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Leoana Amorim
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Não deixe os seus medos te privarem da vida incrível que você merece ter.
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BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA
Foi considerada o coração da humanidade porque era a maior fonte de conhecimento da época, onde as melhores mentes do mundo antigo frequentavam o lugar. Alexandria foi a capital do Egito helenístico,
estudos apontam que se tivéssemos o conhecimento que havia naquela biblioteca, a civilização estaria muito mais avançada do que está hoje, infelizmente apenas 5% do conteúdo que estava nela armazenado foi preservado.
Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II. É atribuída a Demétrio de Faleros sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2002 próximo ao sítio da antiga.
Conta-se que um dos incêndios da histórica biblioteca foi provocado por César. Em caçada a Pompeu, o seu inimigo deTriunvirato (formado por Pompeu, Crasso e ele), César deparou-se com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra.
Pompeu foi decapitado por um dos tutores do jovem Ptolomeu, e sua cabeça foi entregue a César juntamente com o seu anel. Diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar. Apaixonando-se perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse fugir de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio alastrou-se e atingiu uma parte da famosa biblioteca.
A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros.
De fato, existiram duas grandes Bibliotecas de Alexandria. A Biblioteca Mãe e a Filha. De início a Filha era usada apenas como complemento da primeira, mas com o incêndio acidental (por Júlio César), no século I, da Biblioteca Mãe, a Filha ganhou uma nova importância. Vinham sábios de todo o mundo para Alexandria e debatiam os mais variados temas. Em 272 d.C., durante a guerra entre o imperador Aureliano e a rainha Zenóbia, a Biblioteca Filha foi provavelmente destruída, quando as legiões de Aureliano tomaram a cidade de assalto.
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ATLÂNTIDA, MITO OU REALIDADE?
A lenda da civilização de Atlântida vem das páginas de Timeu e Crítias, escritos pelo porvPlatão, no século IV a.C. Segundo ele, Atlântida existiu 9 mil anos de seu próprio tempo. Um grande poder naval desapareceu misteriosamente no mar em um único dia. Através dos séculos, inúmeros exploradores têm debatido sobre o fato da cidade ter realmente existido, e se de fato existiu onde teria sido. As especulações são muitas:
1.Atlântida foi um continente no meio do Atlântico que afundou no oceano de forma repentina, essa teoria só veio à tona no final do século XIX. Em seu livro de 1882, “Atlântida, o Mundo Antideluviano”, o escritor Ignatius Donnelly afirmou que as conquistas do mundo antigo provavelmente foram passadas por civilizações passadas e avançadas, já que os antigos não eram sofisticados o suficiente para desenvolver essas técnicas por conta própria. Donnelly descreveu um continente inundado por águas moventes do oceano que afundou exatamente no local dito por Platão: no Oceano Atlântico, fora das Colunas de Hércules, as duas rochas que marcam a entrada do Estreito de Gibraltar. Muito tempo depois da oceanografia moderna e um grande entendimento das placas tectônicas terem colocado buracos em sua tese, algumas pessoas ainda acreditam na teoria de Donnelly, principalmente devido à sua adesão à ideia de Platão que Atlântida está no meio do Atlântico.
2.Atlântida foi engolida pelo Triângulo das Bermudas, Charles Berlitz, afirmou que Atlântida era um verdadeiro continente localizado perto das Bahamas e que teria sido vítima do famoso “Triângulo das Bermudas”, uma área do Atlântico onde vários navios desapareceram misteriosamente. Defensores dessa teoria apontam para a descoberta do que parecem ser muralhas feitas por homens e ruas encontradas perto de Bimini, embora cientistas tenham analisado essas estruturas e concluído que elas eram formações rochosas naturais.
3.Atlântida era a Antártida, outra teoria diz que Atlântida era uma versão do que agora é a Antártida, isso é baseada no trabalho de Charles Hapgood. A teoria de Hapgood veio à tona antes de o mundo científico ter total entendimento das placas tectônicas, o que tirou grande parte da importância de sua teoria da “crosta movediça”.
4. A história de Atlântida foi uma releitura mítica do Dilúvio do Mar Negro
Essa teoria pressupõe que Atlântida era fictícia, mas a versão de seu desaparecimento foi inspirada por um evento histórico verídico: o rompimento do Bósforo pelo Mar Mediterrâneo e a consequente inundação do Mar Negro, por volta de 5600 a.C. Na época, o Mar Negro era um lago de água doce com a metade de seu tamanho atual. O dilúvio inundou civilizações conhecidas por se desenvolverem ao longo de seu litoral em um curto período de tempo .
5. Atlântida é a história da Civilização Minoica
Uma das teorias mais recentes sobre Atlântida diz respeito à civilização que surgiu nas ilhas gregas de Creta e Tira (atual Santorini) há mais de 4 mil anos: os minoicos, nomeados por causa do lendário Rei Minos. Considerada a primeira grande civilização da Europa, os minoicos construíram palácios esplêndidos, estradas pavimentadas e foram os primeiros europeus a utilizar a linguagem escrita (Linear A). Todavia, no auge do seu poder, os minoicos desapareceram repentinamente da história – um grande mistério que tem alimentado a crença de uma ligação entre essa grande e condenada civilização à Atlântida de Platão. Historiadores acreditam que, por volta de 1600 a.C., um enorme terremoto sacudiu a ilha vulcânica de Tira, provocando uma erupção que expeliu 10 milhões de toneladas de pedras, cinzas e gás na atmosfera. Tsunamis que se seguiram à erupção foram grandes o suficiente para acabar com cidades minoicas em toda a região, uma devastação que pode ter deixado os minoicos vulneráveis a invasores do território grego.
6. por fim, Atlântida não existiu, a maioria dos historiadores e cientistas ao longo da história chegou à conclusão que o relato de Platão sobre o reino perdido de Atlântida foi fictício. Não existem registros de Atlântida fora dos diálogos de Platão, incluindo os vários outros textos que sobreviveram da Grécia Antiga. Além disso, e apesar de avanços modernos na oceanografia e do mapeamento do fundo do oceano, nenhum traço da civilização submersa jamais foi encontrado.
Histórias e lendas, temos muitas, e todas são dignas de leitura, pois todas os homens de todas as épocas precisam de motivos que os levem em busca de seus "santo graal".




