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Entenda as informações na embalagem do café.

O mercado de cafés especiais está em franco crescimento no Brasil: o consumo deixou de acontecer unicamente em idas às cafeterias.
Pacotes do insumo, seja em grãos ou moído, estão disponíveis não só em lojas especializadas, mas também em sites de compras e até mesmo em supermercados.
Para os iniciantes, fica a dúvida: o que fazer com todas as informações disponíveis nos rótulos?

O dado que primeiro salta aos olhos é a variedade do grão. No Brasil, algumas comuns são catuaí, catucaí, mundo novo e bourbon.

Para explicar o que é, muita gente associa com as uvas viníferas. Mas, no vinho, a diferença entre variedades é muito mais destacada. No café, depende da safra, dos processos que vieram depois da colheita. Não existe isso de uma variedade ter sabor mais achocolatado.
A necessidade de informar dados sobre a variedade veio com a terceira onda do café, iniciada em 2002 nos EUA: a bebida passou a ser tratada como produto da gastronomia, similar aos queijos e vinhos. A filosofia é valorizar pequenos torrefadores, que promovem marcas e grãos regionais, de produtores familiares e de cooperativas.

Dessa forma, em muitas embalagens de cafés especiais constam dados como a variedade do grão, a região de cultivo, o nome da fazenda e, muitas vezes, a história dos produtores. Mesmo sem influenciar tanto o sabor da bebida, as informações atestam a qualidade do grão.
Quanto mais dados você tiver da origem daquele produto, melhor. É um atestado para você literalmente rastrear aquilo, para saber que não estão te enganando, entender os processos pelos quais o café passou.
O que procurar?

Nem toda informação na embalagem serve para atestar a origem do café. Na hora de comprar seu pacote, o mais importante é verificar a data da torra. Isso de pedir pela internet é muito cômodo, mas pode ser complicado. Às vezes, o produto chega com 40 dias da torra. Aqui, com dois dias, já vai para a prateleira. O frescor tem tudo a ver com qualidade.


As embalagens podem ter outras informações capazes de traçar o perfil do café adquirido.
Por fim, entender os processos pelos quais o café passa após a colheita pode ajudar na escolha do produto final. Os identificados como “processo natural” são grãos colhidos no ápice da maturação e secados em terreiros, com casca e tudo.

Outro procedimento é o chamado “cereja descascado”, ou CD, em que os frutos passam por um descascador antes de irem para a secagem.
O café descascado ou despolpado sai mais leve, aromático, suave, com acidez brilhante e pronunciada. Como um vinho mais tânico. Por isto os americanos apreciam tanto o colombiano, porque eles não têm estiagem bem-definida e optam por esse processo.
Procedimentos como o honey e a fermentação controlada resultam em cafés complexos, de sabor amanteigado, que não agradam a todos os paladares.


Veja nossa matéria completa no blog- https://rwrformatosecolarinhos.blogspot.com/2018/12/entenda-as-informacoes-na-embalagem-do.html


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Feliz Natal

A RWR Formatos e Colarinhos Deseja a Todos Um Feliz Natal!



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Consumidor millennial - como atrair essa geração pela embalagem?

