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Nell Morato
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A vida é um show e sempre vou querer estar no palco.
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Enquanto a biografia conhecida do autor inglês nos fala de uma vida aparentemente sossegada, a vida de Cervantes constitui a maior fonte de inspiração para sua ficção literária, cheia de viagens, misérias e de várias prisões.

http://almanaqueliterario.com/miguel-de-cervantes-marginal


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Para espanto do diretor, declara um professor no ULISSES, de Joyce: “A história é um pesadelo do qual tento despertar”.

http://almanaqueliterario.com/o-pesadelo-e-os-livros-donaldo-schuler

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Há histórias que, embora perfeitamente conhecidas, continuam a exercer sobre o mundo, ou sobre parte dele, o solene fascínio dos sonhos e dos vaticínios.

http://almanaqueliterario.com/analise-sobre-as-tragedias-de-william-shakespeare

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CONCEIÇÃO EVARISTO tem seus dois primeiros livros relançados depois de ganhar exposição em São Paulo e ser uma das primeiras atrações confirmadas da Flip 2017.

http://almanaqueliterario.com/conceicao-evaristo-reconhecimento-aos-70-anos


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CONCEIÇÃO EVARISTO tem seus dois primeiros livros relançados depois de ganhar exposição em São Paulo e ser uma das primeiras atrações confirmadas da Flip 2017.

http://almanaqueliterario.com/conceicao-evaristo-reconhecimento-aos-70-anos


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Convido os poetas, romancistas, artistas plásticos, compositores, pesquisadores, leitores, curiosos e amigos para participar da comunidade Almanaque Literário... Venha publicar seus textos aqui ou divulgar seu blog ou site... Venha contar da sua vida literária, oferecer seu livro e seus escritos...
Participe!

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Homenageando outro amigo poeta... +Diego Brum, que encontrou a felicidade e o seu amor..

24 de setembro de 2014 · 
Especialmente para a minha querida amiga Nell Morato, voltei a escrever depois de alguns dias, muito obrigado pela força que tu tens me dado, um abração...

Dança entre anjos.
Por Diego Brum.

Dois destinos se observam,
Atentamente com os olhos da alma;
Olhos iluminados pela luz dos laços que apertam mas não sufocam;
Eu te observo,
E como o mais lindo sorriso,
Deixo-me dominar e ser dominado,
Somos um aglomerado de possibilidades e sentimentos,
Esperando pelo momento em que o ser amado atravessará o nosso caminho;
E eu espero ser tomado pelo teu mais intenso carinho;
Dos teus lábios que me seduzem e me enamoram...
Eu quero dizer-te,
Que preciso ver-te,
Onde a margem da loucura dê forma a minha imaginação;
Como um conto de fadas desenhado em minha mente,
Teus lábios doces e quentes,
E o teu corpo desenhado nas linhas da mais pura paixão...
Teus olhos,
São a própria essência flamejante,
Das estrelas lindas e brilhantes,
Que no céu sorriem,
Pela graça divina de poder te observar;
O teu corpo é um sonho de esmeralda,
Verde como a esperança que guardo no peito,
Que cerca o anseio de minha alma como um colar;
Eu preciso sentir o teu toque,
O teu próprio desejo convertido na mensagem do eterno amor;
Eu preciso ser-te,
Observar-te,
Amar-te,
Para ter-te em meu próprio destino;
Eu preciso guardar-te,
Sentir-te,
Desejar-te,
Para que possamos estar entrelaçados em nosso próprio infinito;
E então,
A felicidade corromperá toda a nossa dor...
Somos dois anjos,
Sorridentes a voar,
Guardando a mensagem de toda uma vida no ser;
Nossos destinos se cruzaram,
Como enigmas predispostos,
Respostas jogadas ao acaso,
Esperando o vento fluir,
E como uma brisa nos fazer sentir,
Que todas as peças se encaixaram...
Um espelho guarda todos os reflexos daquilo o que somos,
E conforme vivemos pelo amor verdadeiro,
Damos vida a tudo aquilo que sonhamos;
E passamos a compreender,
Que o amor foi feito para contrastar com a escuridão,
Sendo uma luz guia à humanidade,
Fazendo de nosso próprio reflexo a felicidade,
Que observamos nos olhos de um anjo...
Segures a minha mão,
Mais uma vez a vida nos dá a chance de viver;
Sintas em meu ser que ainda há um espaço para ser feliz;
Pois para quem vive pelo amor,
A vida nunca terá fim;
Pois quando se ama,
A esperança nunca se acaba,
E quando te amo,
Minha chama nunca se apaga,
A vida ganha um novo sentido,
Na forma da tua alma que me faz arremeter...
Com as asas que tu me destes,
Para poder voar;
Em um mundo de sonhos,
Eternamente sonhar;
Somos dois anjos em busca do paraíso,
Buscando a resposta áurea no coração de nosso próprio labirinto;
Encontrando novas razões para acreditar;
E eu descobri que o meu lugar é ao teu lado,
Como dois corações pulsando em uma mesma batida,
Vivendo uma mesma vida,
E na pista do destino para sempre juntinhos dançar...
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...ideia criativa...
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ELA, SEMPRE ELA

Hoje queria escreveu um pouco, leitora, sobre um tema inusitado nesta coluna: você! Sim, você mesma que possa estar me lendo neste momento. O que seríamos sem você? Da mulher, pode-se dizer – e com mais razão – o que Nietzsche dizia da música: sem ela, a vida seria um erro, um cansaço, um exílio.

