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Arlindo Tavares
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A vida é um pequeno período entre o nada que fomos e o nada que seremos. Amemos então esta única vida.
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De passagem por aqui para deixar um abraço, um beijo e um sorriso a todos... Saudades... AMOR (variação estendida de um texto meu)
O Amor que escraviza é posse, é filho da vaidade, da prepotência, ou da presunção, mas nunca será verdadeiramente Amor.  O Amor que diminui não é em verdade amor, apesar de ser por natureza um agente irradiador, de doação contínua, o amor em si nunca subtra...

Olá a todos, amigas e amigos, conhecidos e companheiros, parceiros de luta, de revolta ou somente de busca, passo por aqui para deixar um oi a todos, e dizer que no geral tudo de bem comigo. Algumas dificuldades que me fazem ficar longe de voces. Mas de dentro de uma mente crítica e algo amorosa e revoltada desejo a todos um milhão de felicidades, saúde e coragem. Boa sorte a cada um de nós. Antes que me esqueça... FORA TEMER... Um forte e sincero abraço a todos, continuarei ausente, mas com saudades de todos...

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O sofrimento mesmo que coletivo, é em si algo que machuca individualmente
O sofrimento é algo profundamente pessoal. É algo tão real para quem o sente, que nos faz pôr em dúvida o seu lado subjetivo de ser. Emoções e sentimentos se misturam, se materializam, se constroem, se transformam e se destroem, sem não antes nos destruir t...

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Estrelas que bailam a melodia silenciosa de um "céu escuro". Parecem tão próximas, que dá certa vontade de as tocar, de para lá viajar, de com elas brincar, falar e dançar. Estrelas que "ardem" sem objetivo qualquer, mas repletas de causas e "motivos" básicos, todos eles naturais, nenhum deles o de me encantar, sequer o de cintilar, que nem delas deriva. Estrelas que têm na mais fraca das forças naturais, a gravidade, sua maior força "motriz", e que deveria nos servir de exemplo de ser, de estar e de existir. A força do poder, do dinheiro, das armas, das catequeses e doutrinações parecem imbatíveis, inabaláveis, parecem insuperáveis, mas nosso poder, mais do que aparentemente frágil, esconde a força do coletivo, se individualmente muito pouco poder temos, em multidão, em mutirão ou em coalizão, como a gravidade em volume de matéria dispersa leva a poderosa ignição daquelas bailantes estrelas, temos todos, na pequena força individual, quando unidos, o poder de elevá-la exponencialmente, a um poder e força tal que pode levar de roldão os poderes que nos "governam", nos "domesticam e doutrinam", que em muitos casos e para muitos irmãos em espécie ou de espécies primas, nos oprimem, exploram, segregam, maltratam e desrespeitam... Eles bem disto sabem, por isso o pavor de toda e qualquer mobilização coletiva que possa pôr em risco o status atual do sistema vigente e as justificativas atuais que ajudam a "explicar" e dar sustentação aos interesses dos que hoje detêm os poderes não naturais e mesmo desumanos...

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Eu juro, tentando dormir, mas a mente não para de me fazer pensar, e penso melhor ouvindo bem alto...
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