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Nutrição Orgânica Saudável para Plantas
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Aprenda em 04 passos a ter sucesso no cultivo de Celósias

Tenha sucesso no cultivo
As celósias
As celósias são plantas que podem atingir de 15 cm a mais de 1 m de altura, dependendo da espécie e cultivar. Algumas cultivares têm folhas avermelhadas. Suas inflorescências possuem a forma de plumas, de espigas ou lembram um arranjo de cristas de galo bastante onduladas (resultando daí um de seus nomes populares, crista-de-galo), com cores vívidas, podendo ser vermelhas, laranjas, amarelas, brancas, ou de vários tons entre o rosa e o violeta. Quando cortadas e secadas de forma adequada, as inflorescências podem manter sua bonita coloração de algumas semanas a alguns meses. São plantas relativamente resistentes e são fáceis de cultivar em jardins. As cultivares de menor tamanho são as mais fáceis de cultivar em vasos ou jardineiras.


PASSO 1.: Plantio
1.1. Escolha do vaso
A celósia pode ser planta em vasos ou jardineiras desde que estes possuam altura superior a 15 cm, pois se forem inferior, o desenvolvimento das plantas será prejudicado pela limitação radicular.

1.2. Sementes
A propagação é feita por sementes. O melhor é semear as sementes no local definitivo, pois as mudas são sensíveis ao transplante, mas também podem ser semeadas em pequenos vasos e outros recipientes, transplantando as mudas com bastante cuidado quando atingem de 5 a 8 cm de altura. Semeie a cerca de 0,5 cm de profundidade no solo. A germinação das sementes geralmente ocorre entre 1 e 3 semanas. O espaçamento pode variar de 15 a 50 cm entre as plantas, dependendo do tamanho da cultivar.


1.3. Plantas adultas
As plantas adultas são comercializadas com flores e devem ser replantadas o quanto antes. As plantas comerciais estão plantadas em substratos (produtos inertes, leves, isentos de nutrientes e com baixa retenção de água), que para sobreviverem com saúde precisam de nutrientes e água em suas raízes.


PASSO 2.: Crescimento
2.1. Ambiente
São plantas de clima tropical, crescendo bem em temperaturas entre 20°C e 35°C. Em regiões com invernos frios, podem ser cultivadas nos meses mais quentes do ano. Pode ser cultivada com luz solar direta ou em sombra parcial com boa luminosidade. O ideal é manter o solo úmido sempre úmido, mas sem que permaneça encharcado. Contudo, são relativamente resistentes a curtos períodos de seca. O solo deve ser bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica. Estas plantas são bastante tolerantes quanto ao solo, mas o pH ideal para cultivo situa-se entre 6 e 7.


2.2. Solo
O solo ideal de cultivo deve possuir alguns fatores que auxiliem no crescimento do sistema radicular e foliar da planta para permitir uma boa produção de flores. É importante que haja matéria orgânica no solo de crescimento, pois possui boa capacidade de retenção de água. Esta matéria orgânica pode vir em um produto como Condicionador de Solo “Classe A”, húmus de minhoca, esterco animal (importante estar curtido, esterilizado e peneirado) ou adubo orgânico. Além disso, é importante ter uma boa fonte de cálcio (calcário ou casca de ovo moída), fósforo (superfosfato simples ou fosfato natural), potássio (cinzas de churrasqueira peneiradas). Fontes de tortas vegetais (algodão, mamona, girassol, etc.) também são bem vindas desde que se tenha atenção à quantidade, pois costumam serem muito fortes e queimar as plantas. As fontes de fósforo garantem um bom crescimento e enraizamento do sistema radicular.

2.3. Adubação
A celósia é uma planta que responde rápido quando nutrida de forma adequada. O uso de adubos orgânicos misturados ao solo de crescimento é benéfico ao sistema radicular e foliar. Para a cobertura pós-plantio, faça uma reposição nutricional utilizando um adubo mineral nas folhas. Assim a reposição nutricional do adubo propiciará o aumento da brotação de galhos e folhas garantindo uma maior produção de flores. É importante aplicar um adubo foliar com formulação completa, 1 vez a cada 15 dias, para suprir as deficiências nutricionais das plantas.

