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maria de fatima jacinto
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Falo incansavelmente sobre como nos transformar na pessoa que sempre sonhamos em ser.
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maria de fatima jacinto's posts

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Descobri nesses dias de luto da morte da minha mãe, que estou fazendo um curso no qual fui matriculada por ela assim que nasci, e que esse curso só terminara, quando descer em um caixão como o que há vi descer agora no termino do seu próprio curso. 

È o curso do tempo da vida. Que está se tornando cada vez mais completo principalmente agora que deixei de carregar comigo o preconceito fundante de nossa época de que só a juventude é bela e em direito a ser feliz, de que a maturidade é sem graça e a velhice é uma maldição. 

Sem duvida minha mãe além de me matricular, foi uma das principais professoras do meu curso, não apenas em minha infância como acreditava até a pouco tempo atrás, mas agora vejo que seus ensinamentos foram continuados por toda a minha vida.

Muitas vezes usamos as palavras e as gastamos como são gastas as pedras do rio e como acontecem com as pedras do rio, nossas palavras vai aos poucos modificando o significado, o lugar em que as colocamos e muitas vezes até somem de nossas vistas. 

As vezes voltam a reaparecer em outro lugar onde não

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Hoje talvez seja um dia para grandes reflexões. Vivemos todos em uma teia, e nosso trajeto traça o nosso amadurecimento, são altos e baixos, pontos luminosos e zonas de sombra. 

E é assim que entendemos que a vida não tece apenas a teia, mas também nos proporciona ganhos uma sucessão de ganhos assim como perdas outra sucessão de perdas. 

É no equilíbrio dessa balança que depende muito do que soubermos e quisermos enxergar. 

Agora estou me perguntando o que quero e

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É irônico mas se começarmos a nos observar, vamos entender perfeitamente uma das frases que mais é dita pelos místicos de todos os tempos: “Nós somos espelhos, odiamos no outro aquilo que não conseguimos aceitar em nós.” .  Julgamos as pessoas naquelas áreas em que nós mesmos somos vulneráveis a vergonha, procuramos sempre atingir quem faz as coisas piores do que nós. 

Vou citar alguns exemplos para que você possa ir aos poucos observando o que se passa dentro de você: Se você se sente segura e bem quanto a educação que dá a seus filhos, você não sente interesse e nem necessidade de julgar e monitorar as opções de educação que outras mães. Se você se sente confortável e bem com seu corpo, não sente nenhuma necessidade de sair por ai zombando do peso ou da aparência de ninguém. 

Somos cruéis e temos que admitir isso, porque us

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É irônico mas se começarmos a nos observar, vamos entender perfeitamente uma das frases que mais é dita pelos místicos de todos os tempos: “Nós somos espelhos, odiamos no outro aquilo que não conseguimos aceitar em nós.” .  Julgamos as pessoas naquelas áreas em que nós mesmos somos vulneráveis a vergonha, procuramos sempre atingir quem faz as coisas piores do que nós. 

Vou citar alguns exemplos para que você possa ir aos poucos observando o que se passa dentro de você: Se você se sente segura e bem quanto a educação que dá a seus filhos, você não sente interesse e nem necessidade de julgar e monitorar as opções de educação que outras mães. Se você se sente confortável e bem com seu corpo, não sente nenhuma necessidade de sair por ai zombando do peso ou da aparência de ninguém. 

Somos cruéis e temos que admitir isso, porque us

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Nesses momentos esquecemos todas as mágoas, todas as diferenças, todas as dores que a pessoa já nos fez passar, é em momentos assim que entendemos o que  significado de laços de família, tão banalizado e tão profundo apesar de toda essa banalização.

Minha mãe está doente, é a primeira vez em 79 anos que a vejo tão doente, está com um melanoma nessa idade tudo fica muito mais complicado, a forte quimioterapia é terrível para alguém mais jovem imagine como é para alguém na idade da mamãe.

Agora ela teve que parar com as quimioterapia, porque pegou uma hepatite oportunista, está internada, e eu longe um estado nos separa, nunca fomos muito unidas, mas hoje tudo que queria era mamãe pertinho. E talvez aproveitar esse momento de fragilidade para lhe dar os abraços que nunca permitiu que nenhum de nós desse, para enchê-la do carinho que vive guardado

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Quando penso em todos os esforços que já empreendi na vida para ser tudo para todos – algo para o qual nós, fomos educadas -, vejo que cada movimento que fazia me retinha mais e mais nessa teia. E que quando tentava me livrar, cada esforço para sair me levava a ficar ainda mais presa. Isso porque toda a escolha tem consequência ou levava alguém a ficar zangado ou me levava a ficar decepcionada comigo mesma. 

Minhas poções eram muito limitadas e todas elas carregavam em si a possibilidade de me expor a um castigo, a uma censura ou a uma privação. 

Eu tinha que ser:
Perfeita, mas sem me preocupar muito com isso e não me sacrificar muito, mas também não poderia sacrificar meu tempo com minha família, com meu companheiro, ou principalmente no meu trabalho, para atingir essa perfeição. E eu acreditava que se fosse realmente boa a perfeição viria naturalmente.

Eu não podia incomodar ninguém com meus sentimentos egoístas, mas deveria dizer o que pensava sendo sincera.

Eu deveria ser uma mulher com a sexualidade liberada (depois de botar as crianças na cama, passear com o cachorro, lavar a louça do jantar, e arrumar a casa para no dia seguinte está tudo em ordem para ir trabalhar), mas deveria fazer isso com bastante discrição, dentro dos padrões aceitáveis. 

