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Nutrição Orgânica Saudável para Plantas
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Folhagens coloridas para o jardim
Nem só de flores vive um jardim, folhagens também podem produzir visuais lindíssimos, como é o caso do coléus (Solenostemon scutellarioides L.), também conhecido como coléus-de-Java ou coração-magoado.
O Coléus é uma planta de fácil cultivo e de fácil manejo. Se destaca pelo colorido de suas folhas, que variam bastante na forma, cor e tamanho, tendo em vista que suas flores são bem pequenas. As folhas do Coléus podem apresentar diversos tons de amarelo, vermelho, rosa, bronze, roxo, verde, marrom, podendo formar um degradeé de várias cores em uma mesma folha.

 
 
 Estes são alguns padrões de Coléus que podem ser facilmente encontrados.
Características e Cuidados
Por ser de origem asiática, ela se adapta a quase todo o tipo de clima, principalmente a climas quentes, permanecendo exuberante durante todo o ano. Não gosta de baixas temperaturas e geadas, quando suas folhas ficam pequenas e não tão vistosas.
Esta planta gosta de sol direto ou de uma sombra parcial, e de solo úmido, mas não encharcado, e quando plantada em canteiros, costuma durar bastante.
Os pés de coléus atingem entre 40 cm a 1 metro de altura dependendo da temperatura, rega, insolação e adubação. Entretanto, algumas variedades podem se desenvolver rasteiras.
Onde Plantar
Pelo seu lindo visual, pode fazer parte de vários ambientes. Quando plantada no jardim, poderá formar conjuntos, e se plantada junto a muros, formar uma linda bordadura.
Em pátios e varandas, ou em uma janela que bata bastante sol, o coléus poderá surtir um ótimo resultado se plantado em vasos ou jardineiras.

Quer mais vermelho no paisagismo? Que tal este?


Ele pode ser apenas verde.

Os Coléus podem formar belos conjuntos coloridos.

 Eles podem ser plantados em floreiras que recebam sol e tenham solo úmido.

No jardim, o Coléus pode ser usado para criar volumes interessantes e marcar pontos de interesse.

O Coléus pode ser plantado em vasos.
Fonte: CliqueArquitetura

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Clerodendrum x speciosum

Nome Científico: Clerodendrum x speciosum
Sinonímia: Clerodendrum delectum
Nomes Populares: Coração-sangrento, Clerodendro-rosa
Família: Lamiaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Trepadeiras
Clima: Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: África, Ásia
Altura: 3.6 a 4.7 metros
Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene



O coração-sangrento é um arbusto escandente e tropical, originário da hibridização de duas outras espécies de clerodendro, a lágrima-de-cristo (Clerodendrum thomsonae) e o Clerodendro-vermelho (C. splendens). O cruzamento entre essas duas espécies originou uma planta rústica, de florescimento espetacular, com flores semelhantes ao da lágrima-cristo, porém com cálices coloridos e cachos mais densos. Sua ramagem é longa, de textura semi-lenhosa, e pode ser facilmente conduzido como trepadeira, através do tutoramento adequado. As folhas são verde escuras, ovaladas, opostas, com nervuras bem marcadas e margens levemente onduladas. As inflorescências surgem na primavera e verão, e são do tipo panícula, terminais, com numerosas flores vermelhas e tubulares, com longos estames, envolvidas por um cálicebranco, persistente, matizado de vermelho ou rosa-escuro. Da mesma forma como as plantas que lhe deram origem, o coração-sangrento é muito atrativo para beija-flores e borboletas.

Apesar de ser essencialmente um arbusto, este clerodendro é mais comumente adquirido e utilizado com o objetivo de ser uma elegante trepadeira. No entanto há que se realizar o tutoramento dos ramos, que se arqueiam e pendem naturalmente, mas podem ser flexionados e amarrados sobre um suporte adequado. Apesar de vigoroso, o coração-sangrento é uma planta relativamente leve, que não engrossa demasiadamente o caule, podendo ser conduzida sobre suportes não tão robustos, como grades, treliças e cercas, assim como sobre árvores, colunas, caramanchões, muros, arcos, pórticos, etc. Ela é especialmente interessante para suavizar construções, quando tutorada próximo ao prédio. O verde-escuro de suas folhas é bastante atraente e serve como pano de fundo, conferindo um contraste interessante para outras plantas. Pode ser plantada em vasos e jardineiras, decorando também ambiente internos bem iluminados.
Deve ser cultivada sob meia sombra ou sombra filtrada, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Tolera o sol pleno, mas prefere o frescor e umidade da meia-sombra. Em áreas de clima temperado, com frio intenso no inverno ou após alguma geada, este clerodendro perde suas folhas, rebrotando com vigor na primavera. Diminua as regas no inverno. Fertilize mensalmente com um adubo líquido próprio para o período vegetativo, seja crescimento ou floração.
Aplique anualmente adubos orgânicos, como terra vegetal e esterco curtido, no final do inverno para melhorar as condições do solo. No mesmo período, faça uma poda, eliminando ramos secos e doentes, e após a floração, eliminando as velhas inflorescências, para um melhor aspecto da planta. Podas de formação estimulam o adensamento da planta, principalmente quando deixada a crescer como arbusto. Não produz sementes viáveis. Multiplica-se por separação dos brotos que surgem espontaneamente entorno da planta mãe e por estacas, postas a enraizar em substrato mantido úmido, em local protegido, como um viveiro ou estufa.
Fonte: JardineiroNet

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25 Árvores que você pode plantar sem medo de destruir sua calçada e a rede elétrica
Árvores são especiais e fundamentais nas ruas e avenidas, pois, além de embelezar, elas possuem um importantíssimo papel no equilíbrio térmico, refrescando onde quer que estejam.
Além dessa importante característica, elas também colaboram com a redução da poluição sonora e do ar e ainda fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves. São inúmeros benefícios que não param por aqui pois ainda poderíamos citar a produção de oxigênio, proteção contra ventos, fixação de carbono, etc. Mas não podemos esquecer que a escolha correta da espécie para o plantio em calçadas é fundamental.
Primeiramente, se você deseja plantar uma árvore na sua calçada, deve procurar a prefeitura. Muitas delas tem um plano de arborização urbana, com espécies de árvores indicadas por profissionais capacitados. Normalmente, você pode solicitar o plantio à prefeitura, ou buscar as mudas você mesmo no viveiro municipal.