PASSO 3.: Controle de pragas e doenças
As pragas e doenças geralmente surgem pela falha na nutrição ou irrigação adequadas. O pulgão e cochonilhas apresentam seu momento mais agressivo em épocas de escassez hídrica, principalmente no inverno e podem chegar até os vasos pelo vento. Outras pragas podem surgir, como, lesmas, caracóis e caramujos, devendo-se serem catadas manualmente. As lagartas são extremamente agressivas, devendo ser eliminadas rapidamente. Também é possível encontrar produtos orgânicos específicos para o controle de pragas, como lesmicidas, inseticidas e placas amarelas para atração de insetos voadores. Tanto as folhas com pragas quanto com doenças devem ser retiradas do vaso assim que forem identificadas e descartadas no lixo.

PASSO 4.: Florescimento
Em condições adequadas, as celósias florescem cerca de 60 a 90 dias após o plantio. São plantas plantas perenes, tratada como anuais, pois perdem a sua beleza com o tempo. As inflorescências da celósia podem ser cortadas e deixadas para secar em um local pouco iluminado, fresco e bem ventilado.


Fonte: Terral


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Significado das Flores – Dia dos Namorados

Todas as flores, à sua maneira, são bonitas e possuem um significado que pode fazer toda a diferença quando se trata de um presente. Pensando nisso, reunimos para você o significado de cada flor para resultar em um buquê mais simbólico e afetuoso nesse Dia dos Namorados.

ROSAS
Presentear alguém querido com um buquê de rosas é um dos presentes mais clássicos. As rosas são uma declaração de amor, carinho e admiração.
As rosas vermelhas simbolizam o amor profundo.As brancas simbolizam o amor puro e inocente. As rosas cor de rosa simbolizam emoções suaves, como alegria e gratidão. Rosas laranjas simbolizam paixão.E rosas cor de lavanda simbolizam amor a primeira vista.

LÍRIO
Os lírios vêm em diferentes tons e estilos, como o copo-de-leite, lírio-de-um-dia e lírio-do-vale. Escolha de acordo com o significado que se enquadra com a pessoa presenteada.
O lírio copo-de-leite, simboliza a beleza majestosa. O lírio-de-um-dia simboliza elegância. O lírio-do-vale simboliza a pureza e doçura. E os lírios brancos e simples simbolizam pureza e doçura.

TULIPA
As tulipas são sinônimo do início da primavera, pois são as primeiras flores que brotam depois do inverno. Esta flor vem em uma variedade de tons e sua escolha é ideal para casais de longa data que valorizam a amizade tanto quanto o romance.

MARGARIDAS
As clássicas margaridas brancas e amarelas demostram um amor verdadeiro. Simbolizam o amor terno que é inocente e puro ao mesmo tempo. A margarida multicolorida simboliza a alegria do casal.

ORQUÍDEAS
A exótica orquídea é uma excelente escolha para presentear uma mulher elegante e requintada. Ela significa o amor profundo e compromisso. Além disso, significa a feminilidade e o charme de uma mulher madura.
Fonte: Bemol

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Usando Flores na decoração de ambientes
As flores sempre são bem vindas em qualquer ambiente, mas nem sempre esses são propícios para que elas possam se desenvolver. Com o avanço da tecnologia podemos contar hoje com varias espécies de flores que se adaptam aos mais variados ambientes, mas para quem não disponibiliza de espaço e tempo para cuidar de uma planta pode optar por flores artificiais, que além de decorar o ambiente também proporcionam bem estar e alegria.

Flores na parede
Hoje existem empresas especializadas em papéis de parede decorados com flores para deixar o ambiente mais colorido e alegre. Os papéis de parede também podem decorar moveis e servir de pano de fundo do computador. Quando a casa esta passando por uma reforma e o dinheiro está curto, nada melhor do que usar um papel de parede com motivos de flores que além de alegrar também é muito resistente e suporta todo tipo de temperatura sem escamar ou desbotar.

