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O FIO DE ESCARLATE

A Bíblia tem sido examinada e citada por muitas pessoas, algumas que não conseguiram ou não conseguem entender que nela existe um mistério que entra linearmente do Gênesis ao Apocalipse como doutrina e base suficiente de redenção, no projeto de salvação do homem.

HISTÓRICO

Para muitos, o projeto de salvação exposto na Bíblia envolve apenas o aspecto histórico citado em textos fracionados, traduzidos por expressões e sentimentos humanos, através de atos declaratórios apenas exteriores.

No aspecto histórico a base do projeto de salvação é sempre mencionada no passado, como se tudo estivesse no controle apenas do conhecimento e da mente humana, guardado racionalmente na forma de servir a Deus como fez Caim.

Dentro da razão ofereceu o melhor para agradar a Deus, o que não foi aceito.

PROFÉTICO – O FIO DE ESCARLATE

O conhecimento e a apropriação da doutrina do projeto de salvação envolve toda a escritura bíblica que entra linearmente do Gênesis ao Apocalipse com uma ordenação clara do projeto de Deus para salvação do homem, como se um fio de escarlate unisse todos os pontos das escrituras sagradas de forma sequencial, envolvendo a figura do cordeiro e do sangue, fundamentos insubstituíveis da doutrina no projeto de salvação com início na oferta de Abel.

A descoberta desse mistério, “o fio de escarlate”, é tudo que o homem precisa para entrar nos mistérios da fé e da graça e possa sobreviver nos momentos de lutas e das aflições do presente.



A partir do entendimento desse projeto que teve início na oferta de Abel a compreensão do homem fica voltada para a dinâmica desse conteúdo profético, onde se destaca a figura gloriosa do Espírito Santo, como agente de união entre Deus e o homem através e pelo sangue de Jesus.

A Bíblia, ou seja, a palavra de Deus nas escrituras, só tem vida se o mistério do fio de escarlate se evidenciar em toda a meditação do seu conteúdo, que perderá tal valor se for retirado o fio de escarlate.

É preciso entender que todo o projeto do sangue e do cordeiro está na dinâmica do Espírito Santo, que age como pessoa, revelador e provedor de toda necessidade do homem que aceita Jesus como seu único e suficiente Salvador.

Assim como o sangue age no corpo alimentando e purificando, o Espírito Santo age da mesma forma no sentido de libertar e santificar os eleitos e chamados para o reino.

Não há dúvidas quanto à figura representativa do sangue como sendo o Espírito Santo de Jesus, que dá vida ao seu corpo, ligando esse corpo, igreja, ao cabeça, que é o Senhor Jesus, cujos estímulos enviados ao cabeça pelo sangue para que o corpo realize suas funções neurológicas responsáveis pela própria vida.

CLAMOR PELO SANGUE DE JESUS

Clamar pelo sangue de Jesus é evidenciar a dinâmica deste projeto que deve ser utilizado pelo crente em todos os instantes de sua vida, principalmente quando se nota a necessidade de comunhão com o Senhor no pedido de perdão dos pecados, um acesso para entrar no santuário pelo sangue de Jesus.

“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus.” Hb 10:19.

“Se confessarmos

Na primeira epístola de João, capítulo primeiro, verso sete, lemos: os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” I Jo 1:9.

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”

“Todo pecado” – No original é mesmo que “cada pecado”.

A figura do cálice que Jesus apresenta na ceia agrega os significados e figuras do vinho que são: Sangue e Espírito Santo. Há portanto na figura do cálice a identificação que representa os mesmos elementos: vinho, sangue e o Espírito Santo.

O vinho simboliza ao mesmo tempo o sangue e a figura do Espírito Santo, lembrando mais uma vez que o sacrifício de Jesus não necessita ser repetido, que uma só vez Ele entrou no Santíssimo, enquanto nós aceitamos este sacrifício e todas as vezes que necessitamos de comunhão e dele fazemos uso com o recurso do clamor pelo sangue de Jesus.

“Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.” I Co 11:26.