Mas é muito importante prestar atenção na escolha da árvore. O plantio da árvore errada pode provocar muita dor de cabeça no futuro, como por exemplo: tubulações de água e esgoto estourados; calçadas levantadas; problemas na rede elétrica; galhos que ameaçam cair a qualquer momento; frutos pesados que caem sobre carros; ramos espinhentos que atrapalham os pedestres; sujeira e mal cheiro advindo de frutos; folhas ou flores caídos; entre muitas outras situações desagradáveis e perigosas.
E o pior é que geralmente não podemos fazer muita coisa. Na maioria dos casos o corte ou poda é permitido apenas à prefeitura e companhia elétrica.
Cortar uma árvore sem autorização pode lhe render multas pesadas e, dependendo da espécie, ser considerado crime ambiental. Você terá que solicitar o serviço e aguardar que aprovem. Então escolha bem. Uma árvore é para além da vida toda.
Confira uma lista com 25 espécies que são indicadas para calçadas. As espécies que alcançam até 10 metros são boas para calçadas com fiação elétrica, enquanto as maiores podem ser plantadas em calçadas sem fiação.
01. Noivinha: Euphorbia leucocephala
Ela também é conhecida por outros nomes populares como: mês de maio; neve da montanha; cabeça branca; leiteiro-branco; cabeleira-de-velho; flor-de-criança e chuva-de-prata. Durante o mês de maio, suas folhas verdes, ficam brancas, tornando-a linda e encantadora. Em junho suas folhas já voltam a coloração verde. É uma árvore de porte pequeno, que não atinge 3 metros. Não agride a calçada e nem prejudica a fiação elétrica.

02. Ipê: Tabebuia sp
Os ipês são árvores de grande porte, com raízes profundas que não danificam as calçadas e exigem poucos cuidados. É muito usado como árvore decorativa devido à sua florescência colorida e anual. Gênero de árvores, em sua maioria nativas, decíduas, de tronco e ramagem elegantes. Sua madeira é resistente e o florescimento exuberante nas cores amarelo, branco, rosa e roxo. Os ipês atingem de 10 a 35 metros, dependendo da espécie. São adequados para calçadas sem fiação elétrica.
03. Jacarandá Mimoso: Jacarandá mimosaefolia
Um verdadeiro clássico. Árvore decídua, de floração exuberante. Ideal para arborização de ruas, praças e avenidas. Sua altura é de 8 a 15 metros. Suas raízes são profundas, não danificam calçadas e nem redes subterrâneas. Por atingir 15 metros, melhor ser plantada contra a rede elétrica.
04. Extremosa ou Resedá: Lagerstroemia indica
É uma linda arvoreta muito utilizada na arborização urbana. Tem florescimento esplendoroso, é decídua e tolerante a podas drásticas. Atinge até 8 metros de altura.
05. Manacá da Serra: Tibouchina mutabilis
O Manacá é uma belíssima árvore que nos proporciona admirar suas flores em três cores diferentes simultaneamente: brancas, rosas e roxas, de acordo com a idade da flor. Atinge até 6 metros de altura.

06. Alfeneiro: Ligustrum lucidum
Uma das espécies mais cultivadas na arborização urbana do sul do Brasil. Oferece boa sombra, mas a floração de muitos exemplares ao mesmo tempo pode intensificar os casos de alergia à pólen. Atinge aproximadamente 3 metros de altura.

07. Magnolia: Magnólia spp
A linda Magnólia, além de bela e perfumada faz lembrar os ipês rosas. Elas são muito interessantes para arborização urbana devido à seu porte pequeno. Decíduas e próprias para o clima subtropical e temperado. Alcançam de 5 a 10 metros de altura.

08. Pata-de-vaca: Bauhinia foficata
Árvore brasileira, nativa da Mata Atlântica, de porte médio com uma das mais belas flores e folhagens. Possuem raízes profundas que não estouram as calçadas. Uma ótima opção para ser usada como decoração e em regeneração de matas degradadas.

09. Quaresmeira: Tibouchina granulosa
É uma árvore de pequeno porte e raízes profundas. Elegante e bela, apresenta uma linda floração roxa que ocorre duas vezes por ano. Possui um fruto bem pequeno e é uma das principais árvores utilizadas na arborização urbana no Brasil.

10. Dama-da-noite: Murraya paniculata
Também conhecida como Murta-de-cheiro; Jasmim-laranja; Murta; Murta-da-Índia e Murta-dos-Jardins, a Dama-da-noite é um arbusto grande (ou arvoreta) que pode alcançar até 7 metros de altura. É muito utilizada para a formação de cercas-vivas. A Dama-da-noite apresenta ramagem lenhosa e bastante ramificada. Suas folhas são pinadas, com 3 a 7 folíolos pequenos, elípticos, glabros e perenes. Durante todo o ano produz inflorescências terminais, com flores de coloração branca.