Onde encontrar
Existe uma quantidade muito grande de floriculturas e casas especializadas em flores na decoração de ambientes basta fazer uma pesquisa, e para quem não dispõe de tempo para procurar também pode encontrar essas flores na internet em sites especializados como o Flores online, que oferece uma variedade muito grande de flores para todos os tipos de ocasião e ambientes. Essa facilidade temos que agradecer a tecnologia, que nos proporciona conforto e praticidade sem precisar sair de casa.
Conclusão

Quando um ambiente se torna muito frio e sem vida já sabemos o que fazer para transformar esse ambiente, pois, bastam algumas flores para que se transforme e passe a ter mais energia e mais vida. A transformação é instantânea e sem quase nada de esforço, é só ter um pouco de criatividade e bom gosto para poder transformar um ambiente apenas acrescentando algumas flores.
Fonte: JardineiroNet

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Saibam quais os 6 melhores tipos de plantas floridas para ter em casa
As plantas são uma lufada de ar fresco para qualquer ambiente interior e as plantas floridas têm ainda a vantagem de contribuir para uma decoração colorida e alegre. Conheçam as 6 melhores plantas floridas para ter em casa e criem o vosso próprio jardim interior encantado!

1. ORQUÍDEAS
O maior grupo de plantas no mundo, existem aproximadamente 30 mil espécies de orquídeas. Devido à sua beleza e delicadeza, são das plantas floridas mais encontradas na decoração de interiores. Apesar dos cuidados bastante específicos que exigem – pouca água, luz abundante mas indireta – quem aprecia plantas floridas em casa, não pode abdicar de uma orquídea… ou várias!
2. VIOLETAS AFRICANAS
Plantas pequenas, mas cheias de cor e de vida, existem vários tipos de violetas africanas, cuja variação é na forma e nos tons das flores que tornam esta planta uma das plantas de interiores mais populares. Com os cuidados certos – rega q.b., humidade elevada e luz natural forte, mas não direta – é possível manter esta planta florida durante quase todo o ano.
3. BEGÓNIAS
Disponível nas mais diversas variedades, formatos e cores, as begónias são uma excelente planta florida para ter dentro de casa. Três motivos para ter begónias em casa? São resistentes e duradouras, requerem apenas alguns cuidados básicos e, claro, são lindas que só elas!
1. ORQUÍDEAS
O maior grupo de plantas no mundo, existem aproximadamente 30 mil espécies de orquídeas. Devido à sua beleza e delicadeza, são das plantas floridas mais encontradas na decoração de interiores. Apesar dos cuidados bastante específicos que exigem – pouca água, luz abundante mas indireta – quem aprecia plantas floridas em casa, não pode abdicar de uma orquídea… ou várias!
2. VIOLETAS AFRICANAS
Plantas pequenas, mas cheias de cor e de vida, existem vários tipos de violetas africanas, cuja variação é na forma e nos tons das flores que tornam esta planta uma das plantas de interiores mais populares. Com os cuidados certos – rega q.b., humidade elevada e luz natural forte, mas não direta – é possível manter esta planta florida durante quase todo o ano.
3. BEGÓNIAS
Disponível nas mais diversas variedades, formatos e cores, as begónias são uma excelente planta florida para ter dentro de casa. Três motivos para ter begónias em casa? São resistentes e duradouras, requerem apenas alguns cuidados básicos e, claro, são lindas que só elas!

4. AMARYLLIS
Procuram uma planta que dê flor durante mais de metade do ano e que esteja disponível numa gama de cores diversificada, como cor-de-rosa, vermelho, salmão, cor de laranja e até multicolor? Então, a amaryllis é a planta florida que vão querer ter no vosso jardim interior!
5. KALANCHOE
De origem africana, esta planta, que apresenta pequenas flores verticais, também é conhecida como flor-da-fortuna. Para ver florescer as suas belas flores brancas, cor-de-rosa, laranjas, vermelhas ou amarelas, não precisam de muita sorte – apenas de algum bom senso na hora de regar e uma mão cheia de luz solar a cada dia.

6. ANTÚRIOS
Uma planta com raízes e características selvagens, a sua flor larga e vermelha em forma de coração vai apaixonar qualquer amante de plantas floridas… porém, todo o cuidado é pouco na manutenção dos antúrios que exigem uma boa terra, muita luz, calor, umidade e água abundante.