Entender o seu público é essencial para alcançar o sucesso. Isso vale para qualquer tipo de empresa. A cada geração, os gostos e o perfil mudam e as empresas precisam se adequar.
Agora estamos vivendo o momento do consumidor millennial, que representa aqueles com idade entre 21 e 34 anos.
Para se ter uma ideia, o volume de millennials no Brasil já é maior que a população da Espanha!
Então, com essa grande importância, devemos conhecer mais sobre essas pessoas, o que elas gostam e o que esperam das marcas.
Já sabemos que a embalagem é um item de extremo valor ao produto, pois ela pode ser a responsável pela venda ao atrair a atenção e transmitir os valores.
Com isso, criamos este conteúdo para mostrar como criar essas embalagens pensando no consumidor millennial.
Segundo a pesquisa Nielsen Shopper Solutions, a geração Y representa 24% do público e se tornará o segmento mais poderoso em termos econômicos.
É esperado que, até 2025, os Millenials representem 75% dos consumidores em todo o mundo. Essa geração é extremamente exigente e vem mudando os padrões de marketing.
Outro estudo feito pela Nielsen destaca que 37% dos consumidores com idade entre 26 e 30 anos não pretendem economizar, não é essa a preocupação deles.
Eles são apaixonados, compram por impulso e querem viver o momento, aproveitar tudo o que lhes é oferecido na hora. Para atender as necessidades desse público, é preciso levar em conta a praticidade e a personalização para atender aos diferentes estilos de vida.
Outro dado interessante é que eles são 10% mais leais às marcas líderes do mercado, aquelas que se preocupam com os clientes, interagem com eles e criam uma boa experiência de compra.
Aliás, a tecnologia é um forte desses consumidores conectados, já que são a primeira "geração internet". 82% dos millennials afirma ter a posse de, pelo menos, um smartphone, 55% busca novas tecnologias e 45% utiliza as redes sociais para pesquisar compras (a média brasileira é de 37%).
Todos esses dados são importantes para entendermos um pouco mais o perfil desses clientes e como construir uma abordagem certeira, uma vez que a representatividade deles, no público geral, é bem interessante.
Afinal, além da expansão natural, a faixa etária correspondente é o momento mais propício à fidelização dos consumidores, gerando novas e recorrentes compras para a empresa.
Por que a embalagem é tão importante para esse público?
Diferentemente da geração baby boomers (com média de idade de 60 anos atualmente), o consumidor millennial tem uma tendência a preferir produtos premium, aqueles que oferecem uma experiência mais exclusiva e agradável, mesmo cobrando um pouco mais por isso. Com o baby boomer, o custo é analisado de perto, já com o millennial é a experiência que manda.
Pensando nisso, a embalagem ganhou vasta importância. Se observarmos as grandes marcas do mercado, como Coca-Cola e Budweiser, percebemos que elas investiram recentemente em embalagens personalizadas para a Copa do Mundo de futebol da Rússia.
O produto em si é o mesmo, mas a embalagem acompanhou o momento e gerou uma experiência mais inclusiva ao público, que naturalmente já se engaja com os jogos.
A Coca-Cola também tem outro exemplo muito interessante. Há algum tempo foi lançada uma campanha em que as latas de refrigerante vinham escritas com o nome de uma pessoa. A ideia da marca era transformar um item que é vendido mundialmente em algo exclusivo, com o seu nome! Afinal, quem não gostaria de ter uma lata de refrigerante com o seu nome gravado?
A ideia de exclusividade não para por aí! Há mais exemplos! O Starbucks também trabalha a experiência do cliente. Aliás, a cultura da marca prega exatamente isso: transformar pequenos momentos do dia em algo especial.
Ao visitar uma loja, o atendente lhe pergunta seu nome e, no momento da entrega da sua compra, ele estará escrito na embalagem, como se tivesse sido feito especialmente para você!
O consumidor millennial valoriza muito esse contato próximo com a marca e, principalmente, a sensação que é gerada. Por isso, pensar em uma boa embalagem se tornou essencial para ter boas vendas.
No ponto de vendas, a caixa ou rótulo podem ser os responsáveis por destacar seu produto e influenciar na compra.
Como atrair a atenção do consumidor millennial com a embalagem?
Agora que você já conhece mais sobre o consumidor millennial, vamos falar de como deixar suas embalagens mais atrativas para eles. Acompanhe:
Seja honesto sobre a origem dos ingredientes.
Uma das preocupações da geração em questão é a origem dos alimentos consumidos. Há um cuidado em ter uma alimentação mais saudável e, se o seu produto não demonstra isso, pode ser deixado de lado.
Por isso, seja sempre honesto com a origem dos seus alimentos. Coloque as informações importantes no rótulo. Conheça as regras para os dados nutricionais para não ter seu produto removido das prateleiras, e lembre-se de que para vender para o consumidor millennial é fundamental apresentar a tabela nutricional mesmo quando não for obrigatória.
Invista em um design minimalista.
Designs minimalistas são bem interessantes para o consumidor millennial. Não estamos falando de retirar informações das embalagens e rótulos, nada disso! Mas, sim, evitar dados e elementos desnecessários.
Uma imagem mais limpa pode transmitir tudo o que esse tipo de consumidor busca.
Forneça informações de qualidade e de fácil entendimento.
Ainda seguindo a ideia do minimalismo, tenha atenção em fornecer as informações de maneira clara, de fácil entendimento.
Lembre-se que este é um consumidor conectado, que está acostumado com a conveniência e disponibilidade de informações da internet. Se um consumidor tiver dificuldades em encontrar qualquer dado necessário, ou em interpretá-lo, ele simplesmente pode pegar outro produto ao lado, abandonando o seu.
Utilize a personalização das embalagens.
Embalagens personalizadas são ótimas para aumentar as vendas para o consumidor millennial, assim como mostramos nos exemplos anteriores.
É interessante ficar sempre atento com o calendário, observando grandes eventos e explorando o que cada um permite nas suas embalagens. Além disso, tente deixar mais íntimos os seus produtos. Use a criatividade para torná-los únicos!
Transmita os valores e propósitos da marca.
Quais são os valores e missão da sua marca? Observando a embalagem, será que eles estão inseridos nela? Essa percepção é importante para solidificar a sua identidade. Ao gerar uma personalidade, os clientes se envolvem mais com ela, impactando na lucratividade.
Inove nos formatos e materiais das embalagens.
Novos formatos e materiais das embalagens podem ser o chamariz para o seu produto no ponto de vendas. Saia dele e explore a criatividade para mexer com o consumidor. Você pode usar materiais texturizados, ou cores vibrantes que surpreendam e que gerem uma curiosidade no cliente.
Portanto, como vimos em nosso artigo, a embalagem é crucial para buscar melhores resultados nas vendas para o consumidor millennial. Esse público busca grandes experiências, mesmo que tenham que pagar um pouco a mais por isso.
Tornar as suas embalagens mais exclusivas é um grande passo para o sucesso. Para isso, observe atentamente as dicas que fornecemos.

Veja nossa matéria completa no blog- https://rwrformatosecolarinhos.blogspot.com/2018/12/consumidor-millennial-como-atrair-essa.html


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Quais Informações são Obrigatórias no Rótulo de Alimentos?

O rótulo serve para diversas finalidades, como atrair a atenção dos clientes, gerar valor à mercadoria e também informar.
Para que um produto apresente uma boa saída no mercado, é imprescindível que ele consiga comunicar ao público todas as suas características.
Com toda essa importância, alguns setores do mercado precisam conhecer e aplicar as leis vigentes, impostas para proteger os consumidores e fazer valer os seus direitos.
O ramo alimentício é um dos setores que possuem leis bem-definidas. No Brasil, o órgão responsável por orientar e fiscalizar a rotulagem de alimentos é a Anvisa — Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
A principal norma a respeito é a RDC nº 259 — Regulamento Técnico sobre Rotulagem de Alimentos Embalados, publicada no Diário Oficial no dia 20 de setembro de 2002.
Então, para que você saiba exatamente quais são as informações obrigatórias no rótulo de alimentos, criamos este conteúdo. Nele, abordaremos os seguintes tópicos:
• o que os rótulos devem apresentar;
• o que não pode ter no seu rótulo;
• informações nutricionais obrigatórias;
• regras para apresentação das informações do rótulo;
• como apresentar a tabela nutricional;
• itens dispensados de rotulagem nutricional;
• para onde a Anvisa está caminhando.

