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Marco Clemente
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Dor no pescoço!!
PREVENIR, É POSSÍVEL?

Sim é possível! Em virtude dos estilos de vida adoptados no dia-a-dia, posturas inadequadas, stress diário e falta de descanso, associados muitas vezes a gestos repetitivos executados no trabalho ou em actividades desportivas, sobrecargas e traumatismos ocasionais, o nosso organismo vai acumulando micro-traumatismos e adoptando posições que levam à sobrecarga de determinadas áreas.
O objectivo essencial do nosso corpo é continuar a funcionar e tentar “fugir” à dor, procurando fazê-lo de um modo económico em termos energéticos. Para isso tende a criar compensações e desalinhamentos corporais que ao longo do tempo alteram as forças que são exercidas sobre as articulações e tecidos. Surgem deste modo segmentos com maior limitação de movimento, as hipomobilidades, e as zonas que irão compensar estas mesmas regiões com menos movimento, as hipermobilidades, de modo a que no geral a função de mantenha. É nas zonas de hipermobilidade que por estarem sujeitas a uma sobrecarga superior ao normal, tendem a surgir a maioria dos problemas relacionados com inflamação, irritação, degeneração articular e discal, instaurando-se a patologia.

O fisioterapeuta ao realizar uma análise cuidadosa e detalhada da postura e movimento corporal, pode avaliar quais as zonas mais susceptíveis a desenvolver dor Cervical ou mesmo uma Neuralgia Cervico-Braquial (NCB). Por exemplo, um paciente que possua a região de transição entre a coluna dorsal e cervical (charneira cervico-dorsal) muito rígida, ou as primeiras vértebras dorsais muito hipomóveis, possui elevada probabilidade de desenvolver durante a sua vida uma NCB por compensação nos níveis cervicais cervicais C5-C6 que ocasiona com o tempo degeneração e discopatia.

Se atuarmos realizando um trabalho preventivo, antes mesmo dos sintomas surgirem, é possível restaurar o movimento desses níveis menos móveis, melhorar a postura, libertar as tensões musculares, evitando que com o decorrer do tempo a degeneração e patologia se instalem.

Assim é possível fazer um trabalho de prevenção que é extremamente importante. 

Adiar procurar ajuda, suportando a dor e outras queixas, ou apenas tomando medicação para aliviar a dor, pode contribuir para um agravamento progressivo do problema, tornando cada vez mais difícil a sua resolução. Quanto mais precoce for a intervenção, melhores serão os resultados. 

Saiba mais em: http://physioclem.blogspot.pt/2011/10/fisioterapiaosteopatia-tratamento-da_17.html

Equipa Physioclem
http://www.physioclem.pt/pt/contactos
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Evidencia cientifica no tratamento da dor lombar

A dor lombar é um distúrbio comum. Quase todas as pessoas são afetadas por ela em algum momento da sua vida. A maioria tem dor de curta duração e rapidamente retoma a atividade normal, independentemente da orientação terapêutica que recebeu. Uma percentagem menor desenvolve uma dor crónica (com mais de 3 meses de duração) e incapacidade.
Segundo a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, um em cada 3 portugueses sofre de dor crónica. Destes a maioria tem dor de origem músculo-esquelética, estando a dor lombar no topo das queixas.

No caso da lombalgia “inespecífica” as “Clinical Guidelines”, ou Normas de orientação Clínica do Instituto Nacional para a Saúde e Excelência Clínica do Reino Unido (http://www.nice.org.uk/) afirmam que se deve:
1) Proporcionar às pessoas informação e conselhos para promover a autogestão da dor lombar;
2) Encorajar os pacientes a manterem-se fisicamente ativos e continuarem as suas tarefas da vida diária o melhor possível;
3) Ter em atenção as expectativas e preferências dos pacientes na escolha dos tratamentos a oferecer;
4) Propor uma das seguintes opções: um programa de exercícios, um programa de terapia manual ou um programa de acupunctura. Considerar outra destas opções em caso de um dos programas não sortir o efeito desejado;
5) Dentro do programa de exercícios:
a. Aconselhar as pessoas com dor lombar a fazer exercício;
b. Propor um programa de exercícios estruturado e adaptado num máximo de 8 sessões ao longo de 12 semanas;
c. Propor exercício em grupo, sendo os grupos constituídos no máximo por 10 pessoas cada;
d. O programa de exercícios deve incluir atividade aeróbia, instruções precisas para o movimento, fortalecimento muscular adequado, controlo postural e alongamentos;
6) Dentro da Terapia Manual:
a. Propor um programa de terapia manual onde se inclui a manipulação vertebral, num máximo de 9 sessões num período de 12 semanas; 
b. Não fazer terapias Electro-fisicas como o Laser, Correntes Interferencias, Ultra-Som, TENS, tração mecânica nem promover o uso suportes lombares; 
7) Considerar a hipótese de um programa de acupunctura num máximo de 10 sessões ao longo de 12 semanas;
8) Não fazer a infiltração de substâncias na coluna lombar;
9) Considerar a hipótese de um programa conjunto de terapia física (terapia manual, exercício ou acupunctura) com terapia psicológica;
10) Dentro da terapia farmacológica:
a. Indicar a toma de paracetamol como primeira opção e quando este não resulta indicar a toma de anti-inflamatórios não esteróides ou opióides fracos;
b. Considerar a indicação de anti-depressivos tricíclicos se os outros medicamentos não forem suficientemente eficazes no alívio da dor;
c. Considerar a indicação de opióides fortes por curtos períodos em situações de dor severa;
d. Basear as decisões da continuação da medicação em função das respostas individuais à terapêutica;
11) Referir para a cirurgia quando:
a. Foi feita todo o conjunto de abordagens anteriores de forma correta, incluindo a combinação do programa físico com o psicológico e ainda assim a dor persiste;
b. Não propor técnicas cirúrgicas cuja evidencia não demonstra resultados. 

Saiba mais em: http://physioclem.blogspot.pt/2011/11/como-seria-viver-sem-dor-nas-costas.html

Equipa Physioclem
http://www.physioclem.pt/pt/contactos
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É um prazer acompanhar atletas como a Telma ;)
A nossa Telma Santos já se encontra em recuperação após a intervenção cirúrgica ao joelho. A +Physioclem  está a acompanhar a atleta nacional para poder voltar a vencer mais títulos no badminton o mais breve possível! Força Telma!
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