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O Parque Estadual do Juquery foi criado em junho de 1993 através do Decreto nº 36.859, em razão da necessidade de conservação de importantes remanescentes de vegetação nativa existentes na Fazenda Juquery, bem como a importante função de preservar as áreas de Mananciais do Sistema Cantareira.

O local recebe esse nome devido a grande ocorrência de uma planta que os índios encontravam as margens dos rios da região, a qual chamavam de yu-kery, dessa planta os índios extraiam sal que servia como condimento para temperar os alimentos. Também conhecida como Dorme Maria, a yu-kery ao ser tocada fecha suas folhas abrindo-as novamente após algum tempo.

Em 1989 todo o conjunto arquitetônico, projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, o acervo documental e a área verde da fazenda foram tombados pelo CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo.
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Enlouquecemos vários produtos com super desconto!!!
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Você pode escapar das Correntes de Retorno

Ao cair numa corrente de retorno (ou repuxo), nade paralelamente a praia, saia da ação da corrente e só então saia do mar. Se estiver em apuros não exite, chame o Salva-Vidas.

http://2.bp.blogspot.com/-ODEmO3z36L8/UL-09hISkII/AAAAAAAACmY/bYKgzgkP3RA/s1600/547804_402469689812631_2132643173_n.jpg
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Hiking ou Trekking? Entenda a diferença.

Você vai fazer uma caminhada de 800km e sua mochila ideal vai ter cerca de 40 litros, enquanto um amigo seu vai fazer uma caminhada de 30km e precisa de uma mochila bem maior, uma cargueira com cerca de 80 litros... faz sentido? Sim, essa é a diferença entre hiking e trekking.
Antes de tudo é bom deixar claro que estamos falando de caminhadas em trilhas, ou seja tanto o hiking quanto o trekking são caminhadas, a diferença está na estrutura que você vai encontrar durante essas caminhadas.
Hiking são caminhadas de um dia inteiro ou de poucas horas, mas que você vai chegar em alguma pousada ou abrigo e montanha e por isso mesmo não tem a necessidade de levar barraca, utensílios de cozinha e muita comida, pois entende-se que no abrigo/pousada onde você vai pernoitar já existe uma estrutura que vá suprir essas necessidades.
Já o trekking são caminhadas de dois ou mais dias, mas que necessariamente será preciso levar barraca, pois não existem abrigos no caminho, além disso você vai precisar levar comida para todos os dias que estiver na montanha e ainda utensílios de cozinha, por isso que no trekking temos a necessidade de uma mochila maior (tipo cargueira).
O exemplo dos 800km x 30km é baseado em duas caminhadas clássicas: Caminho de Santiago de Compostela e a Travessia Petrópolis x Teresópolis. No Caminho são cerca de 800km de caminhada, mas a mochila ideal para essa atividade será uma mochila de hiking, com cerca de 40 litros, isso porque durante todo o percurso o peregrino tem pousadas e abrigos para passar a noite. Já na Travessia Petrópolis x Teresópolis, que são apenas 30km, você vai precisar de uma mochila cargueira, acima de 60 litros, pois será preciso levar barraca, muita comida e etc.