O que os rótulos devem apresentar?
Como dissemos, no ramo alimentício há informações que são obrigatórias nos rótulos. Mostraremos agora quais elas são. Acompanhe:
Designação de venda do alimento.
A primeira informação da nossa lista é a designação de venda. Essa informação é o que representa aquele produto e como ele é definido, de acordo com estudo técnico da legislação brasileira.
Por exemplo, um frasco de azeite de Oliva. Ele deve conter essa denominação. Como existem diversas variações do produto (virgem, extra virgem etc.), o termo pode ser descrito como: Azeite de Oliva Extra Virgem.
Lista de ingredientes que compõem o produto.
A lista de ingredientes também deve estar presente, em ordem decrescente, ou seja, primeiro devem aparecer os itens presentes em maior quantidade.
Estão dispensados dessa lista os alimentos de ingrediente único, como açúcar, café, farinha de mandioca, leite, vinagre, entre outros.
Origem do produto.
O local onde o produto foi fabricado também deve constar no rótulo. Informações como o nome de sua empresa e endereço de fabricação são necessárias.
É importante colocar também alguns dados de contato para o atendimento ao consumidor.
Lote e prazo de validade.
Para produtos com prazo inferior a três meses, é necessário o dia, o mês e o ano. Para os demais, apenas o mês e o ano.
Conteúdo líquido.
Expresso em massa (gramas ou quilos), ou em volume (ml, litros). Em alguns casos, como conservas, é necessário informar também a massa do conteúdo drenado. Isso ajuda o consumidor a entender o peso da embalagem e outros adicionais ao produto.
Informação nutricional obrigatória.
Em alimentos, inserir a tabela nutricional é obrigatório na maioria dos casos e extremamente recomendado mesmo para os que não tenham essa obrigatoriedade. Dessa forma, os clientes podem encontrar exatamente os componentes que vão ingerir.
Nos próximos tópicos mostraremos os detalhes da tabela, com a apresentação e composição e os casos que têm que apresentar a tabela.
Informações nutricionais complementares.
São as informações relacionadas aos atributos dos alimentos, por exemplo alimentos com teor reduzido de açúcares, gordura ou determinado nutriente (baixo teor de ..., zero ..., isento de ..., sem adição de ...), alimentos diet e light, ou ricos em determinado nutriente (fonte de ..., alto teor de ...).
Alergênicos.
Em junho de 2015 foi aprovado um regulamento que determina a inserção de novas informações obrigatórias no rótulo de alimentos no campo de alergênicos.
O que acontecia é que a obrigatoriedade para as empresas era somente para a presença ou não de glúten como forma de controle da doença celíaca (por força da Lei Federal 10.674/2003). Porém, 90% das alergias são causadas por outros componentes, tais como:
• peixes;
• crustáceos (frutos do mar);
• soja,
• trigo,
• amendoim;
• ovo;
• leite;
• oleaginosas (amêndoas, castanhas, nozes).
Essa determinação foi fundamental para garantir uma boa comunicação com a população. A ingestão de um componente dessa lista por uma pessoa que possui a alergia pode causar problemas que variam desde uma vermelhidão no local até choque anafilático, em casos mais graves.
Lactose.
A partir de 2019 os produtos brasileiros deverão seguir uma nova regra de rotulagem: inserir informações sobre a lactose!
A regra inclui três níveis de classificação para os produtos. São eles:
• "zero lactose", "sem lactose" ou "não contém lactose": para produtos com quantidade menor do que 100mg por 100g de produto, ou 0,1% de concentração;
• "baixo teor de lactose" ou "baixo em lactose": produtos que contenham quantidade entre 100mg até 1g por 100g de produto (0,1% a 1% de concentração);
• "contém lactose": uma variação para a presença na quantidade acima de 100mg por 100g do item, ou 0,1%.

O que não pode ter no seu rótulo.
Para que o consumidor não seja induzido ao erro ou enganado, a Anvisa proíbe que os rótulos de alimentos industrializados tragam informações que não possam ser comprovadas.
Além disso, a indicação de substituição errônea, quando o rótulo induz o consumidor a pensar que um alimento pode substituir outro, quando suas composições nutricionais são diferentes, é proibida. Como exemplo, um doce de frutas não substitui o consumo da própria fruta.
Para evitar que as empresas se utilizem de informações imprecisas ou inverdades, a Anvisa proíbe conteúdo que mostre efeitos e propriedades que não possui, como indicar que aquele alimento diminui o risco de doenças, evita problemas ósseos ou tem propriedades medicinais, terapêuticas, emagrecedoras, entre outras.
Por fim, também é vedado o destaque da presença ou ausência de ingredientes comuns em alimentos de igual natureza, como indicar “não contém colesterol” em óleos vegetais.
Informação nutricional obrigatória.
Também chamada de tabela nutricional, deve conter informações sobre todos os nutrientes e valores energéticos do alimento.
Deve constar, obrigatoriamente, os seguintes itens:
• valor energético em Kcal e kJ;
• carboidratos;
• proteínas;
• gorduras totais;
• gorduras saturadas;
• gorduras trans;
• fibra alimentar;
• sódio.
Se tiver outros minerais e vitaminas com pelo menos 5% do VD (valor diário), eles também poderão constar na tabela nutricional.
Todos os itens devem estar discriminados em quantidade por porção e %VD. A porção deve estar em grama ou mililitro e apresentar também a medida caseira (copo, colher de sopa, fatias, unidades etc.).

Regras para apresentação das informações do rótulo.
Segundo o item 8.2 da RDC nº 259 da Anvisa:
O tamanho das letras e números da rotulagem nutricional obrigatória, exceto a indicação dos conteúdos líquidos, não pode ser inferior a 1mm.
Essa é a menor medida em qualquer informação do rótulo.
Para indicar o conteúdo líquido da embalagem é preciso seguir as recomendações:
• para conteúdo líquido menor ou igual a 50 gramas ou mililitros, a altura mínima nos algarismos é de 2 milímetros;
• para conteúdo líquido entre 51g e 200g (ou ml), altura mínima dos algarismos de 3 mm;
• para conteúdo líquido entre 201g e 1000g (ou ml), altura mínima dos algarismos de 4 mm;
• para conteúdo líquido maior que 1001g (ou ml), altura mínima dos algarismos de 6 mm.
Como apresentar a tabela nutricional.
A Anvisa permite que a tabela seja apresentada em quatro modelos. Mostraremos cada um deles a seguir.

Modelo Vertical
Tabela Nutricional ANVISA - Modelo Vertical
Modelo Horizontal
Tabela Nutricional ANVISA - Modelo Horizontal

