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Ronaldo Jair Sales
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" O homem começa a morrer quando ele deixa de aprender"
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Há um ano fiz um tratamento para Doença de Parkinson no Hospital Sara Kubistchek, unidade de Fortaleza. Para mim uma data inesquecível, motivo primordial para escrever sobre a lisura dos trabalhos realizados em todos os segmentos que compõe esta obra prima do serviço hospitalar no Brasil, pais  onde não existe trabalho referencial iguall no tratamento da saúde em todo seu território. É lamentável tomar conhecimento de um índice elevado de verdadeiros absurdos quase que cotidianamente pelos meios de comunicação, imprensa falada e escrita, sobre as condições de tratamento da saúde do povo brasileiro.
Pois em meio desse caos, existe um trabalho fora de série sendo realizado na Rede Sara.  Assumo a indicação da rede, embora meu tratamento tenha sido feito na unidade de Fortaleza. Simplesmente  o trabalho é padrão, as mudanças ocorrem na execução das atividades que, se comparadas com os tratamentos convencionais que conhecemos, vão de encontro a  falência do serviço da saúde pública.  Há uma necessidade premente da iniciativa privada investir alto para transformar os seus trabalhos em fonte de capital como fruto da confiança conquistada pela oferta de serviços. 
O trabalho realizado pelos funcionários do Hospital Sara está muito acima de qualquer avaliação, mesmo que você leitor,  considere um exagero a minha análise.  Confirmo que somente fui encontrar argumentos convincentes ao que quero dizer  nos preceitos de Hegel, segundo o qual  “ a essência de uma coisa é aquilo em que ela enfim se torna”. Assim, posso usar o absoluto de Hegel e afirmar que o Sara hoje é uma referência para o mundo. O começo é sua estrutura física, passa pela limpeza e higiene, chega ao crachá de apresentação dos visitantes, pacientes e profissionais da área de saúde e similares, todos direta ou indiretamente ligados às atividades inerentes ao hospital. O crachá, por exemplo, perde o seu tradicional papel de apresentador para ser muito mais que isso, e passa a  ser um meio norteador das atividades exercidas cotidianamente.
Pensando no que posso dizer, sinto que não tenho dificuldade de relatar tal  a quantidade de fatos que ocorrem no dia a dia de um hospital do porte do Sara. Não tenho experiência desse tipo de trabalho, e foi a primeira vez em que fui internado em um hospital para tratamento,  no caso, por trin- ta dias.  No primeiro dia começam as surpreendentes iniciativas, mesmo antes do ingresso no hospital através dos meios de seleção dos  clientes  do hospital. Depois de sua entrada  para o tratamento, vem uma satisfação atrás da outra com a interação paciente x profissionais,  todos com dedicação exclusiva ao hospital. O fruto dessa dedicação vêm  com  os resultados,  pois sentimos a felicidade dos profissionais em ter  obtido sucesso nos vários processos de reabilitação. As metas não se confundem com os objetivos. As metas são alcançadas e mensuradas pela satisfação do paciente, e os objetivos são alcançados pela estratégia de um trabalho conjunto de comunicação, informação e avaliação semanal, inclusive com a participação dos pacientes, que não são apenas auscultados, mas, sobretudo escutados.
 O desenvolvimento das atividades exercidas no hospital não tem segredo, e sim ordem, disciplina, administração que planeja, controla , organiza e coordena. Um primor!   
 Uma coisa extraordinária de que gostei muito, foi o tratamento do hospital ter a concepção de que o paciente quando o procura,  vem também à procura do que está acontecendo na sua vida. No caso específico,  o Sara traz consigo uma esperança diferenciada de cura. Foi quando senti a estratégia do trabalho por eles realizado em sintonia com a minha recuperação. Compreendi o que antes foi explicado em palestra : faço  uso da  analogia de que o Hospital Sara é como o jogo do Tangram, que reconstrói as figuras geométricas da esperança dos que aguardam verdadeiros milagres  dos seus próprios cacos. Ou seja, reabilita seus pacientes com ênfase nos resultados positivos, dos mais trágicos acidentes, dos casos clínicos ditos sem perspectivas de melhoras, das doenças vasculares e do Parkinson, e outras...
 Enfim, O Sara é a escola certa a ser seguida, é o instrumento certo a ser implantado neste país, é a ferramenta adequada à administração da saúde. Pois é esta ferramenta que pode analisar, avaliar e monitorar os procedimentos  médicos e, principalmente dentro da filosofia do trabalho praticado pelo hospital, atitudes e ações médicas podem mudar a história das doenças e primordialmente a recuperação dos pacientes, mais do que isso até, a reabilitação de seus cacos.
 A reabilitação no Hospital Sara me remete à “lenda do vaso quebrado”. O “defeito” – ou doença- de cada um é que faz nossas flores – ou nossa procura por cura- brotarem pelo caminho da convivência gratificante. Junte isso com a fé do paciente, a boa administração e os excelentes resultados das atividades fim, e temos o melhor e mais eficiente trabalho de saúde realizado  no Brasil, contemplando todos que tiveram a felicidade de ter esse privilégio.
Texto:  Domingos  Sávio  Azevedo  Cabral

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Thiago,

Irei em breve atualizar meu blog. Tenho boas notícias que merecem ser compartilhadas. Estou vivendo um bom momento é realmente preciso informar, dividir, compartilhar ....

