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Silvia Lima
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Amo a liberdade! Por isso deixo livre tudo que tenho. Se voltar é porque conquistei, se não voltar é porque nunca possui.
Amo a liberdade! Por isso deixo livre tudo que tenho. Se voltar é porque conquistei, se não voltar é porque nunca possui.

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Um amor pra vida toda... nunca encontrei,
Mas eu queria um assim pra mim!
Com o mesmo encanto do primeiro olhar,
Com o sabor do primeiro beijo,
que deixa as pernas bambas e o coração aos pulos,
as mãos suadas, a voz engasgada do primeiro encontro.
Com o mesmo desejo da primeira vez que o amor se fez!
Queria olhar nos olhos da mesma pessoa a vida inteira
e reconhecê-la como a minha eterna paixão.
Ver essa mesma pessoa pra sempre,
com a mesma admiração!
Queria isso tudo, mas entendi que isso é utopia
A paixão sempre acaba, o encanto sempre passa
E o que sobra?
Duas pessoas tentando viver um ideal,
uma fantasia que não se encaixa na vida real.
A gente teima e insiste no sonho,
porque ele é bom e é tão difícil acordar.
Mas um dia a gente aprende que nada é pra sempre,
E que o único amor sem fim que realmente existe
O amor de fato que tanto buscamos
Não é no outro que vamos encontrar
Mas sim, dentro de nós mesmos
E que é preciso despertar esse amor,
Antes de deixar alguém te amar!

Silvia Lima (Poesia da Poesia)
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Um amor pra vida toda... nunca encontrei,
Mas eu queria um assim pra mim!
Com o mesmo encanto do primeiro olhar,
Com o sabor do primeiro beijo,
que deixa as pernas bambas e o coração aos pulos,
as mãos suadas, a voz engasgada do primeiro encontro.
Com o mesmo desejo da primeira vez que o amor se fez!
Queria olhar nos olhos da mesma pessoa a vida inteira
e reconhecê-la como a minha eterna paixão.
Ver essa mesma pessoa pra sempre,
com a mesma admiração!
Queria isso tudo, mas entendi que isso é utopia
A paixão sempre acaba, o encanto sempre passa
E o que sobra?
Duas pessoas tentando viver um ideal,
uma fantasia que não se encaixa na vida real.
A gente teima e insiste no sonho,
porque ele é bom e é tão difícil acordar.
Mas um dia a gente aprende que nada é pra sempre,
E que o único amor sem fim que realmente existe
O amor de fato que tanto buscamos
Não é no outro que vamos encontrar
Mas sim, dentro de nós mesmos
E que é preciso despertar esse amor,
Antes de deixar alguém te amar!

Silvia Lima (Poesia da Poesia)
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Anjo jazigo

"Eu sou o monstro em meus pesadelos
O demônio que me habita
Sou as sombras de meus males, não posso conte-los
Eu sou meus gênios, a estrada maldita
Por escolha própria sou escuridão
E ainda que eu seja bem visto aos teus olhos
Eu sou a frieza e a solidão
Um verso rasgado em papel sem letras
O céu noturno e o mar tempestuoso
Eu sou a morte que brilha, como a luz das estrelas"

Adrian Valério
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Bom dia comunidade!
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Nada sabemos do por que
das sintonias, das empatias,
daquilo que nos toca a alma,
do que nos arrepia.
Se seriam presentes do acaso
ou as tramas do destino
não nos cabe o questionamento
mas sim despretenciosamente
desfrutar, o que de bom a vida
resolveu nos presentear,
enquanto tivermos tempo.
Falar de mim não vem ao caso,
minha verdadeira essência
está no que escrevo
mesmo que não haja evidência
se sou aquilo que transpareço.
Se faz sentir, faz sentido.
Cabe ao toque da pele comprovar
tudo o que está descrito!

Silvia Lima (Poesia da Poesia)
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Meus desejos, minhas regras.

Não aceito sua apatia, nem a sua frieza,
deploro esse falso ar de indiferença.
Renego a ausência, ignoro o silêncio, rompo a distância...
O que sinto independe, do seu desejo
Está além da sua vontade de negar, aquilo que eu vejo.
Enxergo através desse muro, que te proteje do meu afeto, que tanto te afeta.
Me embrenho pelas frestas, adentro seu mundo, me instalo e faço festa.
Apurei meu olfato, senti o seu cheiro,
salivei com seu medo...
Derrubei suas defesas, entrei na sua mente e descobri suas fraquezas.
Você agora é a presa e eu vou a caça...
Pode tentar fugir, tentar se esconder, pode até mentir, mas você não me escapa.
Te dou até uma chance de se render, sem precisar se cansar.
Meu bem, é perda de tempo tentar me enganar.
Se quiser escapar, pode tentar a sorte,
mas tenha certeza que dessa caçada,
eu vou gostar.
Quanto mais difícil a luta, maior é o sabor da vitória.
Essa vida é labuta, e você é o prêmio
no fim dessa história!

