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Antonio Maciel
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Buddy Guy & Junior Wells - "Alone & Acoustic". Antológico disco de Blues gravado em 1981. "Uma das melhores duplas da história do blues, fizeram várias gravações juntos ao longo das décadas, mas esta é única em sua discografia. Gravado em meio a uma turnê européia 1981. Os resultados estão em contraste com o blues pesado de ​​Chicago. Alone & Acoustic é descontraído e pessoal. Guy alterna entre violão de seis e de 12 cordas, o disco captura os dois senhores de forma rara"(cduniverse.com). O Blues na sua forma pura e simples, espetacular!!!.


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Márcio Montarroyos - "Magic Moment" foi lançado em 1982, formação: Marcio Montarroyos- trompete e teclados, Lincoln Olivetti- piano e teclados, Marcos Resende- teclados, Ricardo Silveira, Victor Biglione e Jorge Robison- violão, Jamil Joanes- baixo, Ivan Conti- bateria, Ariovaldo Contesini e Chacal- percussão. Nasceu no Rio de Janeiro, 8 de julho de 1948 – Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 2007) foi um músicoinstrumentista brasileiro. Estudou piano e música clássica antes de se dedicar ao trompete e ao jazz. Entre 1968 e 1969, fez parte do conjunto A Turma da Pilantragem, ao lado dos instrumentistas José Roberto Bertrami, Alex Malheiros, Vitor Manga, Fredera e Ion Muniz, e das cantoras Regininha, Malu Balona e Dorinha Tapajós. Com o grupo, gravou três LPs. Nos anos 70, foi estudar jazz na afamada Berklee College of Music, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, passou a se apresentar em shows e casas noturnas, voltando com frequência aos EUA para participar de apresentações e gravações. Foi sempre considerado um virtuose em seu instrumento e um dos principais expoentes da música instrumental brasileira. Em 1973, regravou a canção Carinhoso, de autoria do grande compositor brasileiro Pixinguinha, que foi tema principal da trilha sonora da telenovela Carinhoso, exibida pela Rede Globo no mesmo ano. Compôs trilhas sonoras diversas para TV e cinema, e assinou temas e arranjos para minisséries, como A Máfia no Brasil, e filmes, como Luar sobre Parador e Orfeu. Em 1979, montou um naipe de sopros nos moldes do grupo norte-americano Tower of Power, ao lado de músicos como Leo Gandelman, Serginho Trombone, Bidinho, Zé Carlos Bigorna e Oberdan Magalhães, com o qual participou dos principais discos de inúmeros artistas da música popular brasileira. Dentre os nomes de peso da música brasileira e internacional com quem realizou gravações e shows, figuram Tom Jobim, Milton Nascimento, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, para citar apenas alguns (Wikipédia).
Márcio Montarroyos - "Magic Moment" foi lançado em 1982, formação: Marcio Montarroyos- trompete e teclados, Lincoln Olivetti- piano e teclados, Marcos Resende- teclados, Ricardo Silveira, Victor Biglione e Jorge Robison- violão, Jamil Joanes- baixo, Ivan Conti- bateria, Ariovaldo Contesini e Chacal- percussão. Nasceu no Rio de Janeiro, 8 de julho de 1948 – Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 2007) foi um músicoinstrumentista brasileiro. Estudou piano e música clássica antes de se dedicar ao trompete e ao jazz. Entre 1968 e 1969, fez parte do conjunto A Turma da Pilantragem, ao lado dos instrumentistas José Roberto Bertrami, Alex Malheiros, Vitor Manga, Fredera e Ion Muniz, e das cantoras Regininha, Malu Balona e Dorinha Tapajós. Com o grupo, gravou três LPs. Nos anos 70, foi estudar jazz na afamada Berklee College of Music, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, passou a se apresentar em shows e casas noturnas, voltando com frequência aos EUA para participar de apresentações e gravações. Foi sempre considerado um virtuose em seu instrumento e um dos principais expoentes da música instrumental brasileira. Em 1973, regravou a canção Carinhoso, de autoria do grande compositor brasileiro Pixinguinha, que foi tema principal da trilha sonora da telenovela Carinhoso, exibida pela Rede Globo no mesmo ano. Compôs trilhas sonoras diversas para TV e cinema, e assinou temas e arranjos para minisséries, como A Máfia no Brasil, e filmes, como Luar sobre Parador e Orfeu. Em 1979, montou um naipe de sopros nos moldes do grupo norte-americano Tower of Power, ao lado de músicos como Leo Gandelman, Serginho Trombone, Bidinho, Zé Carlos Bigorna e Oberdan Magalhães, com o qual participou dos principais discos de inúmeros artistas da música popular brasileira. Dentre os nomes de peso da música brasileira e internacional com quem realizou gravações e shows, figuram Tom Jobim, Milton Nascimento, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, para citar apenas alguns (Wikipédia).
