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Damião Medeiros
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ENVOLVIMENTO INSUSTENTÁVEL.


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Porque a obra não funciona:  não tem água corrente no riacho, desde 2.012, porque a oferta de chuvas é inferior a 400mm, em 100 dias, 4mm de chuvas ao dia; as chuvas de baixa precipitação muito distanciadas entre si, de modo que na segunda chuva já não tem presença de água da primeira chuva; o terreno de várzea de argila é muito impermeável, reduzindo a drenagem de água para menos de 2%; 2% de 400mm; a evaporação de água do solo é muito alta, por conta da alta intensidade de luz e calor, por conta da baixa umidade do ar; porque a cobertura vegetal, reduzida em 90% da vegetação nativa, permanece desfolhada, seca, na maior parte do ano; Os problemas citados, que inviabilizam a a obra, são perfeitamente contornados com tecnologias simples (ainda desconhecida do governo e da comunidade científica), inclusive a questão na redução na oferta de chuvas; 400mm de chuvas são  4.000m³ de água por hectare, ou  4 milhões de litros de água; a área desmatada,  NUA da obra, tem cerca de um hectare; impermeabilizando-se  1 Hect. com lona plástica, no tempo das chuvas: cavando um poço tubular para forçar a água nesse furo, atingindo o lençol subterrâneo, que inclusive já existiu naturalmente, e sem suprimento (da água chuva) secou. são ideia tão simples, de baixo custo, mas levar (já tentamos) uma ideia dessas a um dos ministérios (envolvidos na questão), ou a uma universidade (inacessível) BR  é tão complicado quanto entronar o diabo no Céu.

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dosriedemblogspot.com SOMOS de fato e de direito comprometidos com a vida, particularmente nesse pedaço da  Terra chamado de semiárido NE; somos parte disso, e ao defender a vida, como um todo, temos de apontar soluções para os problemas que institucionalizam a seca;  teoricamente, se tem água não tem seca; ora, estamos uma uma área do agreste RN, onde o governo federal instalou uma obra, chamada barragem subterrânea, que seria para se criar (com a obra) uma área úmida para se fazer agricultura no verão; a COISA funcionaria assim: uma vala profunda (4 a 5m de profundidade) escavada transversal a um riacho (temporário, seco); forra-se a vala com uma lona plástica, preenchendo-se o seio (das duas paredes da vala) com barro, terra, formando um obstáculo subterrâneo, criando um lençol de água subterrâneo que manterá uma área úmida no verão, seco, para se plantar; 1) para que a água (das chuvas) no se tempo, se infiltre (drenagem) no chão, formando o lençol, outros elementos físicos devem ser considerados; tem que ter água corrente no riacho, com pressão suficiente; depende do tipo de terreno - de argila, de areia para a drenagem de água; a barragem subterrânea deve, de fato, barrar á água (evitando fuga interna); no caso desse exemplar, construído em 2.010, não atende nenhum desses requisitos: não tem água corrente no riacho por conta da redução na oferta de chuvas; a água das chuvas precipitada diretamente das nuvens encontra dificuldade de infiltração, além de ser de baixa pressão - chuvas com índice pluviométrico muito baixo, e distanciadas entre si.

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A água das chuvas no semiárido tem pH 6,4,  a única água potável do NE; isto é possível porque no semiárido a poluição atmosférica é a mais baixa do BR, e já não tem madeira para se queimar; isto é, com o desmatamento de 85% da vegetação nativa, a massa vegetal, média de 0,5m³/m² foi reduzida, multiplicada por 10; mesmo queimando-se essa massa vegetal terciária, o volume de fumaça, de fuligem, de carvão, de cinzas resultante do fogo é 10 vezes menor do que nas queimadas, fogueiras e coivaras no tempo da colonização do NE; quando a água da chuva se precipita no lajedo, aberto, cuja porosidade (da pedra) acumula sujeira de centenas de anos, a água, solvente, incorpora essa IMUNDíCIE, formando um caldo grosso, fedorento, que tem cor e sabor de lixo; com o acesso dos animais - gado e fauna (que ainda resta) aos poços do lajedo, a contaminação aumenta (fezes urina);  a ideia da construção de paredes, obras da comunidade científica BR, patrocinada pelo governo, visa aproveitar a condição de impermeabilidade do lajedo; assim, constrói-se paredes de alvenaria em forma de círculos, ou semicírculos, captando e armazenado TUDO o que cair nessa área; por se tratar de uma área aberta, sujeita ás intempéries - ventos, alta temperatura do Sol, a fuga do líquido pode chegar a 8L/m² ao dia; evapora a água, MAS a imundície fica acumulada na porosidade e depressões do lajedo; não dá para aceitar nem entender como em pleno Século XXI parte da Humanidade permaneça em estágio tão  rudimentar de tecnologia, no trato com as leis da Natureza.

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O lajedo é uma área impermeável, e com qualquer chuvinha as depressões do lajedo transbordam; os animais da fauna do semiárido bebem nos poços dos lajedos, porém os índios da área só bebiam desse líquido quando não tinham outra opção de bebida, preferindo beber na raiz do umbuzeiro, nos cactos e nas cacimbas dos rios; o escravo africano, e os portugueses colonizadores bebiam nos poços do lajedo;  o povo africano, com organismo adaptado ás imundícies desse líquido, por milhares de anos, eram menos acometidos com doenças "da água", mas  os portugueses pagaram caro: morreram pela boca; a contaminação mais importante dessas poças do lajedo é pela urina do rato (que transita pelo lajedo), mas a grande porcentagem de matéria orgânica decomposta, incluindo fezes, atrai insetos e microganismos (inclusive algas) para as poças; o homem colocava um pano (tecido) na boca do pote, ou jarra de barro (argila) para COAR, a trama, ou malha do pano barra apenas material sólido maior, mas não  BARRA o material microscópico, incluindo as fezes.  Beber Água doente, não é decente, nem racional.

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