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IMPERATRIZ LEOPOLDINA

Nascida arquiduquesa da Áustria, foi a primeira esposa de Dom Pedro I e uma das construtoras da independência do Brasil, apaixonada pela natureza trouxe para o Brasil vários cientistas austríacos que estudaram a fauna e a flora brasileira.
Desde cedo mostrou interesse para a botânica e para a mineralogia. Nas excursões realizadas com sua família aproveitava para coletar mostras de minerais e plantas, estudou línguas, história e pintura deixando várias aquarelas.
Como já mencionado, era comum as alianças políticas através de casamentos, as mulheres eram meras pontes nos jogos entre países, e não foi diferente com a princesa. Em 1815, quando Napoleão Bonaparte foi derrotado, as nações europeias se reuniram para redesenhar o mapa europeu, e um dos acertos estava encontrar uma esposa para o príncipe-herdeiro, Dom Pedro, a escolha recaiu no Império Austríaco.
A jovem princesa só conheceu seu esposo quando desembarcou no Rio, em 5 novembro do mesmo ano. No dia seguinte, o casal recebeu a bênção nupcial.
Na sua comitiva, a acompanhavam cientistas e artistas austríacos que estudariam e retratariam a natureza brasileira. Dentre os estudiosos estavam Carl Von Martius, Johann von Spix e Johann Natterer.
Com a partida de Dom João VI para Portugal, Dom Pedro foi nomeado Príncipe-Regente do Brasil.
Cada vez mais surgiam grupos que desejavam a separação entre os dois territórios, e pelas cartas da imperatriz, percebia-se que ela se identificava com a causa independentista.
Em 1822, algumas províncias, ameaçavam entrar em guerra contra o Regente. Dom Pedro viaja a fim de garantir o apoio dos paulistas à sua causa.
Então, Dona Leopoldina assume a regência interina e preside o Conselho de Estado.
Neste momento chega uma carta de Portugal exigindo que Dom Pedro voltasse imediatamente para o Reino. Dona Leopoldina e o Conselho de Estado entendem que isso é uma manobra para que o Brasil perca seu status de Reino Unido e voltar à condição de colônia.
Assim, assina o decreto de independência do Brasil em 2 de setembro de 1822. Em seguida, junto a José Bonifácio, envia uma carta a Dom Pedro, declarando que era o momento de romper com Portugal.
A princípio, eles viveram em harmonia. Com o passar do tempo, as infidelidades de Dom Pedro ficavam cada vez mais evidentes.
A gota d’água, foi o relacionamento entre Dom Pedro I e Domitila de Castro, Dom Pedro instalou toda a família de sua amante perto da residência oficial, o Palácio de São Cristóvão.
As sucessivas gestações e o desgosto causado por esta situação teriam agravado a saúde da Imperatriz, seu falecimento causou uma enorme comoção popular e seu enterro foi seguido por milhares de pessoas.
É inegável sua importância para o país, a primeira bandeira do Brasil independente foi idealizada por Dona Leopoldina: o verde representa as cores da família Bragança e o amarelo, os Habsburgo. A cidade de São Leopoldo-RS, fundada em 1824, recebeu esse nome em homenagem a Imperatriz, e também a Estrada de Ferro Leopoldina, inaugurada em 1874, foi assim batizada em sua honra.

