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ANÁLISE: O ministro do STF, Carlos Ayres Britto, luta para fazer valer a Lei de Acesso à Informação, a Lei da Ficha Limpa e a Lei da Improbidade Administrativa.

De 1992, esta última define punições a agentes públicos por diversas práticas criminosas, como enriquecimento ilícito, 'infração aos princípios de transparência, probidade, impessoalidade e moralidade'. 

Britto fala da 'cultura do biombo', ou seja, há um desequilíbrio entre as cobranças feitas aos cidadãos e os direitos devidos à sociedade pelo governo, avalia Dora Kramer. Veja mais em http://migre.me/a3xEz
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