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Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
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Você tem medo de algo novo? | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Você tem medo de algo novo? Responda ao questionário e descubra.

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Responda ao teste (sem caráter científico) e veja como você está!


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Teste de Depressão | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Teste se você passa por algum tipo de depressão. Responda ao questionário e descubra.

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Responda ao teste (sem caráter científico) e veja como você está!


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Inteligência Emocional | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Teste sua inteligência emocional. Responda ao questionário e descubra se você é uma pessoa emocionalmente inteligente.

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Você é estressado? Faça o teste e descubra! | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Teste seu estresse. Responda ao questionário e descubra se você é uma pessoa estressada.

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Autoconhecimento | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
A última fronteira para torna-se senhor de si mesmo por meio de um profundo autoconhecimento.
Fractais humanos compõe nossa humanidade. Somos preenchidos por conteúdos com os quais entramos em contato desde que temos um cérebro capaz de receber dados. O externo nos preenche e nos forma no decorrer do tempo. Quanto mais informações e experiências adquirimos, maior nossa capacidade de absorver e compreender o mundo ao redor. Essa interação por certo é única, pois apenas a sua mente organiza as informações da forma que organiza. Apenas a sua mente vê da forma que vê e interage com o mundo de um jeito muito particular. Contudo, a matéria-prima está sempre no externo. Sem o externo você não existiria da forma que é, tampouco agiria como age.
Ao mesmo tempo em que nos conhecemos olhando para dentro, precisamos também olhar para fora. Esse olhar bilateral, é o que irá formar a figura completa do seu Eu. Fornecendo subsídios mais fidedignos para poder observar e interpretar o mundo interno. O autoconhecimento exige um olhar para longe, exige uma observação mais ampla, visto que você faz parte de um ambiente, você faz parte de um mundo e você não é o que é, sem esse mundo que te forma, que te alimenta, que te mantém e te renova todos os dias. O autoconhecimento não é apenas uma autoscopia, mas também uma observação de como você se desloca e o que absorve do meio. Olhar para si em primeira pessoa e olhar para si em terceira pessoa.
O autoconhecimento exige um olhar para longe, exige uma observação mais ampla, visto que você faz parte de um ambiente.
O autoconhecimento é em verdade a somatória dos conhecimentos absorvidos do mundo externo e como tudo isso interage dentro de si. Portanto, não se pode analisar ou conhecer a si mesmo a partir de si, já que você é consequência do meio. Você é o resultado de algo, sendo assim, é preciso conhecer o que te formou. Esse conhecimento é que fornecerá as informações necessárias para então se conhecer. Olhar apenas para dentro, torna seu autoconhecimento algo míope, você enxerga apenas a consequência de algo e não a causa. A gênese está em outro lugar, a fonte do seu autoconhecimento está no mundo e o que tens dentro de si é o produto dessa fonte. A educação que teve, os livros que leu, os autores que admira. As notícias que ouve ou lê, os blogueiros que segue. A religião que pratica, as crenças que possui. Tudo isso é fonte, e o que eles produzem é incorporado dentro de si, e é isso o que te forma.
Quando você busca se conhecer, são esses os conteúdos que irá encontrar, essa é a massa que irá encontrar para modelar. Todos esses conteúdos interagem, se conectam, combinam entre si, por vezes se chocam, discordam, se contradizem. É toda a porcentagem de mundo externo que você entra em contato e absorve, interagindo com seu mundo interno que é único. É como se você pegasse várias peças de diferentes quebra-cabeças e quisesse montar uma imagem apenas. Nada fácil por certo. Por vezes nosso mundo interno mais parece uma pintura de Picasso, uma imagem disforme montada a partir de diferentes referências e tudo isso coexistindo para formar o que somos. O olhar mais próximo dessa imagem é o que poderíamos chamar de autoconhecimento.
Forças Coexistindo Internamente