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O Wing Chun é um estilo de Kung Fu surgido no sul da China que se distingue pela economia de movimentos sendo um sistema de defesa pessoal realista. Simples e eficiente, descarta todo movimento acrobático. É uma arte marcial singular, desenvolvida para permitir que qualquer tipo de pessoa, independentemente de tamanho, força ou sexo, possa se defender de agressores maiores e mais fortes.
A principal diferença entre os estilos praticados atualmente está em seu conceito de defesa. Enquanto em outras artes marciais procura-se acima de tudo bloquear o ataque do agressor para depois contra-atacar, o princípio básico do Wing Chun é o de utilizar esta força contra o próprio agressor, onde a defesa já funciona como ataque e vice-versa.
Embora muitos mestres oficiais do Wing Chun espalhados por todo o mundo trabalhem para o crescimento deste estilo, sua grande popularidade no ocidente veio a partir de seu praticante mais famoso, Bruce Lee, discípulo de Yip Man, que o praticou e o valorizou, utilizando-o como base para o estilo de luta que ele viria a criar tempos depois, o Jeet Kune Do.
O Wing Chun começa a partir de 1733 quando o Templo Shaolin foi destruído pelos Manchus. Yim Yee, um dos quinze discípulos sobreviventes, se refugia próximo da montanha Tai Leung e passa a viver como um simples comerciante, junto à sua filha Yim Wing Chun. Um lutador local chamado Wong era apaixonado por ela e a ameaçou para que se casasse com ele. O velho Yim Yee já não era capaz de defender sua filha e então, uma cliente que costumava fazer compras em sua loja, percebeu sua preocupação e depois de ouvir a história do velho decidiu ajudá-lo.
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Aproveitando a indicação de séries originais uma bem interessante é Fortitude!

Fortitude é uma produção britânica.

Criada por Simon Donald (Wallander, Low Winter Sun UK), a série tem doze episódios produzidos para sua primeira temporada, filmada na Islândia e no Reino Unido. A produção já foi renovada para uma segunda temporada, com a encomenda de mais dez episódios.

Fortitude é o nome de uma comunidade internacional situada no arquipélago de Svalbard, na Noruega. Lá vivem cerca de 800 pessoas, entre elas, cientistas, mineradores, policiais e suas respectivas famílias. Além do frio, os moradores do local precisam se prevenir contra os ataques de ursos polares. Por esta razão, todos precisam andar armados com rifles, especialmente quando se aventuram para muito longe, inclusive as crianças. Visto que todos têm um emprego e condições para se manter, não existem crimes na cidade, considerada um dos lugares mais seguros para se viver (apesar dos ursos).

Existem três regras básicas para morar na região. A primeira delas é a obrigação de cada um ter um emprego e moradia. A cidade se mantém, basicamente, da extração de minérios. Mas, considerando que as minas estão se esgotando, os mineradores serão obrigados a deixar o local. Enquanto isso, Fortitude busca outra forma de garantir seu sustento: o turismo. Visando atrair pessoas de todo o mundo, a prefeita e chefe de polícia Hildur Odegard (a dinamarquesa Sofie Gråbøl, de Forbridelsen) tenta atrair investidores para a construção de um grande hotel glacial. Para tanto, ela precisa da aprovação do cientista Charlie Stoddard (o inglês Christopher Eccleston, de Doctor Who, The Leftovers), que elabora um relatório sobre as condições ambientais.

Outra regra que precisa ser seguida em Fortitude é a assistência aos três cientistas e às pesquisas que eles realizam. Seu trabalho e suas descobertas estão acima de qualquer interesse pessoal ou político. Mudanças no estilo de vida ou nas regras que sustentam a cidade devem ter o aval deles. Razão pela qual todo e qualquer objeto encontrado na região que seja de importância científica, deve ser entregue a eles sem qualquer custo ou restrições.