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Márcio Montarroyos - "Magic Moment" foi lançado em 1982, formação: Marcio Montarroyos- trompete e teclados, Lincoln Olivetti- piano e teclados, Marcos Resende- teclados, Ricardo Silveira, Victor Biglione e Jorge Robison- violão, Jamil Joanes- baixo, Ivan Conti- bateria, Ariovaldo Contesini e Chacal- percussão. Nasceu no Rio de Janeiro, 8 de julho de 1948 – Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 2007) foi um músicoinstrumentista brasileiro. Estudou piano e música clássica antes de se dedicar ao trompete e ao jazz. Entre 1968 e 1969, fez parte do conjunto A Turma da Pilantragem, ao lado dos instrumentistas José Roberto Bertrami, Alex Malheiros, Vitor Manga, Fredera e Ion Muniz, e das cantoras Regininha, Malu Balona e Dorinha Tapajós. Com o grupo, gravou três LPs. Nos anos 70, foi estudar jazz na afamada Berklee College of Music, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, passou a se apresentar em shows e casas noturnas, voltando com frequência aos EUA para participar de apresentações e gravações. Foi sempre considerado um virtuose em seu instrumento e um dos principais expoentes da música instrumental brasileira. Em 1973, regravou a canção Carinhoso, de autoria do grande compositor brasileiro Pixinguinha, que foi tema principal da trilha sonora da telenovela Carinhoso, exibida pela Rede Globo no mesmo ano. Compôs trilhas sonoras diversas para TV e cinema, e assinou temas e arranjos para minisséries, como A Máfia no Brasil, e filmes, como Luar sobre Parador e Orfeu. Em 1979, montou um naipe de sopros nos moldes do grupo norte-americano Tower of Power, ao lado de músicos como Leo Gandelman, Serginho Trombone, Bidinho, Zé Carlos Bigorna e Oberdan Magalhães, com o qual participou dos principais discos de inúmeros artistas da música popular brasileira. Dentre os nomes de peso da música brasileira e internacional com quem realizou gravações e shows, figuram Tom Jobim, Milton Nascimento, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, para citar apenas alguns (Wikipédia).
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Márcio Montarroyos - "Magic Moment" foi lançado em 1982, formação: Marcio Montarroyos- trompete e teclados, Lincoln Olivetti- piano e teclados, Marcos Resende- teclados, Ricardo Silveira, Victor Biglione e Jorge Robison- violão, Jamil Joanes- baixo, Ivan Conti- bateria, Ariovaldo Contesini e Chacal- percussão. Nasceu no Rio de Janeiro, 8 de julho de 1948 – Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 2007) foi um músicoinstrumentista brasileiro. Estudou piano e música clássica antes de se dedicar ao trompete e ao jazz. Entre 1968 e 1969, fez parte do conjunto A Turma da Pilantragem, ao lado dos instrumentistas José Roberto Bertrami, Alex Malheiros, Vitor Manga, Fredera e Ion Muniz, e das cantoras Regininha, Malu Balona e Dorinha Tapajós. Com o grupo, gravou três LPs. Nos anos 70, foi estudar jazz na afamada Berklee College of Music, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, passou a se apresentar em shows e casas noturnas, voltando com frequência aos EUA para participar de apresentações e gravações. Foi sempre considerado um virtuose em seu instrumento e um dos principais expoentes da música instrumental brasileira. Em 1973, regravou a canção Carinhoso, de autoria do grande compositor brasileiro Pixinguinha, que foi tema principal da trilha sonora da telenovela Carinhoso, exibida pela Rede Globo no mesmo ano. Compôs trilhas sonoras diversas para TV e cinema, e assinou temas e arranjos para minisséries, como A Máfia no Brasil, e filmes, como Luar sobre Parador e Orfeu. Em 1979, montou um naipe de sopros nos moldes do grupo norte-americano Tower of Power, ao lado de músicos como Leo Gandelman, Serginho Trombone, Bidinho, Zé Carlos Bigorna e Oberdan Magalhães, com o qual participou dos principais discos de inúmeros artistas da música popular brasileira. Dentre os nomes de peso da música brasileira e internacional com quem realizou gravações e shows, figuram Tom Jobim, Milton Nascimento, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, para citar apenas alguns (Wikipédia).
