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Luísa Mendonça
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Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar
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Tempos lindos passados cá na ilha
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Os meus lindos e saudosos "Capitães"
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O QUE É HUMILDADE? Humildade é a ausência de arrogância ou orgulho. Quem é humilde não encara os outros como inferiores. Qualquer humano imperfeito que é humilde também precisa ser modesto, ou seja, reconhecer suas limitações.
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COMO MOISÉS DEMONSTROU HUMILDADE? Moisés não permitiu que a autoridade lhe subisse à cabeça. Muitas vezes, quando um homem recebe autoridade, logo fica evidente se ele é humilde ou não. Robert Green Ingersoll, escritor do século 19, disse o seguinte: “Se quiser pôr à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.” Nesse sentido, Moisés foi um excelente exemplo de humildade. Como assim?
Moisés recebeu grande autoridade, pois Jeová o comissionou como líder da nação de Israel. Mas Moisés nunca se tornou orgulhoso por causa disso. Veja, por exemplo, a modéstia que ele mostrou ao lidar com uma questão difícil sobre direitos de herança. (Números 27:1-11) A questão era muito importante, pois a decisão abriria um precedente legal para gerações futuras.
Como Moisés reagiu? Será que pensou que, como líder de Israel, estava qualificado para decidir o assunto sozinho? Confiou em suas habilidades naturais, seus anos de experiência ou em seu profundo conhecimento do modo de pensar de Jeová?
Um homem orgulhoso talvez tivesse feito isso. Mas não Moisés. O relato bíblico diz: “Moisés apresentou [o] caso perante Jeová.” (Números 27:5) Imagine só! Mesmo depois de liderar a nação de Israel por 40 anos, Moisés não confiou em si mesmo; ele confiou em Jeová. Vemos assim que Moisés era muito humilde.
Moisés não tinha medo de compartilhar sua autoridade. Ele se alegrou quando Jeová permitiu que outros israelitas agissem como profetas. (Números 11:24-29) Quando seu sogro sugeriu a ele que dividisse sua carga de responsabilidade, Moisés humildemente acatou essa sugestão. (Êxodo 18:13-24) E, perto do fim de sua vida, embora ainda tivesse vigor, Moisés pediu a Jeová que escolhesse alguém como seu sucessor. Quando Jeová escolheu Josué, Moisés apoiou de coração esse jovem, pedindo ao povo que seguisse sua liderança ao entrar na Terra Prometida. (Números 27:15-18; Deuteronômio 31:3-6; 34:7) Moisés com certeza considerava um privilégio liderar os israelitas em questões de adoração, mas ele não colocou sua autoridade à frente do bem-estar de outros.
O QUE APRENDEMOS DE SEU EXEMPLO? Nunca devemos permitir que poder, autoridade ou habilidades naturais nos façam ficar orgulhosos. Lembre-se: para sermos usados por Jeová, nossa humildade sempre deve ser maior que nossas habilidades. (1 Samuel 15:17) Se formos realmente humildes, faremos de tudo para aplicar o sábio conselho da Bíblia: “Confia em Jeová de todo o teu coração e não te estribes na tua própria compreensão.” — Provérbios 3:5, 6.
O exemplo de Moisés também nos ensina a não dar importância demais à nossa posição ou autoridade.
Será que vale a pena imitar o exemplo de humildade de Moisés? Com toda a certeza! Quando cultivamos verdadeira humildade, facilitamos a vida das pessoas à nossa volta, e elas passam a gostar mais de nós. Acima de tudo, nos tornamos mais queridos para Jeová Deus, que também demonstra essa bela qualidade. (Salmo 18:35) “Deus se opõe aos soberbos, mas dá benignidade imerecida aos humildes.” (1 Pedro 5:5) Existe motivo melhor para imitarmos a humildade de Moisés?
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Meu moranguinho doce
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Será você alcançado pela bênção de Jeová?

