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Artrite Reumatoide
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Dor Compartilhar é Dor Diminuída
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Com artrite reumatoide e vasculite, aprendi a ter paciência e viver um dia de cada vez Tudo começou com fortes dores no cotovelo, que impossibilitava o movimento, fui a um reumatologista que solicitou exames específicos e logo de cara, constatou que eu tinha artrite reumatoide. Iniciei o tratamento com metotrexato, cloroquina e meticorten. Mesmo com um diagnóstico rápido, realizado 3 meses após o inicio das dores, não foi nada fácil. Na época há 22 anos atrás não existiam os biológicos e a doença não respondia bem aos tratamentos, cheguei a tomar muitos comprimidos de mtx, ganhando uma anemia e meu peso aumentou muito devido ao corticoide. Hoje estou melhor e um pouco mais equilibrada com o biológico etanercepte, porém ainda não parei com predsim que tomo 15mg todos os dias, e por isso estou com obesidade, mais sinto menos dores que antes. Apesar de estar relativamente bem, eu ainda não consegui realizar alguns sonhos, como por exemplo: ser mãe e estudar veterinária, dois sonhos que serão realizados com muita vontade de continuar a viver, pois em minha vida só aprendi que preciso viver um dia de cada vez e posso dizer que na minha doença, aprendi a ter paciência com a minha vida. Um conselho: mesmo com o tempo de doença, temos que estar sempre alerta, com os exames em dia, pois ao longo dos dias a nossa imunidade nunca é a mesma. Livia, tem 40 anos e desde os 22 convive com artrite reumatoide e vasculite, trabalha como patologista e mora e Belfort Roxo no Rio de Janeiro. "Dor Compartilhada é Dor Diminuída", conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença! É super simples, basta preencher o formulário no link:https://goo.gl/UwaJQ4 Doe a sua história!

Com artrite reumatoide e vasculite, aprendi a ter paciência e viver um dia de cada vez Tudo começou com fortes dores no cotovelo, que impossibilitava o movimento, fui a um reumatologista que solicitou exames específicos e logo de cara, constatou que eu…
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Lúpus e gravidez: o que as mulheres portadoras da doença devem saber para ter uma gestação tranquila Ele é 9 a 10 vezes mais frequente em mulheres durante a idade reprodutiva Toda mulher que deseja engravidar espera por uma gestação tranquila e saudável. Com mulheres portadoras de lúpus não é diferente. A fertilidade é preservada na maioria das vezes, mas as portadoras da enfermidade devem ficar atentas às complicações obstétricas, além do aumento do agravamento dos sintomas, principalmente no puerpério. Há, ainda, mais riscos de pré-eclâmpsia, eclâmpsia, sofrimento fetal e, até mesmo, morte fetal.1 O Lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune caracterizada pela produção de autoanticorpos. Ele é 9 a 10 vezes mais frequente em mulheres durante a idade reprodutiva. O Lúpus não tem cura e suas complicações podem levar à morte da paciente.1 Uma avaliação que utilizou como base dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) aponta que, entre 2002 e 2011, a taxa de mortalidade por LES no Brasil foi de 4,76 mortes/105 habitantes.2 Mulheres com lúpus devem conversar com o médico de confiança para saber quais as precauções a serem tomadas antes de planejar uma gravidez, quais os tratamentos indicados e como fica o uso de medicamentos durante o período da gestação. #superandolupus #superando #lúpus #apoio #paciente #gravidez #lupusgravidez

Toda mulher que deseja engravidar espera por uma gestação tranquila e saudável. Com mulheres portadoras de lúpus não é diferente. A fertilidade é preservada na maioria das vezes, mas as portadoras da enfermidade devem ficar atentas às complicações…
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STJ determina fornecimento de medicamento off label por plano de saúde Segundo ministra, quem decide se “situação de enfermidade” está adequada ao tratamento é o médico Em decisão inédita, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que as operadoras de plano de saúde não estão autorizadas a interferir na atuação médica para se negar ao fornecimento de medicamento off label – aquele cuja indicação não está descrita na bula registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O custeio de remédios off label por parte dos planos de saúde foi discutido num recurso que opunha a Amil e uma beneficiária diagnosticada com câncer no cérebro. A operadora se recusou a pagar pelo medicamento Temodal, indicado pelo médico, sob o argumento de que a bula não previa o tratamento da doença. #medicamento #offlabel #planodesaude #STJ

