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kancella alexandre
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kancella alexandre

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CAVACO, EM 2016, MUDA-SE PARA UM CONVENTO EM ALCÂNTARA
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O Presidente já escolheu onde quer trabalhar a partir de 2016. As obras vão começar em breve e custam 475 mil euros. Ex-presidentes da República têm gabinetes próprios, que contam muitas histórias
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kancella alexandre

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Água Vai, Pedra Leva
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Marinho Pinto afirma que o estado calamitoso a que Portugal chegou é devido à falta de civismo do eleitor. Somos um povo que permite todo o tipo de abusos e não faz nada para mudar "A culpa é do povo português!" «Enquanto o povo não der um coice violento neste estado de coisas, eles vão continuar a abusar e a roubar» SÓ QUANDO OS 56% DE ELEITORES QUE INUTILIZAM OS SEUS VOTOS, COMEÇAREM A PERCEBER QUE O COICE QUE É PRECISO DAR-SE AOS CORRUPTOS É VOTAR CONTRA ELES, EM MASSA, EM FORÇA, CONTINUAREMOS A SER ROUBADOS. 
Porque aqueles que odeiam os politicos corruptos e as politicas deles, são precisamente os que não votam e isso é o que eles querem. 

A única forma de curar esta enfermidade é extirpando o tumor, removendo-o da equação de intervenção politica relevante. Isso só se consegue através do VOTO ÚTIL, isto é, em partidos sem responsabilidade na AR e sem HOMEM DA PASTA. 
O sistema está podre, essa é a má noticia. A boa é que está nas nossas mãos mudar o sistema e para tal bastará VOTAR NOUTROS! VARRAM O PS, O PSD, O CDS e outros que há anos possuem poder na politica e responsabilidade no rumo do país, da intenção de voto. VOTEM NOUTROS. 
Façam o seguinte exercício:
Se sofrerem de uma doença incapacitante, porventura mortal, e os médicos do costume não resolverem o vosso problema de saúde continuam a apostar neles, a pagar as consultas e tratamentos até falecerem? Deixam de ir a todos os médicos e esperam que se cure sozinho? Ou procuram outros? 
Será preciso ver os nossos filhos de canga ás costas para finalmente agirmos? Esta classe politica está a ASSASSINAR o futuro de todos nós e dos que estão para vir. Esses nada poderão fazer mas nós seremos cúmplices da sua condição de escravos se assistirmos a este GENOCÍDIO apontando o dedo sem DAR UM PASSO EM FRENTE! 
Temos que deixar de ser o médico que diagnostica mas não trata; o policia que identifica o ladrão mas não o prende; o prisioneiro revoltado que não luta pela liberdade. 
É preciso mudar este comportamento. Se não por nós, pelo menos pelos que hão-de vir!!! 
É uma questão de DEVER, HONRA E LEGITIMA DEFESA!!! 
É também uma questão de respeito pelos que lutam, partilham, divulgam, denunciam e circulam em contra mão. Circular em contra mão é circular contra o sistema, o sistema são os partidos com assento na AR, os criminosos dos grandes grupos económicos, o sector financeiro e os agentes estrangeiros que os comandam. Todos morreremos um dia. Escolhe como, se de pé ou de joelhos. DEFINE O TEU DESTINO! DESENHA O TEU FUTURO! 

Já imaginaram o perigo que seria, para os corruptos, se os milhões de portugueses indignados que se recusam a votar porque acham que não votar é um protesto, um dia se dirigissem ás urnas e votassem como protesto contra os que criticam e os que querem derrubar? Já imaginaram o que seria milhões de abstencionistas, nulos e brancos a votar contra o ps e psd? Claro que é isso que eles mais temem. Que um dia sejam escorraçados do poder, que há 40 anos dominam. 
ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/4f9Pue