Márcio Montarroyos - "Magic Moment" foi lançado em 1982, formação: Marcio Montarroyos- trompete e teclados, Lincoln Olivetti- piano e teclados, Marcos Resende- teclados, Ricardo Silveira, Victor Biglione e Jorge Robison- violão, Jamil Joanes- baixo, Ivan Conti- bateria, Ariovaldo Contesini e Chacal- percussão. Nasceu no Rio de Janeiro, 8 de julho de 1948 – Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 2007) foi um músicoinstrumentista brasileiro. Estudou piano e música clássica antes de se dedicar ao trompete e ao jazz. Entre 1968 e 1969, fez parte do conjunto A Turma da Pilantragem, ao lado dos instrumentistas José Roberto Bertrami, Alex Malheiros, Vitor Manga, Fredera e Ion Muniz, e das cantoras Regininha, Malu Balona e Dorinha Tapajós. Com o grupo, gravou três LPs. Nos anos 70, foi estudar jazz na afamada Berklee College of Music, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, passou a se apresentar em shows e casas noturnas, voltando com frequência aos EUA para participar de apresentações e gravações. Foi sempre considerado um virtuose em seu instrumento e um dos principais expoentes da música instrumental brasileira. Em 1973, regravou a canção Carinhoso, de autoria do grande compositor brasileiro Pixinguinha, que foi tema principal da trilha sonora da telenovela Carinhoso, exibida pela Rede Globo no mesmo ano. Compôs trilhas sonoras diversas para TV e cinema, e assinou temas e arranjos para minisséries, como A Máfia no Brasil, e filmes, como Luar sobre Parador e Orfeu. Em 1979, montou um naipe de sopros nos moldes do grupo norte-americano Tower of Power, ao lado de músicos como Leo Gandelman, Serginho Trombone, Bidinho, Zé Carlos Bigorna e Oberdan Magalhães, com o qual participou dos principais discos de inúmeros artistas da música popular brasileira. Dentre os nomes de peso da música brasileira e internacional com quem realizou gravações e shows, figuram Tom Jobim, Milton Nascimento, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, para citar apenas alguns (Wikipédia).
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"Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos Todos Inúteis" - A estagnação criativa imperava na releitura de tudo o que já havia sido feito. Nos E.U.A. vem o grunge que remodelou o punk e surgiu com moda (alguns dizem tendência) no vestuário, na sonoridade e na atitude de centenas de bandas. No Brasil, algo pra salvar a década: um ímpeto underground artístico em Pernambuco, que ficou conhecido como mangue beat. Dentre tantas bandas que estamparam sucessos em rádios e na MTV, algumas ficaram no ostracismo, apesar de serem excelentes. Uma dessas é a desta resenha. “Jorge Cabeleira e o Dia Em Que Seremos Todos Inúteis”. Sim, o nome desta banda de Recife é este mesmo. E o disco abordado é o homônimo à banda, primeiro álbum lançado pela Sony Musicem 1994. Em suma, instrumentos de arranjos como guitarras distorcidas, triângulo e sanfona, em parceria com o sotaque carregado e desleixado, equilibram a raiva do recifense urbano e do agricultor abandonado no sertão. Dificilmente surgirá uma outra banda que consegue essa coerência perfeita entre baião, punk rock, forró e hard core. No segundo disco, a banda encurtou o nome apenas para “Jorge Cabeleira”, mas este já é bem inferior ao debut. Pena o grupo não existir mais. Porém o legado está registrado comprovando que o criativo, o empolgante e o poético nem sempre estão disposto de uma maneira mais aberta para o público em geral (Mário Orestes Silva/whiplash.net).
"Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos Todos Inúteis" - A estagnação criativa imperava na releitura de tudo o que já havia sido feito. Nos E.U.A. vem o grunge que remodelou o punk e surgiu com moda (alguns dizem tendência) no vestuário, na sonoridade e na atitude de centenas de bandas. No Brasil, algo pra salvar a década: um ímpeto underground artístico em Pernambuco, que ficou conhecido como mangue beat. Dentre tantas bandas que estamparam sucessos em rádios e na MTV, algumas ficaram no ostracismo, apesar de serem excelentes. Uma dessas é a desta resenha. “Jorge Cabeleira e o Dia Em Que Seremos Todos Inúteis”. Sim, o nome desta banda de Recife é este mesmo. E o disco abordado é o homônimo à banda, primeiro álbum lançado pela Sony Musicem 1994. Em suma, instrumentos de arranjos como guitarras distorcidas, triângulo e sanfona, em parceria com o sotaque carregado e desleixado, equilibram a raiva do recifense urbano e do agricultor abandonado no sertão. Dificilmente surgirá uma outra banda que consegue essa coerência perfeita entre baião, punk rock, forró e hard core. No segundo disco, a banda encurtou o nome apenas para “Jorge Cabeleira”, mas este já é bem inferior ao debut. Pena o grupo não existir mais. Porém o legado está registrado comprovando que o criativo, o empolgante e o poético nem sempre estão disposto de uma maneira mais aberta para o público em geral (Mário Orestes Silva/whiplash.net).
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"Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos Todos Inúteis" - A estagnação criativa imperava na releitura de tudo o que já havia sido feito. Nos E.U.A. vem o grunge que remodelou o punk e surgiu com moda (alguns dizem tendência) no vestuário, na sonoridade e na atitude de centenas de bandas. No Brasil, algo pra salvar a década: um ímpeto underground artístico em Pernambuco, que ficou conhecido como mangue beat. Dentre tantas bandas que estamparam sucessos em rádios e na MTV, algumas ficaram no ostracismo, apesar de serem excelentes. Uma dessas é a desta resenha. “Jorge Cabeleira e o Dia Em Que Seremos Todos Inúteis”. Sim, o nome desta banda de Recife é este mesmo. E o disco abordado é o homônimo à banda, primeiro álbum lançado pela Sony Musicem 1994. Em suma, instrumentos de arranjos como guitarras distorcidas, triângulo e sanfona, em parceria com o sotaque carregado e desleixado, equilibram a raiva do recifense urbano e do agricultor abandonado no sertão. Dificilmente surgirá uma outra banda que consegue essa coerência perfeita entre baião, punk rock, forró e hard core. No segundo disco, a banda encurtou o nome apenas para “Jorge Cabeleira”, mas este já é bem inferior ao debut. Pena o grupo não existir mais. Porém o legado está registrado comprovando que o criativo, o empolgante e o poético nem sempre estão disposto de uma maneira mais aberta para o público em geral (Mário Orestes Silva/whiplash.net).

"Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos Todos Inúteis" - A estagnação criativa imperava na releitura de tudo o que já havia sido feito. Nos E.U.A. vem o grunge que remodelou o punk e surgiu com moda (alguns dizem tendência) no vestuário, na sonoridade e na atitude de centenas de bandas. No Brasil, algo pra salvar a década: um ímpeto underground artístico em Pernambuco, que ficou conhecido como mangue beat. Dentre tantas bandas que estamparam sucessos em rádios e na MTV, algumas ficaram no ostracismo, apesar de serem excelentes. Uma dessas é a desta resenha. “Jorge Cabeleira e o Dia Em Que Seremos Todos Inúteis”. Sim, o nome desta banda de Recife é este mesmo. E o disco abordado é o homônimo à banda, primeiro álbum lançado pela Sony Musicem 1994. Em suma, instrumentos de arranjos como guitarras distorcidas, triângulo e sanfona, em parceria com o sotaque carregado e desleixado, equilibram a raiva do recifense urbano e do agricultor abandonado no sertão. Dificilmente surgirá uma outra banda que consegue essa coerência perfeita entre baião, punk rock, forró e hard core. No segundo disco, a banda encurtou o nome apenas para “Jorge Cabeleira”, mas este já é bem inferior ao debut. Pena o grupo não existir mais. Porém o legado está registrado comprovando que o criativo, o empolgante e o poético nem sempre estão disposto de uma maneira mais aberta para o público em geral (Mário Orestes Silva/whiplash.net).
"Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos Todos Inúteis" - A estagnação criativa imperava na releitura de tudo o que já havia sido feito. Nos E.U.A. vem o grunge que remodelou o punk e surgiu com moda (alguns dizem tendência) no vestuário, na sonoridade e na atitude de centenas de bandas. No Brasil, algo pra salvar a década: um ímpeto underground artístico em Pernambuco, que ficou conhecido como mangue beat. Dentre tantas bandas que estamparam sucessos em rádios e na MTV, algumas ficaram no ostracismo, apesar de serem excelentes. Uma dessas é a desta resenha. “Jorge Cabeleira e o Dia Em Que Seremos Todos Inúteis”. Sim, o nome desta banda de Recife é este mesmo. E o disco abordado é o homônimo à banda, primeiro álbum lançado pela Sony Musicem 1994. Em suma, instrumentos de arranjos como guitarras distorcidas, triângulo e sanfona, em parceria com o sotaque carregado e desleixado, equilibram a raiva do recifense urbano e do agricultor abandonado no sertão. Dificilmente surgirá uma outra banda que consegue essa coerência perfeita entre baião, punk rock, forró e hard core. No segundo disco, a banda encurtou o nome apenas para “Jorge Cabeleira”, mas este já é bem inferior ao debut. Pena o grupo não existir mais. Porém o legado está registrado comprovando que o criativo, o empolgante e o poético nem sempre estão disposto de uma maneira mais aberta para o público em geral (Mário Orestes Silva/whiplash.net).
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Judas Priest - "British Steel" é o sexto álbum de estúdio da banda de Heavy Metal britânica Judas Priest. British Steel é tido muitas vezes como o melhor disco da banda e foi lançado durante a época do N.W.O.B.H.M. (New Wave Of British Heavy Metal) - em português: Nova Onda de Heavy Metal Britânico. Destaque para as músicas "Breaking the Law" e "Metal Gods", que viraram verdadeiros hinos e de fácil assimilação. Nos Estados Unidos, foram premiados com disco de ouro pela RIAA em 1982, e com disco de platina em 1989. Formação: Rob Halford: Vocais, K.K. Downing: Guitarras, Glenn Tipton: Guitarras, Ian Hill: Baixo, Dave Holland: Bateria (Wikipédia). Quando falamos em álbuns muito influentes dentro do Heavy Metal, “British Steel” certamente sempre será mencionado por muitos adoradores da música pesada, quer seja pela sua quantidade absurda de clássicos em um único trabalho, pela qualidade e criatividade na elaboração dessas composições ou pela “performance” entusiástica dos músicos da banda nesse trabalho de estúdio. Ele certamente é uma obra eterna e que merece longas e repetidas audições (David Torres/Whiplash.net).