11. Ipê-Mirim: Stenolobium stans
Conhecido popularmente como Ipê-de-jardim, é uma arvoreta muito ramificada. As folhas compostas são serreadas, as flores amarelas em forma de campânula e formam inflorescências vistosas. É muito usada em arborização urbana, podendo chegar a 7 metros de altura. Sua floração acontece entre os meses de janeiro e maio.

12. Candelabro: Erythrina speciosa
É uma das mais belas árvores brasileiras. Apresenta inflorescência em forma de candelabro, daí seu nome popular. É composta de flores de coloração vermelho-vivo, muito atrativa para os beija-flores. Tem excelente efeito paisagístico, pois além da beleza singular, produz boa sombra no verão e permite a passagem de luz no inverno. A altura varia de quatro a seis metros e sua floração acontece entre junho e setembro (final do inverno/começo da primavera).

13. Flamboyant-mirim: Caesalpinia pulcherrima
É uma árvore (alguns consideram arbusto lenhoso) de pequeno porte da família das leguminosas. De rápido crescimento, suas folhas são recompostas com folíolos pequenos e permanentes. Sua copa tem um formato arredondado e pode atingir de 3 a 4 metros de altura. Suas flores são vermelhas, alaranjadas, amarelas, rosas ou brancas dependendo do cultivar, dispostas em cachos paniculares. Sua época de floração é entre setembro e maio.

14. Cambuci: Campomanesia phaea
O Cambuci é uma árvore frutífera nativa da Mata Atlântica e recebeu esse nome devido à forma de seus frutos, parecidos com os potes de cerâmica indígenas que recebiam o mesmo nome. Sua altura varia entre três e cinco metros. A árvore possui flores grandes e brancas mas, sem dúvidas, seu principal destaque são os frutos, que costumam aparecer entre os meses de fevereiro e março.

15. Pintagueira: Eugenia uniflora
Nativa da Mata Atlântica, é uma árvore medianamente rústica, de porte pequeno a médio, com 2 a 4 metros de altura, mas alcançando, em ótimas condições de clima e solo, quando adulta, alturas acima de 6 metros. A copa globosa é dotada de folhagem perene. Seu fruto tem a forma de bolinhas globosas e carnosas, de cor vermelha (a mais comum), laranja, amarela ou preta. Na mesma árvore, o fruto poderá ter desde as cores verde, amarelo e alaranjado até a cor vermelho-intenso, de acordo com o grau de maturação.

16. Jabuticabeira: Eugenia cauliflora
Frutífera brasileira da família das mirtáceas, a Jabuticabeira exige sol de moderado a pleno. A árvore, atinge até 10 metros de altura e tem tronco claro, manchado, liso, com até quarenta centímetros de diâmetro. As folhas, simples, têm até sete centímetros de comprimento. Floresce na primavera e no verão, produzindo grande quantidade de frutos. As flores (e os frutos) crescem em aglomerados no tronco e ramos. Seus frutos pequenos, de casca negra e polpa branca aderida à única semente, são consumidos principalmente in natura, ou na forma de geleia, suco, licor, aguardente, vinho e vinagre.

17. Oiti: Licania tomentosa
É muito usada na arborização de várias cidades brasileiras, como Rio de Janeiro e Campo Grande. O seu fruto é uma drupa elipsoide ou fusiforme, de casca amarela mesclada de verde quando madura, com cerca de doze a dezesseis centímetros de comprimento e polpa pastosa, pegajosa, amarelada, de odor forte, com caroço volumoso e oblongo. Pode atingir entre 8 e 15 metros de altura.

18. Escova-de-garrafa: Callistemon ssp
As escovas-de-garrafa apresentam porte arbustivo ou de arvoreta, alcançando de 3 a 7 metros de altura. Suas folhas são em geral pequenas, lanceoladas a lineares, verdes, sésseis, perenes e aromáticas, que vão se tornando bronzeadas com o tempo. Mas é nas inflorescências que reside o encanto desta árvore. Elas tem um formato cilíndrico com numerosos estames, semelhantes às escovas utilizadas para lavar garrafas. São muito resistentes à seca.

19. Cinamomo: Melia azedarach
É uma árvore bastante utilizada na arborização urbana. Indicada para clima subtropical. De floração ornamental e frutos atrativos para avifauna, ela alcança até 20 metros de altura.

20. Amoreira-preta: Morus nigra
Morus nigra é uma das espécies de amoreira. Suas flores são dispostas em amentilhos densos. Seus frutos saborosos apresentam cor preta e são adstringentes. Muito atrativa para pássaros, atinge até 10 metros de altura.


21. Jasmim-manga: Plumeria rubra     

A Jasmim-manga é uma árvore que pode atingir um porte entre quatro e oito metros. É muito usada como planta ornamental e seus caules são grossos e lisos, de cor cinzenta ou bronzeada, de forma escultural. Seus galhos têm um aspecto suculento e secretam um látex quando feridos. As folhas têm cerca de 30 cm, são verde-escuras e nascem nas extremidades dos ramos e no inverno e na primavera elas caem. Suas flores formam grandes inflorescências terminais e têm coloração rosas ou vermelhas, havendo variantes brancas e amareladas. Floresce durante o verão e o outono. Suas flores exalam um odor suave, semelhante ao das flores de jasmim, o que lhe atribui seu nome popular. Ideal para calçadas, praças e parques.