Por certo diferentes forças interagem dentro de si. O bem e o mal, a luz e a sombra dançam suas danças periódicas. Se revezam dentro de nós hora se mostrando, hora se escondendo. Não apenas somos bons o tempo todo, nem somos maus. Nem sempre a luz brilha constantemente, tampouco a sombra nos domina por completo. E tudo bem, essa é a dinâmica do nosso mundo interno. É mais fácil errar o alvo do que acertar, por isso precisamos sempre nos esforçar para sermos bons, para enviar energia para que a luz brilhe a maior parte do tempo. Viver no reto caminho certamente dá mais trabalho, ao mesmo tempo, as recompensas amplas são maiores. O que se faz com consciência tranquila, por certo é muito mais estruturado e perdura por mais tempo, por vezes por todo o sempre.
Olhar para dentro de si requer coragem, e nem sempre temos coragem de encarar nossa sombra, de encarar os monstros que habitam o próprio mundo interno.
Como somos um receptor de informações vindas de diferentes endereços, por vezes tais informações constroem seres disformes, como já dito. Isso pode nos parecer monstruoso quando olhamos para dentro de nós mesmos. Olhar para dentro de si requer coragem, e nem sempre temos coragem de encarar nossa sombra, de encarar os monstros que habitam o próprio mundo interno. E para se autoconhecer é preciso olhar também o que não é bom. Seja para mudar, seja para aceitar, seja para utilizar isso em seu próprio favor ou em favor do outro.
Inquilinos indesejados
O medo é um dos fatores que impedem o autoconhecimento , temos dificuldade em admitir que temos monstros morando em nós. Temos dificuldade em expor para o mundo que temos partes das quais não nos orgulhamos nenhum pouco. Preferimos fingir que não percebemos, fingir que está tudo bem. Preferimos jogar os monstros nos porões do inconsciente e esquecê-los. Contudo, esquecer não é eliminar, mesmo que esqueça eles continuarão lá, continuarão gritando, continuarão te impactando. Apenas quando você decide olhar nos olhos dele e ele olhar nos seus, é que uma relação pode iniciar. Te reconheço em mim, te vejo em mim. Eis o primeiro passo para um processo de mudança, transformação e evolução.
O conhecimento de si acende os refletores do mundo interno.
Um animal domesticado, com o tempo pode até se tornar dócil, pode lhe fazer companhia, uma relação de amizade pode ser criada, uma relação de cuidado, de amor. Da mesma forma podemos usar a mesma estratégia com nossos monstros internos. Eles podem ser domesticados, podem ser inseridos no convívio diário. E quando faz isso, algo se ilumina onde antes havia apenas sombras e você consegue enxergar com mais facilidade, começa a se enxergar, a se autoconhecer. É um processo lógico e natural. O conhecimento de si acende os refletores do mundo interno e quanto mais faz, deflagra-se um efeito em cadeia, contagiando diferentes lugares da sua realidade interna.
O autoconhecimento passa por diferentes estágios e a autoanálise é uma delas. A autorevisão deve ser frequente, é necessário uma manutenção constante e permanente, isso porque nosso mundo interno não é algo estático, antes sim dinâmico e mantém-se sempre em movimento. Todos os dias milhares de novas informações chegam, misturando-se com as já existentes. O novo e o antigo estão sempre a se fundir, se reorganizar, fazer novas conexões. Com um emaranhado tão complexo, não se pode esperar que tudo irá acontecer da melhor forma, ou de uma forma perfeita.
Portanto, a manutenção do mundo interno é uma necessidade, uma obrigação constante. Não há autoconhecimento sem isso, o que eu conhecia de mim ontem, já se tornou obsoleto. Hoje sou outro, sou diferente, aprendi coisas novas. Adicionei novos conteúdos, pensei coisas novas, senti coisas diferentes. Exercitei diferentes virtudes, pratiquei alguns vícios, fortaleci qualidades, alguns defeitos apareceram. Não deixo de ser quem eu sou, ao mesmo tempo, não sou mais o mesmo. Continuo acreditando no que acreditava, ao mesmo tempo acredito em coisas novas. Esta é a complexidade do mundo interno, se moldando, se remoldando em uma dinâmica sem fim.
Sobre a Essência de Si
É comum as pessoas dizerem que fazem isso, ou fazem aquilo, mas “minha essência nunca muda, é sempre a mesma”. Ledo engano, essência é algo em movimento, não estático e permanente. O que as pessoas entendem como essência é como se fosse um núcleo inato, imutável e inviolável. A verdade é que a essência é algo construído e reconstruído por toda a vida. A essência é tão simplesmente o que cada um considera mais importante, que pode mudar através do tempo. Que pode mudar a qualquer momento. A essência é o conjunto de tudo o que acreditamos, são crenças, são verdades, são virtudes e qualidades. São defeitos, vícios, comportamentos duvidosos. A essência é composta por tudo o que você pensa, sente, fala e age. E tudo isso é extremamente volátil, mutável, flexível.