O poder do voto. Voto em branco, nulo e abstenção sem poder
Tanto circulou a mentira, que a Comissão Nacional de Eleições teve de lançar um esclarecimento sobre a lei: "Os votos em branco e os votos nulos não têm influência no apuramento dos resultados - será sempre eleito, à primeira ou segunda volta, o candidato que tiver mais de metade dos votos expressos, qualquer que seja o número de votos brancos ou nulos." 
-ABSTENÇÃO
A legislação existe e não deixa dúvidas, não está estabelecido um número de votos mínimos para que estes se convertam em mandatos. 
"Artigo 152.º
Representação política
1. A lei não pode estabelecer limites à conversão dos votos em mandatos por exigência de uma percentagem de votos nacional mínima.
Se os políticos se preocupassem com a abstenção, não mantinham 1,25 milhões de abstencionistas fantasma, será assim tão difícil perceber isso? Não acreditem em falsos activistas que convencem as pessoas a não escolher nada, porque esses apenas querem que os que escolhem PS/PSD/CDS se mantenham no poder, mesmo com poucos votos. vejam o artigo com os dados dos cadernos eleitorais onde existem 1,25 milhões de eleitores fantasmas aqui no ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/Nq2Psg

Na Suécia, os eleitores aniquilam os corruptos, nas urnas. Eleitores informados, 90% votam, não perdoam deslizes. Punem corruptos, e elegem os honestos.
ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/TTsBdj
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kancella alexandre

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Ministério manda tirar telefones dos centros de saúde
por Diana MendesHoje1 comentário

Luis Ribeiro, presidente da ARS Lisboa
Luis Ribeiro, presidente da ARS Lisboa
Médicos e enfermeiros dos centros de saúde da região de Lisboa deixaram de poder fazer chamadas, seja para acompanhar doentes, convocá-los para rastreios, consultas ou mesmo para pedir opinião a colegas.
Os médicos e os enfermeiros dos centros de saúde da região de Lisboa deixaram de conseguir fazer chamadas para o exterior. Para o conseguirem fazer, têm de pedir à secretaria que lhes dê acesso à linha, passando esta a ficar ocupada para outras chamadas. Esta alteração, em curso há meses, faz parte de uma circular da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). Uma medida de contenção de custos, acusam os profissionais de saúde. A ARSLVT desmente e diz que foram cortados acessos que não eram utilizados.
A alteração tem vindo a ser realizada aos poucos nas quase 300 unidades de cuidados primários e está a deixar os profissionais indignados. É o caso de António Branco, ex-presidente da ARSLVT e que agora coordena a Unidade de Saúde Familiar Santa Maria em Tomar. "Foi uma ordem da ARS que levou a uma configuração das centrais. Quiseram limitar o acesso dos profissionais a telefonemas exteriores. Mas para mim é apenas uma medida de comando e controlo sem qualquer poupança. É uma regra absurda, quando nem sequer sabemos quanto gastamos."
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Médicos e enfermeiros dos centros de saúde da região de Lisboa deixaram de poder fazer chamadas, seja para acompanhar doentes, convocá-los para rastreios, consultas ou mesmo para pedir opinião a colegas.
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kancella alexandre

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10 modas parvas: Gin, Sushi, SWAG, Selfie sticks, etc.
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Vivemos num mundo de modas e de gostos influenciados pelos media: Gin, Sushi, Kizomba, Selfie Sticks, Running, Detox, entre outras.
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kancella alexandre

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A importância de algumas coisas



Por que razão me parece importante defender causas como a rejeição do Acordo Ortográfico, a venda da TAP, a destruição da Praia da Dona Ana, em Lagos, a concessão do Oceanário de Lisboa a privados ou a condenação sem apelo da Grécia? E por que razão a actual maioria de centro-direita não consegue pensar em nenhuma destas questões sem reduzir tudo a uma simples soma de deve e haver, que, em si mesma, daria a resposta ‘moral’ e política adequada? Poderemos justificar tudo com as necessidades financeiras geradas pela crise: aumentar as receitas do turismo (destruindo a paisagem), potenciar teoricamente o comércio externo (abdicando da língua escrita a favor de gramáticas alheias), criando receitas para os cofres do Estado (vendendo monumentos públicos ou a companhia aérea que, junto com a língua, era o maior embaixador de Portugal no mundo)?