22. Cerejeira-do-japão: Prunus serrulata
É uma árvore decídua, de grande valor ornamental, devido seu florescimento espetacular. É própria para clima subtropical e temperado. Alcança até 6 metros de altura e deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, neutro, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Necessita de estações bem marcadas para florescer de forma satisfatória. Por este motivo não é indicada para regiões equatoriais e tropicais, salvo em regiões de altitude elevada. Seu crescimento é moderado e a floração é precoce. Não tolera encharcamento e podas drásticas. Resiste ao frio, geadas e curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por enxertia, estaquia e mais facilmente por sementes.

23. Aroeira: Schinus terebinthifolius
De porte pequeno a médio, é uma planta plantas dióica, de folhas compostas, aromáticas e atinge de 8 a 10 metros de altura. Suas flores são pequenas em panículas e seu fruto tipo drupa, vermelho-brilhante, aromático e adocicado. Reproduz-se por sementes ou estacas.

24. Pau-fava: Senna macranthera
Espécie muito usada no paisagismo urbano, é uma árvore de pequeno a médio porte qual atinge entre 6 a 8 metros de altura. Suas folhas compostas de 4 folíolos possuem aproximadamente 20 cm. A floração é amarela e muito vistosa, em cachos. O fruto vagem é quase cilíndrica, de 30 cm e com muitas sementes duras de 0,5 cm. O fruto contém um líquido que tem um odor desagradável, de forma que na queda dos frutos fica um mau cheiro. A germinação é fácil e o desenvolvimento rápido. Floresce entre janeiro a maio e a coleta de sementes acontece em julho.

25. Cássia-do-nordeste: Senna spectabilis
É uma árvore da família das fabáceas, conhecida por diversos nomes populares como: Cássia; Cássia-do-nordeste; Cássia-macranta; Habú; Fedegoso do Rio e Macrantera. De crescimento rápido, atinge um porte de até 4 metros de altura, para 4 metros de diâmetro da copa arredondada. As folhas são pequenas e caducas. A floração decorre entre março a abril e origina flores de cor amarela. A frutificação é do tipo vagem e decorre de abril a maio. É uma planta com origem no Brasil.


E a lista não para por aí. Também podem ser usada uma grande variedade de coníferas, que apesar de seu formato geralmente cônico a colunar, desde à base, são escolhas muito interessantes para calçadas largas. As palmeiras, em sua maioria (com exceção das entouceiradas, espinhentas e as de porte gigante), são muito indicadas para ornamentar ruas, avenidas e calçadas.
A diversidade de árvores é enorme e você pode gostar justamente de uma que viu em algum lugar. Na calçada de um amigo, de uma praça, de um consultório…
No entanto é muito importante se atentar para as características que uma árvore para arborização de calçadas deve ter. São elas:

• Não ser tóxica
• Não possuir raízes superficiais ou agressivas

• Não possuir espinhos

• Não ser invasora

• Não possuir espinhos

• Não ter frutos ou flores grandes

• Não possuir madeira frágil, suscetível à quebra ou ataque de cupins (evite árvores de crescimento muito rápido)

Sentiu-se inspirado (a) para trazer mais vida e cor não só para sua calçada, mas também para sua vida?
Então mãos à terra!

Fonte: Plantei

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Por que ela não gosta de vizinhos?
A resposta para essa questão é mais simples do que parece. As hortelãs/mentas não são boas companheiras pois possuem raízes invasoras. Ou seja, se plantadas próximas a outra plantas ou espécies resultarão na morte das companheiras, pois suas raízes crescem e espalham-se muito rapidamente, roubando os nutrientes das plantas vizinhas.
Apesar desse “probleminha” (se é que podemos chamar assim), a presença da hortelã é mais do que bem-vinda em nossas hortas e jardins. Elas liberam substâncias voláteis (óleos essenciais) no ambiente, capazes de afastar (repelir) insetos.
Estes óleos são capazes de deixar moscas, formigas e mosquitos longe da horta.
Sendo assim, o ideal é cultivar as mentas e hortelãs sempre em vasos ou canteiros isolados.
Uma dica muito bacana, é que além de planta-las na horta ou em vasos, você pode fazer saquinhos de tecido e colocar folhas de hortelã ligeiramente cortadas nas áreas infestadas por insetos. Caso não possua a erva fresca, utilize ela seca.

E pra quem deseja um repelente corporal natural, segue uma receita simples e muito fácil.
      Misture 5 partes de álcool de cereal para 1 parte de óleo essencial (não essência) de hortelã. Agite bem e já está pronto para passar no corpo. A durabilidade é bem menor, aproximadamente 15 dias, mas o resultado é satisfatório.
      Passado esses dias, jogue fora a mistura.

Fonte: Plantei

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Dicas rápidas para você aplica no seu jardim
O Feng Shui surgiu há mais de cinco mil anos na China, fruto de experiências e observações da natureza aliada a várias filosofias. Seus estudiosos acreditavam na proposta de que cada ambiente deveria ser harmonizado de maneira que a energia fluísse livremente. E como cada local possui uma energia específica, seus conceitos ajudam a neutralizar possíveis energias negativas, trazendo boas vibrações ao dia a dia de seus habitantes.
E com a energia fluindo, muitos aspectos de suas vidas também fluirão. Afinal, cuidar do ambiente em que vivemos é cuidar também de nós mesmos. Neste artigo, vamos te contar 7 dicas rápidas para você aplicar o Feng Shui no jardim:

Use a Rosa-dos-ventos
A área Norte
A Área Sul
A Área Leste
A Área Oeste
O Centro
A Água



Uma fonte com água, traz a energia da água em movimento. 
Sendo o Feng Shui baseado nas forças da natureza, nada melhor do que começar pelo jardim. E não importa seu tamanho, mas o equilíbrio vital que traga a sensação de bem estar assim que adentramos nele. Uma boa dica para quem deseja começar um mas não sabe como, é utilizar a rosa dos ventos. Bastante utilizada nos sistemas de navegação, a imagem representa os quatro pontos cardeais (norte, sul, leste e oeste) e os colaterais (nordeste, sudeste, noroeste e sudoeste). Cada uma dessas áreas reflete um ponto de energia.