Ontem minha essência tinha esse contorno, hoje ela tem outro, e manhã por certo terá outro ainda. E tudo bem. Temos medo de assumir que nossa essência mudou, como se mudar a essência fosse algo ruim, como se tivesse vendido a alma ao diabo. Como se fosse um traidor de si mesmo, um infiel aos seus próprios princípios. Estes que são sinônimo de essência. Claro que você pode mudar para pior, mas não há nenhum problema em mudar sua essência. Isso porque, você precisa estar confortável com seus princípios, caso não esteja, seus princípios te fazem mal. E te fazendo mal, não são bons princípios para você. Sua essência não é uma estátua de bronze, antes sim uma figura moldada com massinha. Isso não quer dizer que você é facilmente manipulável. Quer dizer que você pode se adaptar às diferentes realidades com facilidade.
A essência é tão simplesmente o que cada um considera mais importante, que pode mudar através do tempo.
Há algumas coisas na essência que por certo deveriam ser imutáveis, como fazer o bem a si, ao outro e a natureza. Ter atitudes virtuosas, ser polido na medida do possível, ser educado, gentil e respeitoso. Contudo, a essência não é formada apenas disso, tampouco conseguimos ter tais comportamentos o tempo todo. Por vezes em frente a uma mesa farta come mais que o necessário. Isso te torna intemperante, ou seja, um vício. Isso seria o suficiente para macular sua essência e por certo faz. E tudo bem. Nem sempre conseguimos caminhar em linha reta, apenas deixando pegadas no meio, por vezes cambaleamos de um lado para o outro. Pecamos por excesso, pecamos por falta. E tudo bem.
Que devemos almejar o equilíbrio, disso sabemos todos. E precisamos, sem dúvida, toda vez que cambalearmos, voltar o mais rápido possível para a trilha central. Que a obrigação não seja sempre estar nesse trilhar o caminho do meio, mas que nos esforcemos o máximo para manter-se nele e esporadicamente deslizar para um lado ou outro. Talvez alguém poderia olhar para isso e dizer “que absurdo, não se pode incentivar o deslize, temos que nos manter no reto caminho sempre”. E quem é capaz disso? Pergunto eu. Ter que fazer sempre de um mesmo jeito, não seria um pecar por excesso? E então estar sempre em equilíbrio, ou sempre na virtude seria portanto uma espécie de vício? Que atirem seus comentários e críticas quem nunca cedeu aos encantos do excesso ou da falta. Ou comente exatamente por ter feito.
Mente Autolimpante
Autoconhecimento também tem a ver com a limpeza do que já não se quer mais, limpeza do que incomoda, do que faz mal. E por vezes temos mais dificuldade em aceitar o novo do que abandonar o antigo. Nos apegamos de tal forma que nos tornamos dependentes do passado. Dependentes de modelos específicos de pensar, de modelos de relacionamentos. Nos apegamos ao que foi e por vezes não é mais. Nos apegamos ao que conhecemos e faz mal, e por mais que cause sofrimento, não nos sentimos motivados para sair desse lugar. A famigerada zona de conforto, que o mais das vezes é desconfortável. Nos apequenamos frente a mudança, frente a novas possibilidades e recuamos. Nos enclausuramos com nossa própria dor, com nossos monstros, com nossa desgraça.
Para se conhecer a si mesmo, é preciso transpor a barreira do comodismo, transpor a barreira do medo do novo. É preciso ir além. É exatamente por desconhecer a nós mesmos, desconhecer as reais potencialidade e forças, é que recuamos. Não damos o passo que precisa ser dado, não damos um basta ao que nos incomoda. Nos acovardamos frente a vida, que dá inúmeras oportunidades de evoluir, viver de forma melhor, romper com a mesmice, romper com ciclos viciosos. Nos paralisamos e esperamos a oportunidade passar para então iniciar o autoflagelo. Tentamos nos convencer de que não era a hora, de que não seria capaz, de se lamentar a oportunidade perdida, de culpar alguém pelo ocorrido. Podendo assim voltar a prometer a si mesmo que na próxima oportunidade não deixará passar. Mas é apenas um afago dissimulado para minimizar a culpa, minimizar a covardia, minimizar a própria fraqueza.
Nos apegamos ao que foi e por vezes não é mais. Nos apegamos ao que conhecemos e faz mal, e por mais que cause sofrimento, não nos sentimos motivados para sair desse lugar.
O autoconhecimento visa a libertação de si. O fato de saber do que é capaz, o fato de conhecer suas forças e fraquezas. Admitir a si o que precisa ser melhorado e buscar alternativas. Por outro lado, conhecer suas forças e usá-las a seu favor para evoluir, para se levar onde deseja ir, onde deseja chegar. Se conhecer para se fortalecer. Se conhecer para se transformar. Se conhecer porque sem o conhecimento de si não será capaz de se dominar. De assumir o comando de si. O autoconhecimento te torna um general de um exército, um general que conhece muito bem seus soldados, para que assim possa estabelecer estratégias e guiá-los para o objetivo, para a conquista, para a vitória. Para a conquista de si mesmo.
Odair J. Comin