Nietzsche, um misógino por excelência, jamais concordaria com esse uso da sua bela declaração de amor à música. Mas, vá lá: hoje em dia qualquer um enfia, sem a menor cerimônia, os piores “cacos” no meio da obra dos maiores gênios. E, convenhamos, a declaração de amor à mulher não é nenhum “caco”. É mais do que merecida. Afinal, o sabor, a graça, a beleza, a leveza, o ritmo, a intensidade, a variedade das nossas vidas dependem de você, leitora.

Ultimamente, as mulheres parecem não mais aceitar esse papel vital (da boca para fora, pelo menos). Não querem ser decorativas. A beleza não é o mais importante, dizem. Querem ser bem-sucedidas, respeitadas profissionalmente e contribuir para o progresso social e econômico. Tudo bem, tudo bem. Mas, convenhamos, ser bonita, charmosa e elegante também é serviço público! Sempre foi. Não vamos diminuir a já reduzida alegria no mundo impedindo, por meio de restrições e preconceitos, que a mulher impeça a vida de ser um erro, um cansaço, um exílio.

A leitora conhece François Truffaut? Um dos seus filmes, O HOMEM QUE AMAVA AS MULHERES, conta a história de um homem fascinado pelas mulheres. Fala, portanto, de todos os homens. Em determinado momento, o personagem resolve escrever um livro sobre suas memórias amorosas e nele inclui uma descrição deslumbrante da irrupção das mulheres com a chegada da primavera: “Como certos animais, as mulheres praticam a hibernação. Durante quatro meses, elas desaparecem, e ninguém as vê. Com os primeiros raios de sol do mês de março, como elas tivessem combinado ou como se tivessem recebido uma ordem de mobilização, elas surgem às dezenas nas ruas em vestidos leves e salto alto. Então, a vida recomeça”.

Perfeito. Truffaut foi um grande artista e seus filmes merecem ser vistos e revistos.

Paro um momento e releio o que escrevi. Corrijo aqui e ali. Ficou bem, creio, mas vejo que estou resvalando para a celebração da mulher no plural. A verdade é que a mulher sonha ser amada e celebrada no singular, como única, como grande e único amor. E o homem que perde isso de vista está fadado a morrer na mais triste e completa solidão.

Repare, leitora, neste pequeno verso de Fernando Pessoa:

“O amor, quando se revela,/
Não se sabe revelar/
Sabe bem olhar p’ra ela /
Mas não lhe sabe falar /
Quem quer dizer o que sente /
Não sabe o que há de dizer /
Fala: parece que mente /
Cala: parece esquecer”.

Linda simplicidade do poema! Pessoa começa no plano geral, enunciando uma tese: “O amor, quando se revela, não se sabe revelar”, mas – e aí vem o interessante – afunila imediatamente no particular: “sabe bem olhar p’ra ela”. Ela – não a mulher em geral, não as mulheres no plural, mas uma mulher em particular, aquela que podemos designar por essa pequena palavra – ela – tão rica em conotações afetivas e amorosas.

Fonte: ZeroHora/Paulo Nogueira Batista Jr./Economista (paulonbjr@hotmail.com) O autor é vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, sediado em Xangai, mas expressa seus pontos de vista em caráter pessoal, em 11/06/2017.
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PRECONCEITO

Tão antigo e nos parece sobrando nesse mundo globalizado onde a tecnologia domina quase tudo e todos. Mas não está sobrando, está forte e enraizado em algumas pessoas. Discriminação gratuita e sem fundamento, somos todos brasileiros, não importa a cor da pele, a preferência sexual ou se a pessoa é magra ou obesa. Mas importa para alguns.

Ficamos até surpresos com os novos preconceitos, crianças inteligentes, acima da média, meninas muito bonitas, são cruelmente discriminados nas escolas, absurdo e inaceitável.

Existem leis que punem a discriminação, mas quando chegam à Justiça as pessoas já foram humilhadas e maltratadas. Medidas preventivas, educação e conscientização se fazem necessárias, e com muita cautela para não prejudicar ainda mais as vítimas.

Algumas ações do governo federal geraram uma série de incidentes há algum tempo, principalmente com relação a homofobia. Então, vamos viver e deixar viver...
NellMorato 
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