Fonte: Apartamento38

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Conheça 9 plantas que atuam como repelentes naturais
Hortelã, alecrim e poejo estão na lista. Confira dicas para cultivar essas e outras ervas
O Ministério da Saúde divulgou que no País, existem mais de 500 casos de febre amarela. Alguns ainda estão sob investigação. Até o momento, o Estado mais afetado é Minas Gerais, seguido por Espírito Santo, Bahia e São Paulo.
Existem dois tipos de febre amarela, a urbana e a silvestre. O vírus de ambas é exatamente o mesmo. Dessa forma, sinais sintomas e evolução da doença acontecem da mesma forma. A grande diferença entre elas é que a silvestre é transmitida pelos mosquitos Haemagogus e o Sabethes, ambos vivem nas regiões de matas e beiras de rios. Já a febre amarela urbana é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, o mesmo que transmite a dengue, zika e chikungunya.
Uma dica simples e pouco comentada pode inibir a presença desses bichos pela residência. O cultivo de certas plantas repelentes pode não só deixar a casa mais charmosa, mas criar uma barreira contra os insetos.
São elas: arruda, jasmim, lavanda, hortelã, alecrim, citronela, poejo, capim-limão e erva-cidreira.


Hortelã pode atuar como repelente natural em sua casa.
De acordo com professor de paisagismo do Senac, Anselmo Augusto de Castro, geralmente as plantas aromáticas cumprem este papel, pois possuem óleos essenciais que na natureza têm o papel de repelir o ataque de pragas.


É possível cultivar a lavanda de forma criativa.
Como cultivar repelente natural
“Ervas como estas gostam de pleno sol, ou seja, não é recomendável cultivá-las dentro de casa. Uma forma de obter seus benefícios é plantá-las em canteiros ou jardineiras próximo aos acessos, como portas e janelas”, aconselha o especialista.
Ele reforça que é necessário plantar mais de uma muda, isto é, um conjunto ou maciço, para que determinada espécie cumpra o papel de repelente.


É recomendável plantar essas espécies – como o jasmin – em áreas de acesso, como portas e janelas.
A boa notícia é a de que algumas destas plantas, como o alecrim e a lavanda, sobrevivem bem à atual temperatura. “Mas mesmo assim não podemos esquecer de irrigá-las, porém menos que as outras”, diz o professor.
“O plantio do alecrim e da lavanda pode ser realizado em um solo mais arenoso ou com calcário. Para as demais, Anselmo recomenda um solo rico em húmus ou composto orgânico (terra preta), além de irrigação frequente.


Geralmente as plantas aromáticas cumprem este papel, pois possuem óleos essenciais que na natureza têm o papel de repelir o ataque de pragas.
Fonte: RevistaZapImoveis

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Diferentes Técnicas de Podas
 A poda de plantas é essencial para revitalizá-la. Mais que isso: dependendo da técnica utilizada, é possível inclusive desenvolver melhor algumas de suas características.


Mais flores, mais frutos e novos formatos são atingidos com a poda correta.
Conheça alguns tipos a seguir.
Poda para Estimular Frutos
Estamos falando aqui de plantas ornamentais. Mas em pomares, a poda de floração com objetivo de mais e melhores frutos é uma realidade.
Pomares domésticos cultivados que não têm poda controlada nem condução das espécies do espaço acabam por ter frutos pequenos, mais escassos e alternância de frutificação.
A alternância costuma ocorrer principalmente em goiabeiras. Num ano bom, produzem frutos além do que se pode consumir; no outro, quase nada.
Também o pomar acaba por desenvolver grandes copas, dificultando a colheita dos frutos. No entanto, com grande sombreamento do quintal.
Poda de Ramos Internos para Abrir a Copa
A seiva circula na planta e tende a dirigir-se para os ramos mais expostos à luz.
Como sabemos a luz natural do sol ativa o trabalho fotossintético da planta e desta forma estes ramos mais iluminados desenvolverão novos ramos, mais folhas e flores.

Ao podar os ramos mais internos que muitas vezes nem têm folhas, abre-se a copa da muda. Isso ilumina mais a área, propiciando a que novas gemas se desenvolvam.
Ramos muito retos e verticais têm maior velocidade na circulação de seivas, propiciando maior desenvolvimento vegetativo.