Terá a direita abandonado as bandeiras do patriotismo para a esquerda e feito do internacionalismo “europeu” o seu território sagrado? Será a antiga noção de “interesse nacional” hoje apenas um chavão da extrema-esquerda, substituído pela necessidade de obedecer às regras ditadas por Bruxelas, em quaisquer circunstâncias? Mas, sabendo-se que o patriotismo pode, em alguns espíritos fracos e acessíveis, confundir-se facilmente com o seu lado negro, que é o nacionalismo (em cujas águas turvas navega a extrema-direita), terá a direita democrática razão quando sustenta que são as suas lideranças europeias que mantêm o nacionalismo antidemocrático e antieuropeu a uma distância higiénica?

Como sairemos desta armadilha, defendendo simultaneamente uma Europa unida no essencial, mas conciliando permanentemente a vontade comum com a vontade individual de cada povo que a integra? Muito mais do que a dramática situação financeira e económica a que chegou a Grécia (mas que é ridícula em termos financeiros da União), são as outras questões que a Grécia coloca a toda a Europa que nos surgem como determinantes. De facto, se há coisa que se pode ter como certa na questão grega é que ela é tudo menos “simples”, como proclamou o vice-presidente do PSD, Marco António Costa: ou aceitam as regras do euro ou saem. Aliás, é justamente este simplismo de análise que encerra em si todos os perigos. Se aquilo que a Europa tem, em substância, para dizer à Grécia é que a vontade do povo grego, duas vezes manifestada, não conta para nada face às regras do grupo, então parece inevitável extrair daí a conclusão lógica: as eleições nacionais, no contexto da União, não significam nada. Isto seria uma hipótese plausível, se houvesse um governo europeu, tout court, eleito em sufrágio universal directo por todos os povos da Europa, em simultâneo. Porém, não é assim que as coisas acontecem dentro do clube: uma das grandes justificações para com a intransigência europeia face à Grécia é a oposição maioritária dos alemães, do seu parlamento e do seu Tribunal Constitucional. E temos o caso da Hungria, cujo Governo de extrema-direita fez alterações constitucionais e revisões da lei de imprensa que violam as regras da UE e agora pretende erguer um muro na fronteira com a Sérvia para estancar o fluxo de refugiados extraeuropeus, à revelia dos acordos comunitários e das políticas comuns nesta área. Ou seja: parece estarmos, de facto, a caminho de uma Europa chefiada por um directório dos grandes países e seus aliados, os únicos onde a vontade manifestada pelos eleitores tem importância. Aos pequenos países, restar-lhes-ia apenas tentar sobreviver num espaço comum onde, à desigualdade das condições financeiras, fiscais e laborais, se viria sobrepor uma desigualdade estrutural de representatividade e peso politico. Seriam “sleeping partners” numa empreitada que, de comum, já pouco teria.

Como podem os países convergir entre si se são diferentes as regras bancárias, as taxas de juro e as cargas fiscais entre os seus membros?

Dir-me-ão que essa é a evolução fatal de uma União em que dos fracos não pode a história apiedar-se. Em que é preciso deixar cair os fracos para que o núcleo duro prossiga em frente. Mas o que mede o peso relativo de cada país dentro da União? Será apenas o PIB, a dívida, a competitividade? Ou serão muitas outras coisas, anteriores e irrevogáveis, mesmo quando aparentemente submersas? Sem sequer trazer à colação a contribuição de cada um para a história da Europa e da humanidade, pergunto quem interessa mais à Europa: a Finlândia, bem-comportada e intransigente com os mal-comportados, ou a Itália, completamente endividada? A fábrica da BMW em Munique ou as ilhas do Mar Egeu da Grécia, onde o Oriente e o Ocidente, o mundo islâmico e o cristão se cruzam? A resposta só pode ser uma: depende do que entendemos por Europa e que Europa queremos ter.