Fonte: Nautikalazer
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2016-05-26
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Mapa Ecológico, onde os viajantes se encontram
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Como escolher uma barraca de camping
Escolher uma barraca não é tarefa fácil, especialmente para quem está começando a acampar e ainda não tem muito conhecimento sobre o assunto e sobre os equipamentos. Então, nesse post, vamos dar uma ajudinha básica, mostrando o que você precisa avaliar antes de fazer sua escolha.
Mas antes de começar precisamos explicar que, para nós do FuiAcampar, basicamente não existe barraca boa ou barraca ruim, o que existe é uma barraca mais ou menos adequada para o que você precisa.
E saiba também que o mercado nacional é carente de barracas com algumas características específicas, e aquilo que seria a barraca ideal para você, se for algo muito específico, pode simplesmente não existir. Mas enfim… vamos lá!
O que é preciso avaliar
Tamanho
Sempre compre uma barraca com capacidade acima do que você precisa, preferencialmente uma pessoa acima (no mínimo). Por exemplo, se você precisa de uma barraca para 2 pessoas compre para 3 pessoas. Se quiser para 3 pessoas, compre para 4.  Isso para ficar confortável o espaço, se você quer levar muita “tralha de camping” e quer mais espaço mesmo, considere escolher uma barraca para ainda mais uma pessoa.
Peso
Para quem procura uma barraca para trekking ou simplesmente para carregar na mochila e sair caminhando mundo afora, o peso é um item importante a ser avaliado. Se esse é o seu caso procure barracas que pesam pouco (considerando sempre o seu tamanho, força e capacidade física) até 3 kg pode ser aceitável, mais que isso já fica bem pesado se for carregar longas distâncias.
Fique atento para não cair na tentação de barracas muito leves, mas que não apresentam o mínimo de proteção. Certifique-se sobre qual a coluna de água, como são as costuras e qual o tipo de sobreteto. Falaremos disso na sequencia.
Se sua ideia não é levar a barraca nas costas, o peso pode ser desconsiderado para a escolha.
Impermeabilidade
Acredite, nem todas as barracas para acampar são impermeáveis! Se você quer uma barraca para acampar ao ar livre, sem entrar água, escolha uma barraca com coluna de água acima de 1000 mm. Essa é uma informação que todas barracas devem ter nas informações técnicas do produto, se não tiver desconfie.
>> Clique aqui e saiba mais sobre coluna de água
Costuras
Sempre que possível compre barracas com as costuras seladas. Se a barraca for impermeabilizada e não tiver as costuras seladas a água vai entrar, não pelo tecido, mas pelos furinhos da costura. Isso é muito importante porque você não vai querer acordar com uma goteira no pé. A grande maioria das barracas já vem com as costuras seladas, mas se a barraca for mais simples (mais baratas) e não tiver essa informação, desconfie!
>> Clique aqui e saiba mais sobre costuras seladas
Sobreteto
Além de uma boa impermeabilização outra coisa que precisa ser observada, se você quer bastante proteção, é o tipo de sobreteto. Algumas barracas possuem sobreteto completo que cobre toda a barraca (e protege mais, especialmente das chuvas) outras possuem sobreteto parcial (que normalmente não cobre a frente da barraca) e pode ser crítico em caso de chuvas mais fortes e com vento, pois o quarto não costuma ser impermeabilizado.
Existem ainda barracas que não possuem sobreteto (ou possuem apenas um chapeuzinho na parte de cima) e são modelos que não aconselhamos para usar na natureza sem que haja alguma proteção extra sobre a barraca, pois sem o sobreteto a impermeabilização fica comprometida. Elas costumam ser baratas, pequenas e leves, mas irão provavelmente deixar você na mão na hora que mais precisar de proteção.
>> Clique aqui e saiba mais sobre o sobreteto das barracas
Portabilidade
Outro fator que pode ser importante de ser avaliado é se a barraca é autoportante ou não. O que isso significa? Barracas autoportantes são aquelas que ficam em pé mesmo sem os espeques, e que normalmente são os modelos iglus. Mas existem vários modelos que simplesmente não ficam em pé armadas sem os espeques, o que acaba limitando um pouco seu uso.
Se você quer uma barraca que possa ficar montada sem a colocação dos espeques, escolha uma barraca autoportante!
>> Clique aqui e saiba mais sobre barracas autoportantes
Conforto
Se você quer uma barraca para ficar acampando mais tempo, ou com mais conforto mesmo, procure uma que possui avanço completo espaçoso e fechado, como a Indy, Zeus, Katmandu, Super Esquilo, etc.
Ter um avanço completo e espaçoso faz muita diferença se você vai acampar por bastante tempo ou em dias de chuva pois o acampamento fica mais confortável.
Desconfiômetro ligado
É bom deixar o desconfiômetro sempre ligado…se a barraca é muito barata e muito leve desconfie, esse é o modelo que provavelmente vai te deixar na mão quando você mais precisar e são modelos que nós não aconselharemos a compra. Pela regra, em barracas boas e técnicas, quanto mais leve, mais cara.