Psicólogo Clínico, Hipnoterapeuta e Escritor.

Autor do livro: “Senhor de Si Mesmo”
Site da Amazon.com.br

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Você é ansioso? Faça o teste e descubra! | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Teste sua ansiedade. Responda ao questionário e descubra se você é uma pessoa ansiosa.

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Responda ao teste e veja como você está!


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Você é ansioso? Faça o teste e descubra! | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Teste sua ansiedade. Responda ao questionário e descubra se você é uma pessoa ansiosa.

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Plante um jardim e veja sua família Florescer | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Um jardim precisa de atenção e carinho. Sua família também.
O cultivo de um jardim pode ir muito além de cultivar um pedaço de terra, colocar sobre ela as sementes ou mudas e esperar que as flores cresçam para apenas ornamentar e enfeitar esse pedaço de terra.
Todo o processo envolve cuidado e afeto na escolha do local, no conhecimento sobre ele e das mudinhas que ali serão colocadas, saber que há espécies de sol, outras de sombra.
Uma família atravessava uma situação de isolamento, sem interação entre eles.
Conheça a história desta família
A mãe, com pouco mais de 30 anos; dois filhos com 9 e 11 anos; os avós, ambos com quase 70 anos.
Com idades e interesses tão diferentes, não havia interação entre eles e os diálogos cada vez mais raros, eram quase monossilábicos.

Era preciso por um freio nessa situação e recuperar sua família.
A mãe procurou por ajuda profissional e tomou conhecimento de que havia uma linha de tratamento baseado na cognição, chamada de hortoterapia, que envolve a prática de jardinagem.

Afinou a ideia de aplicar a jardinagem no dia a dia de sua família, e assim descobriu 7 motivos para começar seu jardim:

Começa o preparo da terra
Viu iniciar uma aproximação, um interesse dos filhos em querer saber o que a mamãe estava fazendo. Os filhos, que quando não estavam no colégio estavam em seus quartos “ligados” em seus aparelhos eletrônicos, começaram a visitar o local que a mãe preparava a terra.

preparando a terra para plantar
A mãe, manuseando a terra, em silêncio ia observando os filhos. Preparando o terreno onde seriam depositadas as sementes, se sentindo responsável pelo futuro daquele pedaço de terra, já não se sentia sem função no seu dia. A terra precisava dela, mas ela também precisava da terra, pois estava trazendo seus filhos para perto.

Filhos ajudando no preparo do jardim
Os filhos foram se aproximando cada vez mais, demonstrando interesse. A mãe ofereceu a eles a chance de “ajudar”. Separou uma parte do futuro jardim e “doou” a cada um.

Plantar um jardim e os laços de família
O contato entre mãe e filhos foi se estreitando mais e mais. As sementes das plantas sendo depositadas na terra, e o mais importante é que também brotava ali os laços de família. E assuntos comuns foram surgindo naturalmente entre eles. A barreira mais difícil já havia sido transposta. Na mesa das refeições o uso dos smartphones deram lugar a pequenos diálogos. Então começaram a sair juntos para compra de mudas, sementes e adubos. Em outras ocasiões faziam estudos em conjunto e argumentavam sobre as diferentes plantas . A partir desse assunto comum do momento, outros mais pessoais, de sentimentos foram brotando de forma natural.
 

Avós regando jardim
Os avós não tinham nenhuma atividade, nenhum lazer. Isolados, apenas viam e esperavam o tempo passar. E assim como as mudinhas iam nascendo no jardim, eles também saíram do quarto para ver, assistir. E a mãe ofereceu a eles a chance de “ajudar”. Era preciso regar a terra todos os dias, e eles passaram a cuidar dessa tarefa. Com essa atividade, diminuíram várias dores físicas que sentiam pela inércia, falta de movimentos do corpo, pelo sedentarismo em que viviam. Se sentiram úteis e satisfeitos por voltar ao convívio natural, em família.
 