A rosa-dos-ventos pode muito bem substituir o ba-guá utilizado no Feng Shui.
Na área norte (que reflete o sucesso), invista em plantas e flores de tons escuros como a alfazema, também em poejo e erva-doce (que motiva a vencer desafios).


Flores vermelhas emanam energias o foco! 
No Sul (área da carreira e trabalho) opte por cores em tons vermelhos, amarelos e laranjas. Como sabemos, as cores tem uma importância vital na harmonização, e essas cores específicas trazem a sensação de bem-estar e aumentam o foco, além de aumentar a energia do ambiente.
No Leste (área de saúde e família), aproveite para plantar uma árvore, macieiras e cerejeiras são bem vindas, assim como pequenos vasos com plantas diversas como a pariparoba, dentes-de-leão, capim-cidreira e outras.
A região Oeste (bem estar e criatividade) pode ser utilizada como área de lazer ou meditação, e pode ser ponteada com vasos de camomila, jasmim e alecrim. É interessante também inserir elementos como uma cascata ou lago artificial, que trarão boas energias para o jardim.
O importante é que o centro do jardim deva estar livre, para que a energia possa circular. Nesse local não coloque bancos, árvores ou plantas. As pedras são elementos que tem uma energia baixa, e combinam bem com as plantas e a terra. No entanto, evite coloca-las de maneira aleatória, dando prioridade em fazer pequenos caminhos. Desta maneira elas se conectarão mais positivamente com o local.


Evite bancos no centro do jardim, mas utilize-os para estimular a contemplação e a meditação.
A água é centro de vida e um elemento positivo, fazendo a energia fluir quando em movimento. Desta maneira, evite deixa-la estancada ou suja. Experimente colocar uma fonte, mas observe sempre se ela está limpa e livre de dejetos, folhas secas ou qualquer material que possa cair sobre ela e estanque sua movimentação. E caso deseje fazer do local um ponto de encontro, prefira utilizar móveis de maneira, que serão incorporados harmoniosamente ao ambiente.
Lembre-se sempre: as plantas podem ser de diversos tipos, tamanho e cores, mas devem estar sempre saudáveis e floridas, trazendo vida ao local. Para ampliar essa sensação, plante-as ou as disponha em formas de ondas, e evite linhas retas ou quadradas. Afinal, queremos que a energia circule livremente pelos espaços.
Fonte: JardineiroNet

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Veja como fazer um jardim vertical com sapateira
Com menos de R$ 100! Confira o passo a passo e veja como ter suculentas em casa.
Confira o passo a passo e veja como ter suculentas em casa.
É muito fácil e o resultado fica encantador! Que tal decorar a sua casa com plantinhas e deixar o ar da natureza tomar conta da sua casa? Vem! O custo médio para a produção é de R$ 52,00.
Materiais


Com aproximadamente R$ 52,00 é possível montar um jardim vertical em casa.
1 sapateira;

Aproximadamente 4kg de terra adubada;

Suculentas e outras plantas;

Pedriscos;

Instrumentos de jardinagem.
Passo a Passo:


Utilizar agulha e linha para, costurando, reduzir o espaço da sapateira que vai simular um vaso. Com isso, reduz-se a quantidade de terra utilizada e, consequentemente, o peso do jardim.


Se possível, faça a montagem no local onde pretende deixar o seu jardim. Prenda na parede.


Colocar uma pequena quantidade de terra nos espaços da sapateira, cavando no centro para acomodar as plantas .




Acondicionar as mudas de plantas nos espaços cavados e completar com terra. Delicadamente, pressione a terra ao redor da muda, garantindo que fique bem firme. Por ser tecido, essa etapa pede um pouco mais de calma.


Coloque pedriscos para preencher os espaços ao redor de cada plantinha.


Para finalizar, com a ajuda de um pincel, limpe a terra que, eventualmente, tenha caído sobre elas.
Fonte: RevistaZapImoveis

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Qual é a melhor época para podar?
Quais são os detalhes que nos revelam que é hora da poda?

Qual a época mais adequada para podar?
Nas regiões do país sujeitas ao frio no inverno, a recomendação é de evitar podas antes do inverno.

O corte da ponta dos ramos retira das gemas da ponta a dominância apical e incentivará o desenvolvimento das que estão mais próximas, com o frio poderá ocasionar a morte destas gemas incipientes, com a diminuição de ramos, folhas e flores.
Nos galhos a primeira gema é a dominante
Na ponta dos ramos, a primeira gema é a dominante e tem mais oportunidade de desenvolver-se antes das demais.

Ao ser retirada, a outra mais próxima  a esta assume esta propriedade.
A idéia de que se deve podar todas as plantas ou então nenhuma não é uma prática adequada, as podas podem ser feitas com diversos fins, estéticos ou não.
Conforme o tipo de poda há épocas adequadas para benefício da muda.
Arbustos de flor só podar após a floração
Quando o arbusto é cultivado pelas suas flores, a época de podar deverá ser depois da floração.
A muda estará em crescimento somente vegetativo e poderemos cortar os ramos que passam do formato desejado ou os internos para abrir mais a copa e permitir mais luminosidade no interior da mesma.
Até a próxima floração as gemas de flores terão se desenvolvido sem prejuízo do florescimento.