“Todas estas bênçãos terão de vir sobre ti e terão de alcançar-te, por escutares a voz de Jeová, teu Deus.” — DEUTERONÔMIO 28:2.

PERTO do fim da sua jornada de 40 anos no ermo, os israelitas estavam acampados na planície de Moabe. A Terra Prometida estava diante deles. Moisés escreveu então o livro de Deuteronômio, que inclui uma série de bênçãos e de maldições. Se os do povo de Israel continuassem a obedecer ‘por escutarem a voz de Jeová’, seriam ‘alcançados’ por bênçãos. Jeová os amava como sua “propriedade especial” e queria mostrar a sua força a favor deles. Mas, se não continuassem a escutá-lo, com a mesma certeza seriam alcançados por maldições. — Deuteronômio 8:10-14; 26:18; 28:2, 15.
2 O verbo hebraico traduzido “escutares”, em Deuteronômio 28:2, indica uma ação contínua. Os do povo de Jeová não devem escutá-lo apenas ocasionalmente; têm de escutá-lo como modo de vida. Só assim as bênçãos divinas os alcançarão. O verbo hebraico traduzido “alcançar” tem sido identificado como um termo de caça, muitas vezes significando “perseguir e alcançar” ou “atingir a caça”.
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3 Josué, o líder israelita, preferiu escutar a Jeová e por isso recebeu bênçãos. Josué disse: “Escolhei hoje para vós a quem servireis . . . Quanto a mim e aos da minha casa, serviremos a Jeová.” Ao ouvir isso, o povo respondeu: “É inconcebível da nossa parte abandonarmos a Jeová para servir a outros deuses.” (Josué 24:15, 16) Por causa da excelente atitude de Josué, ele estava entre os poucos da sua geração que tiveram o privilégio de entrar na Terra Prometida. Atualmente, nós estamos no limiar duma Terra Prometida vastamente superior — uma Terra paradísica em que bênçãos muito mais ricas do que as dos dias de Josué aguardam todos os que têm a aprovação de Deus. Será você alcançado por tais bênçãos? Elas o alcançarão se persistir em escutar a Jeová. Para reforçar a sua resolução de fazer isso, considere a história nacional do Israel antigo, bem como exemplos individuais instrutivos. — Romanos 15:4.
Bênção ou maldição?
4 Durante a maior parte do reinado do Rei Salomão, os israelitas receberam bênçãos extraordinárias de Jeová. Tinham segurança e uma abundância de coisas boas. (1 Reis 4:25) A riqueza de Salomão se tornou lendária, embora não tivesse pedido riquezas materiais a Deus. Em vez disso, enquanto ainda jovem, orou pedindo um coração obediente — pedido que Jeová atendeu por abençoá-lo com sabedoria e compreensão. Isto habilitou Salomão a julgar corretamente o povo, discernindo a diferença entre o que era bom e o que era mau. Embora Jeová lhe desse também riquezas e glória, Salomão, quando jovem, apreciava o valor superior das riquezas espirituais. (1 Reis 3:9-13) Quer tenhamos muito quer pouco em sentido material, podemos ser muito gratos se tivermos a bênção de Jeová e formos espiritualmente ricos!
5 Os israelitas deixaram de mostrar apreço pelas bênçãos de Jeová. Por não continuarem a escutá-lo, sobrevieram-lhes as maldições preditas. Isto resultou em serem conquistados pelos inimigos, e no exílio dos habitantes de Israel e de Judá. (Deuteronômio 28:36; 2 Reis 17:22, 23; 2 Crônicas 36:17-20) Depois de tais sofrimentos, aprendeu o povo de Jeová Deus que as bênçãos divinas alcançam apenas os que continuam a escutá-lo? Os do restante judeu que retornaram à sua pátria em 537 AEC tiveram a oportunidade de demonstrar se haviam adquirido “um coração de sabedoria” e se viam então a necessidade de continuar a escutar a Deus. — Salmo 90:12.
