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Mauricio Antonio Veloso Duarte
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Sou um meditador. Artista visual, ilustrador, poeta e escritor.
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Leia o novo texto com minha participação especial no número 31 da Revista Divulga Escritor . A arte de comunicar e a necessidade de referências .

A arte de comunicar e a necessidade de referências

Comunicar é o que mais se faz hoje em dia. Nunca tantos estiveram tão conectados a outros tantos como atualmente. A facilidade da comunicação hodierna rompeu todas as barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas. Até certo ponto estas frases anteriores podem ser verdadeiras... Mas na realidade a comunicação digital, online, ligada à computação e todas as outras mídias relacionadas não trouxeram para todos o entendimento que poderia ter sido alcançado. Nem a globalização, nem as mudanças no comportamento ou qualquer outra novidade trouxeram este entendimento tão ansiosamente esperado.
Comunicar é o que menos se faz. Ou o que se faz raramente. Porque fazer circular conhecimentos e inovações tem que ser realizado de forma proveitosa. O que não é o caso. O conhecimento e as inovações são divulgadas, mas sem inteligência, sem critério e... sem proveito. A conexão de todos com todos é reduzida a grupelhos de interesses – pessoais e/ou coletivos – que atomizam a atuação ou a compreensão de todos. O resultado é que “a praça” está morrendo, se é que já não morreu. A “praça pública”, o jornal – compartilhado – a revista – digital ou impressa – o rádio, a TV, todos os veículos de comunicação são segmentados em n grupos a escolha do usuário hoje em dia. Se isto é bom por um lado, por outro é desastroso. É raro o conhecimento compartilhado que existia há algum tempo atrás. Fecham-se todos em seus próprios interesses... As barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas nunca se tornaram tão fortes quanto nesses tempos de terrorismo, muros de Donald Trump e violência generalizada. Eu poderia enumerar outros argumentos, mas acredito que não é necessário. O leitor pode entender perfeitamente onde eu quero chegar.
Tudo está perdido? Não, longe disso. Mas é preciso entender que quantidade não é qualidade, que informação não é conhecimento e que as pausas – ou silêncios – fazem parte da comunicação verdadeira. Preencher todos os espaços de informação – o capitalismo é mestre nisso – não é garantia de que esta informação irá ser entendida, compreendida e quem dirá, aceita e/ou utilizada, transformada. Para que se tenha uma reflexão crítica do que se quer comunicar – e que essa reflexão seja recebida, decodificada e modificada de acordo com cada pensamento – faz-se mister que haja uma referência, um ponto de referência cultural, social, econômico e/ou político, cuja consideração não esteja limitada à toda relativização, todo o tempo, como se faz atualmente em todas as esferas. Para mim, essa referência é Deus, a espiritualidade ou o sagrado. Cada um deve encontrar sua própria referência... Afinal, a comunicação se dá por comparação ou contraste. Nesse sentido, saber o seu lugar no universo depende sobretudo de referências.
Portanto, é importante tornar claro que as mídias digitais – e outras novidades tecnológicas – estão aí para nos ajudar e nos tornar mais livres; bem como as mudanças sociais, na maior parte do tempo – ou assim deveria ser – porém não é o que vem acontecendo. Mudar essa sina de subutilização da comunicação é compreender profundamente que nossa humanidade, nosso lado humano deve ser lembrado sempre e que comunicar é uma arte. Que tenhamos a comunicação adequada implementada em nossos veículos midiáticos e outros, com sabedoria e oportuno proveito para todos. Paz e luz.

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

https://issuu.com/smc5/docs/31_divulga_escritor_revista_liter__/114

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A arte de comunicar e a necessidade de referências