Modelo Linear.
O modelo linear coloca todas as informações em forma de texto. Veja o padrão determinado pela Anvisa:
Informação Nutricional: Porção g ou m (medida caseira); Valor energético__ Kcal =___kJ (___%VD); Carboidratos __g (__%VD); Proteínas __g (__%VD); Gorduras totais __g (__%VD); Gorduras saturadas___g (___%VD); Gorduras trans___g (VD não estabelecido); Fibra alimentar __g (__%VD); Sódio __mg (__%VD). *% Valores Diários com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.
Modelo Simplificado.
O modelo simplificado pode ser usado quando um ou mais nutrientes se apresentarem em quantidades não significativas no produto. Essas informações na tabela podem ser substituídas pela frase “Não contém quantidade (s) significativa (s) de___ (nome (s) do (s) nutrientes (s))”.
Exemplo:
Tabela Nutricional ANVISA - Simplificada
Itens dispensados de Rotulagem Nutricional
Assim como há determinações impostas pelos órgãos regulamentadores, há alguns itens que são dispensados de rotulagem nutricional. São eles:
• bebidas alcoólicas;
• especiarias (orégano, canela, temperos);
• águas envasadas;
• vinagres;
• sal;
• café;
• chás;
• ervas sem adição de outros ingredientes;
• frutas ou vegetais e carnes in natura;
• refrigerados e congelados.
Também não é necessário em alimentos preparados e embalados em restaurantes e estabelecimentos comerciais prontos para consumo, como marmitas, sobremesas do tipo flan, mousse etc., saladas de frutas, entre outros. Estão dispensados ainda os alimentos fracionados no ponto de venda, como queijos, salames, presuntos, produtos vendidos a granel ou pesados à vista do consumidor.
Além disso, existem casos especiais, que é quando a embalagem é muito pequena (com superfície visível menor que 100 cm²). Nesse momento, não é necessária a informação nutricional, a menos que sejam vendidos como produtos light ou diet.

Para onde a Anvisa está caminhando.
Mostraremos agora algumas questões que estão sendo discutidas para serem implantadas nos rótulos dos produtos. Confira:
Alergênicos.
Algumas mudanças no texto da regulação de alimentos alergênicos vêm sendo levantadas. Em primeiro lugar, surgiu a necessidade de definir quais são os derivados de alimentos alergênicos que podem ter o pedido de não inclusão na declaração de advertência.
Isso se deve ao fato de que as recomendações atuais podem cobrir diversos casos distintos, que deveriam ser tratados de forma separada. Por exemplo, alguns constituintes são inseridos propositalmente no produto, como o óleo de soja, enquanto outros são usados somente para o processamento e eliminados posteriormente, como ictiocola, por exemplo.
Outro ponto levantado é a não necessidade de destacar ingredientes únicos, como o ovo, que hoje precisa ter a mensagem no rótulo: "Alérgicos: contém ovo".
Suplementos.
O mercado de suplementos alimentares também está em foco pela Anvisa. Entre algumas sugestões, estão:
• reunir em uma categoria única os suplementos alimentares — hoje há 6 divisões;
• incluir novas substâncias na lista de ingredientes;
• padronizar a rotulagem quanto a denominação de venda, como "suplemento alimentar", seguido dos nutrientes, substância bioativas e enzimas.
Semáforo nutricional.
O semáforo nutricional tem a ideia de acrescentar cores nos rótulos dos produtos para que o consumidor consiga visualizar de forma clara e prática a qualidade nutricional do alimento em questão.
O objetivo desse projeto, que já foi aprovado pelo CTFC, é incentivar uma alimentação mais saudável da população.
Portanto, como vimos em nosso artigo, é imprescindível estar atento às informações obrigatórias no rótulo de alimentos.
Esses dados servem para mostrar todo o conteúdo do produto e garantir que os consumidores saibam exatamente aquilo que estão comprando e ingerindo. Não seguir essas regras implica em descumprimento de lei e pode colocar todo o futuro do seu negócio em risco.


Veja nossa matéria completa no blog- https://rwrformatosecolarinhos.blogspot.com/2018/12/quais-informacoes-sao-obrigatorias-no.html


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EMBALAGENS PARA ALIMENTOS - CONHEÇA TENDÊNCIAS E ENTENDA A IMPORTÂNCIA DE ESCOLHER CORRETAMENTE.

Quando nos deparamos com uma embalagem de alimentos que seja esteticamente agradável e, acima de tudo, capaz de conservar bem o produto, sabemos que ele será atraente aos olhos e nos deixará com mais vontade de comprar e experimentar, não concorda?

No entanto, diante de várias opções de materiais, é comum que muitas dúvidas apareçam antes de escolher a embalagem perfeita. Para ajudar você nessa missão, criamos o artigo de hoje.
Veja por que a embalagem é importante!

Nunca se falou tanto em experiência do consumidor como nos dias de hoje.
Tendo isso em mente, é natural que, cada vez mais, as marcas do setor alimentício se dediquem a buscar pelas melhores soluções para entregar ao público produtos de qualidade. O cuidado com as embalagens para alimentos é, nesse sentido, primordial.

Elas devem ser não só bem preparadas para garantir a conservação dos aromas, texturas e sabores dos alimentos, como também resistentes.
Conheça as tendências em embalagens.

Para aprimorar a experiência de consumo, as empresas podem explorar tendências em tipos e formatos de embalagens, considerando como as pessoas interagem e armazenam os produtos.
Entre elas:
• embalagens minimalistas: o minimalismo entra como tendência não só no design das embalagens, como também no sentido de evidenciar o alimento como a essência do produto. Marcas como a Elmhurst em sua linha de leites plant-based segue esta tendência. No Brasil, a nova linha Ades é um exemplo desse movimento.

• embalagens que levam mensagens fortes aos consumidores: nesta linha, entram marcas como a Mother que gentilmente lembra seus consumidores de consumir seus vegetais.


• embalagens que destacam o benefício do produto, mais do que a marca em si: a Eboost é um exemplo de linha que segue essa tendência.

• embalagens funcionais: o cotidiano atual pede por embalagens mais fáceis de carregar e armazenar, para moradias cada vez mais compactas e hábitos que exigem praticidade; Marcas como a Pic-me adotaram essa inovação em seus purês de frutas, com embalagens flexíveis em formato de bolsas com bicos e tampas injetadas, que facilitam o consumo on-the-go.


• uso de materiais sustentáveis para a fabricação de embalagens: como os plásticos retirados dos oceanos.

• embalagens biodegradáveis: feitas a partir de alimentos, como amido de mandioca, cogumelos, etc.


Com a transformação dos hábitos de consumo, é interessante contar com estratégias que aproximem o produto do público, atingindo as suas verdadeiras necessidades.

É justamente aqui que entra o storytelling — capacidade de contar histórias, trazendo bons resultados quando é preciso dialogar, convencer e compartilhar os bastidores da sua marca/produto com as pessoas.

Não é segredo algum a busca cada vez maior por produtos saudáveis e que remetam à qualidade de vida. Nesse sentido, é fundamental entender que a embalagem tem o poder de comunicar tudo isso por meio de histórias que despertem emoções nos consumidores.

A marca Chobani conta muito da sua história, dos seus valores e da sua forma de produzir, de um jeito interessante, autêntico e que também desperta no consumidor uma forte vontade de experimentar seus produtos.