rockblog.com.br
Judas Priest - "British Steel" é o sexto álbum de estúdio da banda de Heavy Metal britânica Judas Priest. British Steel é tido muitas vezes como o melhor disco da banda e foi lançado durante a época do N.W.O.B.H.M. (New Wave Of British Heavy Metal) - em português: Nova Onda de Heavy Metal Britânico. Destaque para as músicas "Breaking the Law" e "Metal Gods", que viraram verdadeiros hinos e de fácil assimilação. Nos Estados Unidos, foram premiados com disco de ouro pela RIAA em 1982, e com disco de platina em 1989. Formação: Rob Halford: Vocais, K.K. Downing: Guitarras, Glenn Tipton: Guitarras, Ian Hill: Baixo, Dave Holland: Bateria (Wikipédia). Quando falamos em álbuns muito influentes dentro do Heavy Metal, “British Steel” certamente sempre será mencionado por muitos adoradores da música pesada, quer seja pela sua quantidade absurda de clássicos em um único trabalho, pela qualidade e criatividade na elaboração dessas composições ou pela “performance” entusiástica dos músicos da banda nesse trabalho de estúdio. Ele certamente é uma obra eterna e que merece longas e repetidas audições (David Torres/Whiplash.net).
Judas Priest - "British Steel" é o sexto álbum de estúdio da banda de Heavy Metal britânica Judas Priest. British Steel é tido muitas vezes como o melhor disco da banda e foi lançado durante a época do N.W.O.B.H.M. (New Wave Of British Heavy Metal) - em português: Nova Onda de Heavy Metal Britânico. Destaque para as músicas "Breaking the Law" e "Metal Gods", que viraram verdadeiros hinos e de fácil assimilação. Nos Estados Unidos, foram premiados com disco de ouro pela RIAA em 1982, e com disco de platina em 1989. Formação: Rob Halford: Vocais, K.K. Downing: Guitarras, Glenn Tipton: Guitarras, Ian Hill: Baixo, Dave Holland: Bateria (Wikipédia). Quando falamos em álbuns muito influentes dentro do Heavy Metal, “British Steel” certamente sempre será mencionado por muitos adoradores da música pesada, quer seja pela sua quantidade absurda de clássicos em um único trabalho, pela qualidade e criatividade na elaboração dessas composições ou pela “performance” entusiástica dos músicos da banda nesse trabalho de estúdio. Ele certamente é uma obra eterna e que merece longas e repetidas audições (David Torres/Whiplash.net).
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Public Image Ltd - "Metal Box" foi lançado em 1979, formação: John Lydon vocal e piano(ex Sex Pistols), Keith Levene(ex Clash) guitarra e bateria, Jah Wobble baixo, David Humphrey bateria. "Metal Box é o segundo álbum do Public Image Ltd, lançado em 1979 pela Virgin Records. Foi relançado como Second Edition em 1980. O álbum mostrou uma mudança radical em ralação a estreia do PIL relativamente convencional, lançado em 1978, com a banda entrando em um som mais avant-garde, caracterizado por vocais enigmáticas do cantor John Lydon, propulsão dub basslines reggae de inspiração de Jah Wobble, e um "metálico" som de guitarra, do guitarrista Keith Levene tocando Guitarras Veleno que são feitas inteiramente de alumínio. Metal Box é amplamente considerado como um marco do pós-punk e rock experimental. Em 2003, o álbum foi classificado número 469 na lista dos 500 maiores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone"(Wikipédia).
sonicyouth.com
Public Image Ltd - "Metal Box" foi lançado em 1979, formação: John Lydon vocal e piano(ex Sex Pistols), Keith Levene(ex Clash) guitarra e bateria, Jah Wobble baixo, David Humphrey bateria. "Metal Box é o segundo álbum do Public Image Ltd, lançado em 1979 pela Virgin Records. Foi relançado como Second Edition em 1980. O álbum mostrou uma mudança radical em ralação a estreia do PIL relativamente convencional, lançado em 1978, com a banda entrando em um som mais avant-garde, caracterizado por vocais enigmáticas do cantor John Lydon, propulsão dub basslines reggae de inspiração de Jah Wobble, e um "metálico" som de guitarra, do guitarrista Keith Levene tocando Guitarras Veleno que são feitas inteiramente de alumínio. Metal Box é amplamente considerado como um marco do pós-punk e rock experimental. Em 2003, o álbum foi classificado número 469 na lista dos 500 maiores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone"(Wikipédia).
