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Feminismo Islâmico
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"A questão não é porque há diferenças de opinião, mas sim por que essas diferenças levaram à violência e animosidade. Para mim, o conflito parece ser mais político do que religioso, embora possa estar escondido por trás da linguagem religiosa."

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"NEM TODO MUÇULMANO"

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MUÇULMANAS PODEM LIDERAR ORAÇÕES MISTAS NO ISLÃ

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Muçulmanas e muçulmanos corajosos, críticos das irracionalidades muçulmanas, precisam de um palco que permita a modernização do Islão. Quem dá a palavra a estes é verdadeiramente amigo do Islão; quem dá guarida e projeção aos muçulmanos conservadores e de "fala mansa" serve, muitas vezes, à hipocrisia. O Islão precisa de reforma e quem precisa de palco público, para motivarem outros irmãos, são os reformistas. O resto é show de mútuas vaidades brilhantes e um DESserviço à toda comunidade muçulmana, porque, queira ou não, o status quo não apoia a formação de um Islão tolerante.

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Recentemente, o ressurgimento de "hijabs", juntamente com a obrigação deles por vários países, levam muitos a acreditarem que as mulheres muçulmanas são obrigadas pela sua religião a usá-los. Nesta palestra informativa, a romancista Samina Ali nos leva em uma jornada de volta aos tempos de Maomé para revelar o que o termo "hijab" realmente significa; e não é o véu da mulher muçulmana!
Então, se não é o véu, o que o termo "hijab" realmente significa? Os fundamentalistas têm distorcido o termo para negar às mulheres seus direitos?
Esta ideia surpreendente e sem precedentes não irá apenas desafiar suas suposições sobre o "hijab", mas irá mudar o modo como você enxerga a mulher muçulmana.

Vídeo legendado



1-O hijab é contrário aos valores seculares e à libertação das mulheres, dada a sua significação sexista.

2-A maioria das muçulmanas, que sofrem pelo uso do véu, sofrem nas mãos dos próprios muçulmanos. (Aprisionadas, multadas, assassinadas pelos crimes de "honra", perseguidas, ofendidas, humilhadas ... mesmo no ocidente)

3-Campanhas como Dia Mundial Do Hijab (Sua criadora é dona de uma empresa de lenços) ou Use o Hijab Por Um Dia, são financiadas e apoiadas por grupos muçulmanos fundamentalistas - como o MSA, criado pela Irmandade Muçulmana - que querem espalhar o islã político ou islamismo no ocidente (assim como ocorre nas teocracias ditatoriais dos países de maioria muçulmana)

4-Os apoiadores adotam linguagens baseadas no feminismo e direitos humanos na mídia ocidental, mas o que está por trás é apenas a inferiorização/subjugação da mulher, visto que as mulheres usam o hijab (que não significa véu) como uma forma de não tentar o homem com suas formas ou beleza, eliminando, assim, a responsabilidade dos homens sobre o assédio.

5-A ideia do hijab representa os homens como maníacos sexuais e mulheres como objetos sexuais, vítimas potenciais de agressões sexuais tendo como uma única opção, cobrir o corpo todo e cabelo para não sofrerem perseguição. Está também ligado à ideia de "awrah" - nudez-, sendo assim, está proibido mostrar muitas partes do corpo, o que leva a limitar a presença das mulheres no espaço público. Todas essas ideias medievais sobre mulheres tornam-se a base da noção do hijab compulsório para governos fundamentalistas como o do Irã, Arábia Saudita ou os bárbaros do Estado Islâmico.

6-Os muçulmanos usam essa tática para se oporem aos valores fundamentais do secularismo e distinguir sua comunidade dentro das sociedades ocidentais. Como prova a história, ideologias masculinas, como a religião, sempre tentam ganhar seu poder através da instrumentalização das mulheres.

7-O hijab - transformado em lei em muitos países - limita a liberdade de milhões de mulheres e leva ao seu abuso. Portanto, os argumentos ingênuos dos defensores do islamismo político ou das muçulmanas feministas (não feministas islâmicas), como eles se denominam; sobre o hijab ser uma roupa como qualquer outro tipo de roupa que a mulher pode optar por usar, é hipócrita. Além disso, é um crime moral alegar que o hijab é uma "escolha" ou "liberdade" para as mulheres muçulmanas, quando milhões de mulheres são forçadas a seguir o código de conduta do hijab em muitos países e comunidades até hoje.

8-Todo mundo é livre para ter ideias conservadoras e podem até aplicá-las em sua vida privada por escolha (usar um lenço, por exemplo) e qualquer pessoa é livre para expressar seu apoio à dominação masculina sobre as mulheres. Mas não chamem isso de liberdade, e não o disfarcem como feminismo. Feministas podem ter crenças religiosas, mas o feminismo não pode ser religioso. (não acredito que os profetas trouxeram qualquer religião de institucionalizada)

9-Muitas mulheres, no Irã, Egito, Arábia Saudita, Paquistão e em outros países, com suas lutas constantes contra a moral religiosa imposta em relação a seus corpos, provaram que o hijab não é uma escolha ou uma vestimenta feminista. Seus trabalhos corajosos também podem lembrar ao mundo que o hijab não é "cultural", para o mundo muçulmano - é político. (O véu não esteve sempre presente nos países de maioria muçulmana. Em governos mais liberais foi retirado e proibido, em governos mais "islamizados" foi imposto com rigor - Em 1919, as mulheres egípcias tomaram as ruas exigindo o direito ao voto, elas tiraram o véu como um sinal de auto-libertação. Mais tarde, em 1956, o presidente Gamal Abdel Nasser ridicularizou publicamente a Irmandade Muçulmana por pressioná-lo a impor um hijab - e os espectadores riram porque não entenderam o que a Irmandade queria dizer com hijab - nas mulheres. A partir de 1996, o Talibã assumiu o poder no Afeganistão forçando as mulheres a se cobrirem, o que a maioria nunca tinha feito até então. No Irã, foi somente depois da revolução de 1979 que o regime islâmico tornou a cobertura da cabeça obrigatória para as mulheres e limitou muitos outros aspectos de suas vidas. Desde então, muitos têm feito campanhas contra a ditadura de regimes religiosos que torturam o corpo das mulheres e suas liberdades. Em 2008, as mulheres iemenitas lançaram uma campanha "Take Off The Veil" em 8 de março de 2008, para coincidir com o Dia Internacional da Mulher. Elas chamaram o hijab de "terrorismo intelectual praticado por grupos individuais e islâmicos". Em 2014, a escritora iraniana Masih Alinejad lançou o "My Stealthy Freedom" (Minha Liberdade Furtiva) para se opor à lei teocrática no Irã sobre o véu obrigatório, que hoje tem cerca de um milhão de apoiantes. A jornalista e ativista muçulmana indiana Asra Q. Nomani escreveu em sua coluna para o Washington Post: "Não use um lenço em "solidariedade" à ideologia que mais nos silencia, igualando nossos corpos com "honra". Em vez disso, esteja conosco contra a ideologia do islamismo que exige o uso do véu".)

10-(Não existe a diretiva para cobrir os cabelos no Alcorão. Nós, feministas islâmicas do Brasil, não apoiamos a cultura do hijab.)

11-(Muçulmanas e muçulmanos no Brasil estão tentando calar vozes opositoras.)

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A VERDADE SOBRE O HIJAB
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