No Brasil, temos como cases interessantes a marca Mãe Terra, que leva em suas embalagens os 7 princípios da marca e o que a move.

Outro exemplo são os sucos da marca Do Bem.

Adotando uma linguagem didática, seus rótulos apresentam pequenos textos que abordam a origem, a história de cada sabor, intitulados “uma história do bem”.

O investimento em embalagens que sigam essas e outras tendências é um caminho interessante, uma vez que funciona como uma boa tática para despertar a atenção dos clientes e, até mesmo, influenciar a decisão do consumidor. Nesse sentido, é possível afirmar que os investimentos destinados a esse fim podem apresentar um bom retorno para o Equity da marca.

Entenda a relação entre embalagem e sustentabilidade.

A sustentabilidade é uma das principais preocupações de todos os tipos de indústria na atualidade, o que não poderia ser diferente para o mercado de alimentos. Existem, atualmente, supermercados ao redor do mundo (alguns até mesmo no Brasil) que oferecem seus produtos a granel, ou seja, sem embalagens.


Embora essa seja uma ideia funcional, é interessante destacar que as embalagens para alimentos não precisam necessariamente ser vilãs quanto à preservação do meio ambiente. Pelo contrário.

Para minimizar o impacto causado por determinados materiais, as empresas estão se dedicando cada vez mais à reciclagem e aos processos de logística reversa de embalagens plásticas.

Lembre-se, também, da importância do olhar crítico para a quantidade de embalagens que o produto realmente precisa para ser transportado e se conservar.

Às vezes, por questões estéticas, existe uma quantidade desnecessária de plástico e embalagens em um mesmo produto. Dessa forma, é fundamental que as marcas sejam mais ativas e responsáveis em inovar com consciência.

Esperamos que, com o artigo de hoje, escolher embalagens para alimentos de forma correta tenha se tornado uma tarefa mais fácil.


Veja nossa matéria completa no blog- https://rwrformatosecolarinhos.blogspot.com/2018/12/embalagens-para-alimentos-conheca.html



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Embalagens Sustentáveis.

As embalagens são uma necessidade cada vez maior no mundo atual pois criam condições melhores para distribuição, transporte e armazenagem dos produtos. Por conta da corrida que se vive no dia-a-dia acabam sendo muito úteis na vida moderna.


No entanto, a sua utilização massiva causa danos à saúde e ao meio ambiente. Vale sempre lembrar que o melhor jeito de evitar os danos causados por elas é não usá-las ou reduzir ao máximo a sua utilização. É também importante descartá-las de forma correta após a utilização.


As embalagens sustentáveis são uma forma de reduzir os danos causados pelo descarte após o uso. São consideradas embalagens sustentáveis aquelas que são feitas de material orgânico e/ou reciclável, que não demandam muita energia e recursos naturais em sua produção e que, após o seu descarte, tenham um impacto ambiental reduzido. São exemplos, as embalagens biodegradáveis de fibra de coco, de papel reciclado, entre outras.

Este tipo de embalagens são alternativas ao plástico convencional pois causam menos danos ao meio ambiente e à saúde. No entanto, a biodegradabilidade das embalagens não pode servir de desculpa para o descarte incorreto. Ela é apenas uma forma de mitigar os impactos ambientais dos descartes errados ou que escapam por meio do vento e da chuva para o meio ambiente.

Em seguida, apresentamos alguns exemplos de embalagens sustentáveis:

- Embalagem de vidro: apesar de utilizarem areia em sua produção, elas podem ser facilmente reutilizadas, não liberam substâncias tóxicas e podem ser recicladas diversas vezes.


A melhor opção é a utilização de vidro reciclado após o uso o que reduz ainda mais o seu impacto no ambiente. Outra vantagem do vidro em relação às embalagens biodegradáveis (que utilizam matérias-primas vegetais) é que a sua produção não compete espaço com a produção de alimentos.

- Embalagem de alumínio: apesar de dependerem da atividade mineradora, as embalagens de alumínio podem ser consideradas sustentáveis pois são infinitamente recicláveis!

Além disso, o alumínio não é tóxico para os organismos (no entanto, é preciso tomar cuidado com o bisfenol, um tipo de plástico que reveste latas de alimentos e age como um disruptor endócrino).

- Embalagem de papel reciclado: são desenvolvidas principalmente para exercer a função de proteção de utensílios que precisam ser carregados. Os principais benefícios destas embalagens são a potencialização do tempo de vida do produto e a maximização do valor extraído das matérias-primas. Outra vantagem é a energia economizada.

Porém, a cada nova reciclagem, o papel perde a qualidade e possibilidade de ser reciclado.

- Embalagem de polietileno verde: é um plástico produzido a partir do etanol de cana-de-açúcar, uma matéria-prima renovável. Por esta razão, o polietileno verde captura e fixa gás carbônico da atmosfera durante a sua produção, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa.

Além disso, o polietileno verde mantém as mesmas propriedades e desempenho dos polietilenos de origem fóssil sendo reciclável dentro da mesma cadeia de reciclagem do polietileno tradicional.

- Embalagem de PET reciclado: sendo o lixo um dos maiores problemas gerados pelo consumo, a utilização de materiais reciclados na produção de novas embalagens é, obviamente, considerada uma medida sustentável.

O PET reciclado pode ser utilizado na fabricação de novas embalagens e é novamente reciclável o que reduz a quantidade de lixo produzido no mundo. Além disso, a sua produção não compete espaço com a produção de alimentos.

- Outros materiais:

Embalagem de fibra de coco: foram desenvolvidas principalmente para embalar alimentos. Diferente de alguns tipos de plástico - como os que possuem bisfenóis, por exemplo - as embalagens de fibra de coco não são nocivas ao organismo humano.

São embalagens sustentáveis pois não demandam muita tecnologia para serem desenvolvidas, são feitas a partir de matéria-prima nacional, podem voltar para a fábrica para serem recicladas e podem ser biodegradadas se colocadas no solo.
Embalagens de cogumelo: além de biodegradável, o material é comestível (mas não é aconselhável ingeri-lo).

As desvantagens são seu elevado custo e o fato de ser potencialmente competitiva com recursos que poderiam ser utilizados para produzir alimentos.


Embalagem de fécula de mandioca: são compostáveis, biocompatíveis e recicláveis.