Public Image Ltd - "Metal Box" foi lançado em 1979, formação: John Lydon vocal e piano(ex Sex Pistols), Keith Levene(ex Clash) guitarra e bateria, Jah Wobble baixo, David Humphrey bateria. "Metal Box é o segundo álbum do Public Image Ltd, lançado em 1979 pela Virgin Records. Foi relançado como Second Edition em 1980. O álbum mostrou uma mudança radical em ralação a estreia do PIL relativamente convencional, lançado em 1978, com a banda entrando em um som mais avant-garde, caracterizado por vocais enigmáticas do cantor John Lydon, propulsão dub basslines reggae de inspiração de Jah Wobble, e um "metálico" som de guitarra, do guitarrista Keith Levene tocando Guitarras Veleno que são feitas inteiramente de alumínio. Metal Box é amplamente considerado como um marco do pós-punk e rock experimental. Em 2003, o álbum foi classificado número 469 na lista dos 500 maiores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone"(Wikipédia).
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Blood Ceremony - Banda de Toronto, Ontário, Canada, formada em 2006. Formação: Alia O'Brien vocal flauta orgão, Sean Kennedy guitarra, Lucas Gadke baixo, Andrew Haust bateria. "É uma banda de doom metal canadense, seu auto-intitulado álbum de estréia foi lançado em 2008, Living with the Ancients, em 2011, ambos pela Rise Above Records. Os álbuns foram re-lançados pela Metal Blade, o rótulo de metal influente responsável por lançar as carreiras de-pesos pesados ​​como Metallica e Slayer. Blood Ceremony passou a última parte de 2009 em turnê por toda a Europa com um dos gigantes do doom metal Electric Wizard. Durante a última parte de 2011 e o início de 2012, eles apoiaram os "Ghouls Nameless" conhecido como Ghost em suas turnês pela Europa e America do Norte. O estilo do Blood Ceremony tem sido descrito como "flute-tinged witch rock" e suas letras estão repletas de imagens de magia negra e referências a filmes de terror clássicos"(wikipédia)
fearnet.com
Blood Ceremony - Banda de Toronto, Ontário, Canada, formada em 2006. Formação: Alia O'Brien vocal flauta orgão, Sean Kennedy guitarra, Lucas Gadke baixo, Andrew Haust bateria. "É uma banda de doom metal canadense, seu auto-intitulado álbum de estréia foi lançado em 2008, Living with the Ancients, em 2011, ambos pela Rise Above Records. Os álbuns foram re-lançados pela Metal Blade, o rótulo de metal influente responsável por lançar as carreiras de-pesos pesados ​​como Metallica e Slayer. Blood Ceremony passou a última parte de 2009 em turnê por toda a Europa com um dos gigantes do doom metal Electric Wizard. Durante a última parte de 2011 e o início de 2012, eles apoiaram os "Ghouls Nameless" conhecido como Ghost em suas turnês pela Europa e America do Norte. O estilo do Blood Ceremony tem sido descrito como "flute-tinged witch rock" e suas letras estão repletas de imagens de magia negra e referências a filmes de terror clássicos"(wikipédia)
Blood Ceremony - Banda de Toronto, Ontário, Canada, formada em 2006. Formação: Alia O'Brien vocal flauta orgão, Sean Kennedy guitarra, Lucas Gadke baixo, Andrew Haust bateria. "É uma banda de doom metal canadense, seu auto-intitulado álbum de estréia foi lançado em 2008, Living with the Ancients, em 2011, ambos pela Rise Above Records. Os álbuns foram re-lançados pela Metal Blade, o rótulo de metal influente responsável por lançar as carreiras de-pesos pesados ​​como Metallica e Slayer. Blood Ceremony passou a última parte de 2009 em turnê por toda a Europa com um dos gigantes do doom metal Electric Wizard. Durante a última parte de 2011 e o início de 2012, eles apoiaram os "Ghouls Nameless" conhecido como Ghost em suas turnês pela Europa e America do Norte. O estilo do Blood Ceremony tem sido descrito como "flute-tinged witch rock" e suas letras estão repletas de imagens de magia negra e referências a filmes de terror clássicos"(wikipédia)