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Larissa,
Depois de um perfeito ajuste no aparelho sinto tão bem que parece eu ter nascido novamente.
Está quase perfeito. Os sintomas quase foram a zero. Quase não sinto o Parkinson. O quase é porque o aparelho não cura mas nos da um conforto impressionante.

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Obrigado. Fico feliz em contribuir com os colegas parkinsonianos e seus familiares 

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Este trecho também é muito interessante. Parabéns pela seleção dos trechos. 
Me perdoa, mas ainda me perco no certo e errado. Ainda não tenho o poder de me apaixonar pelo cara certo, de escolher o momento certo, de viver na hora certa o que preciso. Sou atrapalhada demais para dar conta dessas certezas todas que só ilustram a fantasia. Ô mania de achar que se tem certeza de tudo. Se não errar como a gente descobre o que vale a pena? Se a gente não se atropela como é que descobre até onde se pode chegar? Se não amamos errado como é que descobrimos o amor sincero quando este acontece? Tá vendo. É preciso colocar tudo a perder, viver na intensidade o errado também. Não estou dizendo para ser inconsequente e irresponsável, mas permissivo na busca de sua auto realização. Chega de vestir máscara e viver maquiando as falhas para se enquadrar num padrão imperfeito de perfeição.

[Marcely Pieroni Gastaldi]
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Contato@parkinsongoias.org
Eu me emocionei com esse post, eu odeio o parkson meu marido tem desde de 2008 e lendo esse post eu me identifiquei muito, fiquei tão revoltada no inicio tinha tantos sonhos juntos, tantos planos, demorei tanto aceitar, engraçado  já estou ate conseguindo escrever e desabafar o tanto que eu odeio essa doença, estamos em batalha atras do DBS e eu estava tão insegura em deixar meu marido fazer é deixar mesmo  hj sou eu que cuido dele em todos os sentidos ate brinco com ele que Deus me colocou na vida dele justamente por isso, mesmo sabendo que ele tem 20 anos a mais que eu, eu nunca em momento algum esse tempo todo de parkson pensei em deixar, desistir, já chorei muito, fiquei revoltada, mas sempre pensei em ir atras dessa cirurgia e depois de ler tanto sobre isso, já tinha ate desistido,  ha dias estava sem internet, justamente hj o pessoal da secretaria de saúde do Estado me liga marcando a primeira de muitas consultas eu sei nessa loNga caminhada ai entro aqui leio esse post, só posso ver como um sinal de Deus pra seguir, acreditar, não desistir, estava tão aflita, coração apertado... me sinto melhor, calma e a consulta sera na próxima semana dia 10 que seja tudo conforme a vontade dele, Deus que é quem me guia... Ja falei para ao sr que sou sua admiradora e foi Deus que colocou a sua historia em minha vida no momento certo... obrigado, Deus lhe abençoe sempre.... 

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Tereza

Já que temos o limão vamos fazer dele uma limonada. Nada adianta choramingar aos quatro cantos depois de diagnosticada a doença de Parkinson.
Temos que compartilhá-la para amenizar nosso sofrimento. A aceitação é o caminho mais curto para sofrer menos.
Quero parabenizá-la pelo gesto de "cuidadora" de seu marido, quando da união prometeram compartilhar a vida na saúde e na doença até que morte os separe.
Deus com certeza lhe deu esta missão que terá de cumpri-la, porém procure obedecê-lo mas vivendo também a sua vida de forma prazerosamente.
Procure fazer do limão uma gostosa limonada e saboreia em família.
É tão bonito o importante o apoio familiar.

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Para quem gosta de História e Relações Internacionais ou mesmo um curioso, pode apreciar mudanças significativas no mapa da Europa dos últimos 1000 anos. É muito legal.

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Pelo que se sabe bebidas alcoólicas não combina com nenhuma medicação. O Prolopa, principal medicação do Parkinson, não reage com eficácia junto ao álcool, perdendo força para combater a doença.
A bebida pode ser uma fuga, que em forma de depressão, faz com que o doente entre nela.
É a minha opinião. 
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