No entanto, o custo é mais que o dobro do que se paga pelo isopor e só podem ser utilizadas para alimentos secos ou de consumo imediato. Caso contrário, em contato com umidade por muito tempo, se desmancham.

Embalagem de plástico de milho e bactérias: plástico feito por meio da biossíntese de carboidratos da cana-de-açúcar, do milho, ou de óleos vegetais de soja e palma.

São biocompatíveis e biodegradáveis. Entretanto, esse tipo de plástico não pode ser utilizado em embalagens de prateleira, pois podem contaminar alimentos, a não ser que seja para servir comida na hora.

Outra desvantagem é que é, em média, 40% mais cara do que as embalagens convencionais.


Embalagem de plástico PLA (poliácido láctico): no processo de produção do plástico PLA, as bactérias produzem o ácido lático através da fermentação de vegetais ricos em amido, como a beterraba, o milho e a mandioca. Além de biodegradáveis, são recicláveis mecânica e quimicamente, biocompatíveis e bioabsorvíveis.

Elas são obtidas de fontes renováveis (vegetais) e, quando descartadas corretamente, transformam-se em substâncias inofensivas porque são facilmente degradadas pela água.


A desvantagem do plástico PLA é que, para ocorrer a degradação adequada, é preciso que os descartes de plástico PLA sejam feitos em usinas de compostagem e, infelizmente, a maior parte do resíduo brasileiro acaba indo parar em aterros e lixões gerando a liberação de gás metano, um dos gases mais problemáticos para o desequilíbrio do efeito estufa.

Outra inviabilidade é que o custo de produção de embalagem biodegradável de PLA ainda é elevado, o que torna o produto um pouco mais caro que os convencionais.


Veja matéria completa no nosso blog - https://rwrformatosecolarinhos.blogspot.com/2018/12/embalagens-sustentaveis.html





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Segurança alimentar - por que você deve se preocupar com isso?

Posso apostar que garantir a segurança alimentar de seu estoque te gera uma boa dose de incerteza. Não é à toa, pois este é um fator de risco no varejo.
A segurança alimentar é um dos assuntos mais importantes para quem atua no segmento de alimentos, seja uma indústria, um restaurante ou um quiosque de café.
Considerado um tema de alcance mundial, ela impacta na saúde do consumidor e na reputação da sua empresa.
Grandes quantidades de produtos, uns colocados para exposição – em temperatura controlada ou não – e outros tantos alocados em depósitos grandes ou pequenos são difíceis de administrar.
Muitas vezes ainda distribuídos em diversas lojas espalhadas pela cidade, pelas cidades ou por todo o país.
De acordo com a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional, a lei de nº 11.346 estipulada em 2006, a segurança alimentar é a concretização do acesso a alimentos de qualidade de maneira constante e duradoura, visando à quantidade necessária sem prejudicar outras prioridades da vida humana.
Para isso, é preciso que as ações vinculadas à produção, transformação e distribuição de alimentos sejam realizadas visando à saúde e às melhores práticas do setor.
A necessidade de manter a segurança alimentar.
A tarefa de garantir a segurança alimentar de todos esses produtos é um desafio. De toda forma, é a saúde de nossos clientes e negócios que está em jogo.
Logo, é essencial garantir a qualidade da mercadoria e zelar pela sua segurança.
Tudo isso possibilita a minimização das perdas evitáveis de estoque e principalmente trazendo tranquilidade para quem administra essas variáveis.
É possível estabelecer procedimentos recorrentes de supervisão. E as condições de temperatura e umidade de nossos estoques podem ser registrados para fins de regulação.
No entanto é muito garantir que estaremos isentos de falhas como supervisões imprecisas ou incompletas, esquecimentos, e mesmo falta de visibilidade das condições de estocagem.
Isso é ainda mais provável em períodos do dia, onde nossa atenção está voltada para família, lazer ou descanso.
Por que você deve se preocupar com a segurança alimentar?
Alimentação é uma das atividades mais básicas do ser humano, se por acaso há alguma suspeita de qualquer risco para a saúde, as chances de que isso se alastre são muito grandes.
A falta de segurança pode gerar doenças realmente sérias, principalmente no caso de ingestão de alimentos contaminados por fungos, bactérias e vírus, entre outros males.
Para se ter uma ideia, 200 tipos de enfermidades estão ligadas a esse problema, inclusive alguns tipos de câncer.
Entre os motivos que fazem alguns alimentos tornarem-se inseguros estão: a falta de higiene da equipe que manipula o alimento, pouco controle por parte das gerências, armazenamento e preparação incorretos.
A forma de colheita também tem um grande efeito nas condições dos alimentos, principalmente se os mesmos são expostos a substâncias tóxicas, como pesticidas e metais pesados.
Internet das coisas: revolução para o varejo
Os dados em nuvem favorecidos pela internet das coisas podem fazer com que essas preocupações se tornem coisa do passado.
E o raciocínio é muito fácil: imagine que suas máquinas, geladeiras, freezers, prateleiras, enfim, o ambiente em questão pudesse conversar com você.
Pequenos sensores colocados em pontos estratégicos fariam a tarefa de traduzir os dados relevantes dos ambientes de armazenamento.
Transportando-os através de um portal para seu computador, smartphone ou tablete conectados à internet.
Esses dados seriam acessados numa plataforma de fácil visualização que geraria informações de valor.
Isso permite eliminar as maiores dores de cabeça que o dono ou o gerente de qualidade dos produtos possa ter.
Solução para a segurança alimentar.
Mas quais seriam essas soluções para a segurança alimentar?
Veja elas abaixo.
Geração de relatórios com dados confiáveis para prestação de contas a órgãos reguladores como a ANVISA.
Isso é feito através do monitoramento completo das condições de temperatura e umidade dos produtos armazenados, gerando inclusive registro histórico dessas condições.
Garantia do registro dos dados sem depender da assiduidade dos funcionários que os anotariam.
Ampla visão do desempenho da operação no negócio em todos os pontos monitorados independentemente da localização geográfica. E a sua adequação às condições estipuladas podem ser feitas de acordo com os requisitos de cada ambiente.
Alertas por SMS e/ou e-mail.
Sempre que as condições dos pontos de monitoramento estiverem fora do intervalo de temperatura e umidade estabelecidos pelos usuários do sistema.
dessa forma, cria-se uma cultura de proatividade e rapidez na tomada de ação para redistribuição de produtos para equipamentos e ambientes que estejam de acordo com as condições ideais para a manutenção da qualidade dos produtos.
Condições de verificar e corrigir rapidamente descuidos da própria equipe.
Podendo ser equívocos de definição de temperatura e umidade dos ambientes, até o desligamento inoportuno de equipamentos, ou descuidos de clientes.
Pode ocorrer, por exemplo, a abertura de portas de aparelhos de refrigeração por tempo além do recomendado, dentre outros problemas.
Otimização de espaço e acesso aos dados desejados
Dessa forma damos um fim na necessidade de armazenar fichas de registro de temperatura de produtos em papeis.
Ajudando a ocupar menos espaço nas dependências da empresa. Indo direto ao ponto quando da necessidade de observar uma informação específica.
Como manter a segurança alimentar no seu estabelecimento?
Atualmente muitas indústrias produzem seus alimentos por meio de processos tecnológicos, inclusive mudando até a sua estrutura genética para aumentar a durabilidade, pronunciar o sabor ou alterar o aspecto. Por isso, a segurança alimentar é ainda mais necessária.

