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Psicóloga Karoliny Damasceno - Teresina - PI
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Encontrei uma amiga. Ela estava passando por um divórcio. Disse-me: “estou sentindo uma dor tão grande, insuportável… é como se ele estivesse morrido (o marido). Como vou viver sem ele? Tantos anos juntos. E agora?”

Diante do desabafo, parei e pensei. É um processo de luto. Esse processo não se restringe à morte. Ele também esta presente nas rupturas das relações amorosas, nos rompimentos das amizades, na perda do emprego, na amputação de um membro e etc. Portanto, o luto é inerente à psique humana.

Para entender a vida, precisamos compreender como enfrentar as perdas. Elas são necessárias para o desenvolvimento do ser humano. Perder, abandonar e desistir está contido no processo de crescimento.

Judith Viorst aborda essa questão em seu livro Perdas Necessárias. Revela que as perdas podem ser conscientes ou inconscientes de ilusões de liberdade, de sonhos românticos, expectativas que jamais serão correspondidas, ilusões de segurança e a perda do nosso eu jovem que se julgava imune as rugas e imortal.

Passamos a vida ouvindo que nascemos, crescemos, reproduzimos e morremos. Mas não percebemos que a renúncia para cada uma dessas fases esta sempre presente. A criança que nasce perde a tranquilidade do útero materno em troca da turbulência extra-uterina. A menina que menstrua perde seu corpo infantil para os anseios e inquietações da adolescência. E assim vai, até que morremos.

Superar nossas perdas não é algo fácil, mas não impossível. Provavelmente sua vida não será a mesma depois desse episódio. Superar não significa esquecer. É reconhecer, reorganizar e investir em novos vínculos. Assim você será capaz de lembrar da sua perda enfatizando os aspectos positivos da relação e isso vale para qualquer perda, inclusive a perda por morte.

Criei este espaço com a intenção de trazer reflexões sobre perdas e luto. Evidenciar que devemos e podemos superar qualquer situação de sofrimento em nossas vidas. Da mesma forma que a borboleta enfrenta a sua metamorfose, nós também precisamos nos reinventar para  responder as Perdas e Luto e buscar a Superação.

http://karol.psc.br/perdas-luto-psicologa-teresina/
Karoliny Lima Damasceno
Psicóloga – Teresina – Piauí
Perdas, Luto e Superação
www.karol.psc.br
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Encontrei uma amiga. Ela estava passando por um divórcio. Disse-me: “estou sentindo uma dor tão grande, insuportável… é como se ele estivesse morrido (o marido). Como vou viver sem ele? Tantos anos juntos. E agora?”

Diante do desabafo, parei e pensei. É um processo de luto. Esse processo não se restringe à morte. Ele também esta presente nas rupturas das relações amorosas, nos rompimentos das amizades, na perda do emprego, na amputação de um membro e etc. Portanto, o luto é inerente à psique humana.

Para entender a vida, precisamos compreender como enfrentar as perdas. Elas são necessárias para o desenvolvimento do ser humano. Perder, abandonar e desistir está contido no processo de crescimento.

Judith Viorst aborda essa questão em seu livro Perdas Necessárias. Revela que as perdas podem ser conscientes ou inconscientes de ilusões de liberdade, de sonhos românticos, expectativas que jamais serão correspondidas, ilusões de segurança e a perda do nosso eu jovem que se julgava imune as rugas e imortal.

Passamos a vida ouvindo que nascemos, crescemos, reproduzimos e morremos. Mas não percebemos que a renúncia para cada uma dessas fases esta sempre presente. A criança que nasce perde a tranquilidade do útero materno em troca da turbulência extra-uterina. A menina que menstrua perde seu corpo infantil para os anseios e inquietações da adolescência. E assim vai, até que morremos.

Superar nossas perdas não é algo fácil, mas não impossível. Provavelmente sua vida não será a mesma depois desse episódio. Superar não significa esquecer. É reconhecer, reorganizar e investir em novos vínculos. Assim você será capaz de lembrar da sua perda enfatizando os aspectos positivos da relação e isso vale para qualquer perda, inclusive a perda por morte.

Criei este espaço com a intenção de trazer reflexões sobre perdas e luto. Evidenciar que devemos e podemos superar qualquer situação de sofrimento em nossas vidas. Da mesma forma que a borboleta enfrenta a sua metamorfose, nós também precisamos nos reinventar para  responder as Perdas e Luto e buscar a Superação.

http://karol.psc.br/perdas-luto-psicologa-teresina/
Karoliny Lima Damasceno
Psicóloga – Teresina – Piauí
Perdas, Luto e Superação
www.karol.psc.br
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Contrariando o que muitos pensam, luto não é doença. É uma situação de crise diante de uma perda. Não só da perda por morte concreta, mas também perdas por mortes simbólicas que passamos ao longo da vida. Por exemplo, a ruptura das relações amorosas. O…
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Meu bichinho morreu. E agora?

Perder um animal de estimação traz sentimentos de luto. Essa perda pode ser sentida por todas as faixas etárias. As crianças podem ter essa dor mais intensa e prolongada devido ao significado do animal para ela, sua idade, se a morte foi repentina ou não…
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Comunicar a morte de alguém é sem dúvidas uma tarefa árdua. Quando se trata de criança, pior. Os adultos tendem a negar a morte para as crianças justificando que elas nada sabem a respeito. Não raro, buscam poupar a criança do sofrimento por não saberem…
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  A arte de falar da morte para crianças, de Lucélia Elizabeth Paiva: Editora Ideias & Letras, 2011. Nesta obra a autora propõe a literatura infantil como um bom instrumento para auxiliar uma abordagem mais branda da vida e da morte buscando o acalento…
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A liquidez das amizades

Um certo dia estava andando pela rua quando me deparei com alguém que faz parte dos meus amigos no facebook. A pessoa me olhou e não me cumprimentou. Foi como se eu fosse uma desconhecida qualquer. E perguntei-me: essa é a minha amizade de facebook?…
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Nesse vídeo a médica Ana Cláudia Quintana Arantes revela sua experiência com pacientes terminais e a importância de se cuidar a saúde emocional desses pacientes. Ela também relata a dificuldade e a discriminação que os profissionais enfrentam ao decidir trabalhar com um tema tão macabro como a morte. Seu depoimento deixa claro que é possível encontrar vida mesmo diante da morte.
https://youtu.be/_86p3fIN3hw
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