No passado o clamor era feito, e que se nota na letra dos louvores registrados em todos os hinários evangélicos que falam do sangue e hoje Deus tem chamado um povo para confirmar com experiências pessoais essa doutrina, que promove um avivamento paralelo, este, que nos lembra a saída do povo de Israel do Egito para a Terra Prometida, cujas orientações foram dadas pela primeira vez, para o momento da saída, que envolvia a morte do cordeiro e o sangue que era colocado na verga e nos umbrais das portas dos israelitas, para livrá-los das pragas de Faraó e do anjo da morte que passaria pelo Egito para destruir a força de Faraó e de seus deuses dando libertação aos israelitas que partiram para terra prometida.

O momento profético que nos envolve é semelhante ao de Israel, lembrando que o momento histórico ficou para trás, e a Igreja Fiel assume o compromisso do clamor pelo sangue de Jesus, colocado na porta, na verga e nos  umbrais do coração, um preparo também para o momento da saída da Igreja que se aproxima do seu arrebatamento. A palavra Maranata identifica tal momento, pelos sinais proféticos que foram mencionados no Velho Testamento pelos profetas, também apóstolos e pelo Senhor Jesus no Novo Testamento que estão evidentes e que nos colocam em extrema vigilância.

A evidência do clamor pelo sangue de Jesus está na prática de sua instrução quando foi servida aos seus discípulos.

OBSERVAÇÃO

1. Abel apresentou o sacrifício do cordeiro e do sangue porque entendeu por revelação o que Deus fez para apagar o pecado de Adão e Eva. Abel concluiu que o esforço humano não agradaria a Deus e sim o sacrifício do animal que era o início do grande projeto de salvação representado pelo fio de escarlate em toda Bíblia do Gênesis ao Apocalipse. Tem início por inciativa do Pai e se consuma na eternidade.
Gênesis 3:21 – “E fez o SENHOR Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.”

Apocalipse 12:11 -  “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.”


2. Alguns textos bíblicos sobre o assunto estão em anexo e servirão de base doutrinária para que ninguém seja enganado.


3. No verso 13 do capítulo 12 de Êxodo, lemos: “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.”
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A presença de Deus no Mundo

O nome Emanuel

Jesus , O Deus Onipotente

Jesus, O Deus onipresente

Jesus, o Deus onisciente

É Natal, Deus conosco

“Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco.”Mateus 1:22-23


Natal é uma palavra usada referindo-se a nascimento, com o tempo quando é mencionada, se associa ao nascimento do Senhor Jesus, portanto uma data comemorada universalmente de diversas formas pelos cristãos. Seu valor histórico influenciou de tal modo o mundo, que marcou uma fase nova na relação do homem com Deus nos dois últimos milênios, tornando propício da parte de Deus o processo e oportunidade de salvação oferecida a todos os homens.

O texto do evangelho de Mateus, capitulo primeiro, versos vinte e dois e vinte e três que acabamos de ler, se refere ao nascimento de Jesus como uma prova do desejo de Deus de manifestar Sua presença no mundo.

Portanto, o Natal fala do nascimento de Jesus, e o seu verdadeiro significado está relacionado com “Deus conosco” na pessoa de seu amado filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Dentre os grandes eventos narrados nas Escrituras com ênfase pelos profetas do Velho testamento relativos ao cristianismo podemos apontar, no Novo Testamento, dois destaques pontuais no projeto de Deus para a salvação do homem: o primeiro diz respeito ao nascimento do Senhor Jesus. O Segundo envolve um projeto relacionado com o arrebatamento da igreja.


1. A PRESENÇA DE DEUS NO MUNDO

A Bíblia fala das muitas manifestações da presença de Deus no mundo desde a criação de todas as coisas em que Ele, como O Criador, apresentou-se dentro dos atributos do Deus Onipotente, Deus Onipresente e Deus Onisciente.

Onipotente, porque é o único que possui todo o poder;

Onipresente, porque é o único que está presente ao mesmo tempo em todo o lugar;

Onisciente, porque conhece todas as coisas.






2, O NOME EMANUEL, QUE SIGNIFICA: “DEUS CONOSCO”.