• OMS – Organização Mundial de Saúde listou algumas atitudes eficazes para garantir a segurança alimentar:

• Ter cuidado com a higienização dos alimentos, mantendo-os sempre limpos e frescos;
• Separar alimentos cozidos de alimentos crus;
• Certificar-se da correta cocção, evitando expor consumidores a alimentos parcialmente crus;
• Manutenção e controle da temperatura à qual os alimentos são submetidos, tanto para conservação quanto para a preparação;
• Higienizar os utensílios e materiais a serem utilizados no preparo ou transformação dos alimentos, mantendo-os completamente livres de bactérias, sujeira ou outros agentes nocivos;
• Higienizar adequadamente frutas, legumes e verduras, para retirar qualquer resquício de agrotóxicos.
Você está pronto para o varejo inteligente na segurança alimentar?
A garantia da qualidade dos seus produtos, gera tranquilidade e melhor aproveitamento do tempo para outras atividades do negócio. O acesso a essas informações nas mãos do empresário é uma variável que vai se tornando cada vez mais valiosa.
Em um cenário econômico onde as empresas não podem se dar ao luxo de desperdícios evitáveis e, por conseguinte, de capital. Tornar-se mais competitivo é um caminho inevitável para quem busca se manter no mercado.
Segurança alimentar é coisa séria e pode afetar não só o consumidor, mas também a você! Fique atento a essas dicas, informe seus colaboradores e evite problemas!

Veja nossa matéria completa no blog- https://rwrformatosecolarinhos.blogspot.com/2018/12/seguranca-alimentar-por-que-voce-deve.html


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Embalagem de alimentos - o que pode e o que não pode ser feito.

Quem trabalha no setor alimentício sabe que o cuidado com as embalagens é essencial. Afinal, elas são as responsáveis por conservar os alimentos e manter a sua higienização.


De acordo com a Anvisa, a agência responsável pela prescrição das embalagens e materiais que entram em contato com alimentos, elas podem propagar substâncias nocivas à saúde.

Com isso, a necessidade de regulamentação se faz mais do que necessária para assegurar a preservação da qualidade dos alimentos. A Lei nº 9.782/1999, foi criada exatamente para regularizar essa situação.


A partir do seu art. 8º está definido que é de responsabilidade da Anvisa fiscalizar tanto os alimentos quanto suas embalagens.

Pela lei, devem ser analisados não só as embalagens como também as instalações, equipamentos e todas as fases de produção dos alimentos.

Existe algum critério específico para as embalagens aceitas pela Anvisa?
Para a Anvisa, qualquer material que entre em contato direto com os alimentos ou bebidas devem estar de acordo com sua legislação. Além das embalagens, ferramentas de cozinha como colheres, facas, garfos entre outros, do mesmo modo que equipamentos específicos para cozinhar.

A Agência também determina que é de responsabilidade da fábrica de alimentos o teor de suas embalagens, ou seja, o material usado na produção delas deve estar de acordo com as características do alimento, visando à sua conservação da melhor maneira possível.

Esses e outros critérios você pode encontrar na RDC nº 91/2001. De uma maneira geral, as embalagens não devem transmitir aos alimentos qualquer componente indesejável que possa afetar a saúde humana ou modificar as características do alimento embalado.

O fabricante de alimentos ainda deve ficar atento à situação legal dos fornecedores. É importante procurar por aqueles que definam melhor qual o material usado nas embalagens, incluindo suas especificações técnicas. Se o componente usado for PET pós-consumo, por exemplo, a Anvisa pede que contenha, não só as especificações, como também o registro ou sua autorização.

Algumas condições estipuladas pela Anvisa.

Os parâmetros para definir a regulamentação de embalagens da Anvisa são harmonizados com as diretrizes dos países pertencentes ao Mercosul. Com isso os produtos que são comercializados entre esses países estão sob as mesmas regras.

É bom saber que para o propósito de regulamentação das embalagens o Mercosul usa como modelo as normas da Comunidade Europeia da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA e do Instituto Alemão de Avaliação de Risco (BfR). No caso de materiais reciclados, é permitido o uso de certos componentes.

Embalagens recicláveis feitas de papel, metal, vidro e cerâmica são permitidos pela Agência. A permissão para plásticos só diz respeito a PET pós-condensada; materiais reciclados feitos de borracha não são permitidos.

Como podemos ver, os cuidados com as embalagens dos alimentos deve ser uma conduta em conjunto, não apenas com o fabricante de alimentos, mas também com fornecedores dos materiais da embalagem.


Assim, evita-se prejudicar a segurança alimentar e causar riscos à saúde.


Veja nossa matéria completa no blog- https://rwrformatosecolarinhos.blogspot.com/2018/12/embalagem-de-alimentos-o-que-pode-e-o.html



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Novas embalagens prometem preservar aroma do café até a mesa.


Pesquisa desenvolve saca em plástico e papel, que mantém a qualidade dos grãos mais finos e devem substituir os tradicionais sacos de juta.

Aroma, sabor e cor. Os cafés considerados especiais conjugam uma série de características que fazem deles verdadeiras joias para os apreciadores da bebida.

Parte desse esforço para alcançar excelência acaba se perdendo durante o estocamento dos grãos, feito nos tradicionais sacos de juta e que leva à queda de qualidade do produto.