Os judeus repatriados construíram um altar e começaram o trabalho no templo em Jerusalém. Mas, quando surgiu uma forte oposição, seu zelo vacilou e a construção parou. (Esdras 3:1-3, 10; 4:1-4, 23, 24) Passaram também a dar prioridade ao conforto pessoal. Por isso, Deus enviou os profetas Ageu e Zacarias para reacender o zelo do seu povo pela verdadeira adoração. Jeová disse por meio de Ageu: “É tempo de vós mesmos morardes nas vossas casas apaineladas enquanto esta casa [de adoração] está devastada? . . . Fixai o vosso coração nos vossos caminhos. Semeastes muita semente, mas pouco se recolhe. Come-se, mas não é até à saciedade. . . . E quem se assalaria, assalaria-se por uma bolsa furada.” (Ageu 1:4-6) Sacrificar os interesses espirituais para ir em busca de vantagens materiais não traz a bênção de Jeová. — Lucas 12:15-21.
7 Absorvidos pelas preocupações diárias, os judeus se esqueceram de que só teriam as bênçãos divinas na forma de chuva e de estações frutíferas se continuassem num proceder de obediência a Deus, mesmo em face de oposição. (Ageu 1:9-11) Quão apropriada então é a exortação: “Fixai vosso coração nos vossos caminhos”! (Ageu 1:7) Na realidade, Jeová lhes estava dizendo: ‘Pensem! Vejam a relação entre o seu trabalho fútil nos campos e a condição desolada da minha casa de adoração.’ As palavras inspiradas dos profetas de Jeová finalmente tocaram o coração dos seus ouvintes, pois o povo recomeçou a trabalhar no templo, terminando-o em 515 AEC.
8 Mais tarde, nos dias do profeta Malaquias, os judeus de novo começaram a vacilar espiritualmente, até mesmo oferecendo a Deus sacrifícios inaceitáveis. (Malaquias 1:6-8) De modo que Jeová os exortou a trazerem as décimas partes dos seus produtos ao depósito dele e a experimentá-lo para ver se ele não lhes abriria as comportas dos céus e realmente despejaria sobre eles uma bênção até que não houvesse mais necessidade. (Malaquias 3:10) Quão tolos eram os judeus por trabalharem arduamente pelas mesmas coisas que Deus lhes daria em abundância se apenas continuassem a escutar a sua voz! — 2 Crônicas 31:10.
Boaz escutava a Deus
10 Embora Boaz e Nabal não fossem contemporâneos, tinham certas coisas em comum. Por exemplo, ambos moravam na terra de Judá. Eram ricos proprietários de terras e ambos tiveram uma oportunidade especial de mostrar benevolência para com alguém em necessidade. Mas aí acaba a similaridade.
11 Boaz viveu na época dos juízes de Israel. Ele tratava os outros com respeito, e seus ceifeiros o estimavam muito. (Rute 2:4) Em obediência à Lei, Boaz certificava-se de que, no seu campo, respigas fossem deixadas para os atribulados e os pobres. (Levítico 19:9, 10) O que fez Boaz quando ouviu falar sobre Rute e Noemi, e viu a diligência de Rute em sustentar a sua sogra idosa? Deu consideração especial a Rute e mandou que seus homens a deixassem respigar seu campo. Por meio das suas palavras e dos seus atos amorosos, Boaz revelou ser um homem espiritual que escutava a Jeová. Por isso, recebeu o favor e a bênção de Deus. — Levítico 19:18; Rute 2:5-16.
12 A evidência mais notável de que Boaz persistia em escutar a Jeová foi o seu modo altruísta de agir segundo a lei de resgate, de Deus. Boaz fez tudo o que pôde para garantir que a herança do seu parente — o falecido marido de Noemi, Elimeleque — continuasse na família de Elimeleque. Por meio do “casamento de cunhado”, a viúva devia casar-se com o parente mais próximo do seu falecido marido, para que o filho que lhes nascesse ficasse com a herança. (Deuteronômio 25:5-10; Levítico 25:47-49) Rute apresentou-se para o casamento em lugar de Noemi, que passara da idade de ter filhos. Depois que um parente mais próximo de Elimeleque se negou a ajudar Noemi, Boaz tomou Rute como esposa. Seu filho, Obede, foi considerado descendente de Noemi e herdeiro legal de Elimeleque. — Rute 2:19, 20; 4:1, 6, 9, 13-16.
