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LETICIA GONÇALVES
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MEMÓRIAS - CÉREBRO FÍSICO E PERISPIRITUAL
  Pergunta: - Quando o espírito volta para o corpo físico, não deveria a sua memória astral conjugar-se automaticamente à memória do cérebro carnal? Ramatís: - Aquilo que é visto e vivido pelo cérebro físico transforma-se em conhecimentos definitivos para o...
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FORMAS DE APRESENTAÇÃO DOS ESPÍRITOS SEGUNDO RAMATÍS






Os caboclos são espíritos de índios brasileiros, sul ou norte-americanos, que dispõem de conhecimento milenar xamânico do uso de ervas para banhos de limpeza e chás para auxílio à cura das doenças. São entidades simples, diretas, por vezes altivas, como velhos índios guerreiros. Com sua simplicidade, conquistam os corações humanos e passam confiança e credibilidade aos que procuram amparo. São exímios nas limpezas das carregadas auras humanas, experientes nas desobsessões e embates com o Astral inferior. Na magia que praticam, usam pembas para riscar seus pontos, fogo, essências cheirosas, flores, ervas, frutas, charutos e incenso.
Os pretos velhos, tanto espíritos de idosos africanos escravizados e trazidos para o Brasil, como de negros que nasceram em solo pátria, são símbolos de sabedoria e humildade, verdadeiros psicólogos do profundo conhecimento dos sofrimentos e aflições humanas. Joana de Ângelis, a venerável irmã conhecida da lide espírita, conhecedora da alma e dos sofrimentos dos encarnados, arguta observadora do psiquismo, atua como mais uma singela e anônima vovó preta nas frentes umbandísticas, assumindo um nome simbólico, como tantos outros espíritos luminares, retomando a forma de uma antiga encarnação em solo africano. A todos, esses espíritos missionários consolam amorosamente, como faziam antigamente, inclusive nas senzalas após longo dia de incansável trabalho físico.A infinita paciência em ouvir as mazelas e choramingas dos consulentes fazem dos pretos velhos as entidades mais procuradas nos terreiros. Assim como os caboclos, usam ervas em suas mandingas e mirongas. Suas rezas e invocações são poderosas. Com suas cachimbadas e fala matreira, espargem fumaça sobre a pessoa que está recebendo o passe e higienizam as auras de larvas astrais e energias negativas. Com seus rosários e grande amor, são notáveis evangelizadores do Cristo, e com muita "facilidade" doutrinam os obsessores que acompanham os consulentes. Demonstram que não é o conhecimento intelectual ou a forma racial que vale no atendimento caridoso, e sim a manifestação amorosa e sábia, de acordo com a capacidade de entendimento de cada filho de fé que os procuram.
As crianças nos trazem alegria e o poder da honestidade, da pureza infantil. Aparentemente frágeis, têm muita força na magia e atuam em qualquer tipo de trabalho. Essa vibratória serve também para elevar a auto-estima do corpo mediúnico, após atendimentos em que foram transmutados muita tristeza, mágoa e sofrimento. É muito bom ir para casa depois de uma sessão "puxada" no terreiro, impregnados da alegria inocente das crianças.
Os orientais se apresentam como hindus, árabes, marroquinos, persas, etíopes, chineses, egípcios, tibetanos, e nos trazem conhecimentos milenares. São espíritos que encarnaram entre esses povos e que ensinam ciências "ocultas", cirurgias astrais, projeções da consciência, cromoterapia, magnetismo, entre outras práticas para a caridade que não conseguimos ainda transmitir em palavras. Por sua alta frequência vibratória, criam poderosos campos de forças para a destruição de templos de feitiçaria e de magias negativas do passado, libertando os espíritos encarnados e desencarnados. Incentivam-nos no caminho da evolução espiritual, por meio do estudo e da meditação; conduzem-nos a encontrar o Cristo interno, por meio do conhecimento das leis divinas aplicadas em nossas atitudes e ações; atuam com intensidade no mental de cada criatura, fortalecendo o discernimento e a consciência crística.