Quando podamos um ramo assim, retiramos a auxina inibidora que está localizada na ponta do ramo e as gemas remanescentes receberão maior fluxo de seiva, com maior poder de brotação vegetativa.
Uma poda severa, retirando muito da copa, portanto, produzirá grande número de ramos vegetativos, com pouca floração.
Também ocorre que em ramos lenhosos, o excesso de ramificações divide a seiva e poderá produzir flores muito pequenas fora do habitual da muda.
Poda de Revitalização
Retirando algumas partes dos ramos teremos mais nutrientes para as gemas remanescentes.
Isto ocorre muito em arbustos de mais idade, quando a poda de revitalização aliada à adubação poderá propiciar lindas florações ainda por anos.
Menor que isto não tem problema, mas ângulos mais acentuados produzirão gemas dirigidas para baixo, além de demorar mais a cicatrizar o corte.

Quando podar, cortar o ramo num ângulo entre 45 a 60 graus
Poda de Topiaria
Escolher onde ficarão as gemas também é muito importante.
Aquelas em direção ao meio da copa ou para as laterais da planta tornarão o arbusto mais compacto, desejável no Buxo (Buxus sempervirens).
Quando há um espaço aberto mostrando o interior e falha na forma arredondada de uma topiaria é uma das maneiras de preenchimento.

Quando estamos dando um corte em um arbusto para definir sua forma ou reduzir seu tamanho, devemos lembrar que os ramos próximo ao ramos cortado terão mais seiva e costumam ter o crescimento revigorado.
Ramos muito vigorosos deverão ser pouco podados e os mais frágeis uma poda mais forte.
O que devemos fazer após a poda?
Ramos de maior diâmetro deverão ser serrados, pois o podão não conseguirá cortar sem esmigalhar os tecidos do lenho.
 Após o corte, passar uma pasta cicatrizante no corte: existem algumas controvérsias a respeito, a cicatrização ocorreria de forma mais lenta e a única vantagem seria de não permitir a entrada de fungos e bactérias de decomposição na ferida.
 A canela atua como cicatrizante natural:  uma boa dica, no entanto, é canela em pó, destas usadas para doces.

A canela tem propriedades bactericidas e é natural, sem contra-indicações. Como a ferida do corte tem seiva, o pó adere facilmente.
 Após a poda, adubar a planta: plantas podadas para incentivar a floração deverão receber adubação para que a planta tenha nutrientes para a estação e melhor desenvolvimento. Neste caso, colocar a mistura apropriada a cada espécie ao redor da projeção da copa, incorporando no solo. A rega a seguir do solo ao redor da planta é indispensável.
Fonte: FazFacil

 

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10 Dicas para jardineiros iniciantes
1. Sombra:
Sempre que ler ou ouvir que uma planta gosta de sombra, desconfie. As plantas necessitam realizar a fotossíntese para viver. Assim, por mais “de sombra” que seja uma planta, ela sempre vai gostar de um local bem iluminado, próximo a uma janela ou poço de luz.
2. Regas:
Esqueça aquela dica do atendente da floricultura que disse para você regar dia sim dia não, entre outras periodicidades. A planta não bebe a mesma quantidade de água todos os dias. Assim como você, em dias quentes ou mais cansativos, ela bebe mais água. Assim, utilize a umidade da terra como parâmetro. Coloque o dedo no solo e sinta se está úmido ou seco. Só regue se estiver seco (e regue sempre que estiver seco!) A planta prefere que você regue bem o vaso a intervalos espaçados, molhando bem todo o substrato, do que um pouquinho por dia. Vale para a maioria das plantas.