Fonte: Fuiacampar
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Atletas de Final de Semana?

Muitas pessoas que alegam não ter tempo de fazer exercícios durante a semana deixam os finais de semana para praticá-los.
Nós sabemos que para ter um efeito seguro e eficiente através dos exercícios, melhorando o condicionamento de forma adequada, é importante manter uma regularidade nos exercícios. Assim, se você quiser fazer caminhadas, alongamentos e atividades leves nos finais de semana, para ter bem estar, tudo bem. Agora fazer exercícios de alta intensidade e sobrecarga apenas duas vezes por semana, pode representar a aquisição futura de lesões, além de não melhorar o seu condicionamento físico.
Correm riscos de lesão tanto os esportistas de fim de semana como os atletas com excesso de treinamento. Entre estes, estão as pessoas consideradas ativas fisicamente, que adquirem os benefícios da atividade física com menor probabilidade de lesão.
O excesso de atividade física pode provocar problemas hormonais e lesões para os atletas esporádicos.
Assim, a prática esporádica de esportes pode ser tão prejudicial à saúde quanto a vida sedentária. Por isso, aí vai um alerta para os atletas de fim de semana: fazer exercícios físicos extenuantes apenas de vez em quando é errado, podendo causar várias lesões. Esportistas que não tem os músculos preparados acabam no pronto socorro ou no consultório de um ortopedista.
O organismo precisa da regularidade para obter os ganhos que os exercícios oferecem. Se você não pode, pelo menos, caminhar quatro vezes por semana, não adianta querer tirar o atraso no fim de semana. Dependendo do caso, a sobrecarga pode ser muito grande e acabar ocasionando alguma lesão.
Na medida certa, a atividade física reduz o risco de morte por doenças cardíacas, hipertensão e diabetes. Ajuda no controle de peso e promove o bem-estar, mas se você praticá-los apenas nos finais de semana, poderá não ter estes benefícios, além de ser maior o risco de lesões.
Em contrapartida, o excesso de atividade física pode provocar problemas hormonais e as mesmas lesões para os atletas esporádicos. Entre as lesões estão:
Luxação: é a separação ou deslocamento das partes ósseas numa superfície articular ou perda completa da superfície de contato entre os ossos de uma articulação. O ombro é o campeão das luxações.
Tendinite: resposta inflamatória a um micro-trauma de um tendão. Esse mal é mais comum em atletas que fazem esforço físico repetitivo, como os tenistas, que apresentam inflamação do tendão do antebraço. Mas, os atletas esporádicos também apresentam tendinites.
Contusão: é uma escoriação, geralmente decorre de pancadas e batidas. Quanto menos resistentes forem os músculos, maior é a contusão.
Entorse: lesão articular que ocorre quando o movimento numa articulação excede a amplitude normal do movimento, ocorrendo um deslocamento súbito da articulação. O mais comum é a entorse no tornozelo e no joelho.
Distensão muscular: nome comum para uma ruptura de fibras musculares ou do tecido fibroso do músculo, geralmente causado por um esforço muito grande ou por estresse muscular. Também chamado de estiramento muscular.
Ruptura de tendão ou ligamento: o joelho é o campeão deste tipo de lesão. Músculos fortes protegem mais os ossos, ligamentos e tendões.
Fratura: os ossos de pessoas sadias se tornam mais densos e fortes quando submetidos à pressão constante, por isso, pessoas ativas que fazem exercícios com regularidade, têm menos probabilidade de fraturas. Tanto os atletas de fim de semana, quanto os atletas profissionais, podem apresentar fraturas por estresse.
A dose ideal de atividade física é individual e delimitada pelo prazer e pela dor. Devem ser levados em conta a idade, motivação, aptidão e o biótipo. Sempre com base na avaliação física do indivíduo.
Recomenda-se fazer exercícios pelo menos quatro vezes por semana, incluindo no programa de atividades físicas os exercícios aeróbios, os exercícios com peso, os alongamentos e a Yoga, que não é só atividade física, mas principalmente reforma íntima e mudança de atitudes e hábitos.

Fonte: maisequilibrio
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