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Isabella de Andrade
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Ampliar o espaço feminino no mercado editorial, mostrar que a literatura produzida por mulheres integra diversos gêneros e vai além dos romances afetivos ou autorais, equiparar a publicação e leitura entre autores e autoras, são estes alguns dos objetivos dos coletivos literários criados por mulheres em diferentes regiões do país. As iniciativas online mostram que a geração atual quer preencher uma lacuna deixada por anos anteriores, quando a produção literária masculina ocupava grande parte das estantes, livrarias.

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No último dia 30 de março a UFRGD divulgou a lista de leituras obrigatórias para o seu vestibular de 2018 e, entre as novidades, está o livro da escritora Carolina Maria de Jesus. A inclusão do livro entre a lista que chega a milhares de jovens reacende algumas polêmicas que envolvem a obra da escritora. Considerada uma das primeiras e mais importantes autoras negras do Brasil por alguns, Carolina tem seus escritos contestados por parte de acadêmicos, que consideram que seu livro, Quarto de despejo – Diário de uma favelada, não poderia ser considerado literatura.

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Sabe aquela ideia antiga de que Brasília não tem movimentação cultural? Acabou faz tempo. A cidade tem fervilhado em projetos e iniciativas para divulgar, expandir e conectar nossos espaços de criação. O mais novo deles é a Movida Literária, um encontro que vai ocupar o mês de maio e movimentar as mesas de bares da capital com muita conversa sobre livros, autores, produção atual e o que mais surgir entre literatura e cotidiano.

Eu estarei presente (e representando o oCiclorama) como mediadora da mesa no dia 24 de maio, no Bar 400, ao lado dos autores Marcos Fabrício e João Bosco Bezerra Bonfim.

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A sutileza do bem querer é esperar que o outro chegue, mesmo que o café fique frio, mesmo que lhe passe a hora certa do amanhecer. Por vezes lemos um romance barato para fingir aos pouquinhos que ainda nos impera a crença do amor. E por que teimamos falar o amor em meio ao concreto? Maria perguntava sem dó. O tempo estoura os dias em poeira lá fora e aqui, a gente teima em pensar em bem querer, é essa a minha revolução. Queria que o mundo andasse mais devagar, mas não anda. Então aceito daqui esse punhado temporário que recolhi de pequenas verdades. Queria voltar ao princípio de todas as coisas, assim nunca mais nos tornaríamos enfadonhos com os próprios meios. Sabe que não me canso deles, dos meios? Mergulho e me farto entre as gargalhadas e eternidades dos inícios, assim como me deleito entre o caminhar mais lento e entrelaçado que nos assegura entre o riso cúmplice dos tempos prolongados. (...)

Marias – oCiclorama
Marias – oCiclorama
ociclorama.com

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