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Bruno Gusmao
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"O senador Delcídio Amaral foi preso em flagrante na manhã do dia 25/11/15. Os Deputados e Senadores, desde a expedição do diploma, “não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável” (CF, art. 53, § 2º). O flagrante foi justificado pelo ministro Teori Zavascki por se tratar de crime permanente. Qual crime? Fazer parte (integrar) crime organizado (da Petrobras – Lei 12.850/13, art. 2º). O crime permanente (que dura no tempo) realmente permite a prisão em flagrante em qualquer momento (CPP, arts. 302 e 303).

Delcdio foi preso em flagrante por crime inafianvel

Resta perguntar: mas se trata de crime inafiançável? O crime organizado, em si, é afiançável. Mas “quando presentes os motivos que autorizam a decretação da prisão preventiva”, o crime se torna inafiançável (CPP, art. 324, IV). Note-se: a lei fala em “motivos” (não em pessoas que podem ser presos preventivamente).

O senador entrou nessa situação de inafiançabilidade porque tentou obstruir a investigação de um crime. Ofereceu dinheiro para Cerveró não fazer delação premiada (contra ele) e esquadrinhou uma rota de fuga do país (para o próprio Cerveró). Tentou prejudicar a colheita de provas. Tudo foi gravado pelo filho do ex-diretor da Petrobras (e entregue para o Procurador Geral da República, que pediu a “preventiva” do senador).

A interpretação da Constituição que preponderou na 2ª Turma do STF foi a seguinte: crime permanente (integrar crime organizado) admite o flagrante; os abomináveis atos imputados ao senador são causa de decretação de prisão preventiva (logo, torna o crime inafiançável). Crime permanente + situação de inafiançabilidade (motivo para decretação da preventiva) = prisão em flagrante. Estão atendidos os requisitos constitucionais (diz o STF, em sua interpretação)."

http://professorlfg.jusbrasil.com.br/artigos/260712345/delcidio-foi-preso-em-flagrante-por-crime-inafiancavel

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"O método foi simples: para que a conclusão do estudo fosse mais precisa, em cada quesito foi feita uma comparação entre o Brasil e o que se chama de “grupo de controle sintético” – um grupo de países que pode ser tomado como o melhor possível para uma comparação justa. A conclusão foi assustadora: o Brasil “cresceu, investiu e poupou menos; recebeu menos investimento estrangeiro direto e adicionou menos valor na indústria; teve mais inflação; perdeu competitividade e produtividade, avançou menos em Pesquisa e Desenvolvimento e piorou a qualidade regulatória; foi pior ou igual em quase todos os setores importantes; a distribuição de renda, a fração de pobres, e a subnutrição caíram em linha ou um pouco menos; a escolaridade avançou menos, a despeito de maiores gastos; a saúde andou em linha, sem grandes diferenças”. O único critério em que avançamos mais do que os países de comparação foi no mercado de trabalho, mas mesmo nele os pesquisadores julgaram que apenas “avançamos na margem mais fácil: colocar as pessoas para trabalhar”. Em tarefas mais difíceis, como a já citada produtividade – que seria capaz de garantir empregos de melhor qualidade e com salários maiores -, o Brasil foi pior."



http://mercadopopular.org/2015/06/nao-foi-o-pt-quem-tirou-36-milhoes-de-pessoas-da-miseria/

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Virtual reality is a promising technology, but will not go mainstream in its current form http://econ.st/1JytPvL
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"No dia 6 de março de 2011, um helicóptero branco, modelo Esquilo, com apenas dois anos de uso, caiu em Goiás. Além do piloto, estavam o jovem advogado Ricardo Fenelon das Neves Junior, então com 24 anos, e sua namorada, a estudante de direito Marcela Paes de Andrade Lopes de Oliveira, de 22 anos, filha do senador Eunício Lopes de Oliveira (PMDB-CE), dono da aeronave. As investigações apontaram combustível adulterado. Junior foi quem recomendou um aeródromo no interior do estado para abastecer o aparelho, mesmo sabendo que o local não era homologado pelas autoridades da aviação civil. Ocorre que não se deve julgar alguém apenas por não saber avaliar a qualidade de combustíveis. No mês passado, Junior foi indicado diretor do principal órgão fiscalizador da aviação civil do país, a Anac."



http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-107/chegada/junior-decola

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"A decadência da indústria naval é emblemática de um modelo de política industrial que os governos do PT ressuscitaram dos tempos da ditadura militar, em que Estado e empresas estatais são usados – em atos de força e autoritarismo – para atender a desejos políticos e equivocados (por vezes megalômanos) de quem está no poder. A parcela maior da falência fiscal que o Brasil vive hoje decorre justamente de erros – grandes e menores – cometidos por Lula e Dilma, ao desperdiçarem dinheiro público em projetos que não se sustentam sem a muleta do Estado."

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-pt-entortou-o-estado,1719575

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