Os ciganos são espíritos ricos em histórias e lendas. Foram nômades em séculos passados, pertencentes a várias etnias. Em grande parte são do antigo Oriente. Erroneamente são confundidos com cartomantes ociosas de praças públicas que, por qualquer vintém, leem as vidas passadas. São entidades festeiras, amantes da liberdade de expressão, excelentes curadores, trabalham com fogo e minerais. Cultuam a natureza e apresentam completo desapego às coisas materiais. São alegres, fiéis e ótimos orientadores nas questões afetivas e dos relacionamentos humanos. Utilizam comumente nas suas magias moedas, fitas e pedras, perfumes e outros elementos para a caridade, de acordo com certas datas e dias especiais sob a regência das fases da Lua.
Quantos às demais formas de apresentação das entidades na umbanda, entendemos que
fazem parte da diversidade regional deste enorme país, estando de acordo com os agrupamentos terrenos. Por exemplo: os boiadeiros pertencem a uma falange de espíritos que estão ligados a regiões do Brasil como o Nordeste, o Sudeste e o Centro-oeste, de economia fortemente baseada na agropecuária; os marinheiros se manifestam mais intensamente nas regiões litorâneas que dispõem de portos, como o Rio de Janeiro; os baianos no Sudeste, com ênfase para o estado de São Paulo, onde sempre foi intensa a migração de nordestinos. Isso ocorre porque a umbanda é um movimento religioso mediúnico de inclusão, e, como tal, propicia a manifestação de todas as formas e raças espirituais, segundo o compromisso cármico assumido entre encarnados e desencarnados.

LIVRO: "UMBANDA PÉ NO CHÃO" RAMATÍS/NORBERTO PEIXOTO - EDITORA DO CONHECIMENTO.
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07/11/2017
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OS "ADUBOS" PARA A MAGIA NEGRA, SEGUNDO RAMATÍS

PERGUNTA: - Diante de vossa assertiva: “Concluireis quão vasto campo para os técnicos, psicólogos e planejadores do Umbral inferior se dedicarem ao mal, em busca de vinganças, prazeres e vampirização energética na área genésica”: pedimos maiores elucidações. Como isso se instala?

RAMATÍS: - Os principais "adubos" para a magia negra e as obsessões estão no sexo, nos vícios e na vaidade. As perversões de um modo geral estão relacionadas com ressonâncias de vidas passadas, em que os atos selvagens, obscenos e violentos criaram
vínculos entre as criaturas envolvidas, que vão requerer várias encarnações para se desfazer.
A troca sexual sem amor inflige ao sistema nervoso um desperdício de energia que não é compensado pelo retorno, do parceiro, de uma "porção" proporcional à doada. Ocorrendo um bloqueio à união das auras, e não havendo a integração entre os chacras e os corpos superiores, inexiste o fluxo energético positivo, gerado pelo sentimento amoroso, a esses veículos sutis. Fluem pelos corpos etéricos fluidos animados pelas sensações inferiores, animalizadas, estéreis, causando um êxtase anestésico sensório, mas rapidamente se instalará a vontade de novo conluio entre homem e mulher, sempre fugaz, diante do carrasco do apelo carnal nunca realizado. Ademais, as energias concentradas no duplo etérico, decorrentes do ato mecânico, do gozo animalesco desprovido de sentimentos elevados, não se dissolvem facilmente, obliterando esse mediador vibratório, que liga os corpos físico e astral, para o envio de expressões mais sensíveis do psiquismo à consciência em vigília, como a intuição e a lembrança das saídas do corpo físico.
Aliado a esse fato, o sexólatra é torturado continuamente pelo seu próprio potencial anímico desequilibrado, num quadro mórbido persistente de auto-obsessão, com pensamentos parasitas recorrentes.
Os encontros sensuais são precedidos de grande ansiedade e acompanhados de fantasias, criando formas de pensamento densas e pegajosas que podem vir a ser aproveitadas pelas potências maléficas invisíveis do Espaço que as manipulam, dirigindo-as, fortificadas, para as finalidades mais vis. São os artificiais do sexo, que servem para os que entram em contato com eles terem sua sensualidade aumentada repentinamente. Tal situação se instala pelos laços de sintonia do passado que estão no inconsciente, abrindo a brecha necessária para se fixar as obsessões e os trabalhos de magia negra no amplo campo das energias do sexo humano.

