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Joao Evaristo
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A história do iogurte

As primeiras referências do iogurte vêm dos tempos bíblicos, com a referência do leite fermentado. Já nessa altura, era considerado mais são e mais fácil de digerir do que o leite normal. 
O célebre médico grego do século II a.C., Galeno descreveu as virtudes deste alimento, realçando a sua maior facilidade na digestão e o seu efeito benéfico e purificador no excesso de bílis e nos problemas de estômago. 
Em Damasco, no século VII, surgiu um livro de medicina intitulado "Grande explicação do Poder dos Elementos e da Medicina". Nesta obra, sucessivamente complementada e actualizada por diversos médicos eruditos gregos, árabes e hindus, recomendava-se unanimemente o consumo de iogurte como calmante, refrescante e regulador intestinal.

Outro médico da antiguidade, Dioscórides, recomendou o iogurte como medicamento para tratar o fígado, o sangue, a tuberculose, como purificador geral. O leite fermentado que deu origem ao actual iogurte teve origem nas regiões balcânicas e da Turquia Asiática. Algumas fontes históricas relatam que foram os Búlgaros, nómadas da Ásia, que trouxeram o iogurte para a Europa, na segunda metade do século VII.

Não foram apenas estas virtudes preventivas e curativas que levaram à apreciação do iogurte. Os Romanos, por exemplo, apreciavam o iogurte por este ser um alimento delicado e nutritivo, sendo um prazer para o paladar. Chegavam mesmo a improvisar algumas receitas à base de leite fermentado com mel, farinhas e frutos.
Sem dúvida que a popularidade do iogurte se deve aos estudos que, no início do século XX, foram realizados pelo biólogo russo Ilha Metchnikoff. Atraído pela longevidade que os habitantes da Bulgária e Turquia alcançavam, partiu da hipótese que este facto poderia derivar do consumo de iogurte.

Após ter analisado a dieta dos búlgaros, o biólogo russo descobriu que o iogurte era um dos seus componentes básicos, juntamente com o consumo de grandes quantidades de produtos hortícolas de cultivo próprio. Assim, foi atribuída a causa desta longevidade ao iogurte, que continha bactérias capazes de converter o açúcar do leite (a lactose), em ácido láctico. 

Prosseguindo as suas investigações, Metchnikoff isolou o bacilo e dedicou todos os seus esforços a estudar as propriedades deste microorganismo, que chamou de Bacillus Bulgaricus, mais tarde denominado Lactobacillus Bulgaricus. Após numerosos estudos, pode confirmar cientificamente, o grande valor dietético e terapêutico dos leites fermentados e, em particular, do iogurte.

Os consumidores têm vindo a incluir na sua dieta, o iogurte, como uma forma deliciosa, prática e fácil de consumir um produto reconhecido e valorizado pelos nutricionistas pelas qualidades organolépticas lhe são associadas.
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Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei de Arcádia.

