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Cunhã Coletivo Feminista
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Educação política feminista para a intervenção em políticas públicas voltadas para as mulheres.
Educação política feminista para a intervenção em políticas públicas voltadas para as mulheres.

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No mês em que a Lei Maria da Penha completa dez anos, é importante discutir por que a violência contra as mulheres – especialmente as mulheres negras –, e a violência doméstica ainda crescem na maioria dos estados brasileiros. Esta será uma das discussões do Seminário de 10 anos da Lei Maria da Penha: interfaces entre o racismo e a violência doméstica, que será realizado nesta sexta, 19, às 14h, no Auditório do CCJ/UFPB, em João Pessoa. A conferência de abertura será feita pela médica e especialista Jurema Werneck, coordenadora da organização Criola, do Rio de Janeiro.

Dois terços das mulheres mortas de forma violenta na Paraíba são negras, de acordo com o Mapa da Violência 2015. O estudo também aponta o Estado no segundo lugar em crescimento de homicídios de mulheres no Brasil entre os anos de 2003 e 2013. Como base nesta realidade, o seminário pretende refletir sobre os 10 anos da Lei Maria da Penha e os desafios do enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres e o racismo. Contará ainda com a participação de integrantes do movimento feminista, pesquisadoras e gestoras(es) públicas para aprofundar a discussão sobre a violência contra as mulheres negras e estratégias de enfrentamento no plano local. A atividade terá ainda ações afro-culturais, com a performance Desenrolar, de Fernanda Ferreira e será encerrada pelo grupo de música e dança As Calungas.

Jurema Werneck - Médica, mestre em Engenharia de Produção pela Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia, UFRJ (2000) e doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da UFRJ (2007). Nasceu no Morro dos Cabritos em Copacabana, Rio de Janeiro. Recebeu da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro o título de Cidadã Benemérita do Estado do Rio de Janeiro. Integra o Board of Directors de Global Fund for Women. Tem artigos e livros publicados sobre população negra, cultura negra, situação das mulheres negras, feminismo; racismo; saúde das mulheres negras, direitos sexuais e reprodutivos; políticas públicas para equidade de gênero e raça; saúde da população negra, bioética e direitos humanos.

Organização na Paraíba: Cunhã Coletivo Feminista, Bamidelê - Organização de Mulheres Negras, Grupo Marias/CRDH/UFPB, Abayomi – Coletiva de Mulheres Negras, Rede de Mulheres em Articulação da Paraíba, Grupo Maria Quitéria, Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão sobre Serviço Social e Pol. Púb. para as Mulheres (GEPESS/UFPB), Articulação de Mulheres Brasileiras e Articulação de Mulheres Negras Brasileiras.

Campanha nacional – O seminário faz parte de uma mobilização nacional pelos 10 anos da Lei Maria da Penha. A campanha nacional Eu falo sem medo, e você? é uma iniciativa do Fundo Elas e Instituto Avon/Fale sem medo e conta com uma rede de 33 grupos e organizações sociais que atuam no enfrentamento à violência doméstica em todo o Brasil.
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Por fim, estamos em Marcha para que nossas reivindicações sejam atendidas pelos poderes públicos em todas as esferas. Conclamamos a sociedade paraibana a unirem suas vozes às nossas na luta pelo fim do racismo, do machismo, da intolerância religiosa, da LBTfobia e dos diversos tipos de preconceitos e discriminações cometidos contra nós, mulheres negras.
“Nossos passos vêm de longe”
Vem Marchar com a gente!
João Pessoa, agosto de 2015.
‪#‎Marcha2015MulheresNegras‬
‪#‎VemMarcharComAGente‬
‪#‎ParaíbaRumoÀMarcha‬

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Elza Soares, mulher, negra, musica e seu novo album "A mulher do fim do mundo" nessa faixa especificamente ela fala sobre a violência contra a mulher. Vale a pena ouvir

"Eu acho que a mulher do fim do mundo é aquela que busca, é aquela que grita, que reivindica, que sempre fica de pé. No fim, eu sou essa mulher", disse em entrevista por telefone ao HuffPost Brasil."
‪#‎elzasoares‬ ‪#‎mulheres‬ ‪#‎feminismo‬

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Delegações da Paraíba, Ceará, Pernambuco, Articulação de Mulheres Brasileiras e Comitê impulsor dançando côco de roda na Marcha das Mulheres Negras 

#marchamulheresnegras #marcha2015mulheresnegras #mulheres #negras #mulheresnegras #feminismo
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Nossa cultura! Nossas raízes! ‪#‎marcha2015mulheresnegras‬ ‪#‎mulheresnegras‬ ‪#‎mulheres‬ ‪#‎negras‬ ‪#‎feminismo‬
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Bora participar? Participar, assistir, se alimentar do nosso cinema. Vamos homenagear nossa produção.
Na programação terá o Vídeo do desfile de Fernanda Yamamoto no SPFW (renda renascença do cariri paraibano); Além da presença da estilista no sabado.
‪#‎cinecongo‬ ‪#‎congo‬ ‪#‎cariri‬ ‪#‎paraiba‬ ‪#‎caririparaibano‬

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"A carne mais barata do mercado ainda é a carne negra?
Mas é claro. Isso está na cara de todo mundo. É o óbvio. O negro não tem vez neste País."
‪#‎mulheresnegras‬ ‪#‎mulhernegra‬ ‪#‎marcha2015mulheresnegras‬

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A ‪#‎ArticulaçãodeMulheresBrasileiras‬ saúda as mulheres de todos os estados do Brasil que estão chegando em Brasília para participar da Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, que reunirá milhares de mulheres negras, ativistas da luta anti-racista, de enfrentamento ao machismo, a lesbofobia, em um momento histórico na luta pela igualdade de direitos.

‪#‎MarchadasMulheresNegras‬ ‪#‎MarchadasMulheresNegras2015‬
‪#‎AMBnaMMN‬

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"A ‪#‎MarchadasMulheresNegras‬ Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem-viver é um marco na nossa sua auto-organização e no nosso fortalecimento como sujeito político. A máxima que diz que ‘onde há opressão, há resistência’ está ligada diretamente à vida das mulheres negras. E a nossa, não é de hoje. Ela vem antes mesmo do nosso povo chegar do lado de cá.
Ela vem do além-mar; do outro lado do Atlântico; do continente africano. Ela vem do tempo do sequestro, tráfico e escravização de negras e negros. Ela vem do tempo do açoite; do tempo das fugas como resistência à escravização; do tempo da formação dos quilombos; do tempo da luta pelo voto; da luta pelo direito à educação; do tempo da ditadura e da luta pela abertura democrática."
‪#‎AMBnaMMN‬
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