O jardim floresceu mas precisa de cuidados
O jardim floresceu com esses cuidados e dedicação de todos. Mas o jardim é como uma família: sem cuidados, não se sustenta, desmorona. É preciso afeto e dedicação em regar a terra, podar alguns galhos, retirar alguma erva daninha se aparecer, e aí sim colher as flores e enfeitar a casa.

O jardim cultivou os laços de família
Como resultado, conseguiram uma área verde bem cuidada, um jardim florido. Mas o mais importante: as pessoas envolvidas, não só com a fragilidade das plantas, mas da família, que interagiram, se responsabilizaram pelas tarefas assumidas, cuidaram, e fortaleceram seus laços.


Como ficou a Família?
Cultivando um jardim, foi cultivada uma família. Gerou um local onde se colocou iluminação, um banco, um ponto de encontro da família.
Com a orientação profissional recebida, esta família pôde ser cuidada, tratada e reconstruir os laços de relacionamento que estavam se perdendo.
Sabemos que precisamos cuidar de “nosso jardim”, mas nem sempre conseguimos dar os passos certos, e caminhar sozinhos para harmonizar ou corrigir nossos atos, para unir e fortalecer nossas famílias.
Se você precisar de apoio ou reforços para caminhar nessa descoberta, venha até meu consultório e ficarei feliz em lhe ajudar.

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Entrevista sobre o Efeito Placebo com Odair Comin | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Há alguns meses eu publiquei um artigo falando sobre a Hipnose e o Efeito Placebo
Nesta entrevista com o Hipnose na Prática, falei sobre como entender o efeito placebo pode ajudar os terapeutas, como lidar quando o paciente não acredita no tratamento e também uma técnica que usei no tratamento de câncer.

No final eu dou um brinde, para quem acompanha o canal Hipnose Na Prática.


Veja a matéria completa sobre a Hipnose e o Efeito Placebo, se você tiver alguma dúvida, pode perguntar pelo formulário abaixo.

http://img.youtube.com/vi/rdB_WCptPLM/0.jpg

Veja mais em: http://clinicadelphos.com.br/hipnonews/entrevista-efeito-placebo-hipnose/?utm_source=gplus&utm_medium=post&utm_campaign=snap
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A Hipnose é uma Ferramenta Nativa da Mente | Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
Soluções rápidas e eficazes com as técnicas da hipnose clínica
 
A hipnose clinica vem mostrando uma eficácia cada vez maior. Os resultados são percebidos logo nas primeiras sessões. Por se tratar de uma técnica nativa da mente, ela consegue falar a mesma língua. Isso faz toda a diferença para alcançar resultados profundos e abrangentes. Nossa mente é bastante flexível, contudo é preciso acessar essa flexibilidade e utilizar em favor do paciente. Fazer com que a mente possa trabalhar de forma organizada e direcionada. É preciso ter um rumo, é preciso que seja guiada na direção correta. Isso porque nos expomos a inúmeras informações e conteúdos que nem sempre são congruentes, por vezes até mesmo que se opõe. Com isso, a mente pode criar amarras ou rupturas. O processo terapêutico serve para organizar o mundo interno, dando um direcionamento saudável.
 
Eliminar o que precisa ser eliminado e incluir conteúdos novos. Aprendizagens que são necessárias ao paciente para que o processo de mudança aconteça. Os resultados são realmente profundos e duradouros, isso porque com a hipnoterapia consegue-se chegar a mente inconsciente. Com esse acesso, pode-se fazer um trabalho muito mais preciso e focalizado no problema em si. Para que a mudança ocorra, é preciso ensinar a mente a pensar e agir de forma diferente. Com a hipnose clínica isso se torna mais fácil e eficaz. A mente aceita com mais facilidade os novos conteúdos propostos e torna a mudança natural. Por vezes é tão sutil que a transição do problema para a solução nem se quer é percebida. A mente observe a mudança e a põe em pratica no dia a dia.
 
A cada sessão consegue-se uma profundidade maior, assim como resultados perceptíveis no dia a dia.
 
