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Instituto Socioambiental
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Agende-se! Dia 22 de agosto (sábado) acontece em Eldorado (SP) a tradicional Feira de Troca de Sementes dos Quilombos do Vale do Ribeira. Em sua oitava edição, a feira é resultado de um esforço coletivo das associações quilombolas e seus parceiros com o objetivo de fortalecer as roças tradicionais e a importância do sistema agrícola quilombola para a soberania alimentar, sua cultura e a geração de renda complementar. Além da Feira, no dia 21 (sexta) acontece o seminário "Territórios Quilombolas e o desafio para a manutenção da Agrobiodiversidade".

Veja como foram as atividades no ano passado > http://isa.to/1eABa4X
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Manifesto pede proteção a locais sagrados indígenas e sítios com arte rupestre na América do Sul. Os debates, que se desdobraram na elaboração do Manifesto de Cochabamba, apontam para duas questões fundamentais no que diz respeito aos sítios de arte rupestre, seu estudo e sua proteção:
1) Os povos indígenas não podem ser vistos como meros informantes para a ciência ocidental. Precisam ser reconhecidos como verdadeiros detentores de conhecimento e autores de pesquisas cultural e cientificamente relevantes, numa perspectiva mais ampla, intercultural e descolonizadora
2) A situação de vulnerabilidade em que se encontram muitos dos lugares sagrados indígenas com arte rupestre na América do Sul. Lugares que estão direta e fortemente ameaçados, ou já efetivamente destruídos pela expansão de grandes obras de infraestrutura (estradas, hidrelétricas, portos, empreendimentos imobiliários etc) e de exploração extrativista em escala massiva-industrial de recursos naturais finitos (mineração, petróleo, gás e etc).
Assista ao vídeo sobre a Expedição Anaconda que percorreu o curso do rio Negro até a cidade de São Gabriel da Cachoeira para documentar sítios sagrados e arqueológicos > https://youtu.be/nM4Q__2o7TU

Leia o Manifesto > http://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/manifesto-pede-protecao-a-lugares-sagrados-indigenas-e-sitios-com-arte-rupestre-na-america-do-sul

(Foto: Sítio rupestre no Baixo Rio Negro|Raoni Valle)
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No próximo final de semana, o povo Kamaiurá receberá vários grupos alto-xinguanos em sua aldeia, no Parque Indígena do Xingu, para o ritual funerário do Kwarup. Os primeiros a fazer um Kwarup foram os heróis míticos Sol e Lua, para comemorar a morte de sua mãe, morta pelas onças.
A cerimônia começa mais ou menos um ano antes da estação das secas, quando aqueles que sepultaram um líder pedem aos parentes do falecido para construir uma cerca em torno da sepultura. O parente que dá a permissão para a construção se torna o “dono” do Kwarup, organizando o rito e fornecendo de alimento e bebida para todos os convidados. Durante os meses seguintes, danças e toques de flautas serão feitas quase que diariamente no entorno sepultura.
Na cerimônia final, que começa sábado na aldeia Kamaiurá, cada falecido homenageado é representado por um pedaço de tronco de cerca de dois metros - pintado e ornamentado com adornos plumários e cintos masculinos. Além disso, os adolescentes em reclusão são apresentados à comunidade, as jovens recém saídas da reclusão se casam e acontece uma luta intertribal: o huka-huka.
Acesse o site Povos Indígenas no Brasil - ISA e conheça todos os detalhes do longo ritual do Kwarup: http://pib.socioambiental.org/pt/povo/xingu/1548

[Na foto, índios dançam em torno dos troncos de Kwarup na aldeia Kamaiurá / Crédito: Marcello Casal Jr./ABr]
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Saiba como foi a audiência pública sobre #BeloMonte na Câmara dos Deputados com a participação de Carolina Reis, advogada do ISA. http://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/dossie-belo-monte-descumprimento-de-condicionantes-ambientais-e-denunciado-na-camara
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Você já ouviu o som da flauta Taratararu? Esse é um dos instrumentos musicais do povo Yudja, que vive no Parque Indígena do Xingu (MT). Ele é um tipo de clarinete grande feito de taquara, tocado tradicionalmente pelos homens.

Ouça uma faixa do CD "Yudja Pare", parte do registro da cultura musical do povo Yudja, e não perca os novos conteúdos sobre músicas indígenas no site Povos Indígenas no Brasil Mirim [http://pibmirim.socioambiental.org/floresta-tambem-canta]!
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socioambiental
O som da Taratararu
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O que é arte para você?