Uma pesquisa da Universidade Federal de Lavras (Ufla), em parceria com associações e empresas ligadas à cafeicultura e indústrias de embalagens, mostra que esse problema está perto de ser superado.

O estudo está testando novas embalagens para as sacas e, mesmo sem estar concluído, aponta que é possível preservar as qualidades do café colhido na fazenda até que ele chegue à xícara do consumidor.

Historicamente, são em rústicos sacos de juta que o café é armazenado. Apesar da tradição, na prática, o depósito dos grãos nesse material impõe a perda de atributos que fazem dele um produto especial.

Já existe no mercado materiais para serem usados com a juta que esbarram em quesitos como logísticas nos armazéns e custo elevado.

Na pesquisa “Desenvolvimento de embalagens e métodos de armazenamento para cafés especiais”, a Ufla está analisando duas novas embalagens, uma de plástico, da Videplast, outra de plástico e papel, da Klabin, que aliam eficiência e baixo preço.
Tanto a Videplast quanto a Klabin são indústrias do ramo.

Ambas as embalagens contam com material resistente de alta barreira, com várias camadas microscópicas que garantem a conservação das características dos grãos que serão usados para se chegar à bebida em seu padrão especial.

Segundo o coordenador da pesquisa, o professor Flávio Meira Borém, do Departamento de Engenharia da Ufla, quando a estocagem é feita em juta, em menos de três meses, o café perde a qualidade.

Isso se deve à variação do teor de água nos grãos e sua interação com o ar. Esse armazenamento inadequado acaba afetando cor, sabor e aroma do grão, interferindo diretamente em atributos como acidez, doçura e corpo.

“Quando o mercado iniciar a substituição da juta, será revolucionário não só para o Brasil, mas para o mundo”, reforça o professor.

A pesquisa, prevista para ser concluída em junho, partiu de iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

Além da Videplast e da Klabin, o estudo engloba a Bourbon Specialty Coffe e Carmocoffees, empresas exportadoras de cafés especiais. As análises são feitas no Laboratório de Processamento de Produtos Agrícolas, na Ufla.

DESVALORIZAÇÃO.

A diretora-executiva da BSCA, Vanusia Nogueira, conta que já havia uma demanda antiga dos produtores por tecnologias que levassem à preservação da qualidade do café especial.

“Fala-se que o café não é perecível, mas isso é uma lorota. A juta é porosa e deixa os grãos muito expostos às questões de ambiente.

Primeiro, o café perde a cor. Depois, perde a qualidade, principalmente quando estamos falando de grãos mais finos”, reforça.

Numa escala de 0 a 100 pontos, os cafés especiais são aqueles com notas acima 80. “Um café armazenado em juta perde de três a quatro pontos por mês. Consequentemente, estamos falando de uma perda de R$ 100 a R$ 200 por saca”, reforça Vanusia. Diferentemente de outros mercados no agronegócio, o preço do café é definido por lote no ato da venda.

Antes da conclusão da pesquisa, a diretora-executiva já comemora os resultados. “Tem muita gente já usando a embalagem. Os resultados são fantásticos. Chegou ao mesmo padrão do vácuo, mas com um custo-benefício muito melhor”, diz.

Segundo Vanusia, agora os clientes de outros países terão a oportunidade de experimentar o verdadeiro sabor do café brasileiro.
“Vislumbramos uma mudança de paradigma muito grande. Estamos mostrando ao mundo que buscamos melhora”, reforça.

O experimento para testar as embalagens de cafés especiais foi montado no armazém da Bourbon Specialty Coffee, em Poços de Caldas, no Sul de Minas, em outubro de 2014.

“Por meio de um grande número de análises químicas, físicas e sensoriais, os grãos nessas novas embalagens e em outras já tradicionalmente usadas foram testados a cada três meses em um período de armazenamento de 18 meses”, conta um dos pesquisadores à frente do estudo, Fabrício Teixeira Andrade – a tese de doutorado dele, em engenharia agrícola pela Ufla, é em torno dos resultados da pesquisa. Em março, ocorre a última análise das amostras.

Veja nossa matéria completa no blog- https://rwrformatosecolarinhos.blogspot.com/2018/11/novas-embalagens-prometem-preservar.html




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Embalagem para Grãos.

A embalagem constitui um dos aspectos fundamentais para qualquer tipo de produto. O modelo que será escolhido para armazenar, embalar e transportar o produto, deve manter as condições e oferecer segurança para que ele passe rasgos, rupturas, arranhões e quedas sem que a qualidade seja comprometida.
Nas indústrias que lidam grãos, esses fatores devem ser especialmente considerados. Como eles são embalados em grande quantidade, qualquer pequena ruptura pode representar uma grande perda na produção.


Além disso, a embalagem para grãos, para que eles se mantenham em perfeitas condições, não pode permitir a passagem de microrganismos, umidade e muita luz.
EMBALAGEM PARA GRÃOS – PADRONIZAÇÃO.
Outro ponto importante quando se trata de embalagem para grãos é a padronização. Ou seja, os tamanhos e medidas devem ser estabelecidos da mesma forma. Isso porque, quando se tem um padrão, fica mais fácil estabelecer limites, para que os produtos sejam armazenados uniformemente.


Esse tipo de operação facilita a logística, que envolve desde a integração de informações, estoque, transporte, armazenamento e manuseio de materiais.


Escolher a embalagem para grãos correta é um passo muito importante, pois esse tipo de mercadoria, normalmente, necessita ser armazenada em momentos específicos durante o andamento do processo logístico.


Os grãos, em sua etapa de pós-colheita, por insuficiência de armazenagem, má qualidade das estradas ou falta da adequação de transporte, sofre perdas tanto quantitativas quanto qualitativas.
TIPOS DE EMBALAGEM PARA GRÃOS.
Uma embalagem para grãos pode ser constituída de saco de papel valvulado ou saco boca aberta. O produto armazenado deve estar seco, limpo e já classificado. Normalmente, é nessa fase que ele está pronto para ser destinado a semeadura. Os dois tipos de embalagem para grãos possuem capacidades para suportar uma média de quarenta quilos.
Outra dica para esse tipo de embalagem para grão é a identificação, na qual deve constar lote, espécie, safra, cultivo, entidade certificadora e nome do produtor. É interessante acompanhar a embalagem informações como o boletim de análises de germinação, vigor e pureza das sementes.

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