Comunicar é o que mais se faz hoje em dia. Nunca tantos estiveram tão conectados a outros tantos como atualmente. A facilidade da comunicação hodierna rompeu todas as barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas. Até certo ponto estas frases anteriores podem ser verdadeiras... Mas na realidade a comunicação digital, online, ligada à computação e todas as outras mídias relacionadas não trouxeram para todos o entendimento que poderia ter sido alcançado. Nem a globalização, nem as mudanças no comportamento ou qualquer outra novidade trouxeram este entendimento tão ansiosamente esperado.
Comunicar é o que menos se faz. Ou o que se faz raramente. Porque fazer circular conhecimentos e inovações tem que ser realizado de forma proveitosa. O que não é o caso. O conhecimento e as inovações são divulgadas, mas sem inteligência, sem critério e... sem proveito. A conexão de todos com todos é reduzida a grupelhos de interesses – pessoais e/ou coletivos – que atomizam a atuação ou a compreensão de todos. O resultado é que “a praça” está morrendo, se é que já não morreu. A “praça pública”, o jornal – compartilhado – a revista – digital ou impressa – o rádio, a TV, todos os veículos de comunicação são segmentados em n grupos a escolha do usuário hoje em dia. Se isto é bom por um lado, por outro é desastroso. É raro o conhecimento compartilhado que existia há algum tempo atrás. Fecham-se todos em seus próprios interesses... As barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas nunca se tornaram tão fortes quanto nesses tempos de terrorismo, muros de Donald Trump e violência generalizada. Eu poderia enumerar outros argumentos, mas acredito que não é necessário. O leitor pode entender perfeitamente onde eu quero chegar.
Tudo está perdido? Não, longe disso. Mas é preciso entender que quantidade não é qualidade, que informação não é conhecimento e que as pausas – ou silêncios – fazem parte da comunicação verdadeira. Preencher todos os espaços de informação – o capitalismo é mestre nisso – não é garantia de que esta informação irá ser entendida, compreendida e quem dirá, aceita e/ou utilizada, transformada. Para que se tenha uma reflexão crítica do que se quer comunicar – e que essa reflexão seja recebida, decodificada e modificada de acordo com cada pensamento – faz-se mister que haja uma referência, um ponto de referência cultural, social, econômico e/ou político, cuja consideração não esteja limitada à toda relativização, todo o tempo, como se faz atualmente em todas as esferas. Para mim, essa referência é Deus, a espiritualidade ou o sagrado. Cada um deve encontrar sua própria referência... Afinal, a comunicação se dá por comparação ou contraste. Nesse sentido, saber o seu lugar no universo depende sobretudo de referências.
Portanto, é importante tornar claro que as mídias digitais – e outras novidades tecnológicas – estão aí para nos ajudar e nos tornar mais livres; bem como as mudanças sociais, na maior parte do tempo – ou assim deveria ser – porém não é o que vem acontecendo. Mudar essa sina de subutilização da comunicação é compreender profundamente que nossa humanidade, nosso lado humano deve ser lembrado sempre e que comunicar é uma arte. Que tenhamos a comunicação adequada implementada em nossos veículos midiáticos e outros, com sabedoria e oportuno proveito para todos. Paz e luz.

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Comunicar é o que mais se faz hoje em dia. Nunca tantos estiveram tão conectados a outros tantos como atualmente. A facilidade da comunicação hodierna rompeu todas as barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas. Até certo ponto estas frases anteriores podem ser verdadeiras... Mas na realidade a comunicação digital, online, ligada à computação e todas as outras mídias relacionadas não trouxeram para todos o entendimento que poderia ter sido alcançado. Nem a globalização, nem as mudanças no comportamento ou qualquer outra novidade trouxeram este entendimento tão ansiosamente esperado.
Comunicar é o que menos se faz. Ou o que se faz raramente. Porque fazer circular conhecimentos e inovações tem que ser realizado de forma proveitosa. O que não é o caso. O conhecimento e as inovações são divulgadas, mas sem inteligência, sem critério e... sem proveito. A conexão de todos com todos é reduzida a grupelhos de interesses – pessoais e/ou coletivos – que atomizam a atuação ou a compreensão de todos. O resultado é que “a praça” está morrendo, se é que já não morreu. A “praça pública”, o jornal – compartilhado – a revista – digital ou impressa – o rádio, a TV, todos os veículos de comunicação são segmentados em n grupos a escolha do usuário hoje em dia. Se isto é bom por um lado, por outro é desastroso. É raro o conhecimento compartilhado que existia há algum tempo atrás. Fecham-se todos em seus próprios interesses... As barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas nunca se tornaram tão fortes quanto nesses tempos de terrorismo, muros de Donald Trump e violência generalizada. Eu poderia enumerar outros argumentos, mas acredito que não é necessário. O leitor pode entender perfeitamente onde eu quero chegar.
Tudo está perdido? Não, longe disso. Mas é preciso entender que quantidade não é qualidade, que informação não é conhecimento e que as pausas – ou silêncios – fazem parte da comunicação verdadeira. Preencher todos os espaços de informação – o capitalismo é mestre nisso – não é garantia de que esta informação irá ser entendida, compreendida e quem dirá, aceita e/ou utilizada, transformada. Para que se tenha uma reflexão crítica do que se quer comunicar – e que essa reflexão seja recebida, decodificada e modificada de acordo com cada pensamento – faz-se mister que haja uma referência, um ponto de referência cultural, social, econômico e/ou político, cuja consideração não esteja limitada à toda relativização, todo o tempo, como se faz atualmente em todas as esferas. Para mim, essa referência é Deus, a espiritualidade ou o sagrado. Cada um deve encontrar sua própria referência... Afinal, a comunicação se dá por comparação ou contraste. Nesse sentido, saber o seu lugar no universo depende sobretudo de referências.
Portanto, é importante tornar claro que as mídias digitais – e outras novidades tecnológicas – estão aí para nos ajudar e nos tornar mais livres; bem como as mudanças sociais, na maior parte do tempo – ou assim deveria ser – porém não é o que vem acontecendo. Mudar essa sina de subutilização da comunicação é compreender profundamente que nossa humanidade, nosso lado humano deve ser lembrado sempre e que comunicar é uma arte. Que tenhamos a comunicação adequada implementada em nossos veículos midiáticos e outros, com sabedoria e oportuno proveito para todos. Paz e luz.