3. Botânica:
Acabou de ganhar ou comprar uma planta? Pergunte sobre modo de cultivo e ouça atentamente as dicas de quem vendeu, mas não fique só nisso. Exija saber o nome científico e se não for possível pelo menos o nome popular. Depois procure na internet ou em livros informações sobre a espécie que você adquiriu. Conhecer a biologia da planta e os cuidados que são o consenso geral para ela são uma boa forma de obter sucesso no cultivo. É incrível como o que os vendedores dizem algumas vezes é exatamente o contrário do que a planta gosta.
4. Mudanças:
Você tinha uma planta há alguns meses na sombra e acabou de descobrir que ela gosta de sol. Excelente! No entanto, as plantas detestam mudanças bruscas e se ressentem facilmente. Pense que ela levou meses para adaptar suas folhas às condições de pouca luz, além de ter desarmado toda sua proteção solar. Assim, faça sempre alterações graduais, ao longo de várias semanas, principalmente quando o assunto for luz.
5. Umidade do ar:
Poucas plantas realmente gostam de ambientes secos. Desta forma, mesmo que aquela palmeira tenha ficado linda no seu escritório, com muita luz e alguém que poderá cuidar dela, não acredite que ela ficará bem se tiver um ar condicionado ligado como companheiro por boa parte do dia. Geralmente este ar seco é o principal culpado de pontas de folhas secas. Neste caso, escolha plantas próprias para ambientes secos, como suculentas por exemplo. A escolha por plantas envasadas floridas, que são baratas e tem os dias contados, pode ser uma opção, desde que você tenha em mente que elas estão lá mas não vão durar muito.
6. Adubos:
Para os iniciantes (e muitos experientes também) o melhor fertilizante é o adubo orgânico. É um adubo suave, que melhora as condições gerais do solo e não há risco de queimar a planta por excessos. Adubos químicos como uréia, salitre ou NPK são muito potentes e um pequeno erro na dosagem pode resultar na morte súbita da sua planta. No entanto, você pode lançar mão das opções modernas, com liberação lenta, como o osmocote e o basacote. Adubos orgânicos que não foram curtidos, como estercos, tortas de algodão ou mamona também podem ser perigosos. Em excesso, os estercos tem o efeito semelhante ao uso de grandes doses de uréia. Já as tortas, tendem a apodrecer e assim podem queimar o caule das plantas mais frágeis. Quando já estiver mais avançado, experimente outros fertilizantes, mas sempre respeitando a biologia da espécie da planta e as recomendações do fabricante.
7. Plantas:
Não é só porque você achou linda uma planta super rara que ela vai ser moleza de cultivar. Comece com espécies mais comuns, simples de achar e baratas. Além de serem mais fáceis de lidar, se você por acaso perdê-las, não será muito grave. Por hora, deixe orquídeas raras, bonsais, carnívoras, entre outras beldades, para os mais avançados. Um dia você chega lá. Outro caso comum é querer trazer plantas exóticas de outros países, como as tulipas por exemplo. Muitas espécies não serão capazes de se adaptar às nossas condições climáticas, por melhor que seja o jardineiro. Nessas ocasiões, o melhor é pesquisar antes para evitar de cair nessa roubada.

8. Colecionáveis:
É tentador iniciar uma coleção de plantas. Sejam elas bromélias, suculentas, orquídeas, etc. Ao iniciar uma coleção, mantenha um registro impecável das suas plantas, com o nome de cada espécie, cultivar e híbrido. Não esqueça também de usar e manter etiquetas ou plaquinhas de identificação. No futuro, quando quiser expor ou vender algum item da sua coleção, essa informação será primordial.
9. Podas:
Via de regra, efetue as podas quando as plantas estão com o metabolismo mais lento, mas prestes a acordar. Ou seja, no final do inverno ou durante o período seco. Estude a poda ideal de cada espécie que será podada. Não existe uma forma de podar que sirva para todas as plantas. Elimine ramos secos, mal formados, ladrões, doentes ou infestados com pragas. Evite podas drásticas e podas em períodos muito úmidos, que favorecem o aparecimento de doenças e dificultam a cicatrização. Um bom podador precisa de muita experiência e observação. Fique de olho em como a planta se comporta após a poda.
10. Ervas Daninhas, pragas e doenças:
As mazelas do jardim costumam infernizar a vida dos jardineiros iniciantes. Tenha em mente que é apenas a natureza tentando encontrar o equilíbrio. Mantenha suas plantas sempre bem nutridas e hidratadas, em local com luminosidade favorável à espécie. Plantas fortes e saudáveis não deixam espaço para ervas daninhas e são muito mais resistentes a pragas e doenças. Foque em deixar suas plantas sadias, não em exterminar pragas. E por falar nisso, a palavra chave é controle. Você controla os problemas, dificilmente acaba com eles. Afinal, para ver borboletas é preciso conviver com algumas lagartas. Tenha mão firme contra ataques em massa, mas tolere alguns visitantes.

Fonte: JardineiroNet

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Como fazer uma pérgola para criar sombra no seu jardim
Atualmente, existem pérgolas para todos os gostos e feitios e a sua utilização num jardim pode constituir-se como uma excelente alternativa de decoração. Saiba como fazer uma pérgola para as trepadeiras do seu jardim e rentabilize ao máximo o seu espaço exterior.

