte. Mas, atenção: isso não quer dizer que você deva mentir, e sim, contornar a situação. Uma boa saída é dizer que saiu da empresa por estar em busca de novos desafios profissionais."
Maria Bernadete Pupo, gerente de Recursos Humanos da Unifeo e professora da FAC FITO

Disputar espaço com o entrevistador
"Para disfarçar o nervosismo, tem muita gente que acaba partindo para o ataque e disputando espaço com o recrutador durante a entrevista. Para driblar a insegurança, ele acaba querendo fazer pose de sabido a fim de triunfar sobre o recrutador. Isso tudo, porém, é muito mais que previsível para quem trabalha com Recursos Humanos. Aí, das duas uma: ou você perde a vaga porque o recrutador percebe sua insegurança por meio de uma postura imatura de quem está na defensiva, ou acaba sendo eliminado pela prepotência e o excesso de arrogância que esse comportamento demonstra. Por isso, não entre numa disputa direta com o recrutador. Espere, escute e, aí sim, faça suas considerações, sempre com humildade."
Mariá Giuliese, diretora-executiva da Lens Minarelli e especialista em análise e aconselhamento de carreira

Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
"Na hora de 'vender seu peixe' ponha o ego de lado e não em primeiro lugar. O discurso não pode estar recheado de "eu fiz"; "eu consegui"; "eu conquistei"; e "eu realizei". Quando você coloca todas as conquistas em primeira pessoa pode soar presunçoso para o entrevistador. Até porque, na maior parte das empresas, os projetos e as realizações não são fruto do trabalho individual, mas sim, de uma equipe. Na hora de destacar seus feitos, procure valorizar sua participação em um projeto de sucesso implementado por uma equipe, e a partir disso, destaque como foi sua atuação para que ele fosse bem-sucedido. Lembre-se: egocentrismo não é uma característica admirada pelos contratantes. Para não cair nessa, vale treinar na frente do espelho. Olho no olho, com segurança no discurso. Um pouco de bom humor também ajuda. Existe uma tese que diz: quando você sorri, se desarma internamente e se torna mais receptivo."
Irene Ferreira Azevedo, professora de Liderança da BBS (Brazilian Business School)

Não perguntar nada durante a entrevista
"Não é porque você está fazendo uma entrevista que sua participação na conversa deve se limitar a responder o que o entrevistador pergunta. Por timidez ou insegurança, muita gente sai com dúvida da entrevista e isso é ruim. Caso o recrutador não mencione, é sua obrigação perguntar detalhes sobre a rotina de trabalho e benefícios. Porém, isso não significa que você deve incorporar o perguntador chato. Caso a explicação sobre a vaga não tenha sido suficiente para esclarecer suas dúvidas, pergunte com bastante delicadeza novamente: 'Desculpe-me, não ficou muito claro para mim'. Agora, se mesmo assim restarem dúvidas, deixe para outra ocasião. Perguntar sobre o salário não é uma coisa ruim, desde que você não se preocupe só em saber quanto será a remuneração. Procure se informar sobre outros detalhes para não mostrar que está interessado só no dinheiro."
Cristiane Cortez, consultora de carreira do IBTA Carreiras

Demonstrar desequilíbrio emocional
"Não é segredo para ninguém que o nervosismo pode atrapalhar, e muito, nos momentos decisivos. Na entrevista de emprego não poderia ser diferente. O candidato pode até ter o perfil ideal para a vaga, mas se deixar a tensão dominá-lo no momento em que precisa deixar claro suas qualificações, sua chance pode ir por água abaixo. O desequilíbrio emocional demonstrado pela insegurança e o nervosismo pode dizer ao recrutador que você não está pronto para assumir uma grande responsabilidade. Por isso, evite cometer erros como: levar um acompanhante para esperá-lo após a entrevista, inflar seu discurso com comentários negativos ou colocar-se em uma posição de vítima frente adversidades. Se você tem um bom currículo e suas características correspondem ao perfil da vaga, não há motivo para se preocupar."
Priscila Lara, consultora de Recursos Humanos do Grupo Foco

Fonte: Universia Brasil

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