Segundo ministra, quem decide se “situação de enfermidade” está adequada ao tratamento é o médico Em decisão inédita, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que as operadoras de plano de saúde não estão autorizadas a interferir na…
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Artrite reumatoide: é possível viver bem com a doença Entenda os hábitos que devem ser observados para manter esse distúrbio controlado Sentir dor a ponto de não conseguir escovar os dentes ou ter dificuldade para subir escadas ou para abaixar e colocar os sapatos. Esses são desconfortos comuns de quem sofre de artrite reumatoide, doença autoimune que afeta 1% da população mundial – e caracterizada pelo ataque das células de defesa ao próprio organismo. O alvo principal são as articulações – mãos, dedos, joelhos, tornozelos, e mais raramente, pode comprometer outros órgãos como pulmão, coração, rins e olhos. O reumatologista Thiago Bitar, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, fala sobre como prevenir as complicações e conviver em harmonia com esse distúrbio inflamatório (mais comum em mulheres entre 30 e 50 anos). Continue lendo no #blogAR

Sentir dor a ponto de não conseguir escovar os dentes ou ter dificuldade para subir escadas ou para abaixar e colocar os sapatos. Esses são desconfortos comuns de quem sofre de artrite reumatoide, doença autoimune que afeta 1% da população mundial – e…
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Dor crônica afeta pelo menos 37% dos brasileiros Pelo menos 37% da população brasileira, ou 60 milhões de pessoas, relatam sentir dor de forma crônica, aquela que persiste por mais de três meses, de acordo com estudo feito pela Sociedade Brasileira de…
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Conheça mais sobre Degeneração Macular Relacionada à Idade Doença é uma das principais causas de perda visual a partir dos 50 anos. Mais de três milhões de brasileiros são afetados com a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) doença que atinge a retina, segundo a Associação Retina Brasil - formada por pacientes de doenças ligadas à retina - a mácula é que permite a leitura, a identificação de detalhes e cores e a doença faz ela sofrer uma degeneração. Essas alterações podem, gradualmente, comprometer toda a visão central. Existem dois tipos de DMRI a seca e a úmida (ou exsudativa). A primeira é a mais comum, e causa vários graus de perda visual e os sintomas podem incluir distorção de imagens e dificuldade de leitura.Já a segunda forma de DMRI, a úmida, aparece em 10 a 15% dos casos, e é a principal responsável por perdas visuais mais graves. Em casos avançados, manchas irreversíveis podem ser causadas por conta dos tecidos cicatriciais, que podem causar cegueira legal. Diagnóstico precoce É essencial que, após os 50 anos, as consultas ao oftalmologista com especialidade em retina aconteçam anualmente. Se diagnosticada precocemente pelo oftalmologista, a DMRI úmida (ou exsudativa) possui tratamento que pode evitar a perda visual. O tratamento consisteno uso de injeções intraoculares que bloqueiam a molécula responsável pelo crescimento de vasos sanguíneos anormais. Como prevenir Algumas medidas são importantes para prevenir a DMRI. Entre elas, não fumar, adotar uma dieta com alimentos pouco gordurosos e rica em verduras, controlar o peso, a pressão arterial e os níveis de colesterol, usar óculos escuros para proteger os olhos da radiação solar e observar antecedentes de casos da doença na família. #DiaDaRetina, #ExamePreventivo Máindi - Engajamento e Performance

Mais de três milhões de brasileiros são afetados com a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) doença que atinge a retina, segundo a Associação Retina Brasil – formada por pacientes de doenças ligadas à retina – a mácula é que permite a leitura, a…
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CNS repudia concessão de patente para remédio contra Hepatite C O Conselho Nacional de Saúde (CNS) repudia a ação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), vinculado ao Ministério da Indústria e Comércio, que concedeu nesta terça-feira (18/09) a patente do Sofosbuvir. O produto é o antirretroviral responsável por um dos tratamentos mais eficazes contra a hepatite C, fabricado pela farmacêutica Gilead. Com a medida, apenas a companhia norte americana poderá vender o remédio no Brasil, impedindo a produção de genéricos que é fabricada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Blanver (empresa brasileira), a partir de convênio registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). #sofosbuvir #hepatiteC #segurançapaciente