Evita a diminuição de gemas florais com a consequente diminuição de flores na planta.
Podas de sanidade (que visam a saúde da planta) não tem época
Nunca é demais dizer, as podas de sanidade não tem época definida, são feitas para benefício da planta, mas ainda é mais recomendável a sua realização do meio ao final do inverno.
Para os arbustos não topiados nem cercas-vivas, a poda costuma ser uma vez por ano.
Conforme o hábito, a época de floração e seu tipo de crescimento também poderemos determinar a época de sua poda.

Neste caso, estamos determinando a poda de floração, pois as de controle de crescimento e adequação também não há uma época determinada como já foi lido.
Como obter arbustos mais compactos através da poda?
A poda permite incentivar o crescimento das gemas no arbusto que estão mais próximas do corte.

Com isto poderemos obter ramos com maior número de pequenos ramos, produzindo todos eles muitas folhas.
É desta forma que então poderemos conduzir a planta com o preenchimento de falhas na copa.
A escolha das gemas deve ser cuidadosa, observando os ramos próximos da falha e o espaço a ser preenchido.

É uma tarefa de jardinagem mais complexa para o jardineiro, que levará algum tempo para conseguir completar o serviço, necessitando esperar para analisar o gradual preenchimento da falha, conduzindo com podas bem leves para incentivar as brotações com a direção desejada.

Podemos dizer então que este tipo de poda é uma arte.
Casos que pedem Podas frequentes

Nas plantas usadas como topiarias como o buxo (Buxus semprervirens) e o ligustro variegado(Ligustrum sinense), a poda deverá ser frequente.
Quase sempre adquirido em floriculturas e hortos já na forma arredondada, para manter a planta no mesmo formato a atenção deverá ser constante, pois sua forma natural é irregular.
Também os arbustos usados para cercas-vivas como a nandina (Nandina domestica), a fotínia (Photinia), agrinalda-de-noiva (Spiraea cantonensis), o hibisco-da-síria (Hibiscus syriacus) e o pitosporo (Pittosporum), entre outros, é necessária manutenção mensal.
Com podadeira elétrica ou manual como o tesourão de jardim, cortar de forma a não desbastar demais as folhas.

Estas crescerão menores do que na planta deixada em sua forma natural.

A poda constante acaba por esgotar a muda que terá vida mais curta que as demais.
Fonte: FazFacil

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10 Melhores cultivos para fazer temperos naturais
Não é segredo pra ninguém que o sódio excessivo é um grande risco para a saúde. Aumento na pressão arterial, inchaço e retenção de líquido são apenas alguns dos malefícios causados por ele.  

Substituir o sal é uma ideia interessante e que deve ser levada em consideração. Algo que fará toda a diferença não só em suas receitas, mas em sua vida.    

Você pode fazer isso utilizando temperos saborosos e naturais. Obviamente, não é preciso abandonar completamente o uso do sal (até porque ele possui um papel importante em nossa saúde). A questão é evitar os exageros.   
Confira 12 temperos naturais que são ótimos aliados.
Alho     

Esmagado, picadinho, espremido ou até mesmo inteirinho no forno ou dentro de algum caldo, o alho é sem dúvidas um dos temperos mais saborosos e aromáticos da cozinha. Rico em vitamina C e selênio, o alho ajuda a prevenir muitos tipos de câncer e mantem a saúde da floral intestinal. Ele também combate os radicais livres e tem efeito anti-inflamatório. Sem contar que é uma delícia, né!     


Cebola     
A cebola é perfeita para refogar diversos tipos de alimentos e junto com o alho, forma a dupla ideal para trazer ainda mais sabor às refeições sem uso excessivo de sal.  Usada crua em saladas, vinagretes e outros preparos, fica deliciosa caramelizada. A prevenção de doenças cardiovasculares e a inibição de fungos e bactérias no nosso corpo são apenas alguns dos benefícios trazidos pela cebola.

Gengibre     
O gengibre é muito utilizado em sucos detox e chás. De gosto característico, ele previne náuseas, dores de cabeça, enjoo, azia, resfriados e cólicas. Possui um sabor levemente picante, e pode ser usado fresco, em infusão com sopas e caldos, picado, em massas, pratos de sabor forte ou até mesmo em pó, para dar um gostinho todo especial e exótico a peixes, legumes e carnes. 

Tomilho     
O tomilho também é um tempero natural com propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias. Suas folhinhas possuem aroma marcante. Ele é ideal para o tempero de legumes e carnes. Se usado fresco, pode ser amarrado em um buquê que fica em infusão na panela ou forno. Mas, se for utilizado seco, o ideal mesmo é espalhar folhinhas pela comida para fugir do excesso de sal.
Folhas de louro     
As folhas de louro ajudam a deixar os pratos mais saborosos sem precisar do uso excessivo de sal e são super aromáticas. Possuem propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias, ajudam a prevenir doenças cardiovasculares e têm uma grande variedade de antioxidantes e contribuem para a digestão. As folhas de louro podem ser utilizadas frescas, secas ou até mesmo em pó. Geralmente são colocadas em molho de tomate, feijão, arroz e nos conhecidos cozidos de carne. Delícia, viu!

Cúrcuma (açafrão-da-terra)     
O conhecido açafrão se parece um tanto com o gengibre, mas sua coloração amarelada é bem mais intensa.  O sabor também levemente picante combina mais com pratos salgados do que com chás. Diferente do gengibre. Pode ser usado em legumes, carnes e com as combinações mais comuns: arroz e frango. Seus benefícios principais são o combate à depressão, à acne até mesmo às doenças neurodegenerativas. Como exemplo, o Alzheimer. Além de tudo isso, a cúrcuma também auxilia na inibição da produção de gordura no organismo. Demais, né!