Silvia Lima (Poesia da Poesia)
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Meus desejos, minhas regras.

Não aceito sua apatia, nem a sua frieza,
deploro esse falso ar de indiferença.
Renego a ausência, ignoro o silêncio, rompo a distância...
O que sinto independe, do seu desejo
Está além da sua vontade de negar, aquilo que eu vejo.
Enxergo através desse muro, que te proteje do meu afeto, que tanto te afeta.
Me embrenho pelas frestas, adentro seu mundo, me instalo e faço festa.
Apurei meu olfato, senti o seu cheiro,
salivei com seu medo...
Derrubei suas defesas, entrei na sua mente e descobri suas fraquezas.
Você agora é a presa e eu vou a caça...
Pode tentar fugir, tentar se esconder, pode até mentir, mas você não me escapa.
Te dou até uma chance de se render, sem precisar se cansar.
Meu bem, é perda de tempo tentar me enganar.
Se quiser escapar, pode tentar a sorte,
mas tenha certeza que dessa caçada,
eu vou gostar.
Quanto mais difícil a luta, maior é o sabor da vitória.
Essa vida é labuta, e você é o prêmio
no fim dessa história!

Silvia Lima (Poesia da Poesia)
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"Todas as noites escrevo para buscá-la, mas esta noite viestes tão perto,
Tuas mãos forçando as minhas a escrever sobre aquilo que ainda não sonhei.
Escrevo tão indefeso, tão conscientemente de ti, a silhueta de cada ilha na penumbra, um corpo que brilha feito estrela
Os barcos voltando das loucuras marítimas, as dores do corpo que nunca aceitam os vazios
Os abismos desconexos, o olhar que passeia no quarto tentando distinguir cada coisa, as tristezas oferecidas que não cabem mais
Cada aldeia nas suas rotinas de ferir a terra, o cheio do solo, o sangue correndo nas veias das plantas,
O copo de água macia que alivia a garganta das sedes eternas, os suores noturnos escrevem também
Os olhos estáticos das estrelas agora cintilam mais, como bons presságios a afastar o negrume dos corvos
As tuas mãos são as escritas das minhas e sinto que há mais do que desejo das palavras ditas,
Há as buscas dos longos estios das peles esquecidas nas ausências,
O toque a perceberem mais do que as lembranças que ondulavam sem definições precisas
Há os consolos de quem acredita no ressurgimento das coisas perdidas, da carícia da terra a acolher a semente que brota,
Por cada gota ensopada de orvalho, num diminuto sermão da vida,
A folha branca da aurora estendida ao longo da estrada a nos chamar a escrever outra história,
E se o silêncio pudesse ouvir as palavras ditas por nossos olhares, diria que, o amor nunca se cansa de tentar."

Charles Burck

Arte: Jimmy Lawlor
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"Todas as noites escrevo para buscá-la, mas esta noite viestes tão perto,
Tuas mãos forçando as minhas a escrever sobre aquilo que ainda não sonhei.
Escrevo tão indefeso, tão conscientemente de ti, a silhueta de cada ilha na penumbra, um corpo que brilha feito estrela
Os barcos voltando das loucuras marítimas, as dores do corpo que nunca aceitam os vazios
Os abismos desconexos, o olhar que passeia no quarto tentando distinguir cada coisa, as tristezas oferecidas que não cabem mais
Cada aldeia nas suas rotinas de ferir a terra, o cheio do solo, o sangue correndo nas veias das plantas,
O copo de água macia que alivia a garganta das sedes eternas, os suores noturnos escrevem também
Os olhos estáticos das estrelas agora cintilam mais, como bons presságios a afastar o negrume dos corvos
As tuas mãos são as escritas das minhas e sinto que há mais do que desejo das palavras ditas,
Há as buscas dos longos estios das peles esquecidas nas ausências,
O toque a perceberem mais do que as lembranças que ondulavam sem definições precisas
Há os consolos de quem acredita no ressurgimento das coisas perdidas, da carícia da terra a acolher a semente que brota,
Por cada gota ensopada de orvalho, num diminuto sermão da vida,
A folha branca da aurora estendida ao longo da estrada a nos chamar a escrever outra história,
E se o silêncio pudesse ouvir as palavras ditas por nossos olhares, diria que, o amor nunca se cansa de tentar."

Charles Burck

Arte: Jimmy Lawlor
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