LIVRO: "VOZES DE ARUANDA" RAMATÍS e BABAJIANANDA/NORBERTO PEIXOTO - EDITORA DO CONHECIMENTO.
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Sinopse: Ramatís é porta-voz dos conhecimentos milenares da chamada Sabedoria Secreta, que os Dirigentes Planetários desejam devolver gradualmente à consciência da humanidade, num grande projeto que envolve todas as correntes espiritualistas.
Em “Chama Crística”, ele estabelece a conexão dessa Sabedoria Oculta com suas fontes originais: a Lei Maior Divina – Aumbandhã ou Conhecimento Integral - trazida de outros mundos siderais, e presente no planeta desde as mais antigas raças. Revela particularidades desses exilados de outras constelações e sua trajetória no planeta, após a chegada na Atlântida.
Para tanto, revive sua condição de antigo Mestre Atlante, mostrando as técnicas sutis com que essa Magia Divina dos Templos da Luz continua a operar no Plano Astral, junto com médiuns encarnados, no resgate dos sofredores e líderes das trevas.
Dos arcanos dessa Ciência Secreta, nos transmite noções de Física Cósmica, chacras siderais e buracos negros, campos dimensionais e eixo planetário. Detalha a magia do magnetismo curador, dos enxertos ectoplásmicos, da fitoterapia astral, dos Quatro Elementos, e da antiga medicina Ayurvédica da Índia.
Entre múltiplos ensinamentos e revelações, ele sublinha o Universalismo, base da nova consciência planetária: “A espiritualidade é universalista, crística, não existindo do lado de cá sectarismos, seitas ou religiões, dogmas ou ritualismos exclusivistas.
Esta nova obra de Ramatís, de conteúdo inovador como sempre foi sua caracteristica, fará o leitor reencontrar-se com o estilo peculiar que traz o “toque do Mestre”, que assim inicia uma nova espiral de revelações para a Era de Aquário.
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ELUCIDAÇÕES DE RAMATÍS SOBRE OS EXUS, AGENTES MÁGICOS NA VIBRAÇÃO DE CADA ORIXÁ

PERGUNTA - Solicitamos vossos esclarecimentos sobre como atuam e o que fazem estas entidades, agentes mágicos Exus - na vibração de cada Orixá.

RAMATÍS - As emanações mentais dos encarnados e desencarnados da Terra são ainda de baixa vibração.
Os desejos e pensamentos ocultos formam uma corrente astral-mental deletéria, poluindo a psicosfera que envolve a área adjacente a crosta e inundando toda a contraparte etérica, que e muito maior que a circunferência planetária.
Fundamentalmente, e de um modo geral, as vibrações dos Exus "complementares" a cada Orixá agem dispersando e desfazendo essas correntes astral-mentais negativas, parasitas, pegajosas, enfermiças, obsediantes e manipuladas para os fins funestos dos magos negros. Assim contribuem decisivamente para o equilíbrio energético dos sítios vibracionais ligados aos quatro elementos, que dão sustentação vital para que as energias condensadas que animam na forma o vosso orbe se mantenham "saudáveis", para que os espíritos continuem habitando-o. Podeis concluir que as mentes são os motores propulsores das energias cósmicas em todo o Universo.
Na Terra, as condensações energéticas formadas pela comunhão de pensamentos seriam nefastas se não houvesse a atuação das vibrações ditas Exus, desfazendo as correntes astral-mentais negativas, que são plasmadas dia e noite sem trégua.
Não entraremos em maiores detalhamentos de cada Orixá ou Linha vibratória, fato que exigiria um compêndio específico sobre o tema, com o que, pela exiguidade de "tempo" para levarmos a efeito as tarefas que requerem o intercâmbio mediúnico, fugiríamos ao nosso compromisso neste momento com os maiorais sidéreos. Todavia, indicaremos, de um modo geral, a atuação das entidades ditas Exus quando autorizadas dentro da lei de causa e efeito, e com o merecimento conquistado por aqueles que estão sendo amparados por suas falanges: desmancham e neutralizam trabalhos de magia negra, desfazem formas-pensamentos mórbidas, retêm espíritos das organizações trevosas e desfazem as habitações dessas cidadelas; removem espíritos doentes que estão vampirizando encarnados; retiram aparelhos parasitas, reconfiguram espíritos deformados em seus corpos astrais; desintegram feitiçarias, amuletos, talismãs e campos de forças diversos que estejam vibrando etericamente; atuam em todo campo da magia necessário para o restabelecimento e equilíbrio existencial dos que estão sendo socorridos.
PERGUNTA - E correto "implodir" as cidadelas do umbral inferior que serviram as organizações malévolas? Alguns grupos de Apometria adotam essa terminologia. Isto nos parece algo violento.