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Comunicar é o que menos se faz. Ou o que se faz raramente. Porque fazer circular conhecimentos e inovações tem que ser realizado de forma proveitosa. O que não é o caso. O conhecimento e as inovações são divulgadas, mas sem inteligência, sem critério e... sem proveito. A conexão de todos com todos é reduzida a grupelhos de interesses – pessoais e/ou coletivos – que atomizam a atuação ou a compreensão de todos. O resultado é que “a praça” está morrendo, se é que já não morreu. A “praça pública”, o jornal – compartilhado – a revista – digital ou impressa – o rádio, a TV, todos os veículos de comunicação são segmentados em n grupos a escolha do usuário hoje em dia. Se isto é bom por um lado, por outro é desastroso. É raro o conhecimento compartilhado que existia há algum tempo atrás. Fecham-se todos em seus próprios interesses... As barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas nunca se tornaram tão fortes quanto nesses tempos de terrorismo, muros de Donald Trump e violência generalizada. Eu poderia enumerar outros argumentos, mas acredito que não é necessário. O leitor pode entender perfeitamente onde eu quero chegar.
Tudo está perdido? Não, longe disso. Mas é preciso entender que quantidade não é qualidade, que informação não é conhecimento e que as pausas – ou silêncios – fazem parte da comunicação verdadeira. Preencher todos os espaços de informação – o capitalismo é mestre nisso – não é garantia de que esta informação irá ser entendida, compreendida e quem dirá, aceita e/ou utilizada, transformada. Para que se tenha uma reflexão crítica do que se quer comunicar – e que essa reflexão seja recebida, decodificada e modificada de acordo com cada pensamento – faz-se mister que haja uma referência, um ponto de referência cultural, social, econômico e/ou político, cuja consideração não esteja limitada à toda relativização, todo o tempo, como se faz atualmente em todas as esferas. Para mim, essa referência é Deus, a espiritualidade ou o sagrado. Cada um deve encontrar sua própria referência... Afinal, a comunicação se dá por comparação ou contraste. Nesse sentido, saber o seu lugar no universo depende sobretudo de referências.
Portanto, é importante tornar claro que as mídias digitais – e outras novidades tecnológicas – estão aí para nos ajudar e nos tornar mais livres; bem como as mudanças sociais, na maior parte do tempo – ou assim deveria ser – porém não é o que vem acontecendo. Mudar essa sina de subutilização da comunicação é compreender profundamente que nossa humanidade, nosso lado humano deve ser lembrado sempre e que comunicar é uma arte. Que tenhamos a comunicação adequada implementada em nossos veículos midiáticos e outros, com sabedoria e oportuno proveito para todos. Paz e luz.