 Ricas bênçãos alcançaram Boaz por ele ter acatado altruistamente a lei de Deus. Por meio do seu filho Obede, ele e Rute foram abençoados com o privilégio de se tornarem antepassados de Jesus Cristo. (Rute 2:12; 4:13, 21, 22; Mateus 1:1, 5, 6) Aprendemos dos atos altruístas de Boaz que os que mostram amor a outros e que agem em harmonia com os requisitos de Deus são alcançados por bênçãos.
Nabal não escutou
14 Em contraste com Boaz, Nabal deixou de escutar a Jeová. Violou a lei de Deus: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” (Levítico 19:18) Nabal não era um homem espiritual; era “duro e mau nas suas práticas”. Até mesmo os seus próprios servos o encaravam como “homem imprestável”. Apropriadamente, seu nome, Nabal, significa “insensato” ou “estúpido”. (1 Samuel 25:3, 17, 25) Então, como reagiria Nabal quando surgisse a oportunidade de mostrar benignidade para com alguém em necessidade — Davi, o ungido de Jeová? — 1 Samuel 16:13.
15 Quando estavam acampados perto dos rebanhos de Nabal, Davi e seus homens, sem pedir que se lhes pagasse, deram proteção contra bandos saqueadores. “Mostraram-se uma muralha em volta de nós, tanto de noite como de dia”, disse um dos pastores de Nabal. No entanto, quando os mensageiros de Davi pediram alimento, Nabal “lançou invectivas sobre eles” e mandou-os embora de mãos vazias. (1 Samuel 25:2-16) A esposa de Nabal, Abigail, levou prontamente provisões a Davi. Davi, cheio de ira, estava pronto para exterminar Nabal e seus homens. De modo que a iniciativa de Abigail salvou a vida de muitos e impediu que Davi se tornasse culpado de sangue. Mas a ganância e a dureza de Nabal tinham ido longe demais. Cerca de dez dias depois, “Jeová feriu a Nabal, de modo que morreu”. — 1 Samuel 25:18-38.
Que contraste entre Boaz e Nabal! Ao passo que devemos rejeitar os modos duros e egoístas de Nabal, imitemos a benignidade e o altruísmo de Boaz. (Hebreus 13:16) Podemos fazer isso por aplicar o conselho do apóstolo Paulo: “Enquanto tivermos tempo favorável para isso, façamos o que é bom para com todos, mas especialmente para com os aparentados conosco na fé.” (Gálatas 6:10) Hoje em dia, as “outras ovelhas” de Jesus, os cristãos com esperança terrestre, têm o privilégio de fazer o bem aos ungidos de Jeová, o restante dos 144.000, que receberão imortalidade no céu. (João 10:16; 1 Coríntios 15:50-53; Revelação [Apocalipse] 14:1, 4) Jesus encara tais atos amorosos como que feitos a ele mesmo, e fazer boas coisas assim resulta na rica bênção de Jeová. — Mateus 25:34-40; 1 João 3:18.
As provações e as bênçãos de Ana
17 A bênção de Jeová alcançou também a piedosa mulher Ana. Ela morava na região montanhosa de Efraim com seu marido levita, Elcana. Conforme permitido e regulado pela Lei, ele tinha outra esposa — Penina. Ana continuava estéril, o que era um vitupério para uma mulher israelita, ao passo que Penina tinha vários filhos. (1 Samuel 1:1-3; 1 Crônicas 6:16, 33, 34) Em vez de Penina consolar Ana, porém, ela agiu de modo desamoroso, zombava de Ana a ponto de ela chorar e perder o apetite. Pior ainda, isto acontecia “ano após ano”, toda vez que a família ia à casa de Jeová em Silo. (1 Samuel 1:4-8) Quão impiedoso isso era da parte de Penina e que provação para Ana! No entanto, Ana nunca culpava a Jeová; nem ficava em casa quando seu marido ia a Silo. Por isso, com o tempo, ela ia receber uma rica bênção.