Mas sim, claro, não podemos negligenciar a questão financeira. E é forçoso repeti-lo todas as vezes necessárias: nenhum país pode querer viver em situação de perpétuo endividamento, sustentado pelos outros. Mas também é muito fácil aproveitar as fraquezas e as ambições alheias para levar alguém a endividar-se acima do que pode pagar. Nos factos concretos da dívida grega, e da nossa também, existe uma enorme responsabilidade dos credores, cuja ambição de lucro fácil não foi menor do que a ambição grega de uma vida fácil. Mas, além dessa circunstância histórica, resta a questão de fundo que o caso grego tornou dramaticamente actual: será a moeda única um factor de união ou antes de desigualdade crescente? Como podem os países convergir entre si, e os países mais pobres do euro competirem com os mais ricos, se são diferentes as regras bancárias, diferentes as taxas de juro a que Estados e empresas se financiam, diferentes as cargas fiscais entre os seus membros? Ou dito, de outra maneira, como podem os pobres jogar o jogo segundo as regras dos ricos e aguentarem-se?

Se houvesse tempo, poderíamos estar a discutir essas questões. Discutir o destino da Europa, que é a questão mais importante. Se houvesse tempo e gente capaz de liderar essa discussão. Mas, de reunião em reunião do Eurogrupo, de conselho em conselho europeu e de cimeira em cimeira europeia, tudo parece não passar de uma enorme perda de tempo, em que, na melhor das hipóteses, se concorda em adiar a discussão para não ter de a encerrar sem nada.

Desintegramo-nos aos poucos, movidos por uma inércia invencível que nada mais permite do que gerir a Europa à semana. Os mais fortes ainda se podem permitir o luxo de levar em conta a vontade dos seus povos e nela fundamentarem a sua inércia; os pobres nem isso: são uma espécie de governo-sombra de si mesmos.

P.S. — Já todos disseram mais e melhor do que eu, alguns até antes de tempo. Eu queria apenas — na hipótese de lá em cima Maria de Jesus Barroso poder continuar a ler jornais — agradecer-lhe uma amizade familiar sem tréguas, que passou por quatro gerações.

Miguel Sousa Tavares escreve de acordo com a antiga ortografia
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(Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 11/07/2015) Desintegramo-nos aos poucos, movidos por uma inércia invencível que nada mais permite do que gerir a Europa à semana. Os mais fortes ainda se podem p...
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Muito bom.
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Com um celular Android, é possível enviar mensagens de SMS sem tocar no telefone. Basicamente você fala "Ok Google, mande uma mensagem de texto para minha mãe", ele vai activar esta função do Now e enviar exactamente o que você ditar a ele. O mais legal é que desta forma você é capaz de responder suas mensagens quando está dirigindo. Tudo isso já estava disponível com SMS, emails e Google Hangouts, mas agora poderá ser feito com outros mensageiros.
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kancella alexandre

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Publicado a 25/07/2015
Paulo Morais explica sem papas na língua como o negócio dos autarcas com o urbanismo é uma autentica rede mafiosa mais rentável que o tráfico de droga. Os esquemas dos autarcas para transformar o negócio imobiliário, numa das melhores formas de enriquecimento rápido e ilícito mas seguro. 
Paulo Morais tinha 2 pelouros na Câmara do Porto quando esteve ao serviço da Câmara do Porto, o do tráfico de droga nos bairros sociais, e o do urbanismo. Ele ironiza que havia margens de lucro semelhantes ao tráfico de droga, na área urbanística, o que o fazia sentir que tinha dois pelouros na área do tráfico. Tráfico de droga e de terrenos. 
Paulo Morais impediu negócios ilegais que rondam 600 a 700 milhões de euros na área do Porto quando era Vice-Presidente. E levou a tribunal cerca de 30 processos. 
Neste video Refere ainda um caso em Valongo (com o genro de Narciso Miranda), que ele denunciou, em que ás 4 da tarde compra um terreno por 4 milhões e ás 4.30, vende-o por 20 milhões. 
São autênticas burlas e pilhagens a que toda a gente estará sujeita se tiver património imobiliário em áreas de lucrativo interesse urbanístico.
É aparente que muitos destes negócios obscuros envolve imobiliárias, construtoras que com estas autarquias plenamente colaboram e pactuam e que por este país abundantemente proliferam sem qualquer resistência.
Raramente são fiscalizadas.Todos sabemos bem porquê e quem muito ganha com isso mas dificilmente o poderemos provar para que justiça seja feita.Assim funcionam as máfias.
Alguma vez se questionou sériamente a origem da riqueza de muitos presidentes de camara, vereadores e técnicos, dos munícipios deste país? Uma pequena alteração na Constituição era o suficiente para o fazer!
O CASO DO GENRO DE NARCISO MIRANDA NESTE LINK::: http://goo.gl/Rnq0wP
O CASO EM BRAGA::: http://goo.gl/OB4ln5
CARCAVELOS: http://goo.gl/Zlux7F
CASO DOS SALGUEIROS.... http://goo.gl/3cqfRd