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Comunicar é o que menos se faz. Ou o que se faz raramente. Porque fazer circular conhecimentos e inovações tem que ser realizado de forma proveitosa. O que não é o caso. O conhecimento e as inovações são divulgadas, mas sem inteligência, sem critério e... sem proveito. A conexão de todos com todos é reduzida a grupelhos de interesses – pessoais e/ou coletivos – que atomizam a atuação ou a compreensão de todos. O resultado é que “a praça” está morrendo, se é que já não morreu. A “praça pública”, o jornal – compartilhado – a revista – digital ou impressa – o rádio, a TV, todos os veículos de comunicação são segmentados em n grupos a escolha do usuário hoje em dia. Se isto é bom por um lado, por outro é desastroso. É raro o conhecimento compartilhado que existia há algum tempo atrás. Fecham-se todos em seus próprios interesses... As barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas nunca se tornaram tão fortes quanto nesses tempos de terrorismo, muros de Donald Trump e violência generalizada. Eu poderia enumerar outros argumentos, mas acredito que não é necessário. O leitor pode entender perfeitamente onde eu quero chegar.
Tudo está perdido? Não, longe disso. Mas é preciso entender que quantidade não é qualidade, que informação não é conhecimento e que as pausas – ou silêncios – fazem parte da comunicação verdadeira. Preencher todos os espaços de informação – o capitalismo é mestre nisso – não é garantia de que esta informação irá ser entendida, compreendida e quem dirá, aceita e/ou utilizada, transformada. Para que se tenha uma reflexão crítica do que se quer comunicar – e que essa reflexão seja recebida, decodificada e modificada de acordo com cada pensamento – faz-se mister que haja uma referência, um ponto de referência cultural, social, econômico e/ou político, cuja consideração não esteja limitada à toda relativização, todo o tempo, como se faz atualmente em todas as esferas. Para mim, essa referência é Deus, a espiritualidade ou o sagrado. Cada um deve encontrar sua própria referência... Afinal, a comunicação se dá por comparação ou contraste. Nesse sentido, saber o seu lugar no universo depende sobretudo de referências.
Portanto, é importante tornar claro que as mídias digitais – e outras novidades tecnológicas – estão aí para nos ajudar e nos tornar mais livres; bem como as mudanças sociais, na maior parte do tempo – ou assim deveria ser – porém não é o que vem acontecendo. Mudar essa sina de subutilização da comunicação é compreender profundamente que nossa humanidade, nosso lado humano deve ser lembrado sempre e que comunicar é uma arte. Que tenhamos a comunicação adequada implementada em nossos veículos midiáticos e outros, com sabedoria e oportuno proveito para todos. Paz e luz.

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Comunicar é o que mais se faz hoje em dia. Nunca tantos estiveram tão conectados a outros tantos como atualmente. A facilidade da comunicação hodierna rompeu todas as barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas. Até certo ponto estas frases anteriores podem ser verdadeiras... Mas na realidade a comunicação digital, online, ligada à computação e todas as outras mídias relacionadas não trouxeram para todos o entendimento que poderia ter sido alcançado. Nem a globalização, nem as mudanças no comportamento ou qualquer outra novidade trouxeram este entendimento tão ansiosamente esperado.
Comunicar é o que menos se faz. Ou o que se faz raramente. Porque fazer circular conhecimentos e inovações tem que ser realizado de forma proveitosa. O que não é o caso. O conhecimento e as inovações são divulgadas, mas sem inteligência, sem critério e... sem proveito. A conexão de todos com todos é reduzida a grupelhos de interesses – pessoais e/ou coletivos – que atomizam a atuação ou a compreensão de todos. O resultado é que “a praça” está morrendo, se é que já não morreu. A “praça pública”, o jornal – compartilhado – a revista – digital ou impressa – o rádio, a TV, todos os veículos de comunicação são segmentados em n grupos a escolha do usuário hoje em dia. Se isto é bom por um lado, por outro é desastroso. É raro o conhecimento compartilhado que existia há algum tempo atrás. Fecham-se todos em seus próprios interesses... As barreiras geográficas, econômicas, sociais e políticas nunca se tornaram tão fortes quanto nesses tempos de terrorismo, muros de Donald Trump e violência generalizada. Eu poderia enumerar outros argumentos, mas acredito que não é necessário. O leitor pode entender perfeitamente onde eu quero chegar.
Tudo está perdido? Não, longe disso. Mas é preciso entender que quantidade não é qualidade, que informação não é conhecimento e que as pausas – ou silêncios – fazem parte da comunicação verdadeira. Preencher todos os espaços de informação – o capitalismo é mestre nisso – não é garantia de que esta informação irá ser entendida, compreendida e quem dirá, aceita e/ou utilizada, transformada. Para que se tenha uma reflexão crítica do que se quer comunicar – e que essa reflexão seja recebida, decodificada e modificada de acordo com cada pensamento – faz-se mister que haja uma referência, um ponto de referência cultural, social, econômico e/ou político, cuja consideração não esteja limitada à toda relativização, todo o tempo, como se faz atualmente em todas as esferas. Para mim, essa referência é Deus, a espiritualidade ou o sagrado. Cada um deve encontrar sua própria referência... Afinal, a comunicação se dá por comparação ou contraste. Nesse sentido, saber o seu lugar no universo depende sobretudo de referências.
Portanto, é importante tornar claro que as mídias digitais – e outras novidades tecnológicas – estão aí para nos ajudar e nos tornar mais livres; bem como as mudanças sociais, na maior parte do tempo – ou assim deveria ser – porém não é o que vem acontecendo. Mudar essa sina de subutilização da comunicação é compreender profundamente que nossa humanidade, nosso lado humano deve ser lembrado sempre e que comunicar é uma arte. Que tenhamos a comunicação adequada implementada em nossos veículos midiáticos e outros, com sabedoria e oportuno proveito para todos. Paz e luz.

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