RAMATÍS - Muitas cidades que estão plasmadas no Umbral inferior são habitadas por comunidades de espíritos dominados, dementados e perdidos no tempo. Os magos negros de grande poder mental "constroem" bases, centros de tecnologia, laboratórios de tortura e pesquisas, com as mais variadas finalidades obsessivas e de dominação coletiva. Há que se lembrar que a capacidade mental de manipulação das energias cósmicas para criar as formas no mundo astral, altamente plástico, e "desconectada" da condição evolutiva do espírito no terreno da moral e do despertamento amoroso. O conhecimento não leva necessariamente a moralização, e sim a pureza dos sentimentos burilados nos preceitos do Cristo. Certo esta que as energias sutis e de alta frequência fogem ao poder mental dos engenheiros das Sombras. Por esse motivo não encontrareis o belo nesses endereços "decaídos", e sim o bizarro, o dantesco, as formas pardacentas e
pestilenciais. Imaginai um laboratório de um alquimista do além-túmulo exímio em manipular fluidos altamente destrutivos, que são armazenados em cápsulas, tendo por finalidade serem implantadas nos cérebros e espinhas dorsais dos encarnados. Deveis deixar essas construções, laboratórios e bases dos magos negros a esmo no espaço, para que possam ser ocupadas por outros cientistas diabólicos?
Considerai ainda a baixa freqüência vibratória dessas "construções" plasmadas, e concluireis que muito poucas podem ser aproveitadas como entrepostos socorristas. Efetivamente, é como se fossem "implodidas" essas formas astrais. Isso não quer dizer violência. É só uma questão de denominação.

LIVRO: "JARDIM DOS ORIXÁS" RAMATÍS/NORBERTO PEIXOTO - EDITORA DO CONHECIMENTO.
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O QUE RAMATÍS ELUCIDA SOBRE A RESSURREIÇÃO DE JESUS?

PERGUNTA: E que dizeis sobre a ressurreição de Jesus, no terceiro dia de sua crucificação, após sua morte corporal?

RAMATÍS: Embora Jesus tenha aparecido em espírito, a Maria de Magdala, aos apóstolos e outros discípulos na estrada de Emaús, isso foi um fenômeno de ectoplasmia, pois Madalena era poderoso médium, que, algumas vezes, concorrera para certos acontecimentos incomuns na peregrinação do Mestre. Quando surgiu entre os apóstolos e Tome quis tomar-lhe as mãos, isso foi possível devido justamente à faculdade ectoplásmica dos presentes, que lhe permitiu a materialização em corpo inteiro e o êxito da "voz direta", sob os fulgores da luz sideral. Nos demais casos, em que outras pessoas viram Jesus, deu-se apenas o fenômeno de vidência, coisa bastante comum entre os médiuns.
Jesus não deixou o túmulo, em corpo e alma, pois as suas aparições jamais desmentiram o bom senso das leis da física transcendental, nem foram conseqüência de fatos miraculosos, mas apenas manifestação das próprias energias que lhe foram doadas pelos seus discípulos e amigos siderais.

PERGUNTA: Mas o seu corpo não desapareceu do túmulo?

RAMATÍS: Quando Maria de Magdala "foi cedo ao túmulo, sendo ainda escuro, viu a pedra removida" (João. X — 38). E' evidente que, se Jesus tivesse ressuscitado em corpo e alma e aparecido aos apóstolos atravessando as paredes de tijolos da casa onde eles se encontravam, também teria atravessado o seu túmulo sem precisar remover a pedra de entrada! Após a morte o Mestre, o acessor de Pôncio Pilatos autorizou que o seu corpo fosse entregue à família, conforme pedido feito por José de Arimatéia. Então Maria, sua mãe, Tiago, o maior, juntamente com João, Marcos, Pedro e Tiago irmão de João, desceram o corpo que estava na cruz; e as mulheres se encarregaram de preparar a balsamizaçao de acordo com os costumes da época e da raça judaica. Em seguida, seriam aplicados óleos cheirosos e extratos de plantas aromáticas, pois o enterro seria no dia seguinte. E o túmulo foi fechado com pesada pedra como porta; pois era uma pequena gruta escavada no topo da colina pedregosa.
A turba já se aquietara, satisfeita em sua sanha homicida, como a fera que se acomoda depois do estômago farto. Os soldados desciam a encosta gracejando na sua inconsciência infeliz. Alguns discípulos de Jesus, temerosos de vexames ou agressões, iam furtivamente ao monte do Calvário, movidos pela intensa amargura e saudade daquele homem de virtudes tão raras e sublimes!
No entanto, Pedro ficara bastante preocupado, depois que ouvira rumores de vândalos e criaturas embriagadas, a soldo do Sinédrio, que se propunham profanar o túmulo de Jesus e arrastar-lhe o corpo pelas ruas. Era intenção dos sacerdotes extinguir qualquer impressão favorável à doutrina e à pessoa de Jesus, evitando quaisquer demonstrações dramáticas, que dessem vida e alento à tragédia da cruz. O rabi da Galiléia deveria ser esquecido ou aviltado a todo custo, para afastar-se o perigo de se formar uma casta de seguidores, estimulados por qualquer pretenso milagre ou saudosismo religioso. Deste modo, Pedro resolveu procurar José de Arimatéia e expor-lhe as suas desconfianças; e como o seu amigo também alimentava as mesmas preocupações, decidiram transferir o corpo de Jesus para outro local, desconhecido de todos.