No texto que lemos em Mateus 1:22-23, a Bíblia fala agora do nascimento do Senhor Jesus como um momento no projeto de Deus que Lhe aprouve manifestar ao mundo todos os Seus atributos concentrados em uma só pessoa, que é a pessoa bendita do Seu Amado Filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Jesus é o “verbo de Deus que se fez carne e habitou entre nós”. (João 1:14).





3. O CUMPRIMENTO DA PROFECIA

“Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta,”.

Os profetas eram homens que transmitiam a vontade Deus ao povo. Cumpriu-se no nascimento de Jesus a profecia de Isaías 7:14 que traduzia a vontade Deus de manifestar-se ao mundo dentro de um plano de salvação para o homem. Aprouve a Deus fazer isso executando o projeto eterno de salvação para o homem através do Seu Amado Filho. Jesus viria a este mundo e seria concebido, por obra e graça do Espirito Santo, por uma virgem de Nazaré da Galiléia e trazido à luz do dia para ser chamado de “Deus Conosco”.

Coube ao profeta Isaías o glorioso anúncio do nascimento de Jesus na condição de uma manifestação da vontade Deus, no sentido de que a presença de Deus no mundo fosse colocada a disposição do homem e ele pudesse se apropriar dos atributos de um Deus fisicamente presente no mundo para estar ao seu lado.



4.1 – JESUS, O DEUS ONIPOTENTE.

A manifestação da onipotência de Deus se dá através da pessoa do Senhor Jesus. Jesus é o centro de todo o projeto em que Deus se relaciona com o homem.

João 1:3 – “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”.

Hebreus 1:3 – “(…) e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, (…);”



Jesus estava presente na criação como parte da Trindade.

João 1:1 – “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

João 1:2 – “Ele estava no princípio com Deus”.



Jesus se revela à igreja como o Todo Poderoso: reeditando nEle o projeto do Pai.

Mateus 28:18 – “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra;”.

Toda a obra criadora foi feita foi em função de Jesus.

João 1:3 – “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”. Rom 11:36 – “Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém”.

Não há limites na operação do seu poder. Ele é poderoso em tudo.

Mateus 20:32 – “E Jesus, parando, chamou-os e disse: Que quereis que vos faça?”

O poder de fazer o mar aquietar-se.

Marcos 4:39 – “E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança”.

O poder de trazer Lázaro para fora da sepultura:

João 11:43 -  “E, tendo dito isso, clamou com grande voz: Lázaro, vem para fora”.


4.2 – JESUS, O DEUS ONIPRESENTE.

O aspecto da onipresença de Deus é muito importante no processo da salvação, porque a salvação está relacionada com a presença de Deus na vida do homem, para caminhar com ele. Isso a Bíblia chama de Emmanuel, que significa “Deus conosco”. Ele é o Deus que se coloca junto com o homem na pessoa de Jesus e, ao fazer isso ele se revela em todos os seus atributos na obra criadora e da obra redentora. Ai está a grande maravilha do poder de Deus.



Como onipresente Deus transcende em todos os espaços da Terra. Ele não está sujeito às limitações e sua presença está em harmonia com todas as coisas. O que é transcender? É aquilo que está além do nosso nível de conhecimento. O conhecimento de Deus está muito além no nosso nível de conhecimento.



Salmo 139:7 – “Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face?”

Salmo 139:10 – “até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá”.



Jesus veio ao mundo para marcar a presença de Deus no lugar mais impenetrável da vida do homem que é o seu coração. Ele fez isso curando os enfermos, abrindo os olhos aos cegos, fazendo andar os paralíticos, ressuscitando os mortos e multiplicando os pães para saciar a multidão.

O nome Emmanuel dado a Jesus era a marca visível do Deus presente para salvar e curar a alma do homem libertando-a das garras do pecado. É o nome do Deus presente na Terra que veio para passar por todas as amarguras que o homem passa neste mundo e dar-lhe vitórias sobre todas elas.

Como o Deus onipresente Jesus se propõe a ocupar todo o espaço do coração do homem fazendo nele morada ao dizer: “(…) Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada”. – João 14:23



4.3 – JESUS, O DEUS ONISCIENTE.

A onisciência está relacionada ao conhecimento que Deus tem de todas as coisas. Ele sabe de tudo o que acontece e nada escapa de seu conhecimento.