O que é uma Pérgola e a sua aplicação na prática
Uma pérgola é uma estrutura fixa, geralmente em madeira, que é utilizada num jardim ou varanda. Trata-se de um elemento decorativo criado especificamente para o exterior de uma casa que, ao ser coberto com trepadeiras, confere ao seu jardim uma imagem mais natural, clássica e requintada.
As pérgolas apresentam uma variedade prática enorme, uma vez que possibilitam a obtenção de sombra nos dias mais ensolarados, a definição e o preenchimento de espaços inutilizados, e permite obter uma maior privacidade, especialmente em jardins e terraços urbanos. Nesse sentido, aprenda quais os passos que deve seguir na construção de uma pérgola e utilize os utensílios mais indicados.
Os materiais necessários
Uma loja de bricolage é o local mais indicado para adquirir todos os materiais necessários para a construção de uma pérgola. Dessa forma, para fazer uma pérgola para as trepadeiras do seu jardim, será bem-sucedido se reunir o material seguinte:

19 postes do tipo 4×4;
Postes do tipo 2×6;
Grandes vasos de plantação;
3/8 “x3” parafusos lag;
Cascalho;
Blocos de cimento;
Traves de cabide;
Arma de pregos e 3 pregos;
Máquina de furar e 3 parafusos;
Vigas transversais.

Deve ter em atenção que a não utilização dos materiais apropriados, pode não produzir o efeito desejado e a eficácia da pérgola poderá ficar comprometida.
A preparação do local
Antes de construir uma pérgola, necessita de saber qual o tipo de pérgola que mais se adequa ao seu jardim, qual o formato mais indicado e qual a função que ela vai desempenhar. Depois, terá só que deitar mãos à obra, embelezar e decorar o seu jardim.
Os passos a seguir na construção de uma Pérgola
Para que uma pérgola seja corretamente construída, devem ser realizados os passos seguintes:

Deve realizar um furo no centro da parte inferior de cada vaso de plantação – este é o lugar onde o parafuso lag anexará o poste. Também é aconselhável que faça múltiplos furos em torno do anel externo do fundo do vaso de plantação de modo a criar drenagem para as plantas;
Faça um furo no centro da parte inferior de cada um dos postes do tipo 4×4 para depois conseguir colocar os parafusos lag;
Aparafuse os postes do tipo 4×4 aos vasos de plantação e utilize os parafusos lag para esse efeito. É recomendável que utilize pelo menos oito vasos de plantação;
Coloque os vasos de plantação nas suas posições, por exemplo a 1,5/2 metros de distância, para manter uma estrutura sólida. Encha os vasos pela metade com cimento;
Corte quatro postes do tipo 2×6 e coloque-os separadamente à distância de 20 centímetros. Corte dois pedaços dos postes 2×6 para que eles possam encaixar nas vigas transversais;
Utilize traves de cabide para conectar as três peças do conjunto, isto é, os postes do tipo 4×4, os do tipo 2×6 e as vigas transversais. Ao fazê-lo desta forma, conseguirá prensar todas as partes. Repita o procedimento com o segundo conjunto de três peças;
Ligue os ganchos sobre cada viga de 30 centímetros para o meio de cada poste do tipo 2×6;
Usando várias mãos, deve levantar um conjunto de três postes ligados e pregá-los no topo dos postes 4×4. Deve certificar-se que alinha as emendas com o meio dos postes do tipo 4×4;
Assim que todos estiverem pregados, prenda-os com 3 parafusos;
Depois de ter realizado todas as operações anteriores, adicione mais terra e cascalho para os vasos de plantação de modo a que estes fiquem mais presos e seguros;
Deve adicionar outra trave de 2×6 para as margens externas da pérgola, para que esta fique o mais estável possível;
Coloque os postes adicionais 4×4 nas traves de cabide onde instalou os postes 2×6, utilizando três parafusos para os anexar.

Aproveite para colocar vasos de trepadeiras ao pé das bases da pérgola para que estas cresçam e trepem os postes, criando uma sombra magnífica para os dias de Verão. Enquanto não crescerem pode cobrir a pérgola de madeira com tecidos claros.
Fonte: OMeuJardim
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