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Marcelo Rodrigues Souza Ribeiro
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Estão disponíveis no YouTube os vídeos das conversas que sucederam os filmes do René Vautier, exibidos e comentados no evento Câmera Cidadã: Mostra René Vautier, promovido pelo Cinecipó.

*No primeiro dia, a Junia Torres comentou Povo em marcha (Peuple en marche): https://youtu.be/F2DIr3jKK5c

*No segundo dia, a Julia Fagioli comentou Quando as mulheres se revoltam (Quand les femmes ont pris la colère): https://youtu.be/D3EIdZ5Q5qU

*No terceiro dia, eu comentei Vinte anos nos montes Aurès (Avoir 20 ans dans les Aurès): https://youtu.be/uZBeFiTpaQ4

*No quarto dia, Cida Reis e Marcos Cardoso comentaram África 50 (Afrique 50): https://youtu.be/Optso8wVU2E
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A quem interessar possa: meu programa de Teorias do cinema de 2018.1 já está online há uns dias. No mesmo link serão divulgadas eventuais alterações: https://www.incinerrante.com/textos/teorias-do-cinema-2018-1
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O primeiro número da Revista Vista, que você encontra em http://vista.sopcom.pt/edicao/155, inclui, entre outros textos interessantes, a tradução de um excelente texto de Georges Didi-Huberman que pertence a seu belo livro Peuples exposés, peuples figurants: http://vista.sopcom.pt/ficheiros/20170519-16_31.pdf
Um trecho das páginas 22 e 23, pra vocês terem uma ideia da preciosidade:
"Desde logo, parece que o cinema não expõe os povos senão através do estatuto ambíguo dos “figurantes”. Figurantes: palavra banal, palavra para os “homens sem qualidades” de uma encenação, de uma indústria, de uma gestão espetacular dos “recursos humanos”; mas também palavra abismal, palavra de labirintos que toda a figura encerra. Os figurantes correspondem, antes de mais, na economia cinematográfica, a um acessório de humanidade que serve de quadro à representação central dos heróis, verdadeiros atores da narrativa, os protagonistas, como se diz. Eles são na história que se conta uma espécie de pano de fundo composto por rostos, corpos, gestos. Eles formam o paradoxo de não serem senão um simples décor, mas humano. Chamam-lhes, em inglês ou em espanhol, os extras – comparsi em italiano, Statisten em alemão –, uma maneira de indicar até que ponto não são necessários à peripécia, à dinâmica do filme. Eles são a massa obscura à frente da qual brilham as “vedetas” (aquelas que merecem ser vistas) e as stars (aquelas que comparamos a astros, esses pontos de esplendor isolados que, no céu, mantêm ainda os nomes dos deuses antigos). Os figurantes são a noite do cinema, quando se faz do cinema uma arte para fazer brilhar as suas estrelas."
Revista Vista
Revista Vista
vista.sopcom.pt
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Começando agora.
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"O enfraquecimento da política de proteção dos povos isolados e de recente contato, estabelecida em 1987, vem redundando em situações dramáticas para os povos isolados, decorrentes de invasões de suas terras não coibidas pelo poder público. "É muito provável que, se a política de estrangulamento da Funai não for revertida, ocorrerá no curto prazo um grave aumento das pressões, violências e massacres contra os isolados, recém-contatados e integrados, em territórios que deveriam ser protegidos pela União", afirma Fany Ricardo, coordenadora do Programa de Monitoramento do ISA.
Além do Vale do Javari, estão sob séria ameaça povos tão diversos e distantes como: os Moxi hatëtëma thëpë (TI Yanomami) – pressionados por garimpeiros; os Awá (TIs Awá, Araribóia, Alto Turiaçu) no Maranhão – por madeireiros e fazendeiros; os Piripkura e Kawahiva do Rio Pardo (TIs de mesmo nome), no Mato Grosso – por madeireiros e fazendeiros; ou os isolados da TI Alto Tarauacá, na fronteira entre o Acre e o Peru – por madeireiros, fazendeiros e narcotraficantes.
É ainda possível evitar a tragédia iminente de que estes povos sejam exterminados, ou que tenham o mesmo destino trágico de povos que vivem no atual o estado de Rondônia, como Akuntsu (TI Omerê) e Juma (TI Uru-Eu-Wau-Wau) - reduzidos a uma família; ou mesmo o “índio do buraco” (TI Tanaru) - reduzido involuntariamente ao triste convívio apenas consigo mesmo.
Se o respeito à vida humana e ao direito nacional e internacional não são razões suficientes para os ocupantes do governo federal atuarem em defesa dos índios, é importante não esquecer que crises humanitárias desta gravidade comprometem ainda mais a imagem do Brasil no exterior e prejudicam a capacidade do país de atrair novos investimentos."

https://socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/massacre-de-indios-isolados-expoe-o-estrangulamento-da-funai
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Apresentei à Facom - UFBA meu primeiro projeto de pesquisa como docente da casa. É um desdobramento da minha tese de doutorado, que já estava sendo levado adiante de alguma forma e que agora está oficialmente em andamento, de 2017 a 2019. E é uma alegria árida isso de começar a ser professor e pesquisador ao mesmo tempo, justamente num momento em que as universidades públicas enfrentam tantos golpes.

O título do projeto é "Imagem e direitos humanos: consciência da humanidade, memórias de violações e projeções de dignidade no cinema e no audiovisual". Nem precisei reler o arquivo pra encontrar alguns problemas de digitação e de repetição de palavras, mas vamos adiante. Os problemas mais interessantes são relativos ao projeto, à sua formulação, às suas lacunas e aos seus pontos cegos, que quem tiver interesse pode encontrar em: https://www.incinerrante.com/textos/pesquisa-imagem-e-direitos-humanos-2017-2019

É amplo demais, dirão alguns, e serei o primeiro a concordar. Já me acostumei a ler e ouvir esse tipo de crítica, que não é exatamente construtiva (porque, para mim, nunca veio acompanhada de uma proposição de recorte que reconheça, de fato, as questões da pesquisa), mas confesso: não sei fazer de outro jeito. Agora é, mais uma vez, encarar o desafio. E como eu acho que é importante demais que quem quiser possa me acompanhar, acessem, comentem e compartilhem:
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"Nosso movimento tem o objetivo de defender a manutenção da Lei de Criação da UNILA, sua identidade original e sua missão, que é formar sujeitos aptos a contribuir com a integração latino-americana, com o desenvolvimento regional e com o intercâmbio cultural, científico e educacional da América Latina."
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A quem interessar possa, o Pocket é ótimo pra salvar textos, vídeos e qualquer tipo de link pra mais tarde, além de ser muito legal pra acompanhar recomendações de leituras alheias. Aí está meu perfil lá.
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