Então, após verificarem que a cidade dormia, ambos dirigiram-se ao sepulcro; e, munidos de roletes de lenho e alavancas, fizeram deslizar a pedra de entrada mediante esses gonzos improvisados. Em seguida, mudaram as vestes ensangüentadas de Jesus, por novos lençóis limpos e incensados; depois, no silêncio da noite, desceram a encosta do Calvário e sepultaram o corpo num túmulo desconhecido, abandonado no meio do capinzal e de ruínas esquecidas. Deste modo, evitaram a coisa mais atroz para o judeu, na época, e que seria suprema profanação e o próprio abandono de Jeová; um corpo insepulto!
E no caso de Jesus, semelhante aviltamento à sua figura missionária daria ensejo a incertezas e dúvidas que truncariam muita fé do ideal cristão! Seu corpo, ficando insepulto, significaria, conforme a tradição hebraica, uma negação aos direitos de liderança; e sua memória não deveria ser maculada por acontecimento tão fanático!
No entanto, Pedro e José de Arimatéia captaram as orientações do Alto; e num empreendimento elogiável, guardaram absoluto segredo até de Maria de Magdala e da mãe do Amado Mestre, apagando todos os vestígios da mudança. Embora tal fato fosse a causa de Madalena ter encontrado o túmulo vazio, e isto desse lugar à fantasia da ressurreição de Jesus, em "corpo e espírito", Pedro e José de Arimatéia consentiram que esse boato prevalecesse, pois contribuía para que os asseclas do Sinédrio desistissem de profanar o corpo de Jesus, deixando-o insepulto para humilhá-lo! Ademais, isso avivava o ânimo dos seus próprios discípulos, o que era preciso fazer-se, no momento, em que a maioria começava a debandar. Mas em face da compreensão da humanidade, no vosso século, é preciso reajustar-se todos os fatos ocorridos na vida do Amado Jesus, para que ele reine no coração de todos os homens, sem quaisquer dúvidas e desconfianças geradas por acontecimentos fantasiosos!

LIVRO: "O SUBLIME PEREGRINO" RAMATÍS/HERCÍLIO MAES - EDITORA DO CONHECIMENTO.
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A EMISSÃO DE PENSAMENTOS EM TRABALHOS DE MAGIA

PERGUNTA: Na umbanda, recomenda-se muito cuidado na emissão de pensamentos nos trabalhos de magia, que sempre devem ser para o bem, senão haverá o risco de que retomem para o emissor. Isso é possível?

