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Jo Fagner
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No Brain, No Gain! Work your mind, b*ch!
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Vamos de Cinema? Indico esse lindo curta-metragem e te convido a entender conceitos sobre "família" nessa história do Daniel Ribeiro. Tem no YouTube. "Café com Leite" e sua contribuição para o debate sobre #família no Brasil: Leia mais e assista em http://on.fb.me/1N1P2Vk. 
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CLOSY - BAILE DE FAVELA GOURMET
Mercado GLS; Pluralidade LGBT; Representatividade

https://medium.com/@jofagner/quem-%C3%A9-que-faz-teu-closy-11a932e9851d#.1axbztgq4

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Gênero é essência humana? Natureza divina? Como então explicar as diferentes construções sobre ser homem/mulher em sociedade?

Vamos ler e refletir um pouco em http://on.fb.me/1M6F8Nc.
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~mulher original, de fábrica~ (???)
— E AGORA, BEAUVOIR?

Muita gente tem no discurso o hábito de simplificar o conceito de “transfobia” ao ato de violência física praticada contra travestis e transexuais de forma deliberada, sem motivação [aparente]. Entretanto, manifestações transfóbicas também estão presentes em gestos, comportamentos e atitudes discriminatórias, discursos que se engessam às falas cotidianas. A violência é apenas o resultado ou efeito final de uma educação que não tolera a diversidade.

Isso é percebido, por exemplo, quando alguém compartilha imagens para que alguém descubra, num grupo de mulheres, o “erro” da foto, sinalizando para uma travesti. Ou quando, na TV, alguns programas tentam classificar pessoas femininas como “mulher” ou “homem”. Também quando se diz que pessoa “X” engana bem com a aparência de mulher, consegue se passar. Quando se dirige a uma mulher trans utilizando nomes e pronomes masculinos. E por aí vai.

A filósofa, escritora e feminista francesa Simone de Beauvoir (1908-1986) publicou o ensaio crítico “O Segundo Sexo” (1949), no qual se discute o papel das mulheres na sociedade. Ao formular que “não se nasce mulher, torna-se mulher”, a autora descarta qualquer determinação “natural” ou “biológica” do que se compreende como conduta feminina.

Entre as teóricas contemporâneas, a filósofa estadunidense Judith Butler desenvolve que gêneros são produzidos pela estilização de atos e gestos, repetidos nos discursos culturais sobre ser homem e mulher. Nessa perspectiva, as feminilidades são aprendidas desde a infância e reelaboradas cotidianamente, através das pequenas performances, desde o corte de cabelo, até os cuidados com o gestual, as roupas e a forma de se expressar aos outros.
Posto que conceber-se como mulher, apresentar-se feminina, é algo que independe do sexo anatômico designado no nascimento, ou de fatores como a orientação afetiva/sexual. Identidade de gênero, portanto, é a forma como uma pessoa se entende, vive e se constrói no interior dos discursos e espaços sociais de homens e mulheres. Essa identidade pode ou não estar alinhada ao gênero que lhe é atribuído quando na barriga da mãe.

As transexualidades ou as travestilidades são vivências pelas quais a pessoa compreende a sua identidade de gênero. São, portanto, mulheres. Negar sua existência e desqualificar a sua identificação, afirmando uma essência ou natureza, ou “originalidade, de fábrica” é, portanto, uma manifestação transfóbica. É um gesto que viola a subjetividade construída, os atos de resistência na história de vida da pessoa trans. — Jo Fagner; jornalista, professor e pesquisador.

♪ “Dou gargalhada, dou dentada na maçã da luxúria, pra quê?
Se ninguém tem dó, ninguém entende nada
O grande escândalo sou eu aqui só” – (letra de “Escândalo”, por Angela Ro Ro). ♫

» PERMITA-SE conhecer histórias sobre vivências humanas.
Assista a seguir a reportagem “ser; histórias de vida de homens e mulheres trans”, produzida pela equipe da Tribuna do Norte (Natal, 2014): https://youtu.be/OZ4zqe0lbbc.
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A imagem acima é um meme. Foi produzida utilizando-se a referência de uma senhora que fugiu de uma reportagem ao ser interrogada sobre um caso de corrupção no ambiente trabalhista. A autoria das frases não são atribuídas às pessoas que aparecem na imagem, são meramente ilustrativas.
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TESTE
Você consegue identificar a FAMÍLIA na imagem abaixo? O que conseguiu perceber entre elas? Leia o resultado em http://on.fb.me/1FyoisO.
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GÊNEROS E SEXUALIDADES EM PAUTA
Grupo para discussão e compartilhamento no Facebook

» O grupo "Comunicação, Gêneros e Sexualidades - Observatório de Mídia e de Pesquisas" recebe acadêmicxs, pesquisadorxs e profissionais que atuam nas intersecções da comunicação social com os estudos sobre gêneros, feminismos, LGBT e teoria queer.

Nosso objetivo é discutir, articular e compartilhar referências diversas para investigar tais questões na universidade, e formar políticas de respeito na atuação em outros setores da sociedade.

Também nos propomos a notificar acerca de eventos acadêmicos e publicações específicas ao campo de estudos, como periódicos, ebooks, manuais, diretrizes e outros materiais.

Atue conosco. Solicite entrada em http://on.fb.me/1LcEZJf.

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Vai rolar no #IntercomRio2015 o minicurso "Notícias sobre a população LGBT: metas para um jornalismo cidadão", 04/SET, Tarde, UFRJ. Matrículas hoje para quem se inscreveu no evento. Mais informações em http://on.fb.me/1DNO9wd.
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Informo, também por essa rede social, que a minha conta no Facebook foi desativada em 08 fev., por motivos pessoais.

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Melhor página do Facebook: Torta de Climão e o cotidiano de amigos vivendo num mundo não muito gayfriendly.
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