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) repudia a ação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), vinculado ao Ministério da Indústria e Comércio, que concedeu nesta terça-feira (18/09) a patente do Sofosbuvir. O produto é o antirretroviral…
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Câncer de testículo: Entenda mais sobre a doenç 5% dos casos de câncer no sexo masculino são os tumores de testículo; Doença atinge homens entre 15 e 50 anos São Paulo, setembro de 2018 - Conscientizar a população masculina sobre a importância de exames preventivos no combate a problemas de saúde, em especial o câncer ainda é um grande desafio. Uma pesquisa realizada em 2017 pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), encomendada pelo Datafolha, indica que 21% do público masculino acredita que o exame de toque retal "não é coisa de homem". Considerando aqueles com mais de 60 anos (grupo de risco), 38% disse não achar o procedimento relevante. Apesar de mais raro, o câncer merece atenção dos homens. Se diagnosticado em fase inicial supera a marca dos 90% de chance de sucesso no tratamento, mas a barreira do preconceito ainda precisa ser superada. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, dentre os tumores malignos do homem, 5% ocorrem nos testículos, como é o caso do jornalista Felipeh Campos. Esse tipo de neoplasia atinge principalmente homens entre 15 e 50 anos. Sua incidência é de três a cinco casos para cada grupo de 100 mil indivíduos. "Para um diagnóstico precoce é recomendável que homens a partir de 50 anos (e 45 anos para quem tem histórico da doença na família) façam exame clínico (toque retal) e o teste de antígeno prostático específico (PSA) anualmente para rastrear o aparecimento da doença", comenta o Dr. Andrey Soares, oncologista do Centro Paulista de Oncologia – unidade de São Paulo do Grupo Oncoclínicas. Ainda segundo o oncologista, os sintomas mais comuns são aumento do testículo e/ou dor e é muito comum a descoberta durante o banho. Por isso, o autoexame da área é a melhor forma de garantir uma possível detecção precoce de qualquer alteração. O tumor testicular é mais comum em indivíduos que sofreram traumatismos na região, o que aumenta o risco de incidência entre atletas. Crianças que tiveram criptorquidia, disfunção congênita em que o testículo nasce dentro do corpo, ou seja, fora de posição normal, também estão entre o grupo que tem maior chance de desenvolver a doença e devem ficar atentos a qualquer alteração no testículo.

São Paulo, setembro de 2018 – Conscientizar a população masculina sobre a importância de exames preventivos no combate a problemas de saúde, em especial o câncer ainda é um grande desafio. Uma pesquisa realizada em 2017 pela Sociedade Brasileira de…
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Células-tronco devolvem movimentos a pacientes com esclerose sistêmica Transplantes realizados pela USP em Ribeirão Preto beneficiaram 74 doentes. Pesquisa busca tratamento mais eficaz para doença reumática autoimune. Há dois anos, a secretária Pâmela…
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Temos que continuar com fé em Deus Minhas dores, começaram quando eu tinha sete anos, meus tornozelos estavam sempre inchados e com fortes dores. Passei por diversos médicos. Na época, conseguir um reumatologista era muito difícil, como as dores eram mais fortes nos tornozelos, cheguei a ser engessada, os médicos achavam que era "tornozelo torcido". Andei tanto buscando médicos, que cheguei a desistir e deixei para lá. Só que as dores foram piorando, então, finalmente chegou um reumatologista na minha cidade e enfim, recebi o diagnóstico de artrite reumatoide aos 20 anos. Hoje estou com 32, mas minhas dores, estão cada vez pior, nada passa, até mesmo o remédio mais forte, não alivia. Porém, temos que continuar com fé em Deus. Erika tem 32 anos, mora em Macaíba, Rio Grande do Norte e convive com artrite reumatoide desde os 18 anos, com dores desde os 12 e trabalha como costureira. "Dor Compartilhada é Dor Diminuída", conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença! É super simples, basta preencher o formulário no link: https://goo.gl/UwaJQ4 Doe a sua história!

Temos que continuar com fé em Deus Minhas dores, começaram quando eu tinha sete anos, meus tornozelos estavam sempre inchados e com fortes dores. Passei por diversos médicos. Na época, conseguir um reumatologista era muito difícil, como as dores eram mais…
Temos que continuar com fé em Deus
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artritereumatoide.blog.br
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