Algo de extrema importância na hipnose clinica é que cada paciente é tratado de forma única. Com a colheita inicial de informações ou anamnese sobre sua história de vida e histórico dos problemas e dificuldades, é possível traçar um perfil e criar um raio x da sua identidade mental. Uma colheita que abrange diferentes momentos da vida do paciente, com graus de importância diversos. Com tais informações, é possível obter um diagnóstico, ao mesmo tempo serve para traças as melhores estratégias terapêuticas. A partir daí, inicia-se com as técnicas da hipnose, visando a solução. A cada sessão consegue-se uma profundidade maior, assim como mudanças perceptíveis no dia a dia. Gradativamente os resultados são consolidados e tendem a se manter, sendo incorporados.
 
As soluções acabam sendo muito mais rápidas que os modelos tradicionais de psicoterapia, pois tem objetivos claros. Ouve-se o pedido do paciente e esta é a seta que indica qual caminho deve ser seguido. O paciente quer ver seu problema resolvido, e quer isso no menor tempo possível. O processo da hipnose clinica vai direto ao ponto, tem objetivos claros e possui técnicas que auxiliam no processo. Na medida em que se cria um estado ideal para a terapia, que é o próprio transe hipnótico, o caminho está aberto. O próximo desafio é a comunicação, ou o que será comunicado para este paciente em especial que fará a diferença. O que sua mente precisa ouvir para iniciar um processo de transformação. Com o conteúdo certo, a mudança é certa.
 
Mobilização de Recursos Inconscientes
 
O trabalho terapêutico possui basicamente dois caminhos possíveis. Utilizar o ferramental que já é do paciente, ou lhe apresentar novas ferramentas. Neste caso, o foco será no que já faz parte da realidade particular de cada indivíduo. A bem da verdade, todos que chegaram a vida adulta, possuem um arsenal gigantesco de recursos internos. Aprendidos, vivenciados e armazenados no decorrer da vida. Contudo, nem sempre dá-se conta de que tais ferramentas estão à disposição. É como se você tivesse um programa de computador, como o Photoshop por exemplo. Mas, não sabe utilizar muitos dos recursos que ele possui. Você usa o básico, o que é mais intuitivo, o que aprendeu por conta própria. Você até sabe que ele pode fazer muito mais, mas não tem ideia de como.
 
A Hipnoterapia é a possibilidade de trazer à tona ferramentas mentais próprias com a ajuda da hipnose.
 
Ao contrario do programa de computador, onde as ferramentas não foram criadas por você, os recursos mentais, estes sim foram desenvolvidos internamente. Mas isso não o impede de esquecer que eles existem, não se dar conta, ou mesmo não achar que tais ferramentas serviriam para uma situação nova. Se você se decidir por fazer um curso de Photoshop, certamente ficará surpreendido com as possibilidades. O mesmo acontece no trabalho terapêutico com a hipnose clínica. É uma forma de acessar os recursos inconsciente, que em algum momento foram armazenados e podem ser trazidos à tona.  São ferramentas do passado, servindo para resolver problemas do presente. A hipnose clínica alcança esse nível com muita facilidade, pois a comunicação é estabelecida em nível inconsciente.
 
Com a hipnose clínica esse acesso é natural, pois oferece a possibilidade do paciente conectar-se na mesma frequência de pensamentos e sentimentos do passado.
 
Muitos dos problemas que vivenciamos no presente, são repetições com roupagens diferentes do passado. A questão é que nem sempre nos damos conta disso. E mesmo que por vezes você perceba a repetição, nem sempre consegue evitar, ou superar com facilidade. Como o fim de um relacionamento, por exemplo. Se já passou por isso no passado, em teoria, deveria ser fácil lidar com a perda atual. Mas todos que passaram ou passam por isso, sabem que não é tão simples assim. É que invariavelmente, mudamos a frequência dos pensamentos, nos lançamos à novas experiências, com se elas não tivessem lastro algum. Estamos sempre muito confiantes, “desta vez será diferente”, pensamos. E é claro, você pode estar certo. E que bom quando se está certo. Contudo, há momentos em que nos frustramos. E quando a tempestade passa, é que conseguimos perceber. “Estava o tempo todo bem debaixo do meu nariz e não percebi”, é o que por vezes dizemos. E estava mesmo.
 