Provérbios 15:3 – “Os olhos do SENHOR estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons”.

Salmo 139:1-2 – “SENHOR, tu me sondaste e me conheces”. “Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento”.

Jesus veio ao mundo para ser o único que conhece o coração do homem e suas mais íntimas necessidades.

Ele conheceu a dor da viúva de Naim quando a viu chorando pela morte de seu filho. (Lucas 7:12-13)

Conheceu o motivo da angustia da mulher samaritana que lutava com um problema dentro do seu lar e alcançou-a com a sua salvação. (João 4:16-18)

Com o seu olhar compassivo olhou para Pedro no pátio do palácio naquela hora da noite e avaliou a sua dor através do choro amargo de seu arrependimento. (Lucas 22:61-62)

Sentiu a dor do pranto dos que estavam diante do túmulo de Lázaro, expressando essa dor com lágrimas nos seus olhos. (João 11:35).

Conheceu que dele saiu virtude quando a mulher do fluxo de sangue tocara na orla de suas vestes. (Lucas 8:46)

Deus conosco é ter no coração a presença deste Jesus que conhece todas as nossas necessidades, pois ele está conosco todos os dias até a consumação dos séculos. É ter um Deus conosco.



CONCLUSÃO – EMANUEL: DEUS ESTÁ CONOSCO!

O Natal, portanto representa para nós muito mais que um grande acontecimento histórico, é a certeza de que com a vinda de Jesus a este mundo, ao cumprir a profecia do profeta Isaías, o Deus onipotente, onipresente e onisciente passou agora a habitar com os homens na pessoa de seu bendito Filho, nosso amado Senhor Jesus Cristo.

O Natal nos traz à memória o fato de que a profecia continua se cumprindo à medida que nos apropriamos desses gloriosos atributos de Deus na pessoa do Senhor Jesus, recebendo-o nos nossos corações como o suficiente salvador das nossas almas. O Seu poder em nós, a sua presença em nosso meio e o seu conhecimento das nossas necessidades nos provam o seu grande amor para conosco, na pessoa de Jesus a quem podemos chamar de Emanuel, Deus conosco.

É NATAL – Deus está conosco!
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Vede a Salvação do Senhor para convosco!

“Nesta peleja, não tereis de pelejar; parai, estai em pé e vede a salvação do SENHOR para convosco, ó Judá e Jerusalém; não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR será convosco”. II Crônicas 20:17

Introdução

Primeiro conselho de Deus

Segundo Conselho de Deus

Terceiro Conselho de Deus

Conclusão:O LOUVOR QUE CANTA A VITÓRIA

I. INTRODUÇÃO

Esta passagem fala a respeito de um momento na vida dos filhos Israel no Velho Testamento, em que uma luta estava travada entre Judá e os Moabitas e Amonitas quando, Josafá, rei de Judá, buscou ao Senhor, e Deus lhe respondeu.

Os Moabitas e Amonitas, descendentes de Ló, além dos povos que habitavam a região das montanhas de Seir, descendentes de Esaú, formaram uma verdadeira confederação de povos para virem de encontro aos moradores de Judá a fim de destruí-los.

Josafá, rei de Judá, pediu ao Senhor o livramento contra o ataque dos inimigos, pois eram tão numerosos que em Judá não havia força contra todos eles. Todavia quem na verdade lutou por Judá foi o próprio Senhor, provocando no arraial de seus inimigos uma contenda entre eles e pondo-lhes emboscadas. A partir daí começaram a se digladiar entre si até se destruírem totalmente.

Quanto aos Seus filhos, o Senhor requereu deles somente estarem na posição para a peleja que era: levantar-se de madrugada, irem até à ladeira de Ziz e depois contemplar o grande livramento do Senhor (verso 16). E enquanto os cantores e os instrumentistas saiam adiante do exército louvando ao Senhor, o restante do povo apenas contemplava os inimigos sendo desbaratados (verso 22).

Muitas vezes olhamos para diante de nós e vemos verdadeiras lutas travadas onde os muitos adversários se reúnem e se levantam contra nós para nos destruir. Forças que se agrupam de tal maneira que, diante delas nos colocamos, às vezes, como incapazes de enfrentá-las e vencê-las.