Se bem que se ignorem muitos pormenores sobre as origens exactas deste alimento, a História confirma a sua antiguidade.
Com efeito, admite-se que tenha sido inventado antes da manteiga. Os Assírios, os Caldeus e os Egípcios e, posteriormente, os Gregos e os Romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.
Em Planto, no comediógrafo Romano, pode ler-se a categoria que atingia o queijo (caseus) na antiga Roma.
Em Roma nasceu o comércio do queijo, Llegaban a capital de todas as províncias italianas, mas também outras mais distantes como Nimes, Saboya e regiões actualmente da Suíça, importava-se o "caseus alpino" para Roma.
A elaboração deste alimento tão apreciado por nós baseia-se em três descobertas fundamentais, que permaneceram para sempre.
A primeira é a obtenção do leite, há mais de 10.000 anos. Este é utilizado pelo homem como componente da sua alimentação, desde que surgiu a ideia de ordenhar os animais para beber o seu leite.
Não lhes passava despercebida a influência da temperatura. Nas caves, devido ao fogo e ao calor, o leite coalhava rapidamente. Foi assim que nasceu a segunda descoberta, o conhecimento técnico de queijaria, que rapidamente conduziu a outro: quando o leite coalhava e solidificava, escorria um líquido e a coalhada ficava mais consistente. 
Mais tarde acelerou-se este processo, colocando o leite coalhado numa cesta de vime ou outro recipiente provido de furos, para deixar correr o "soro". 
Deste modo se produz uma pasta branca e consistente (o requeijão, que ainda hoje é produzido pelo mesmo processo).
A terceira descoberta em matéria de queijos é o coalho, enzima digestiva que se extrai do estômago dos cabritos.
Do longo caminho do queijo e da queijaria através dos tempos, desde a Antiguidade, passando pela Idade Média, até aos nossos dias, havia muitas coisas interessantes para contar…
Foram numeradas cerca de 400 espécies de queijo em todo o Mundo e através dos séculos: cada variedade adquiriu, a pouco e pouco, reputação própria e completam agradavelmente qualquer refeição.
A autenticidade dos queijos reveste-se de grande importância, pois em muitos países existe um regulamento sobre o seu fabrico e os seus certificados de origem, caso de Portugal.
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Peso 4 Kg
Embalado a vácuo em embalagem de plástico opaco totalmente aderido.
Conservação Manter entre 0ºC e 4ºC
Validade 4 Meses 

Informação Nutricional
(valores por cada 100g aproximadamente)
Valor Energético 73 Kcal / 305,14 Kj
Proteínas 13g
Gorduras 1g
Hidratos de Carbono 3g

Peito de peru (60%)
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Proteínas 13g
Gorduras 1g
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Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei de Arcádia.

Se bem que se ignorem muitos pormenores sobre as origens exactas deste alimento, a História confirma a sua antiguidade.
Com efeito, admite-se que tenha sido inventado antes da manteiga. Os Assírios, os Caldeus e os Egípcios e, posteriormente, os Gregos e os Romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.
Em Planto, no comediógrafo Romano, pode ler-se a categoria que atingia o queijo (caseus) na antiga Roma.
Em Roma nasceu o comércio do queijo, Llegaban a capital de todas as províncias italianas, mas também outras mais distantes como Nimes, Saboya e regiões actualmente da Suíça, importava-se o "caseus alpino" para Roma.
A elaboração deste alimento tão apreciado por nós baseia-se em três descobertas fundamentais, que permaneceram para sempre.
A primeira é a obtenção do leite, há mais de 10.000 anos. Este é utilizado pelo homem como componente da sua alimentação, desde que surgiu a ideia de ordenhar os animais para beber o seu leite.
Não lhes passava despercebida a influência da temperatura. Nas caves, devido ao fogo e ao calor, o leite coalhava rapidamente. Foi assim que nasceu a segunda descoberta, o conhecimento técnico de queijaria, que rapidamente conduziu a outro: quando o leite coalhava e solidificava, escorria um líquido e a coalhada ficava mais consistente. 
Mais tarde acelerou-se este processo, colocando o leite coalhado numa cesta de vime ou outro recipiente provido de furos, para deixar correr o "soro". 
Deste modo se produz uma pasta branca e consistente (o requeijão, que ainda hoje é produzido pelo mesmo processo).
A terceira descoberta em matéria de queijos é o coalho, enzima digestiva que se extrai do estômago dos cabritos.
Do longo caminho do queijo e da queijaria através dos tempos, desde a Antiguidade, passando pela Idade Média, até aos nossos dias, havia muitas coisas interessantes para contar…
Foram numeradas cerca de 400 espécies de queijo em todo o Mundo e através dos séculos: cada variedade adquiriu, a pouco e pouco, reputação própria e completam agradavelmente qualquer refeição.
A autenticidade dos queijos reveste-se de grande importância, pois em muitos países existe um regulamento sobre o seu fabrico e os seus certificados de origem, caso de Portugal.
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