Eu tinha que ser eu mesma sem que isso significasse ser tímida ou insegura. Não há nada mais atraente do que a autoconfiança (especialmente se você for linda e jovem).
Eu não poderia deixar ninguém se sentir desconfortável, mas devia ser sincera.

Eu não poderia me entregar as minhas emoções, mas também não podia ser muito desinteressada. Se eu fosse muito emocional seria vista como uma histérica. Se eu fosse muito ausente seria vista como uma megera insensível. 

Atualmente varias pesquisas comprovam ainda que os atributos mais importantes associados a “ser feminina” são a simpatia, a magreza, a modéstia (não chamar a atenção para seus atributos e talentos) ser caseira, cuidar bem dos filhos, investir em um relacionamento, manter intimidade sexual dentro de uma relação de compromisso, e saber usar os recursos financeiros para investir na aparência. 

Eu basicamente acreditava que deveria ser modesta, doce e submissa, e saber usar o meu tempo e meus talentos para ficar bonita. 

Depois da minha separação, usei todos os meus esforços para me livrar dessas regras, Graças a Deus, porque agora me cansei apenas em escrevê-las.

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Quando penso em todos os esforços que já empreendi na vida para ser tudo para todos – algo para o qual nós, fomos educadas -, vejo que cada movimento que fazia me retinha mais e mais nessa teia. E que quando tentava me livrar, cada esforço para sair me levava a ficar ainda mais presa. Isso porque toda a escolha tem consequência ou levava alguém a ficar zangado ou me levava a ficar decepcionada comigo mesma. 

Minhas poções eram muito limitadas e todas elas carregavam em si a possibilidade de me expor a um castigo, a uma censura ou a uma privação. 

Eu tinha que ser:
Perfeita, mas sem me preocupar muito com isso e não me sacrificar muito, mas também não poderia sacrificar meu tempo com minha família, com meu companheiro, ou principalmente no meu trabalho, para atingir essa perfeição. E eu acreditava que se fosse realmente boa a perfeição viria naturalmente.

Eu não podia incomodar ninguém com meus sentimentos egoístas, mas deveria dizer o que pensava sendo sincera.

Eu deveria ser uma mulher com a sexualidade liberada (depois de botar as crianças na cama, passear com o cachorro, lavar a louça do jantar, e arrumar a casa para no dia seguinte está tudo em ordem para ir trabalhar), mas deveria fazer isso com bastante discrição, dentro dos padrões aceitáveis. 

Eu tinha que ser eu mesma sem que isso significasse ser tímida ou insegura. Não há nada mais atraente do que a autoconfiança (especialmente se você for linda e jovem).
Eu não poderia deixar ninguém se sentir desconfortável, mas devia ser sincera.

Eu não poderia me entregar as minhas emoções, mas também não podia ser muito desinteressada. Se eu fosse muito emocional seria vista como uma histérica. Se eu fosse muito ausente seria vista como uma megera insensível. 

Atualmente varias pesquisas comprovam ainda que os atributos mais importantes associados a “ser feminina” são a simpatia, a magreza, a modéstia (não chamar a atenção para seus atributos e talentos) ser caseira, cuidar bem dos filhos, investir em um relacionamento, manter intimidade sexual dentro de uma relação de compromisso, e saber usar os recursos financeiros para investir na aparência. 

Eu basicamente acreditava que deveria ser modesta, doce e submissa, e saber usar o meu tempo e meus talentos para ficar bonita. 

Depois da minha separação, usei todos os meus esforços para me livrar dessas regras, Graças a Deus, porque agora me cansei apenas em escrevê-las.

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Quando escolhemos não escolhermos na realidade já fizemos a nossa escolha escolhemos a indecisão. E nesse caso é natural que nos sintamos sobrecarregados por assuntos pendentes e mal resolvidos, por relações obscuras e condições confusas, no entanto, algum beneficio teremos com essa nossa decisão, caso contrario não teríamos escolhido assim. 

E e esses benefícios se pareceram mais importantes e agradáveis e muito mais fáceis, porque esse foi a nossa escolha. Mesmo quando estamos perdidos em meio a varias possibilidades de escolhas, mesmo que não possamos ou queiramos decidir (afinal, tudo esta tão bem assim), o nosso problema é a hesitação e, em seguida, assumir a responsabilidade também pelas consequências da nossa indecisão. 

Sempre escolhemos, consciente ou inconscientemente, mas justamente a escolha consciente é que nos confe

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Quando cumprimos nossa obrigação fazemos o que deve ser feito. Mas a obrigação vem na maioria das vezes dentro de um saco escuro, o saco da privação, e acompanha o saco da privação a sensação de auto sacrifício que compreende uma boa formação para nossos filhos, se possível, e para tanto também a aceitação de um segundo emprego, cuidar de um familiar doente, e renunciar as nossas férias, mesmo estando machucado fazer um bom jogo e ganhar para evitar o rebaixamento do nosso time. 

Todos nós conhecemos o sentimento de dever cumprido e também suspiramos debaixo do seu enorme peso em nossos ombros. Mesmo querendo outra coisa, nos sentimos no dever de... E assim ficamos mal com a vida porque o “dever” vem de fora, e obrigação, nesse caso, muitas vezes é uma desculpa, que nos poupa de definir os nossos verdadeiros objetivos e tomarmos decisões que sabemos que serão desagraveis de inicio.  Então o grande pulo na agua fria deixa de acontecer para que possamos cumprir nossa obrigação e dizemos: “meu compromissos não me permitem...”. 

Acreditamos que assim vamos extrair direitos e deveres e, com esse recurso, então iremos extorquir de moral elevado, as outras pessoas. Mas quando conseguimos pensar objetivamente, não há obrigações, porque toda a imposição vinda de fora é objeto de nossa opção. Caso você esteja “n
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