RAMATÍS: Uma forma de pensamento, para atingir um ente, deve encontrar afinidade. Os afins se atraem. É uma das leis cósmicas imutáveis, sendo improvável que uma forma de pensamento criada para o mal consiga se fixar no campo áurico de um homem totalmente devotado ao bem e que não tenha registros negativos, atemporais, de vidas passadas, impressos em seu corpo mental inferior.
Observai que os missionários são "inatingíveis". Suas vibrações crísticas são como uma barreira intransponível para tudo de mal que se possa desejar contra eles. Dessa estirpe, temos seres da envergadura de Chico Xavier, Mahatma Gandhi, Allan Kardec, Zélio Fernandino de Moraes, Francisco de Assis, Apolônio de Tiana e o inigualável Jesus. O risco que corre o mago negro é que o mal que deseja, ao criar suas formas de pensamento contra um homem de bem, retome em igual ou maior proporção para si, pois, ao não se fixarem no alvo visado, essas formas se voltam para o seu criador, pela lei natural de atração. Por isso é que, na umbanda, existem os locais de descarga dentro do templo, para onde todas as formas de pensamento que tentam atingir a corrente mediúnica são direcionadas e desintegradas junto à natureza, quando não retomam aos seus mandantes.
PERGUNTA: - Solicitamos maiores elucidações sobre o retorno à origem das formas de pensamento quando não conseguem atingir o alvo, pela importância do tema, que nos parece ser um dos princípios basilares da magia. Pensamos ser fundamental à segurança dos sensitivos, na apometria ou na umbanda, que na maioria das vezes são alvos de assédios pelos interesses malévolos que contrariam. É assim?

RAMATÍS: - Por isso os aprendizes de outrora, candidatos a iniciados, passavam anos de preparação antes de começarem os trabalhos práticos de magia e as incursões no
mundo oculto. A mente pura e adestrada pelos pensamentos disciplinados e o coração tomado de bons sentimentos são as melhores proteções contra os assédios das sombras.
Os exercícios de preparação, que duravam anos, naqueles que conseguiam suportar até o final todas as iniciações diante dos severos iniciadores, "construíam" nos corpos mental e astral matéria mais sutilizada, tirando-os da faixa de frequência das vibrações baixas e densas e dos ataques das zonas trevosas do Espaço.
Os magos brancos de antigamente sabiam que os maus pensamentos projeta dos contra
os corpos purificados retornariam pelas mesmas linhas magnéticas que os trouxeram,
levando-os de volta aos emissores. O mago negro, criador da forma de pensamento maldosa, impregnada de baixas vibrações, possuindo em seus corpos matéria similar a ela, naturalmente sintoniza com tais vibrações enfermiças, sofrendo os efeitos de arraste da "entidade" que ele mesmo plasmou para o mal, afetando-o mental, astral e fisicamente...
Vossas mentes são como transformadores de voltagem: estão sempre criando, por meio de continuas ondas emitidas, formas de pensamento astral-mentais que servem como
poderosos condensadores das energias cósmicas.
Num templo consagrado, todas as emanações mentais são utilizadas para o bem, e os fiéis e crentes estabelecem uma ponte que faz fluir as forças divinas que se rebaixam para vos auxiliar. Da mesma forma, em todos os lugares em que vos encontrais, podeis estar sendo criadores ou alvos do processo inverso, em que mentes empedernidas no mal anseiam por vossos pensamentos, eivados de egoísmo, que farão o corpo mental inferior "exigir" ao corpo astral que expresse sentimentos negativos, advindo então as formas de pensamento pardacentas, densas, pegajosas e causadoras de mal-estar, que se tornam valiosos artificiais para os magos negros.
Projetar e materializar nas dimensões rarefeitas as formas que vossas mentes constroem é lei da natureza. O que os sensitivos devem saber é que para manipular as energias cósmicas para o bem, no auxílio ao próximo, devem ter em si as fortalezas crísticas do amor, do altruísmo e do desinteresse pessoal, o que os fará instrumentos seguros para os espíritos do Além.

LIVRO: "VOZES DE ARUANDA" RAMATÍS e BABAJIANANDA/NORBERTO PEIXOTO - EDITORA DO CONHECIMENTO.
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COMO ACONTECE O MOVIMENTO DE UMBANDA NA EGRÉGORA PLANETÁRIA?

PERGUNTA: - Podeis nos dar maiores detalhes sobre as energias cósmicas de outras esferas universais, rebaixadas pelas forças vibracionais, ditas orixás, causadoras da associação interdimensional que permite a concretização do movimento de umbanda na egrégora planetária?