18 Ana deu um bom exemplo para o atual povo de Jeová, especialmente para os que talvez se tenham sentido magoados devido a observações desamorosas de outros. Em situações assim, a resposta não é isolar-se. (Provérbios 18:1) Ana não permitiu que suas provações diminuíssem seu desejo de estar onde se ensinava a Palavra de Deus e o povo dele se reunia para a adoração. Por isso, ela continuava espiritualmente forte. A profundeza da sua espiritualidade é revelada na sua bela oração registrada em 1 Samuel 2:1-10.*
19 Nós, como os atuais servos de Jeová, não adoramos num tabernáculo. Todavia, podemos demonstrar nosso apreço pelas coisas espirituais, assim como Ana fez. Por exemplo, podemos mostrar que temos profundo apreço pelas riquezas espirituais por estar regularmente presentes nas reuniões, nas assembléias e nos congressos cristãos. Aproveitemos essas ocasiões para encorajar uns aos outros na verdadeira adoração de Jeová, que nos concedeu “o privilégio de lhe prestarmos destemidamente serviço sagrado, com lealdade e justiça”. — Lucas 1:74, 75; Hebreus 10:24, 25.
20 Jeová notou a devoção piedosa de Ana e a recompensou generosamente. Numa das viagens anuais da família a Silo, a chorosa Ana orou seriamente a Deus e fez um voto: “Ó Jeová dos exércitos, se sem falta olhares para a tribulação da tua escrava e realmente te lembrares de mim, e não te esqueceres da tua escrava e realmente deres à tua escrava um descendente masculino, eu o entregarei a Jeová todos os dias da sua vida.” (1 Samuel 1:9-11) Deus ouviu o rogo de Ana e a abençoou com um filho, que ela chamou de Samuel. Quando este já estava desmamado, ela o levou a Silo, a fim de que servisse no tabernáculo. — 1 Samuel 1:20, 24-28.
21 Ana demonstrou amor a Deus e cumpriu o voto que fez a ele referente a Samuel. E imagine que ricas bênçãos ela e Elcana tiveram por seu querido filho servir no tabernáculo de Jeová! Muitos pais cristãos têm alegrias e bênçãos similares, porque seus filhos e filhas servem como ministros pioneiros de tempo integral, como membros da família de Betel ou de outros modos que honram a Jeová.
Continue escutando a Jeová!
22 De que podemos ter certeza se continuarmos a escutar a Jeová? Ficaremos espiritualmente ricos se demonstrarmos de toda a alma amor a Deus e cumprirmos nossa dedicação a ele. Mesmo quando seguir tal proceder significar suportar severas provações, a bênção de Jeová inevitavelmente nos alcançará — muitas vezes de maneiras além do que imaginamos. — Salmo 37:4; Hebreus 6:10.
23 No futuro se concederão muitas bênçãos ao povo de Deus. Por escutar obedientemente a Jeová, “uma grande multidão” será preservada quando ocorrer a “grande tribulação” e terá a alegria de viver no novo mundo de Deus. (Revelação 7:9-14; 2 Pedro 3:13) Ali Jeová satisfará plenamente os desejos justos de todo o seu povo. (Salmo 145:16) No entanto, conforme mostrará o próximo artigo, os que continuarem a escutar a voz de Jeová são abençoados desde já com ‘boas dádivas e presentes perfeitos de cima’. — Tiago 1:17.
A Sentinela (2001)
w01 15/9 pp. 10-15
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A Sentinela (2014)
w14 15/10 pp. 7-12
Tenha fé inabalável no Reino
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