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Rita Lee & Tutti Frutti - "Atrás do Porto Tem uma Cidade" é o primeiro álbum da cantora e compositora brasileira Rita Lee com a banda Tutti Frutti, lançado em 1974. Formação: Rita Lee: Voz, Clavinet, Moog, Melotron, Piano, Órgão, Pandeiro e Palmas, Lúcia Turnbull: Voz, Guitarra, Violão de 12 cordas e Palmas, Luis Sérgio Carlini: Guitarra, Guitarra Havaiana, Lee Marcucci: Baixo, Mamão: Bateria, Paulinho: Bateria, Juarez: Sax, Luis Cláudio: Jazz Guitarra. Rita havia deixado Os Mutantes em outubro de 1972 e tinha de montado uma dupla feminina com Lúcia Turnbull, o Cilibrinas do Éden, e a primeira apresentação da dupla acabou sendo no primeiro dia do festival Phono 73. Por um acaso, sua apresentação acabou ocorrendo logo antes da apresentação dos Mutantes. Com a recepção fria do público ao seu projeto acústico, Rita Lee decidiu que precisava de um grupo de rock para acompanhá-las. A "descoberta" da banda por Rita acabou levando a um convite para que eles passassem a ser a banda de apoio dela (Wikipédia).
wikipédia
Rita Lee & Tutti Frutti - "Atrás do Porto Tem uma Cidade" é o primeiro álbum da cantora e compositora brasileira Rita Lee com a banda Tutti Frutti, lançado em 1974. Formação: Rita Lee: Voz, Clavinet, Moog, Melotron, Piano, Órgão, Pandeiro e Palmas, Lúcia Turnbull: Voz, Guitarra, Violão de 12 cordas e Palmas, Luis Sérgio Carlini: Guitarra, Guitarra Havaiana, Lee Marcucci: Baixo, Mamão: Bateria, Paulinho: Bateria, Juarez: Sax, Luis Cláudio: Jazz Guitarra. Rita havia deixado Os Mutantes em outubro de 1972 e tinha de montado uma dupla feminina com Lúcia Turnbull, o Cilibrinas do Éden, e a primeira apresentação da dupla acabou sendo no primeiro dia do festival Phono 73. Por um acaso, sua apresentação acabou ocorrendo logo antes da apresentação dos Mutantes. Com a recepção fria do público ao seu projeto acústico, Rita Lee decidiu que precisava de um grupo de rock para acompanhá-las. A "descoberta" da banda por Rita acabou levando a um convite para que eles passassem a ser a banda de apoio dela (Wikipédia).
Rita Lee & Tutti Frutti - "Atrás do Porto Tem uma Cidade" é o primeiro álbum da cantora e compositora brasileira Rita Lee com a banda Tutti Frutti, lançado em 1974. Formação: Rita Lee: Voz, Clavinet, Moog, Melotron, Piano, Órgão, Pandeiro e Palmas, Lúcia Turnbull: Voz, Guitarra, Violão de 12 cordas e Palmas, Luis Sérgio Carlini: Guitarra, Guitarra Havaiana, Lee Marcucci: Baixo, Mamão: Bateria, Paulinho: Bateria, Juarez: Sax, Luis Cláudio: Jazz Guitarra. Rita havia deixado Os Mutantes em outubro de 1972 e tinha de montado uma dupla feminina com Lúcia Turnbull, o Cilibrinas do Éden, e a primeira apresentação da dupla acabou sendo no primeiro dia do festival Phono 73. Por um acaso, sua apresentação acabou ocorrendo logo antes da apresentação dos Mutantes. Com a recepção fria do público ao seu projeto acústico, Rita Lee decidiu que precisava de um grupo de rock para acompanhá-las. A "descoberta" da banda por Rita acabou levando a um convite para que eles passassem a ser a banda de apoio dela (Wikipédia).
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