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Felipe Arruda
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Europa photographed in front of the Great Red Spot on Jupiter. Awe inspiring.
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The Sombrero Galaxy in Infrared.
Image Credit: R. Kennicutt (Stewards Obs) 
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Entre a Obra e a Dobra, mostra coletiva com 13 livros de artistas (livro-arte; arte-livro; livro que é arte; arte que é livro) produzidos pelos alunos (eu, inclusive) do primeiro semestre da Associação Brasileira de Encadernação e Restauro (ABER). Começa amanhã, às 19h, com um coquetelzinho (pegue uma fitinha de Senhor do Bonfim do Festival Afreaka antes de subir, pois é legal e resistente), e vai até o dia 29 de agosto. Então, se não amanhã, talvez você queira ir depois! (estes novos parênteses são só porque usei muitos parênteses até aqui) – https://www.facebook.com/events/1594407274141737/
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“Na América do Sul, caminhar significa enfrentar muitos medos: medo da cidade, medo do espaço público, medo de infringir as regras, medo de apropriar-se do espaço, medo de ultrapassar barreiras muitas vezes inexistentes e medo dos outros cidadãos, quase sempre percebidos como inimigos potenciais. Simplesmente, o caminhar dá medo e, por isso, não se caminha mais; quem caminha é um sem-teto, um mendigo, um marginal. Ali o fenômeno antiperipatético e antiurbano é mais claro que na Europa, onde me parece que está apenas em vias de formação: nunca sair de casa a pé, nunca expor o próprio corpo sem uma coberta, protegê-lo dentro de casa ou no carro, sobretudo não sair depois de anoitecer, encerrar-se, se possível, em gated communities assistindo a um filme de terror ou viajando pela internet, memorizar os conselhos de compras úteis para quando se caminha em shopping centers. Percebi que, nas faculdades de arquitetura, os estudantes – ou seja, a futura classe dirigente – sabem tudo de teoria urbana e de filósofos franceses, acham-se especialistas em cidade e em espaço público, mas, na verdade, nunca tiveram a experiência de jogar bola na rua, de encontrar-se com amigos na praça, de fazer amor em um parque, de entrar ilegalmente em uma ruína industrial, de atravessar uma favela, de parar para pedir uma informação a um transeunte. Que tipo de cidade poderão produzir essas pessoas que têm medo de caminhar?

Hoje, a única categoria com a qual se desenham as cidades é a da segurança. Pode ser algo banal, mas o único modo de ter uma cidade segura é haver gente caminhando pela rua. Só esse fato já possibilita que exista um controle recíproco, sem necessidade de muralhas e de câmeras de vídeo. E o único modo de ter uma cidade viva e democrática é poder caminhar sem suprimir os conflitos e as diferenças, poder caminhar para protestar e para reivindicar o próprio direito à cidade”

CARERI, Francesco. Walkscapes: O caminhar como prática estética. 1ª ed. São Paulo: Ed. GG, 2013. p. 170)
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björk, laura levine, photoshoot (1991)
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Aprendendo a costurar um sketchbook :-)
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