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"Somos todos criaturas muito fúteis e ingénuas. Se nos acenam ao longe com qualquer coisa bonita, colorida, sofisticada ou brilhante somos logos compelidos a correr para ela despreocupadamente, o nosso juízo perdendo-se nessa névoa mental que uma boa aparência cria. Em termos formais, este é um apelo falacioso ao nosso sentido mais inevitável e incontrolável – a visão – pois não é que possamos andar por aí de olhos fechados para evitar sermos manipulados pela estética. É inegável que os olhos também comem e eu, fútil, ingénuo e vulgar apreciador do que é bom e bonito, reparo particularmente nisso quando… escolho aplicações para o meu telemóvel."

(eu a falar do que não sei, salvaguardado pela palavra 'leigo')
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