Ainda que as nossas expectativas sejam as mais assustadoras e sombrias quanto ao futuro, todavia temos um Deus que peleja por nós quando nEle depositamos toda a nossa confiança como na expressão do rei Josafá, quando disse no verso 12: “Porque em nós não há força perante esta grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que faremos; porém os nossos olhos estão postos em ti”.

II. DESENVOLVIMENTO

A igreja vive numa luta constante travada contra toda sorte de inimigos, mas tem vivido na dependência do Senhor como Josafá viveu. Nesta condição o Senhor nos tem confortado e nos tem orientado em tudo.

A voz do profeta traduz o conselho de Deus para que os Seus filhos obtenham uma vitória completa em todas as suas batalhas.

Vejamos: O PRIMEIRO CONSELHO DE DEUS:


a) “DAI OUVIDOS” – (verso 15)

Dar ouvidos à voz do Senhor é a certeza da vitória, pois isso nos traz ânimo na caminhada e certeza de prevalecer em todas as nossas batalhas. É a voz do Senhor que anima o Seu povo a confiar nEle e estar na posição de vencedor, pois a nossa luta pertence ao Senhor. Crer no que Deus fala é segurança e prosperidade, como na expressão do rei Josafá no verso 20. “Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis”.

Vejamos: O SEGUNDO CONSELHO DE DEUS:


b) “PARAI, ESTAI EM PÉ” – (verso 17a)

Quando deixamos Deus pelejar por nós nas lutas que enfrentamos, nada mais precisamos fazer senão parar para contemplarmos o grande livramento, a grande salvação do Senhor para conosco.

Estar em pé nessa contemplação, é para que o os nossos olhos vejam a extensão do campo de batalha e nele todos os nossos inimigos derrotados, pois o Senhor vence por nós todos os nossos inimigos. Estar em pé é, também, para que vejamos a grandeza da vitória que Deus tem para nós.

Vejamos: O TERCEIRO CONSELHO DE DEUS:


c) “AMANHÃ, SAÍ-LHES AO ENCONTRO” – (verso 17b)

As vitórias que Deus tem para aqueles que nEle confiam estão sempre relacionadas ao amanhã, pois o futuro é desconhecido para o homem, mas não está encoberto aos olhos de Deus. A certeza de um “amanhã” sem medo e sem susto é o fato de que o Senhor será sempre conosco. Sair ao encontro das adversidades com a certeza de que elas serão superadas é o que Deus nos garante hoje através desse conselho. “…não temais, nem vos assusteis…”. O medo e o susto são próprios do dia de hoje, mas a presença do Senhor conosco é a garantia de que serão substituídos pelo amanhã vitorioso.


III. CONCLUSÃO


O LOUVOR QUE CANTA A VITÓRIA – (verso 21)

Nenhum exército sai para a batalha colocando os cantores na linha de frente, porém o exército ali era de anjos de Deus que tinham sido enviados para pelejar pelo Seu povo. Os cantores postos em ordem pelo rei Josafá após aconselhar-se com o povo, eram para entoar louvores para o Senhor, pois a vitória viria dEle.

O motivo daquele louvor era porque a benignidade do Senhor “dura para sempre” e não duraria somente naquele momento. Esse é o mesmo motivo do nosso louvor hoje, pois somos alvo de uma benignidade de Deus que dura para sempre representada na salvação eterna de nossas vidas.

O louvor é o cântico da vitória e ele vai à frente, porque nas batalhas que o Senhor peleja por nós Ele nos garante a vitória por antecipação. Cantamos esse louvor mesmo nas horas das lutas pela certeza que temos da vitória que o Senhor nos garante.

Hoje aqui neste primeiro dia do novo ano podemos ter já garantida a vitória em todas as batalhas do nosso amanhã, confiando plenamente no poder de Deus. Prova disso é que o ano que passamos Deus nos deu nele muitas vitórias. Aleluia! Glória a Deus!