Cada povo tem um jeito único e diferente de produzir beleza e de se relacionar com os objetos, corpos, sons que manifestam o que é belo. Existem tantas artes indígenas quanto há povos indígenas! A criação artística está em toda a parte: na pintura corporal, na construção das casas, nas performances musicais, nos objetos usados para comer e guardar coisas. Descubra a diversidade das artes indígenas na nova seção do PIB Mirim! http://pibmirim.socioambiental.org/artes

Na imagem, mulher Kayapó Mebengokre, da Terra Indígena Mekrãgnoti, em um evento do Instituto Menire. Foto: Beto Ricardo/ISA
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Sai a primeira indicação do que poderá ser o texto da Conferência do Clima de Paris (COP-21), que ocorrerá em dezembro. O documento tem 18 páginas que resumem as 85 do texto de negociação. E perguntas a serem respondidas não faltam! Leia a reportagem completa no Observatório do Clima > http://blog.observatoriodoclima.eco.br/?p=2472
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Impactos de Belo Monte: como ficam os povos indígenas?

A hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira (PA), já está praticamente concluída sem que tenham sido implementadas as medidas previstas para proteger os territórios indígenas (regularização fundiária e fiscalização) e mitigar outros impactos. O resultado é que os povos indígenas da região perderam o controle sobre parte de seus territórios e os recursos naturais nele existentes. Eles vêm sofrendo com o aumento do desmatamento, riscos à segurança alimentar, piora no atendimento à saúde e perda de autonomia, entre outros impactos. Mais que isso: a obra acabou trazendo outras consequências negativas não previstas.

Entenda mais sobre o tema no Dossiê Belo Monte > http://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/dossie-belo-monte-prevencao-e-mitigacao-falham-e-obra-provoca-novos-impactos-sobre-povos-indigenas
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O ISA lançou no final de junho a publicação inédita "Dossiê Belo Monte: não há condição para a Licença de Operação" que aponta as principais consequências do desrespeito às condicionantes socioambientais da hidrelétrica que está sendo construída na região de Altamira (PA), no momento em que o Ibama avalia a autorização da operação da usina. Nesta quarta (15), o Secretário Executivo do ISA, André Villas-Bôas, conversou com a jornalista Paulina Chamorro sobre o dossiê e sobre Belo Monte no Planeta Eldorado na Rádio Eldorado.

Ouça como foi a entrevista > http://isa.to/1JjO4wo 

Se você ainda não leu o Dossiê Belo Monte, faça o download aqui > http://isa.to/dossie-belo-monte

Foto: Adalton Munduruku observa o canteiro de obras paralisado da casa de força principal de Belo Monte, durante ocupação indígena, em maio de 2013. Crédito: Letícia Leite/ISA
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O Programa de Política e Direito Socioambiental (PPDS) do ISA, em Brasília, contrata estagiário de jornalismo para apoio às atividades de comunicação institucional, com atuação em assessoria de imprensa e produção de textos jornalísticos. Saiba mais sobre a vaga > http://isa.to/1LTVADv
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O deputado Édio Lopes (PMDB-RR) está de volta à relatoria do Projeto de Lei que pretende regulamentar a mineração em Terras Indígenas (TIs). Depois de ter relatado a matéria na legislatura passada, sem conseguir apresentar e votar seu parecer, ele foi reeleito para a função depois que a comissão especial que analisará o tema foi ressuscitada por um grupo de ruralistas, com aval do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Leia a seguir os principais trechos da entrevista concedida por ele ao ISA. http://isa.to/1NLtklr
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Peemedebista de Roraima volta ao cargo de relator com proposta polêmica de usar debates de temas diversos realizados, há sete anos, como consulta prévia sobre assunto. Deputado afirma que vai reapresentar parecer, contrariando proposta de presidente da comissão de aprovar projeto original ...
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Venha trabalhar conosco! O Programa Monitoramento de Áreas Protegidas do ISA está contratando Analista Programador PHP para trabalhar em São Paulo. Saiba mais informações sobre a vaga > http://isa.to/1NwxX2K
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Socioambiental se escreve junto
Introduction
O Instituto Socioambiental (ISA) é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), desde 21 de setembro de 2001. Fundado em 22 de abril de 1994, o ISA incorporou o patrimônio material e imaterial de 15 anos de experiência do Programa Povos Indígenas no Brasil do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (PIB/CEDI) e o Núcleo de Direitos Indígenas (NDI) de Brasília. Ambas, organizações de atuação reconhecida nas questões dos direitos indígenas no Brasil.

No final dos anos 1980, uma série de fatos e processos marcaram um período de intensas interações entre diferentes segmentos organizados da sociedade civil brasileira, nas vertentes sociais e ambientais: o processo de formulação e aprovação dos direitos sociais coletivos e do meio ambiente na Constituição Federal (1987/88); a campanha da Aliança dos Povos da Floresta (1989); o Encontro dos Índios em Altamira (Pará) para protestar contra um grande plano oficial de aproveitamento hidrelétrico da Bacia do rio Xingu (1989) e a formação do Fórum Brasileiro de ONGs, Movimentos Sociais Preparatório para a Rio 92 (1990) e a própria Conferência das Nações Unidas (1992).

As pessoas que se juntaram para formular, fundar e implantar o Instituto Socioambiental, entre 1993 e 1995, tiveram participação decisiva e destacada na idealização e implementação dos processos acima mencionados.
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