Não vemos porque não temos o hábito de olhar para dentro de nós, em busca de referencias. Sempre mais voltados para o externo, sempre com a sensação de impotência. Aquilo que percebemos só depois do pior ter passado, estava sempre lá. Apenas não vimos no momento necessário. E não é porque a mente inconsciente é assim tão inacessível. É porque esquecemos do que sabemos, esquecemos do que somos capazes, esquecemos dos momentos que fomos fortes, que superamos dificuldades. Como as ferramentas são armazenadas de forma natural e não percebida, o acesso se torna difícil. Não sabemos como chegar. Já com a hipnose clínica esse acesso é natural, pois oferece a possibilidade do paciente conectar-se na mesma frequência de pensamentos e sentimentos do passado. Feito isso pode-se trazer de volta, um retorno investido dos recursos necessário para superar o que lhe aflige no presente.
 
A Mudança é Contagiosa
 
Há hábitos tão arraigados que mais parecem carvalhos de cem anos. Suas raízes chegam a lugares impensáveis. Tão profundas que perdemos a noção do espaço que tais raízes ocupam. São os hábitos que dão sustentação às nossas crenças. E aqui, falaremos das crenças limitantes. Aquelas que nos fazem mal, nos paralisam. Aquelas que repetem a você incessante: tu não podes; não és capaz; não és bom o suficiente; não tens conhecimento para isso; és muito fraco; não tens corpo de atleta; tu não tens boa memória; tu és um idiota; não és competente; não aprenderás nunca… As crenças limitantes são sorrateiras, ardilosas, se infiltram sutilmente e ocupam grandes espaços do inconsciente. Por vezes sem sua permissão, contudo, há aquelas que simplesmente aceitamos. De inicio não percebemos o mal que causará, é como um lobo em pele de cordeiro.
 
Ressignifique as crenças limitantes e construa novos caminhos com a Hipnose clínica
 
As crenças limitantes normalmente são muito bem estruturadas. São repetições que se ouvem em diferentes momentos da vida. Ditas por pessoas importantes, nossos pais, nossos professores, amigos, religiosos. E ditas por tais pessoas, aceita-se como verdade. São cultivadas, como um mendigo “cuida” de suas feridas (para não cicatrizar), pois é nelas que se baseia seu pedido, é delas que tira seu sustento. A crença limitante é uma ferida aberta, que camuflamos com faixas sem tratá-la. E porque não vemos, achamos que ela não existe, ou que ela não nos fará mal. Mesmo que as vezes doa, você acha que é normal, que é assim mesmo. Acha que precisa passar por isso. Não! Você não precisa se sujeitar a crenças que te engessam, que te tornam pequeno, fraco, incapaz. Ressignificar uma crença limitante, é o primeiro passo para mudá-la.
 
A hipnose clínica age, mesmo quando você não percebe a ferida, mesmo quando já se esqueceu dela.
 
Um dos princípios da hipnoterapia ericksoniana, é que a mudança deve ser conseguida em algum nível. Mesmo que seja minúscula, na medida em que ela existe, gradativamente começa a se espalhar. É como um vírus do bem, que se instala e inicia o contagio dos espaços ao seu redor. Aos poucos a chaga começa a cicatrizar, sem por vezes tornar-se consciente. A hipnose clínica age, mesmo quando você não percebe a ferida, mesmo quando já se esqueceu dela. Mesmo quando a dor se tornou sua fiel companheira, e você trata como a um bichinho de estimação. As crenças limitantes tem esse poder de camaleão. Se camuflam tão bem, que o hospedeiro acha fazer parte da sua personalidade, acha que é sua por natureza. Tamanha sutileza precisa ser combatida com a mesma estratégia. A hipnose clínica é esse conjunto de estratégia mentais, que possibilitam esse combate.
 
Na medida em que se chega ao mesmo nível de consciência em que a crença foi criada, com a hipnoterapia teremos a possibilidade de reverter o processo ou mesmo estabelecer novas crenças, agora expansivas. É como mudar algo em um programa de computador, você precisa conhecer a linguagem de programação. Usar os mesmos padrões, os mesmos códigos, a mesma fonte em que o programa original foi criado. Seguindo essa linguagem poderá adaptar o programa às suas necessidades. O objetivo é criar crenças que abram portas, que ofereçam possibilidades, que instigam autoconfiança, segurança em si mesmo. E não são necessárias mudanças drásticas, antes sim sutis. Com a hipnose, pequenas mudanças trazem grandes possibilidades, porque uma vez que sejam instauradas no lugar certo da mente, elas ganham vida e se desenvolvem naturalmente.
 
Odair J. Comin
Psicólogo Clínico, Hipnoterapeuta e Escritor.

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