A terceira regra é a de que ninguém pode ser enterrado na região, visto que os corpos não se decompõem. Desta forma, aqueles que morrem precisam ser transportados para a Inglaterra, ou seus países de origem, para que possam ser enterrados, mesmo se suas famílias continuarem morando em Fortitude.

Na cidade existe um pequeno hotel onde trabalha uma única funcionária, Elena Ledesma (a espanhola Verónica Echegui), que cuida da recepção, do restaurante e da limpeza e ainda encontra tempo para manter um relacionamento com Frank Sutter (o inglês Nicholas Pinnock, de Top Boy), um ex-soldado de temperamento violento e pavio curto que lutou no Afeganistão e agora trabalha no serviço de busca e resgate de Fortitude. Frank é casado com Jules (a britânica Jessica Raine, de Call the Midwife eWolf Hall), com quem tem um filho, Liam (Darwin Brokenbro).

Fugindo de seu passado, Elena chegou em Fortitude atraindo os olhares dos homens, entre eles o xerife Dan Anderssen (o inglês Richard Dormer, de Game of Thrones eHidden), um sujeito introspectivo e misterioso, capaz de fazer qualquer coisa para protegê-la. Mas, apesar de sua obsessão por Elena, ele é incapaz de conquistá-la.

Dan tem três policiais em seu departamento para manter a lei e a ordem em toda a cidade. Um deles é Eric (o islandês Björn Hlynur Haraldsson, de Os Bórgias), marido de Hildur, um homem que se sente abandonado pela mulher, que demonstra mais interesse pelo futuro de Fortitude que por seu casamento. As demais policiais são Petra (a italianaAlexandra Moen, de Strike Back), que também atua como legista; e Ingrid (a dinamarquesa Mia Jexen), uma jovem inexperiente que se interessa por Vincent (o britânico Luke Treadaway), um cientista recém chegado na equipe de Charlie, da qual Natalie (a inglesa Sienna Guillory, deLuther) também faz parte.

A série trabalha três histórias que, com o tempo, se entrelaçam. A primeira é a morte do minerador Billy Pettigrew (o escocês Tam Dean Burn), atacado por um urso logo no início do primeiro episódio. Billy descobriu algo em Fortitude que é desconhecido de todos. As circunstâncias de sua morte levam Henry (o irlandês Michael Gambon, deEmma e Luck) a alertar a polícia da Inglaterra, que envia o detetive Morton (o americanoStanley Tucci, de Crime em Primeiro Grau/Murder One) para investigar o caso.

Henry é um fotógrafo que registra os ursos em seu habitat natural. Dominado por seus dilemas morais, Henry luta contra o câncer, que está em estágio avançado. Ele se culpa pela morte de Billy, a qual testemunhou. Preparando-se para morrer, Henry observa o comportamento das pessoas, que por sua vez o ignoram.

Morton chega no dia seguinte à morte de Charlie, que foi atacado dentro de sua própria casa. Esta é a segunda história desenvolvida por esta primeira temporada da série. A princípio, todos pensam que ele foi morto por um urso, tendo em vista o estado do cadáver. Mas logo concluem que se trata de um assassinato e uma caça ao criminoso tem início, com os suspeitos sendo detidos e interrogados um a um, conforme as pistas vão sendo descobertas. A presença de Morton na cidade é tratada por Dan e Eric como uma afronta. Racional, Morton não está interessado em criar laços afetivos com os moradores, especialmente aqueles que ele considera um suspeito em potencial. Observando, julgando e colocando-se acima de todos, Morton está certo que conseguirá desvendar o mistério com ou sem a ajuda de Dan.

A terceira história é a dos mineradores Jason (o irlandês Aaron McCusker, de ShamelessUK e The Astronaut Wives Club) e Ronnie (o inglês Johnny Harris, de The Fades), que encontram os restos de um mamute. Acreditando que poderá ficar rico com o marfim, Jason tenta negociar com Charlie um valor. Quando o cientista é morto, Ronnie conclui que o amigo é o culpado e tenta fugir da cidade com a filha Carrie (Elizabeth Dormer-Phillips), antes que as autoridades descubram que ele está envolvido com Jason.