Páprica     
Já ouviu falar nela? A páprica é cheia de vitaminas e possui ação anti-inflamatória. Ajuda a aliviar a dor, inchaço e é uma ótima fonte de antioxidantes. A páprica é feita a partir do pimentão seco e, às vezes, defumado. Isso lhe dá um sabor ainda mais intenso, ideal para substituir o sal. Existe na versão picante e doce.  A versão picante ajuda a reduzir a pressão arterial e é utilizada principalmente em carnes. A doce, combina perfeitamente com legumes, no feijão e no molho de tomate.

Mostarda     
Ela é termogênica (contribui para acelerar o metabolismo e assim, a perda de peso), cheia de oxidantes, fibra alimentar e ainda alivia problemas respiratórios.  A mostarda pode ser utilizada em patês, carnes, saladas, nos famosos e conhecidíssimos sanduíches e muito mais. Como por exemplo, em pó, pasta, sementes ou folhas. Cada uma delas com diferentes benefícios para o nosso organismo.

Sálvia     
As folhas de sálvia são utilizadas como remédio caseiro para auxiliar no combate de vários males, como por exemplo, a ansiedade, a sinusite, o reumatismo e até mesmo cálculo renal, devido ao seu potente poder antioxidante, antibiótico e antibacteriano. Já na cozinha, a sálvia é utilizada seca, fresca ou em pó, para realçar o sabor de pratos salgados como peixes, carnes, massas e molhos. Também é muito usada para preparar deliciosos chás e estimulantes.


Cominho     
O cominho é rico em ferro, vitamina B1 e vitamina B2. Ele é ótimo para a pele, para a memória e além disso, auxilia na desintoxicação do fígado. Pode até mesmo prevenir alguns tipos de câncer. As sementinhas usadas podem ser colocadas inteiras nos pães, por exemplo, mas também podem ser moídas em praticamente qualquer prato salgado. Elas proporcionam um aroma todo especial, de dar água na boca.



Curtiu conhecer todos esses temperos naturais? 

Fonte: Plantei

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08 Dicas valiosas para montar sua horta em casa!
Muito se tem dito sobre uso de agrotóxicos nas hortaliças e seus efeitos prejudiciais na saúde. Porém, o que poderia ser feito para reduzir as contaminações e ter hortaliças bonitas e saudáveis à mesa? A resposta a esta pergunta é mais fácil do que se imagina: uma Horta Caseira. Com pequenos trabalhos no quintal é possível se criar uma produção a longo prazo e beneficiar toda a família.

1. Escolha da área
É importante que a área que for escolhida para a futura hortinha receba luz direta do sol, seja plana, próxima a um ponto de água, próxima à casa e de fácil acesso. 

2. Formação do canteiro
O canteiro de plantio pode ser de 2 formas: Plantio direto no chão ou plantio em canteiros altos. No plantio direto no chão, a terra deve ser revolvida e deve-se misturar nela os nutrientes e o composto orgânico. No canteiro alto, a instalação é acima do solo, bastando-se a estruturação da parede do canteiro e a adição de um produto pronto para a horta. 

 3. Solo de plantio
O solo é o elemento fundamental na formação da horta, é nele que as hortaliças irão desenvolver o sistema radicular. Se a horta for feita direto no solo é importante que o mesmo seja revolvido, peneirado (caso haja pedras) e misturado com esterco bovino, nutrientes (Calcário e Fosfato) e Condicionador de Solo “Classe A”. Se o plantio for feito em canteiro alto, deve-se adicionar apenas um Condicionador de Solo “Classe A”. Também pode misturar ao solo, cascas (frutas, verduras, folhas, ovo), pó de café e húmus de minhoca.
 
4. Escolhas das plantas
A escolha das plantas deve ser feita de acordo com o tamanho do canteiro, tempo de crescimento e tamanho das plantas. O Cheiro Verde (salsa, cebolinha, coentro, hortelã, manjericão, alecrim, etc.) sao muito indicados para se ter na hortinha. Para as folhosas, as mais comuns são alface, rúcula, mostarda, espinafre e couve. Como sugestao de raízes, o rabanete e a cenoura e, em algumas regiões, pode-se plantar couve-flor e brócolis. Frutos: tomate, pimentão, morango. Em espaços maiores, pode-se fazer o plantio de abóboras, mandioca, quiabo, entre outras. 
 
5. Plantio
Se as mudas adquiridas estiverem em sacos pretos (retira-las do saco) ou mudas de bandejas, deve-se fazer a cova, plantar e apertar em volta para que fiquem firmes. Se o plantio for a partir de sementes, deve-se fazer as covas com 2 cm de profundidade, colocar as sementes, cobrir com uma fina camada de condicionador. Após o plantio, deve-se irrigar bem e completar com condicionador caso alguma raiz fique exposta.  
 
6. Irrigação e luminosidade
As hortaliças, assim como a maioria das plantas de solo, precisam de água e luz para terem um crescimento saudável e apresentarem boa produtividade. De maneira geral, uma planta apresenta mais de 90% do seu peso em água, devido a isso, a necessidade de irrigação para essa cultura é muito grande. Irrigação e Luminosidade limitadas favorecem o ataque de pragas e doenças. Para terem folhas verdes, produzirem raízes, flores e frutos, é essencial que a planta absorva água e luz solar.