A maior de todas as lutas é aquela que enfrentamos contra a morte eterna e contra ela não temos que pelejar, pois alguém já a venceu por nós e esse alguém é o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, pois venceu a morte e deu-nos a vitória sobre ela, ao ressuscitar no terceiro dia dando-nos vida eterna.
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 TEXTOS BÁSICOS DO PROJETO ETERNO DE SALVAÇÃO

1.      Adão e Eva – A morte do animal e o sangue derramado – início do projeto. Deus providencia a pele do animal – Depois de morto (claro). Gênesis 3:21 – “E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.”

2.      Abel – O sangue e a morte do cordeiro. Gênesis 4:4 – “E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.”

3.      O sacrifício de Jesus – Cordeiro de Deus anunciado pelo profeta Isaias. Isaías 53:7 – “Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca.

João 1:29 – “…Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”

4.      O Novo Testamento – Não foi consagrado sem sangue. O sangue de Jesus, que fala melhor do que o de Abel.

Hebreus 9:18 – “Pelo que também o primeiro não foi consagrado sem sangue.”

5.      Aspersão

Hebreus 12:24 – “E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.”

I Pedro 1:2 – “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: graça e paz vos sejam multiplicadas.”

I Pedro 1:19 – “Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.”

I João 1:7 – “Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”

6.      Testamento

Hebreus 9:20 – “Dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus vos tem mandado.”

7. O sangue de Cristo – (O Espírito Santo).

Hebreus 9:14 – “Quanto mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?”

Sangue – Espírito Santo (Espírito Eterno).

8.      Juízo para os profanos

Hebreus 10:29 – “De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do testamento, com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?”

Mateus 12:31 – “Portanto eu vos digo: Todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens.”

Sangue – Espírito Santo (Espírito da graça).

9.      Ousadia

Hebreus 10:19 – “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus.”

O crente tem o direito e só entra no santuário pelo Espírito Santo (sangue). Não existe fórmula mágica que não seja através da operação do Espírito Santo.


10.    Apocalipse 5:9 – “E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação.”

11. Venceram pelo sangue do Cordeiro

Apocalipse 12:11 – “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.”

12.    II João 1:10

“Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis.”

CONCLUSÕES

– Todo ataque dos obreiros do mal será contra a doutrina da redenção pelo sangue de Jesus;

- A Igreja dos últimos tempos enfrentará todo tipo de oposição com doutrinas que irão confrontar com a essência do projeto de salvação na tentativa de anulá-lo;

- Na tentativa de agradar a clientela, os conceitos e opiniões serão revigorados com publicações irresponsáveis no sentido de desviar o crente do caminho nesta última hora;

Os títulos que serão explorados pelos “doutores” e “mestres” da apostasia se resumem no seguinte:

1. Haverá uma segunda oportunidade para o crente que não for arrebatado. Será um prêmio para sua infidelidade e a Igreja que for infiel terá outro Espírito Santo para arrebatá-la. Será uma mensagem excelente para atrair caídos e derrubar os fracos. Em suma: Não é necessário, dizem eles, se preocupar com a vinda do Senhor Jesus.
2. A graça é um estímulo ao consentimento do pecado, querem dizer: sem santificação, “todos” verão a Deus.
3. A ação do sangue de Jesus na vida da Igreja e do homem é histórica, é literária, é biológica. Existem substitutos para o sangue ou formas de apresentar o sangue, substituindo o Espírito Santo. Negam o sentido profético da ceia.
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O Instituto Bíblico Educacional Maranata tem a responsabilidade de promover educação e principalmente o ensino das doutrinas bíblicas à luz da revelação do Espírito Santo.
Introduction

O Instituto Bíblico foi instituído em 25 de dezembro de 1972, ato assinado pelo então Presidente da Igreja Cristã Maranata, pastor Manoel dos Passos Barros.

Em seu objetivo inicial, o Instituto estava destinado a prover Curso Bíblico e explicações suplementares para os obreiros da Igreja, visando melhorar seus conhecimentos da Bíblia, a fim de prepará-los para o ministério na seara do Senhor Jesus.

O Instituto promove igualmente, por todos os meios, o conhecimento do Evangelho, conforme as Escrituras do Velho e Novo Testamento, assim como Educação Cristã através do curso de Doutrinas Bíblicas.

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