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Jorge Oliveira
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Casado. Pai de 2 filhas. Cristão evangélico
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A Bíblia fala de bebés espirituais. Existem os crentes novos que são bebés na fé e há os bebés velhos que estão doentes na fé. Crentes novinhos, que estão ávidos da boa Palavra de Deus e crentes velhos, que desprezam e vomitam a boa comida. O escritor aos Hebreus fala deste tipo de bebés chorões (Hebreus 5:12-14). Estes velhos bebés chorões são pessoas imaturas que cresceram mal ou não cresceram como deviam, face ao tempo que se dizem crentes. Pensam, falam e portam-se como meninos. Choram, amuam, fazem birras, desistem de crescer, querem atenção. Normalmente, estes bebezões reclamam muito e estão sempre descontentes com tudo. Queixam-se da sua igreja local, dos crentes, dos líderes, da música, das pregações, protestam contra tudo e todos. São velhos protestantes, não os descendentes da boa Reforma, mas velhos imberbes com barba que nunca cresceram. No jardim da vida real, esta infantilidade é tal qual erva daninha que sufoca o sol e a frescura da vida.

Leia a crónica publicada no Refrigério AQUI: https://goo.gl/h8XSx2

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"Somente a comunhão que passa pela grande decepção, com os seus maus e desagradáveis aspectos, começa a ser o que ela deve ser diante de Deus, começa a apossar-se na fé da promessa recebida. Quanto mais cedo a pessoa e a comunidade passarem por esta decepção, tanto melhor para ambas. Uma comunhão que não suporte e não sobreviva a uma tal decepção, que se agarre a um ideal quando ele é para ser destruído, perde na mesma hora a promessa de comunhão duradoura, e se desmanchará mais cedo ou mais tarde. Qualquer ideal humano, introduzido na comunhão cristã, impede que a comunhão possa existir. A pessoa que ama mais o seu sonho de uma comunhão cristã do que a própria comunhão cristã, destruirá qualquer comunhão cristã, mesmo que pessoalmente essa pessoa seja honesta, séria e abnegada."

In: BONHOEFFER, Dietrich. Vida em Comunhão. São Leopoldo: Editora Sinodal, 1997, p. 18

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"E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera." (Génesis 2:3).

Um dia destes, a minha filha mais nova perguntou-me porquê é que Deus precisou descansar no final da sua criação. Obviamente que Deus não estava cansado. Aliás, a Palavra não diz propriamente que Deus descansou, mas que Ele descansou de toda a sua obra. Ou seja, O Senhor parou com o ciclo criativo do universo que tinha começado. Deus nunca se cansa (Isaías 40:28). Devemos estar muito gratos a Ele, porque até agora Deus continua a trabalhar (João 5:17).

O dia de descanso foi separado e implementado, não para Deus, mas para o homem. Jesus esclareceu bem isso: "O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado" (Marcos 2:27). O princípio que extraímos do sábado, mais do que uma regra religiosa, é que o ser humano precisa saber parar. Este descanso é muito mais do que parar de trabalhar, é sossegar e confiar naquele que criou e santificou o descanso. A grande bênção do sétimo dia também é profética - aponta para o completo descanso futuro, onde estaremos totalmente rendidos diante da presença de Deus. Até lá, aprendamos a sossegar em Deus.

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"A maior preocupação do diabo é afastar os cristãos da oração. Ele não teme os estudos, nem o trabalho e nem a religião daqueles que não oram. Ele ri da nossa labuta, zomba da nossa sabedoria, mas treme quando nós oramos."

Samuel Chadwick
(1860-1932)

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Nas coisas de Deus e da Bíblia, por mais que aprofundemos e escavemos, andamos sempre à superfície. Quem julga saber, nada sabe. Quem pensa muito conhecer, pouco alcança. Se há uma coisa que temos de aprender com os grandes servos de Deus do passado é que todos eles tinham a percepção da sua própria pobreza espiritual. Enquanto estivermos aqui, no que se refere ao conhecimento de Deus e dos seus propósitos, seremos sempre muito diminutos. Tendo isto presente, é melhor comer e partilhar as migalhas que já recebemos do que implorar por pão que nunca iremos conseguir comer. É melhor colocar em prática o "til" que já sabemos do que querer entender o "Yod" que desconhecemos.

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Passei este Domingo em dois hospitais, a acompanhar o meu sogro. As doenças mentais são ainda muito incompreendidas e estigmatizadas. Afectam o próprio doente, a família e todos os que estão à volta. A medicação adequada e o acompanhamento médico e familiar são essenciais para tratar as enfermidades do foro mental e psiquiátrico.