Comprar barato, a preços de terreno agrícola e vender, pouco depois, à pressa à AEDL/Brisa, com lucros chorudos e já como terrenos urbanizáveis, é um negócio sujo que os nossos representantes públicos adoram e repetem sem cessar. Não é ilegal, dá milhões e lesa o estado em milhões. E como estes senhores têm acesso à informação privilegiada e sabem onde se vão realizar obras públicas, antecipam-se e compram todos os terrenos nessa área, urbanizam-nos através do tráfico de influencias, e depois é só esperar que o estado pague expropriações milionárias. Foi este o método de muitas das 100 expropriações amigáveis investigadas pela PJ do Porto por alegado conluio com um engenheiro da Brisa. ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/RetlUt

O estado quando inicia a expropriação é lesado pelos que, trabalhando para o estado, se aproveitam do acesso à informação antecipada, e abusam do poder para conseguirem extorquir milhões ao estado, hiper valorizando terrenos. 
Para termos uma ideia basta perceber que há SCUTs cujas expropriações custaram metade do custo total do investimento..

Compram terrenos agrícolas por 1000, 2000 euros a agricultores idosos e ingénuos. Depois transformam-nos em terrenos urbanizáveis através do seu poder na autarquia, alterando o PDM. E valorizam-nos nas ordem dos 600% , 700% OU 800%
Na Câmara de Gondomar, com a participação ou patrocínio de Valentim Loureiro, um terreno agrícola é adquirido por um milhão de euros. A classificação do solo é alterada e em seis dias o terreno é vendido pelos protegidos de Valentim por cerca de quatro milhões. Esta operação de tráfico de terrenos, caucionada pela câmara, gerou uma margem de lucro de 300 por cento.
ARTIGO COMPLETO:http://goo.gl/cfRCO8
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kancella alexandre

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Levará 5 anos? vai demorar 10 anos? – Demore o que demorar a Grécia vai começar a sentir-se melhor fora da zona euro. Os gregos são pessoas notavelmente inteligentes e adaptáveis, e terão o patriotismo como fator de unidade interna e reorganização. E é neste ponto que a situação se tornará insuportável para o euro. Deixar a Grécia sair do Euro, é correr o risco de ter que gerir a prova de que é melhor estar fora do que dentro da zona.
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kancella alexandre

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 Estamos em pleno Verão e no Sótão da Gina pensa-se e conversa-se sobre férias e de repente solta-se uma gargalhada à volta do uso e abuso da palavra “luxo” em Portugal; questiona-se o seu verdadeiro significado comparando o ...
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kancella alexandre

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Segundo a Time (ver vídeo em baixo), a sentença de morte da Grécia assinada este fim-de-semana permite a venda de ilhas e de monumentos. Que o povo grego se una contra esta ignomínia! Esta não é uma luta de esquerda ou de direita. A dignidade e o patriotismo não têm ideologia nem preço.
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Segundo a Time (ver vídeo em baixo), a sentença de morte da Grécia assinada este fim-de-semana permite a venda de ilhas e de monumentos. Que o povo grego se una contra esta ignomínia! Esta não é uma luta de esquerda ou de dir...
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