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Frederico Muñoz
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Speaking at IST for the Priberam Machine Learning Seminars (by kind invitation of Priberam) - proud of myself for using “perceptron” in the abstract :)
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A conjectura ABC – C-infinito
A conjectura ABC – C-infinito
c-infinito.campus.ciencias.ulisboa.pt
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"A conversa de “se não aceitarem a produção do modelo X vai para a fábrica Y” é mais velha que o obrar de cócoras e é usada desde sempre. Ouvi isso há 12 anos na altura do modelo EOS e depois com o Scirocco. Agora ouvem com o T-roc ou lá como se chama a lata nova.
Em cada negociação lá se trocava trabalho extra por férias ou dias por aumentos congelados e por aí fora. As greves foram sempre evitadas e a produção sempre a crescer com novos modelos. Mas até quando? Até quando se dá asas à imaginação para aceitar mais trabalho sem dinheiro que se veja?
Quem agora chama nomes aos funcionários da AE já trabalhou numa linha de montagem? Já teve duas pausas de 7 minutos por dia para mijar? Já passou 20 anos todo dobrado a fazer os mesmos movimentos? Se acham que é tudo fácil e maravilhoso, porque não vão para lá? Entre 2000 ou 3000 que lá trabalham deve haver espaço para os génios do comentário no FB.
O que é que acham que um operador de linha, um técnico ou um engenheiro ganham na AE? Eu respondo: uma merda. Ganham uma merda. Ganham aquilo que alemão algum aceita na casa mãe, com condições que sindicato nenhum permite no desterro de Wolfsburgo.
O governo português deu incentivos por mais de uma década para a VW ter a fábrica ali. Depois tiveram mais uma década de salários baixos, aumentos miseráveis e down days. Em 4,5 anos a trabalhar ali, o meu salário aumentou 15 eur líquidos. Um operador de linha trazia 800 eur para casa, um técnico um pouco mais, um engenheiro cerca de 1100. Depois criaram uma empresa de trabalho externo (autovision) para reduzirem ainda mais os custos com os contratados e terem menos responsabilidades sociais."
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For the 9th Workshop on Bio-medical Engineering I prepared a hands-on workshop on using IBM Watson APIs; I chose Visual Recognition applied to training a model based on images of skin lesion and try to identify the ones which are melanoma.

Done in R (via SparkR) via the Data Science Experience platform and using the PH(2) databse of skin lesions it is a point-and-click tutorial in how to obtain data, treat it, interact with Watson, train a model, classify images based on that model and analyse the result. Both the DSX notebook (which is essentially a Jupyter notebook so anyone can try it interactively) and a github repo are made available.
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