Assiste-se a muito sofrimento nos hospitais. A sala de espera psiquiátrica não é excepção. Vi uma senhora agitada que não parava de repetir ao filho que queria ir embora. O filho, desesperado, insistia que ela tinha que ser vista e tratada. Um rapaz novo andava de um lado para o outro a contorcer-se. Uma mãe aflita, a dizer aos enfermeiros e a um polícia que não saía do hospital enquanto o seu filho não fosse internado. Quando o filho, um homem com os seus quarenta anos, saiu da consulta disse à mãe para vir embora. Ela não queria ir. Aconselhei-os a terem calma, que tudo se iria resolver. Agradeceram-me e saíram. As ambulâncias sempre a chegar. Gente a gemer. Muitas pessoas à espera nos corredores. Aprende-se a esperar num hospital público. Os médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar fazem o que podem. Fazem muito.

Não é só nos bancos das igrejas que se aprende ao Domingo (e tanto tenho aprendido ali), também se aprende imenso nos bancos e nos corredores destes hospitais. Aprende-se a confiar mais em Deus do que em nós próprios. Ou então pode-se ficar insensível, revoltado e amargurado. Pode-se aprender a orar. Pode-se aprender a esperar mais no Senhor. Que Deus nos ajude.

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O caso da queda do avião Canadair que supostamente caiu ontem, que depois se verificou ter sido uma explosão de botijas de gás que estavam ao lado de uma suposta "roullote", só vem confirmar o que muitos já pensavam: a tragédia em Pedrógão Grande, que provocou já 64 mortes e 136 feridos, foi horrivelmente agravada pela desorientação e descoordenação de quem comandou as operações.

Sim, existiram causas naturais que podem ter ajudado a propagar o incêndio. Sim, existiu incúria da parte de alguns proprietários dos terrenos que não limparam as suas matas. Sim, os bombeiros e muitos outros anónimos foram verdadeiros heróis nestes terríveis fogos. Mas a grande descoordenação que reinou desde o início deste incêndio contribuiu infelizmente para o alastramento da tragédia. O incêndio começou às 14 horas e as respostas foram demasiado lentas e diminutas, dada a dimensão da catástrofe.

Falhou a protecção civil em não priorizar o salvamento das vidas humanas; falhou o sistema de comunicação para emergências (o afamado SIRESP); falharam os políticos ao encolherem os ombros, dizendo que tudo foi feito, falharam as políticas de ordenamento florestal que, na prática, nada resolvem, falharam muitos jornalistas pelo sensacionalismo balofo. Num certo sentido, falhámos todos como nação por terem morrido tantas crianças e adultos.

Deus tenha misericórdia de todos nós. Continuarei a orar pelos familiares enlutados. Oro também para que esta tragédia, que ainda não acabou, ao menos sirva para aprendermos a fazer mais do que foi feito para evitar desgraças vindouras.

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Ontem preguei sobre João 8:1-11. Tantas lições para a nossa vida que retiramos do precioso diálogo de Jesus com uma mulher pecadora.
1) Não há pecado que seja demasiado grande que Jesus não possa perdoar.
2) Mais do que atirar pedras aos outros, devemos tirar as pedras que se alojam no nosso coração.
3) O pecado é uma coisa terrível e com graves consequências para nós e para os outros.
4) Em Jesus encontramos perdão, restauração e um novo rumo.
5) Jesus trata dos nossos pecados e quer tratar da nossa vida.
6) Não somos chamados para acusar e condenar, mas para viver e anunciar o perdão e a misericórdia do salvador Jesus. Que Deus nos ajude.
Leia tudo aqui: https://goo.gl/E1ksFs

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"O legalismo obrigatoriamente produzirá orgulho no coração."

Watchman Nee

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"Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós." (Tg 4:7)

Sujeitamo-nos a Deus quando reconhecemos que O Senhor é Senhor da nossa vida. Esta sujeição não é passiva, antes é uma confiança activa. Confiança que o poder da graça de Deus na nossa vida é melhor que as nossas melhores ideias. A nossa resistência ao diabo tem por isso que estar baseada no sangue de Jesus. Quando o Filho do Deus vivo se sujeitou ao Pai e foi obediente até à morte, venceu o diabo e todas as forças malignas. Quando nos sujeitamos e obedecemos à vontade de Deus, estamos de facto a resistir ao diabo. Satanás conhece bem o poder e o valor do sangue santo do Senhor Jesus Cristo. É um sangue poderoso para nos purificar de todo o pecado. O caminho para vencermos as tentações é o caminho da cruz. O cristão não está imune às tentações e ao mal, mas quando vivemos debaixo da potente mão de Deus, o diabo sempre se afastará de nós.
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