7. Adubação
As hortaliças crescem muito bem em compostos orgânicos, não havendo a necessidade de utilizar adubos mais concentrados como os NPK, no entanto, é interessante utilizar Adubação Foliar para suprir as necessidades das plantas e acelerar o seu crescimento. Muitos produtos comerciais podem ser utilizados para a adubação foliar de hortaliças, devendo-se sempre respeitar as indicações de dosagens recomendadas pelo fabricante, o adubo orgânico é uma ótima opção. 
 
8. Escalonamento da colheita
Cada hortaliça possui seu ciclo de crescimento, se for adquirido pacotes de sementes, atrás de cada pacotinho tem as especificações da cultura, indicando a época de plantio, a profundidade do plantio, espaçamento e o tempo de colheita. É importante, que as mudas ou sementes de uma mesma cultura, como o alface, por exemplo, seja plantados durante dias diferentes para que o ponto de colheita não ocorra no mesmo dia. Assim, sempre haverá pés de alface a serem colhidos na horta. 

Fonte:TerralAgr

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A jardinagem como terapia ocupacional
Você já pensou nas possibilidades que o jardim pode trazer para a terapia ocupacional? Em como ele pode auxiliar as pessoas a se desenvolverem e se tornarem autônomas e independentes, de forma plena e feliz? Pois, por meio da jardinagem, e pelas características intrínsecas à atividade, podemos obter benefícios importantes para nossa saúde e bem estar, seja físico ou mental. O contato com a natureza, o ar livre, o mexer com a terra, o sol na pele, o canto dos pássaros, assim como o simples vislumbrar das flores e borboletas, já nos alimenta de beleza e alegria.
Em doses regulares, é um tratamento valioso para tantos que precisam e uma manutenção igualmente importante para aqueles que já se encontram saudáveis. Afinal, quem nunca ouviu falar que o jardim relaxa e desestressa. Não é à toa que é o hobby de muita gente.


A jardinagem é uma opção valiosa na terapia ocupacional.
Quando passamos por problemas emocionais ou depressão, o mundo ao redor torna-se um campo minado, e a tendência é o isolamento. Essa postura leva-nos a um afastamento de atividades e pessoas, aumentando ainda mais o abismo entre a realidade e os nossos problemas. Essa dificuldade em dialogar com o universo ao nosso redor, traz um sentimento de que atividades corriqueiras podem ser deixadas de lado, que não tem importância diante de nossa dor. Quando esse sentimento de vazio chega, a primeira atitude que deve ser feita é a busca por profissionais. São eles que irão indicar os caminhos possíveis, entre o uso controlado de medicamentos, terapia ou atividades que tragam o paciente de volta à realidade e ao convívio social. É preciso muita força para seguir adiante.
O uso de medicamentos pode ser essencial para aqueles que sofrem de transtornos mais graves, e auxiliam no primeiro momento. Mas o acompanhamento terapêutico é fundamental para a grande maioria. Outra metodologia utilizada é a terapia ocupacional, difundida sobretudo após os trabalhos de Nise da Silveira. A psiquiatra brasileira observou durante muito tempo pacientes com distúrbios graves. Eles eram colocados em instituições e esquecidos pela família e médicos. Os métodos utilizados não contemplavam a melhora, e eram paliativos. Foi somente através da terapia ocupacional que ela compreendeu que o caminho para a cura está ligado diretamente às atividades que possam trazer prazer aos pacientes. O uso da arte, da música e dos movimentos auxiliam de maneira eficaz. A vida e obra de Nise foi tema do filme Nise, dirigido por Roberto Berliner e trazendo a premiada atriz Gloria Pires no papel título.

Produzir arte dá sentido a uma vida que se julga sem valor. Há também uma outra técnica que vem se mostrando eficaz: a jardinagem. Primeiramente, entrar em contato com a natureza, por si só, já traz grandes benefícios, pois sentir o sol, assim como tocar na terra e em seus frutos traz um grande bem estar. Afinal, produzir aromas e cores é um grande incentivo para iniciar os trabalhos.
Além disso, o fator saúde é amplamente beneficiado. Sabemos que o sedentarismo é um dos males de nosso século. Milhares de jovens e idosos passam seus dias sentados, entregues por vezes a atividades que pouco contribuem para uma vida saudável. Aliado à péssima alimentação, isso se torna um combustível para doenças das mais diversas, desde atrofiamento de músculos, aumento de dores e problemas vasculares. Dedicar-se à jardinagem requer uma movimentação que, mesmo leve, minimiza os efeitos desses males. Isso por si só já é um bom motivo, já que evita-se o uso de possíveis medicamentos para dores ou problemas de saúde.

Mas você pode estar pensando: não tenho um local que possa servir para iniciar um jardim, nem mesmo moro em uma casa, e sim num apartamento! Pois saiba que isso não se configura em um problema, já que qualquer cantinho pode abrigar um pequeno jardim, até mesmo uma varanda. Há ainda aqueles que investem em jardins suspensos, colocados na própria sala de estar, e que dialogam com a decoração da casa, trazendo cores e aromas ao ambiente.
Inicialmente procure as melhores opções, dependendo do espaço possível. Experimente plantar flores das mais diversas, pequenas plantas, ervas ou até mesmo investir em uma hortaliça. Com isso a auto estima só tende a aumentar, já que tira-se o foco de si mesmo e começa-se a cuidar de algo. Dessa maneira, a resignação definitivamente passa a ser riscada do seu dicionário. O cuidado com algo que precise de nós nos fortalece, já que percebemos o quanto o mundo é amplo de possibilidades e que há algo que necessita também da nossa ajuda. Assim, a depressão e a fadiga são deixadas de lado. Afinal, quem não abre um belo sorriso ao perceber que um trabalho, um belo trabalho seu, deu resultados positivos?
Fonte: JardineiroNet
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