Conforme a série caminha, as três histórias se cruzam. Lá pelo sexto episódio, o telespectador já tem um panorama completo das duas últimas histórias e a forma como elas se completam. Já a história de Billy é revelada na altura do décimo episódio.

O roteiro traz uma trama interessante, com bons diálogos, pitadas de humor irônico e algumas surpresas no meio do caminho, trabalhando bem as informações e a forma como elas são lentamente passadas para o público, sem deixar muitas pontas soltas. No entanto, embora seja situada em um local isolado, o que permitiria às pessoas questionarem seu íntimo enquanto vivem situações limites, esta não é uma série interessada em desenvolver a complexidade dos personagens, e sim do mistério que cerca a cidade e as pessoas, bem como suas consequências. Com isso, são deixados de lado detalhes sobre estilos de vida, bem como questões que poderiam expandir os personagens e seus relacionamentos. Talvez com exceção de Henry, a vida e os dilemas morais dos demais não são explorados a fundo. Eles se mantêm na superfície da situação apresentada ao público. Assim, conforme o mistério começa a ser esclarecido, o telespectador vai perdendo o interesse nas pessoas, que vão diminuindo enquanto a situação proposta cresce.

O melhor momento da série é a cena entre Henry e Morton no episódio dez.

Fonte: revista Veja
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OVO vs GALINHA: CASO ENCERRADO!
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Os primeiros ovos amnióticos[1] surgiram há cerca de 312 milhões de anos, na Era Paleozóica, em répteis semelhantes a pequenos lagartos.

Já as galinhas (aves da espécie Gallus gallus domesticus) são descendentes de aves selvagens que passaram a ser domesticadas (e talvez hibridizadas) pelo homem entre 10.000 e 8.000 anos atrás. As primeiras aves provavelmente surgiram há cerca de 150 milhões de anos atrás, descendentes de dinossauros terópodes surgidos na Era Mesozóica.

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[1] Ovos amnióticos são aqueles que possuem diversas membranas que, além de mantê-los mantém relativamente protegidos contra impactos e ressecamento, ainda executam funções como troca de gases e tratamento de resíduos de excreção. Ovos de peixes e de anfíbios possuem uma única membrana interna, a membrana embrionária, e são muito mais sensíveis a mudanças no meio externo. O ovo amniótico foi uma das inovações evolucionárias que permitiu aos vertebrados explorarem ambientes terrestres, já que sua casca mais grossa e resistente permite-lhe armazenar reservas alimentares e propicia um ambiente interno líquido, ainda que o meio externo esteja seco. Mamíferos também estão no grupo dos amniotas; no entanto, a maioria destes não apresenta ovos com casca, com as estruturas correspondentes sendo encontradas na placenta.

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http://papodeprimata.com.br/ovo-vs-galinha-caso-encerrado/
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George Bataille disse- “O MORRO DOS VENTOS UIVANTES É SEM DÚVIDA A MAIS BELA E PROFUNDA VIOLENTA HISTÓRIA DE AMOR”, é a única menção que me vem a cabeça quando esse livro é mencionado.
Na história da literatura, o romance chocou os leitores da época, saindo do tradicional estilo romântico e mostrando o lado doentio e violento de uma paixão, as almas dos personagens foram expostas de um modo cru e real, vimos suas falhas de caráter e a diferença social esmiuçadas de forma clara e límpida.
Entre a selvageria da paixão de Heathcliff e a calma de Linton , Catherine opta pela segurança social e emocional do segundo, o que a faz com o passar do tempo entrar num torvelinho de emoções levando-a morte no nascimento da filha. Pode se dizer que é neste momento do livro que vemos o extremo do nosso anti-herói. A busca cega pela vingança daqueles que ele culpa, e o desespero da perda. Para muitos leitores, na passagem em que ele visita o túmulo da amada, ele a tira da terra, levando – o a suas visões e loucura posterior.
Em minha ignorância, é o personagem mais apaixonante e real da literatura, Emily Bronte revela nesta obra a ausência da razão, a crueldade e impulsos do ser humano, tão reais quanto escondidos por uma sociedade descrita como racional.
PS, desculpe se me deixei levar pela minha paixão, mas é um livro que emociona, enraivece, e sobretudo nos leva ao nosso íntimo fazendo repensar nossas emoções, percebendo que há uma linha muito tênue entre o amor e a obsessão, quando deixa de ser um sentimento agradável para se tornar doentio?

Ah, pra quem não conhece, super indico a leitura, bjs!
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