RAMATÍS: - É difícil nos fazer entender, tanto por vosso acanhado vocabulário, como pela limitação do sensitivo de que ora nos servimos, fato natural por sua condição de encarnado.
As energias cósmicas têm de se condensar para se fazerem manifestar nos planos astral,
etérico e físico. Para tanto, sofrem uma "descida" vibratória, de frequência, adensando-se pela interferência dos poderes não manifestados de Deus, os orixás. Grosseiramente, é como se eles fossem espécies de vórtices vibratórios ocultos, com intensa força centrípeta,[2] canais por meio dos quais as energias irão se materializar. Numa imagem singela, mas didática, imaginemos sete cones de luz de cores diferentes, originados do Imanifesto e dirigindo-se para o Universo manifestado. Cada um deles funcionaria como uma "escada" vibratória por meio da qual desce a
energia criadora primordial, e dentro desse cone de luz se materializariam as formas nos planos exteriores. Cada uma delas, embora partilhando as energias de todas as cores, guarda uma afinidade básica com a cor do foco por onde "desceu". Esses cones, ou vórtices cósmicos do trânsito da energia, são as vibrações dos orixás.

[2] Essas forças são de fora para dentro, do rarefeito para o denso, do abstrato para o concreto, do espiritual para o físico.

Esse rebaixamento vibracional é realizado por exu, como se fosse um par perfeito. Orixá é a energia, e exu, o movimento, o princípio transformador, o qual não tem limites dimensionais, interferindo em todos os entrecruzamentos vibratórios entre os diversos planos do Universo.
A alta hierarquia espiritual que dirige a Grande Fraternidade Universal, constituída de espíritos de várias localidades cósmicas participes do processo de criação com o Divino, utiliza seus largos poderes mentais fazendo essas energias serem moduladas em sua descida vibratória, adensando-as por meio dos aspectos subjacentes de Deus, ou orixás. Estrutura-se a essência cósmica, permitindo às mônadas espirituais (centelhas divinas) a conexão com os átomos permanentes[3] em cada dimensão (plano), fazendo essas chispas informes comandarem, por aglutinação de átomos dos vários planos, formas adequadas ao meio: os veículos ou corpos sutis que as vestirão em cada dimensão do Universo setenário (átmico, búdico, causal, mental inferior, astral, etérico e físico), por sua vez, repetindo-nos, diretamente relacionados com os sete orixás da umbanda, a mais genuína magia aumbandhã.

[3] Átomos permanentes, um de cada plano, são aqueles que permanecem com as mônadas de forma constante, após cada encarnação e até depois de completado seu trânsito evolutivo, funcionando como chips de memória, onde ficam entesouradas todas as experiências pretéritas da centelha naquele plano.

PERGUNTA: - Embora vossas elucidações sejam desprovidas de excessos simbólicos e hermetismos, como habitualmente vos é peculiar, o presente tema é profundamente metafísico. Entendemos que mesmo no macrocosmo, por meio do trabalho dos engenheiros siderais, em paragens cósmicas inimagináveis a nós, eles utilizam a magia dos exus para o rebaixamento vibracional das energias ditas orixás. Podeis dar-nos um exemplo desse magismo divino no microcosmo, relacionado à nossa realidade existencial?

RAMATÍS: - Assim como exu "coordena" o movimento ocasionado pelo rebaixamento energético dos orixás e a "passagem" deles entre os entrecruzamentos vibratórios nas diversas dimensões espirituais, também desloca essas energias para o interior de vossos organismos físicos, o último e mais denso veículo para a: manifestação da vida universal.
Exemplifiquemos com a energia que se denomina Ogum: é a energia da luta, da realização, o impulso que leva à ação, em todos os níveis, no Universo e no ser humano. É a energia inicial, simbolizada no primeiro signo, Áries. Em vosso processo metabólico há uma correspondência disso com o elemento químico ferro, entre tantos outros que servem de pontos de imantação para exu e sua magia de transformação. Esse metal é afim com o orixá Ogum. Proporcionalmente à taxa de ferro, quanto menor sua incidência, mais frágil o organismo e menor sua força, sua energia de luta; quanto maior sua participação, mais vitalidade, pelo aumento da fixação do prana[4] absorvido inicialmente pela respiração nas células de todo o corpo físico. A ausência de ferro produz anemia, que se manifesta como falta de energia de ação, inércia, apatia. Quando a taxa de ferro se mantém baixa por longos períodos, vossa organização fisiológica fica suscetível à leucemia, ao câncer e às doenças oportunistas.

[4] Prana é a energia vital do Universo que tudo envolve, de acordo com o hinduísmo.

Podeis concluir que o macrocosmo é semelhante ao microcosmo; o sopro divino atua da mesma forma em cima e embaixo.

LIVRO: "A MISSÃO DA UMBANDA" RAMATÍS/NORBERTO PEIXOTO - EDITORA DO CONHECIMENTO.
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