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the sleep of reason produces monsters
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Ni le soleil, ni la mort ne se peuvent regarder fixement.
François de La Rochefoucauld

Coincidindo com a estreia de La mort de Louis XIV (A Morte de Luís XIV, 2016) de Albert Serra, várias instituições lisboetas se reuniram para conceber uma operação em torno da obra e universo do cineasta, prolongando-se ao longo do mês de Janeiro, numa variação modesta da homenagem que o Centre Pompidou (Paris) lhe prestou em 2013 e a Tate Modern (Londres) em 2015. A Cinemateca Portuguesa dedica um ciclo integral à sua cinematografia e oferece-lhe carta branca para apresentar um conjunto de filmes em diálogo com os seus. Na Galeria Graça Brandão e no Palácio Pombal...

Texto publicado em 22.01.2017 no site À pala de Walsh.
La mort de Louis XIV (2016) de Albert Serra
La mort de Louis XIV (2016) de Albert Serra
theresomethingouthere.blogspot.pt
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Ni le soleil, ni la mort ne se peuvent regarder fixement.
François de La Rochefoucauld

Coincidindo com a estreia de La mort de Louis XIV (A Morte de Luís XIV, 2016) de Albert Serra, várias instituições lisboetas se reuniram para conceber uma operação em torno da obra e universo do cineasta, prolongando-se ao longo do mês de Janeiro, numa variação modesta da homenagem que o Centre Pompidou (Paris) lhe prestou em 2013 e a Tate Modern (Londres) em 2015. A Cinemateca Portuguesa dedica um ciclo integral à sua cinematografia e oferece-lhe carta branca para apresentar um conjunto de filmes em diálogo com os seus. Na Galeria Graça Brandão e no Palácio Pombal...
Texto publicado em 22.01.2017 no site À pala de Walsh.

http://theresomethingouthere.blogspot.pt/2017/02/la-mort-de-louis-xiv-2016-de-albert.html
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O Melhor Terror de 2016
O Melhor Terror de 2016
O Melhor Terror de 2016
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Targets (1968) de Peter Bogdanovich

No seu segundo filme, Targets (1968), Peter Bogdanovich veste a pele de Sammy Michaels, promissor cineasta que tenta convencer Byron Orlock (Boris Karloff) a reconsiderar a decisão de se aposentar da carreira de actor que o projectou como figura mítica do cinema de terror. Como veremos ao longo do filme, a tarefa não é cumprida pois Byron Orlock confirma o que o levara a tomar a decisão: o pressentimento de que diariamente o espectador é confrontado com uma realidade demasiado violenta para ainda se arrepiar com as personagens arcaicas que representa. Em paralelo corre a narrativa de um jovem sniper, Bobby Thompson (Tim O’Kelly), que, depois de assassinar parte da família, se instala em locais estratégicos para abater aleatoriamente os que passam pela mira da sua arma. Uma história inspirada no caso real de Charles Whitman. O confronto entre os dois blocos narrativos dá-se apenas no final (ainda que no inicio haja um encontro inconsequente), num drive-in onde decorre uma sessão de homenagem a Byron Orlock, que assim porá um ponto final nas suas presenças em eventos públicos. A tela do drive-in exibe The Terror (O Terror, 1963) de Roger Corman, protagonizado pelo próprio Boris Karloff/Byron Orlock, e atrás dela o sniper encontra um último esconderijo, utilizando um pequeno orifício para prosseguir o massacre. Com este dispositivo, Bogdanovich cria a ilusão de que as imagens do filme disparam literalmente sobre o espectador...
Targets (1968) de Peter Bogdanovich
Targets (1968) de Peter Bogdanovich
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Como se não existisse nada (2016) de Sibila Lind

A obra de Querubim Lapa (1925-2016), considerado o mais importante ceramista português do séc. XX, tem uma presença no cinema nacional, como marca de modernidade e de cosmopolitismo, nomeadamente nos períodos anteriores e contemporâneos do Cinema Novo. Criou um conjunto de réplicas da obra do escultor Soares dos Reis para o documentário O Desterrado (1949) de Manuel Guimarães, montando oficina de trabalho na Tobis Portuguesa, onde contactou com personalidades ligadas ao cinema, como Cottinelli Telmo, tendo acompanhado as filmagens de Vendaval Maravilhoso (1949), última ficção de José Leitão de Barros. Uma das suas criações mais singulares, o pórtico da desaparecida loja Rampa, foi registada por Paulo Rocha em Verdes Anos (1963). Como nota Rita Gomes Ferrão, em Querubim Lapa: Primeira Obra Cerâmica 1954-1974, a última monografia que lhe foi dedicada ainda em vida...
Como se não existisse nada (2016) de Sibila Lind
Como se não existisse nada (2016) de Sibila Lind
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LEFFest 2016: suicídio assistido, famílias sepulcrais, estátuas a arder e gordas a dançar

Em jeito de compensação pelo acidente de 2013, em que L’Inconnu du lac (O Desconhecido do Lago, 2013) foi remetido para a secção “Un Certain Regard”, Cannes 2016 elevou Rester vertical (2016) à competição oficial...
[Texto publicado em 15.11.2016 no site À pala de Walsh]
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LEFFest 2016: “The Last Family” de Jan P. Matuszynski
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Vídeo-ensaio: Haunting Symptoms, do subtexto ao texto

Em 1963, numa produção da Metro-Goldwyn-Mayer, o norte-americano Robert Wise realizou The Haunting (A Casa Maldita) no Reino Unido, filme de terror sobrenatural em que um investigador convida um grupo de pessoas para estudar fenómenos paranormais numa casa senhorial com um longo historial de acidentes mortais, cuja explicação escapa à ciência...
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15 Filmes + 15 Discos que marcaram o ano de 2015.
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